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2º Bimestre – ECONOMIA – 1ª Aula.

Desempenho Econômico de uma Nação:

Ao analisarmos o desempenho econômico de uma Nação, ou, ao efetuarmos uma comparação com o
desempenho em outras épocas, períodos ou nações; será possível, através de uma análise histórica, de uma
economia específica, e tomando-se o PIB (Produto Interno Bruto), como base, facilmente efetuaremos uma
previsão da evolução ou involução do próprio PIB.

Os especialistas econômicos (Economistas), criaram o Cálculo do Produto Interno Bruto(PIB).

Sabemos que o “fluxo da produtividade” corrente no país, é o valor total de todos os “produtos, bens,
commodities e serviços,” produzidos pela nação, em um “intervalo de tempo” – normalmente um ano fiscal ou um
ano calendário, fazem parte do PIB.

Os Economistas costumam medir o PIB de duas formas:

• O fluxo de dinheiro gasto na aquisição do volume de produção, chamado de método de fluxo de


produção (flow-of-product method);

• O dinheiro recebido pela produção desses bens, denominado método de receitas e custos (earnings-
and-costmethod);

Para que essa medição tenha sentido, os especialistas consideram exclusivamente os produtos acabados,
entenda-se: o produto ou o serviço final utilizado pelo consumidor!!!

Teremos como exemplo: a venda de automóveis, e não a produção de “autopeças”, que

logicamente, compõem o produto que chega ao Consumidor.

Todos os componentes são considerados “valor agregado” ao produto.

Devemos observar que a “Moeda” utilizada para este levantamento, será a moeda corrente do país ou a moeda
corrigida pela inflação.

• O PIB da moeda corrente será o PIB NOMINAL;

• O PIB da moeda corrigida, será o PIB real!!!

O PIB real, será calculado por meio da divisão do PIB Nominal, por um indexador de preços, chamado de PIB
“deflacionador.”

É importante entender que este cálculo (do PIB nominal ou PIB real), só reflete à avaliação, e à medição, do
movimento total da economia nacional!
Não responde aos quesitos relacionados aos gastos sociais e bem-estar da população!

• Exemplo:

o PIB contabiliza tanto as “armas” produzidas e vendidas, quantos os remédios produzidos e vendidos
– não faz diferença o uso ou o beneficio dos bens produzidos.

É indiferente se contribuem ou não, para o bem-estar populacional!!!

Vejamos a composição do PIB:

• Os seguintes itens compõem o PIB:

• O total dos gastos para o consumo individual de bens duráveis;

• O total dos gastos para o consumo individual de bens não duráveis e serviços consumidos;

• Os investimentos brutos da iniciativa privada doméstica, bem como os estrangeiros,


entendam-se:

• todos os estoques de matéria-prima;

• produtos acabados; e

• investimentos em máquinas, equipamentos e construções.

Os especialistas estabelecem que estes investimentos da iniciativa privada devem ser executados
com o fim de criar renda, e/ou lucros, por meio de sua transformação industrial;

• Todos os gastos do governo,

• e investimentos estrangeiros no país.

Devemos observar que, o PIB inclui todos os produtos produzidos pela nação, incluindo, obviamente, as
exportações, mas devemos “deduzir(diminuir)” as “importações”, que serão contabilizadas no PIB da nação
exportadora.

A diferença entre Exportação e Importação, são os investimentos, chamados de “Superávit” e convertem-se em


Receitas para o país.

PIB – Produto Interno Bruto.

Medir a riqueza gerada:

Registros históricos, nos informam que o Brasil, no período de 1960 a 1980, ao lado do Japão; foi o País
que mais cresceu.

A partir deste período (1980), o país parou de crescer, ou cresceu muito pouco.

Devemos refletir:

• por que em alguns períodos a economia cresce: a Produção e o Consumo, são elevados!
(?)

