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RESUMO

Transporte de carga urbana é uma atividade importante no contexto da vida urbana. É


fundamental para sustentar o nosso estilo de vida e serve para atender as necessidades
essenciais de geração de riquezas das atividades industriais e comérciais. O transporte
eficiente de mercadorias pode desempenhar um papel significativo na competitividade de
uma zona urbana, e é um elemento importante da economia urbana, tanto em termos do
rendimento que gera emprego e os níveis que suporta.

No entanto, o transporte de mercadorias é responsável por impactos negativos em áreas


urbanas tanto em relação ao tráfego quanto as questões ambientais, tais como níveis
congestionamento, poluição, ruído e utilização de combustíveis fósseis. O transporte de
mercadorias é, portanto, um importante fator de sustentabilidade urbana. Os benefícios
das soluções de cidade logísticas e as desvantagens de transporte urbano devem ser
comparados a fim de motivar o investimento na cidade logística.

O documento analisa os fatores que contribuem para um bom planejamento de transporte


urbano e da sua sustentabilidade. A intenção do trabalho é o de destacar e sensibilizar os
intervenientes para o conceito de cidade logística, as suas vantagens e implicações da sua
implementação.

1. INTRODUÇÃO
A distribuição de bens por veículo leves ou caminhão no centro da cidade tem sido a
norma por um longo tempo e olhar o seu impacto sobre o ambiente físico e social é um
conceito relativamente novo. Um centro da cidade animado e acessível é vital para o
comércio e crescimento da cultura, mas, até agora, a distribuição de bens não tem
caminhado em conformidade com o uso eficiente de espaço da cidade e do ambiente.
Uma maneira de abordar a questão do espaço da cidade e do congestionamento é cidade
logística sustentável.

City Logistics é o conceito ou processo de gestão e otimização de transportes de carga


urbana, transporte de passageiros e todos os outros movimentos de transporte urbano,
tendo em conta o impacto que estes movimentos têm sobre o ambiente, a sociedade e a
atividade econômica de uma determinada cidade.

Embora cidade logística inclua tanto mercadorias e passageiros, este documento irá
concentrar-se em movimentos de mercadorias.

2. ANTECEDENTES

A taxa de crescimento de tráfego é elevada dentro das cidades e leva ao


congestionamento devido ao espaço limitado. A partir de uma perspectiva de
planeamento de transportes, é evidente que existe uma necessidade de alterar os atuais
métodos de mover pessoas e mercadorias nos centros urbanos. Este artigo visa a destacar
brevemente a normalidade e a necessidade de tais mudanças para o transporte e logística
da indústria e da importância da cidade logística como uma ferramenta para otimizar a
utilização do espaço da cidade, reduzindo os congestionamentos e melhorar a eficiência
econômica das cidades.

Cidade logística envolve a criação de novas parcerias e de cooperação entre as pessoas


envolvidas na recepção e despacho de mercadorias nos centros das cidades. Estas
cooperações oferecem uma redução significativa no número de caminhão, quilômetros
por veículos e prazos de entrega para empresas logísticas e, ao mesmo tempo melhora a
qualidade do ar, diminui o ruído e reduz os danos ao pavimento nas cidades.

Exemplos de práticos de cidades logísticas na Europa são o planeamento de rotas de


caminhão dedicados, centros de distribuição centralizados, eco-parques e entregas diretas
(entregas em casa). O planeamento da rota, rotas que convergem para o centro da cidade
são selecionados para serem utilizados especificamente por veículo de carga embora não
exclusivas para eles. Centros de distribuição centralizados, embora inicialmente se
pensava que aumentaria os custos para quem enviasse mercadorias devido a duplicação,
tem provado ser uma medida bem sucedida porque a maioria dos outros custos logísticos
têm reduzido. O centro de distribuição recebe informações via eletrónica com
antecedência sobre volumes a serem fornecidos de manhã cedo, e a distribuição ocorre no
mesmo dia. As mercadorias que se dirigem para a cidade são consolidadas de forma mais
eficiente e, na maioria dos casos não há declínio na qualidade de serviço, em comparação
com distribuição descentralizada. A vantagem é que há menos viagens para a cidade, o
que alivia o congestionamento e emissões dos veículos.

3. DESAFIOS PARA CIDADE LOGÍSTICA


Os impactos negativos da grande circulação de mercadorias e congestionamentos no
centro da cidade pode ser sentido economica e socialmente, a partir de uma perspectiva
de segurança rodoviária e ambiental.

3.1 Econômico
Os atrasos causados pelo congestionamento traduzem-se no aumento dos tempos de
viagem para os prestadores de serviços, aumentam os custos de inventário, longos atrasos
"para-o-mercado" e altos custos de transporte que podem ser traduzidos em valor
monetário, pois tempo é dinheiro. Isto pode levar à utilização de percursos alternativos,
que poderiam ser mais longos e menos seguros, aumentando mais uma vez os custos de
transporte e o risco de segurança, aumentando assim os custos operacionais. Para
compensar o custo adicional de fornecer as mesmas mercadorias para a mesma área, este
custo simplesmente é passado na cadeia de produção e transferido para o consumidor.
Com o tempo, se traduzirá num custo geral para a sociedade o qual pode não ser
sustentável.

3.2 Social
Impactos sociais podem estar relacionados à forma como a atividade afeta e tem efeito
sobre a sociedade. Os residentes são tanto clientes quanto criadores de demandas para a
circulação e transporte de mercadorias, eles também não gostam de perturbações
resultantes dos movimentos que satisfaçam suas exigências. Além dos congestionamentos
e da percepção de que grandes veículos são um aborrecimento, é igualmente perceptível
que as vias com alta densidade de caminhoes têm maior ocorrência de acidentes, um
aumento de demanda sobre os serviços sociais para reparar as infra-estruturas viárias.

3.3 Segurança Rodoviária


Uma alta taxa de acidentes tem impacto direto sobre a questão da segurança rodoviária.
Projeto geométrico de vias, de veículos, gestão do tráfego e ações de formação de
condutores são questões que não são normalmente levadas em conta quando se decide
sobre uma rota para os grandes veículos. A falta desse conhecimento torna difícil para os
motoristas reagir em conformidade e em tempo útil em situações de emergência que
teriam sido capazes de lidar com a regra geral. Isto traduz em acidentes com fatalidade e
danos à propriedade e infra-estruturas rodoviárias. O ideal seria identificar corredores
específicos que deveriam ser utilizadas pelos veículos pesados permitindo serviços de
emergência e outros relacionados aos corredores de frete.

3.4 Ambiental
Impacto ambiental como resultado de grandes volumes de tráfego inicia-se com a elevada
demanda de combustível, esgotando assim os recursos naturais a um ritmo mais rápido
do que são reabastecidos. Isso se traduz ainda em um aumento das emissões de gases
nocivos para o ambiente, a poluição sonora, alta taxa de incidentes e as possíveis
complicações com materiais perigosos.

4. A ecologia industrial
A interação entre os diversos atores e entre as partes interessadas e o meio ambiente é de
importância primordial, os atores neste caso podem ser os residentes ou os clientes,
comerciantes, transportadores, fabricantes e os legisladores.

A ecologia industrial é o conceito de conceber continuamente e redesenhar os sistemas


industriais utilizando a natureza como base.

Indústrias passaram por uma revolucionária evolução e estão ainda em evolução. A


evolução ainda não é um processo de passo único; a evolução envolve atividades em que
uma única etapa traduz-se em uma imagem incompleta do enigma que continua mudando
conforme as condições mudam. O mais antigo e popular exemplo é o de otimizar
sistemas para usar menos recursos para dar conseguie uma maior produção.