Existe um crescimento evidente nos Investimentos, e o Desemprego, é baixo. Ocorre o fenômeno chamado
de: Prosperidade Nacional, onde ocorre o crescimento econômico!

Um dos grandes objetivos da macroeconomia, é justamente, calcular o produto de um país – converter a


produção de todos os produtos em valores, evitando, porém, que ocorra dupla contagem desses mesmos valores.

Usando um didático exemplo, formulado por MENDES (2007), temos:

Valor agregado do agricultor

Produtor
Valor
Valor do agregado do
Moinho Trigo moinho
Valor
agregado da
Panificadora Valor da Farinha padaria
Consumidor Valor do pão no varejo = gasto final do
consumidor
VALOR ADICIONADO NO PÃO

Se desejarmos medir o valor da produção de uma determinada indústria – a panificação (no


exemplo); considera-se somente o valor adicionado por esta atividade.

Teremos então, o valor agregado, que é o valor da produção de uma empresa, menos o valor dos bens
intermediários, que a indústria compra de outras empresas.

Ou seja: é a soma das rendas (lucro inclusive) pagas aos recursos usados!

Vimos no quadro mostrado, que: “o valor agregado na produção de pão, começa com a contribuição do
produtor agrícola, até chegar ao consumidor final!!!

Conceitualmente, o produto, pode ser avaliado sob dois princípios:

• a do Produto Interno Bruto (PIB), e

• a do Produto Nacional Bruto (PNB).

Qualquer que seja o conceito utilizado, será necessário, somar as produções dos “produtos” – sejam:
televisores, carnes, pães, geladeiras, bananas, cimento, melancias, serviços médicos e os demais Bens e
Serviços (BS) durante o ano.

A diferença entre PIB e o PNB:

• O PIB, expressa o valor “global” de todos os bens e serviços produzidos nos limites
geográficos do país!!!

• O PNB, expressa o valor global de bens e serviços produzidos por brasileiros, localizados
no país ou fora dele!!!

Portanto, devemos observar: o PIB inclui a produção situada dentro dos limites do Brasil (por isso o
“Interno”).
No Brasil, esta inclusão, representa toda a produção gerada dentro do Brasil, não importa se essa
produção foi obtida com recursos brasileiros ou de estrangeiros.
Importa que sua produção ocorreu dentro do Território Nacional.
Inflação, contra Desconto: a fim de que não haja distorção, toda variável monetária, deve ser
analisada, sem a inflação, isto porque, o PIB pode, sem que haja aumentos nas quantidades de Bens e Serviços,
aumentar em relação ao perverso efeito da inflação!

Devemos, pois, “deflacionar” o PIB da seguinte maneira:


• Divide-se o PIB nominal por um índice geral de preços (que mede a inflação) e o resultado
será o PIB real (sem a Inflação).

• Calculado o PIB, é possível constatar se o País cresceu em diferentes períodos, e também, entre
os diferentes países.

• Em Economia, torna-se imprescindível, considerar o tamanho da população do país, para saber


a parcela de cada habitante na riqueza gerada em cada ano. Exemplo:

R$6.267.000.000:204.000.000=R$30.407por pessoa
R$6.600.000.000:204.000.000=R$32.350,00 por pessoa (2017).
O PIB per capta, mostra a geração de riqueza por habitante, tornando possível, a análise comparativa
entre os países (ricos e pobres).
É uma análise falha, por não indicar nada sobre a distribuição dessa riqueza entre as pessoas, pois
poucos podem ter muito e muitos ter pouco, o Brasil, sendo um exemplo.

Exercicio avaliativo: –– Data de Entrega:

Quais as formas de “medição” do PIB?

• Como entender o “Conceito” de “Produto Acabado”?


• Pesquise os “Cinco” maiores PIB, s Mundiais.

• Quais os outros Países com as maiores rendas “Per captas”, e efetue uma análise comparativa com o
Brasil e o que mede:

• Por que?

• O que representa para a Sociedade Brasileira?

• O que mudar?