É neste contexto que, como qualquer outra indústria, o transporte e a logística indústrial
necessitam rever a melhor maneira de se obter a maior produção utilizando o espaço
disponível nas cidades. O desafio é desenvolver métodos e ferramentas de acordo com a
capacidade de transporte das cidades para obter a desejada mudança. A mudança ainda
que teria de ser benéfica e sem interrupção à comunidade, ao ambiente da cidade e as
indústrias envolvidas. Uma abordagem multidisciplinar teria de adotada devido à
complexidade do problema, as ligações e as relações de causa-efeito entre as partes
interessadas e o ambiente.

Existe também uma necessidade de compreender os vínculos entre uma atividade


econômica rentável e de danos ambientais, devido a emissões de combustível, os padrões
de oferta e demanda dos consumidores e dos produtores. É importante perceber que o
fator espacial é uma constante e a decisões dos atores e curso de ação traduz-se em
impactos mensuráveis. O ciclo de vida, a viabilidade e sustentabilidade do sistema
também são importantes quando da sua concepção e da reestruturação.

5. INFORMAÇÃO À SOCIEDADE
A estrutura e maturidade da informação à sociedade dentro das indústrias também
desempenham um papel fundamental na capacidade da indústria em se adaptar às
mudanças que possam ocorrer. Um único e importante fator para o sucesso dos países
europeus na aplicação do sistema de cidade logística pode ser atribuído à ligação ao
conhecimento da sua sociedade. Apesar de um mercado e indústria altamente
competitiva, as empresas europeias e os decisores políticos têm uma atitude aberta e uma
cultura de olhar para o futuro e de partilhar informação que lhes permitam ser
progressivos. A utilização de tecnologias de informação e comunicaçào e processos
avançados permitiu acessar um maior leque de soluções.

Tecnologias de informação e comunicação (TIC) como um instrumento podem ser


extremamente benéficas em transformar a sociedade nas formas governamentais,
industriais, organizacionais e individuais. Estão além de simplesmente oferecer
conectividade, as vontades da comunidade (formadores de opinião, organizações e
consumidores) de participar abertamente de discussões sobre questões relacionadas e seu
debate acerscentam valor à informação nesta rede. Nesses casos, a cultura da cooperação
é adotado e todos os interessados obtem vantagem, sem necessariamente perder a sua
vantagem competitiva.

África do Sul, como é o caso de um grande número de países em desenvolvimento, ainda


está passando pelo processo de construção da sociedade da informação de dados recentes
e confiáveis a fim de ser capaz de acompanhar as mudanças e demandas locais
influenciados pelas tendências globais. Tendo que acompanhar essas exigências, o estado
atual do transporte urbano nas nossas cidades não será eficiente e sustentável no futuro
próximo.

Até, até agora, a normalidade de mudança como uma constante tem sido destacada,
juntamente com a necessidade de centros de informação para ser capaz de saber como
lidar com ela.

6. DINÂMICAS DOS MOVIMENTOS DA CIDADE

6.1 Natureza dos Movimentos da Cidade


Movimentos da Cidade podem ser classificados como externos e internos. Movimentos
externos são aqueles pelos quais mercadorias saem, entram ou passam pela cidade,
enquanto movimentos internos ocorrem dentro dos limites da cidade. As classes de
movimentos incluem escolhas modais, os tipos de veículos e os tamanhos e gamas de
produtos.

6.2 Partes Interessadas


Quaisquer medidas políticas postas em prática para melhorar a distribuição urbana de
mercadorias, devem ter em conta as interacções entre os atores e os seus interesses. A
figura abaixo fornece uma indicação do interesses típicos.

Partes Interessadas Interessados


Residente / Cliente Produtos e serviços
Impacto ambiental negativo
Varejistas Competitividade e rentabilidade
Autoridades e Serviço Público Governança e legislação
Impacto ambiental negativo
Fretadores Crescimento do mercado
Rendibilidade
Provedores de Serviços Acessibilidade
Congestionamento
Custo-eficácia

6.3 Gargalos do Supply Chain


O desenvolvimento do "just-in-time" (JIT) e de respostas rápidas, pôs uma grande
quantidade de pressão sobre os fornecedores de bens, pois eles são demandado para
enviar um fluxo contínuo de produto a ser transportado para os seus clientes. Além disso,
o aumento das entregas residenciais associado aos serviços relacionados com comércio
baseado na Internet, também contribuiu para o congestionamento urbano. Esta situação
coloca um grande volume de pressão sobre a infra-estrutura que não foi concebida para
esse aumento no tráfego.

Aspectos das mercadorias urbanas a considerar:


 Número total de viagens por veículo do varejo
 Hora/dia de operção dos veículos
 estrutura do canal 
 Tamanho/tipo do veículo
 Tempo de carga/descarga do veículo 

Possíveis Soluções de Cidade Logística


 Distribuição centralizada
 Planejamento da rota de veículos
 Monitoramento e rastreamento
 Combustível ambiente correto 
 Programação de entrega (períodos de janelas fixas)

6.4 Formulação de políticas

O leque de questões políticas que afetam a sustentabilidade do transportes urbanos de


mercadorias são amplos e se estendem para além do governo nacional competente, o qual
é cobrado com questões como a melhoria do desempenho do setor dos transportes.
Políticas por todos os setores que são afetados devem ser coordenadas e integradas para
alcançar eficiência e sustentabilidade.

A nível nacional na Africa do Sul, o transporte de mercadorias tem de ser planeado


conforme exigido no Ato Nacional de Transportes Terrestres (NLTTA) de 2000,
Transportes Terrestres e Quadro Estratégico Nacional (NLTSF) e a Lei Nacional de
Transporte. Governos estaduais e locais são também necessários para definir um plano de
carga na Provincial Land Transport Framework (PLTF) para um período de cinco anos e
também como parte do governo local de Planos Integrados Transportes (ITPs).

As metas e objetivos das políticas de mercadorias nos três níveis de governo são as
seguintes:

 Minimizar as restrições à mobilidade dos bens


 Otimizar a capacidade atual e promover a proteção do ambiente
 Desenvolver uma indústria diversificada, forte, eficaz e competitiva dentro dos
limites da infra-estrutura do transportes sustentável.
Atingir eficiência no sistema em termos de níveis de serviço e custos e limitando se não
totalmente evitando os impactos negativos das deficiências do mercado de transporte, as
políticas não devem ser necessariamente restritivas mas também pode ser incentivo
orientado no sentido de incentivar cumprimento.

7. ESTUDOS DE CASO

7.1 Kassel - Alemanha


7.1.1 Antecedentes e Objetivos
O projeto iniciado em 1994, ainda em curso. Sete empresas estão envolvidas na
cooperação na entrega de mercadorias no centro da cidade de Kassel. Um operador
neutro é utilizado para efetuar as operações de transporte. Kassel tem cerca de 200 000
habitantes. Principais setores industriais incluem indústria automotiva e de transportes,
telemática e desenvolvimento de software, tecnologia ambiental e de energia e da cultura
e do turismo.

A implementação de um centro de distribuição urbana foi uma parte integrante da


abordagem logística em Kassel, iniciado pela associação de transporte e a câmara
indústrial e de comércio da cidade. Inicialmente, uma série de estudos foram realizados
levantamendo os requisitos, os volumes e a aceitação da abordagem de cidade logística.

7.1.2 Abordagem Básica


Um operador logístico neutro cidade distribui no centro cidade em nome das empresas
transportadores envolvidas. As 06:00h ele inicia o turno de coleta. Cerca de cinco
veículos são utilizados para recolher os lotes entregues nos depósitos dos transportadores
durante a noite. No centro de distribuição os lotes são consolidadas de acordo com os
endereços dos destinatários, bem como os corredores específicos. As 10:00h a entrega
urbana começa com doi sou três veículos de 7,5 ton. Normalmente são realizadas duas
rondas por dia (dependendo do volume de carga).

7.1.3 Informação e Comunicação


O operador da cidade logística recebe informações sobre o volume de transporte
antecipadamente via e-mail e a entrega ocorre no mesmo dia. No caso de uma entrega
não puder ser entregue o operador da cidade logística informa o respectivo transportador
(de quem ele tem ordem de transporte) por telefone. Serviços do operador neutro
(transporte e transbordo) são pagos com base na tarifa específica da cidade logística. O
operador faturas seus serviços separadamente com cada um transportador. De acordo com
declarações e as pesquisas realizadas a abordagem não apresenta nenhuma alteração
significativa nos custos para as emrpesas envolvidas (nem benefício nem custos
adicionais, em comparação com os serviços de entrega habitual).

7.1.4 Resultados e Experiências


De acordo com estudos efetuados o centro de distribuição urbana é visto como inevitável,
caso as mercadorias que se dirijam para a cidade forem agregadas de forma mais
eficiente, que é o principal objetivo do regime da cidade logística de Kassel. Os
destinatários no centro da cidade não perceberam quaisquer diferenças de qualidade de
serviço em comparação com o antigo regime de entrega. O principal sucesso do programa
é que os lotes podem ser agrupados, sem qualquer custo extra ou inconvenientes para as
empresas envolvidas e destinatários.

Por outro lado, o beneficio público é menos viagens, menos veículos e menos emissões.
Os benefícios dos transportadores envolvidos e operadores de transportes são intangíveis:
a imagem de ser uma empresa inovadora e responsável. Um fator de sucesso no início do
operação foi a motivação dos parceiros envolvidos.

7.2 África do Sul


Numerosos exemplos da aplicação de soluções de cidades logísticas existem na África do
Sul. Os casos típicos da rápida evolução da indústria consumidora incluem a maior parte
das grandes cadeias de lojas como a Pick 'n Pague e Damas, que operam centros de
distribuição centralizada e em localidades próximas de Gauteng.

Do mesmo modo, os fabricantes caminham para a distribuição centralizada a partir de


armazéns.

8. RECOMENDAÇÕES E CONCLUSÕES

Cidade logística como um conceito e um instrumento de planejamento urbano de


mercadorias não é ilimitada. Pode haver áreas que talvez não suficientemente oferecer
soluções e, como tal, devem ser sempre considerados em conjunto com outras estratégias
de alívio de congestionamentos. A cidade é um ambiente complexo, atrais sempre uma
diversos tipos de atividades especialmente atividades econômicas e financeiras e, como
tal, a procura por espaços na cidade será quase sempre acima da sua disponibilidade.
Assim, é essencial o planeamento adequado, sua implementação e a regulamentação das
medidas a serem postas em prática. A cooperação entre os moradores, organizações
empresariais, políticos e ONGs para criar um clima favorável pode levar a um processo
mais fácil de implementação das mudanças necessárias.

Todos os atores precisam ser previamente sensibilizados para que as alterações


necessárias possam ser implementadas. O desafio é transformar as funções logísticas das
organizações empresariais a partir de uma perspectiva de curto prazo para um longo
prazo e garantir a competitividade da cadeia de suprimentos.

Não há um entendimento claro dos custos das externalidades causadas pela circulação
mercadorias em áreas urbanas, o que torna difícil o desenvolvimento de técnicas e
sistemas para abordar os aspectos externos. Para alterar o modo como nós abastecemos
nossos centros urbanos, algumas ações têm de ser tomadas para iniciar a mudança.

Possíveis ações a serem tomadas:


 Desenvolvimento de planos de fretes.
 Desenvolvimento de estratégias logísticas e de serviços relacionados.
 Coleta de dados estasticos existentes e dos dados sobre transporte de mercadorias
urbanas
 Identificação das atuais operações e medidas eficientes
 Analisar a viabilidade de rotas dedicadas aos veículos com alta ocupação de
carga.
 Melhor utilização do gerenciamento da informação.
 Desenvolvimento de ITS (inteligent transportation system) para melhorar o
acesso, a segurança e a redução dos congestionamentos
A Cidade logística não é nova, mas integrando todos os elementos como discutido no
documento, irá garantir a sustentabilidade e a melhoria da competitividade das cidades