Sunteți pe pagina 1din 9

UNIVERSIDADE DE LISBOA

INSTITUTO DE EDUCAÇÃO

Relatório do Módulo 2

Paulo Alexandre Sul Lopes


7313

Mestrado em Tic e Educação: Tema E-Learning

Integração Curricular das TIC

Professora Isabel Chagas e Dhilma Freitas

2010/2011
DECLARAÇÃO DE AUTENTICIDADE

Para o mestrado em causa, realizado para a Unidade Curricular


Integração Curricular das TIC, do ano lectivo 2010/2011, o(s)
autor(es) declara(m) que:
(i) Todo o conteúdo das páginas seguintes é de autoria própria,
decorrendo do estudo, investigação e trabalho do(s) seu(s) autores.
(ii) Quaisquer materiais utilizados para produção deste trabalho
não coloca em causa direitos de Propriedade Intelectual de terceiras
entidades ou sujeitos.
(iii) Este trabalho, as partes dele, não foi previamente submetido
como elemento de avaliação nesta ou em outra instituição de
ensino/formação.
(iv) Caso o presente trabalho tenha sido desenvolvido em
regime de trabalho de grupo, o que foi previamente definido ou
acordado com os docentes da Unidade Curricular, não é submetido
nenhuma versão que se revele totalmente igual ao trabalho de
outro(s) grupo(s) de aluno(s).
(v) Foi tomado conhecimento das definições relativas ao
regime de avaliação sobre o qual este trabalho será avaliado, pelo que
se atesta que o mesmo cumpre as orientações que lhe foram impostas.

2
(vi) Foi tomado conhecimento que este trabalho deve ser
submetido em versão digital, no espaço especificadamente criado
para o efeito, e que essa versão poderá ser utilizada em actividades de
detecção electrónica de plágio, por processos de análise comparativa
com outros trabalhos, no presente e/ou no futuro.
(vii) O trabalho em causa apresenta-se, assim, de acordo com o
regulamento de propriedade intelectual da Universidade de Lisboa
(Despacho 45 2008, 28 de Outubro de 2008), encontrando-se sob a
sua aplicação.

16 de Dezembro 2010

Assinatura
Paulo Alexandre Sul Lopes

3
Introdução
Este trabalho foi realizado no âmbito da unidade
curricular Integração Curricular das TIC e tem como
objectivo analisar o potencial pedagógico de uma tecnologia
ou ferramenta utilizada em contexto educativo.
Neste trabalho optei por reflectir sobre os quadros
interactivos e qual o seu potencial pedagógico. Certo que as
tecnologias, por muito automáticas que possam ser, têm de
alguém conseguir comandá-las e contextualizá-las em
actividades de sala de aula e como tal, este alguém, é o
orientador ou professor dependente do contexto formativo em
que nos encontramos.
Deste modo, para que os professores apresentem estas
tecnologias aos alunos é necessário que tenham formação e
prática da ferramenta em questão. É importante então que na
formação de professores exista incentivo ao uso das
tecnologias e que consequentemente lhes seja dada formação
sobre as mesmas ou, no caso de professores mais antigos, lhes
seja dada a hipótese, através da formação contínua, de
poderem conhecer novas práticas.

4
Quadros Interactivos em sala de aula

Este relatório centra-se essencialmente na utilização de


quadros interactivos em sala de aula pelos professores
aquando das suas práticas curriculares. Antes de entrarmos
especificamente na ferramenta “quadros interactivos”, é
pertinente demonstrar a importância das novas tecnologias nas
práticas curriculares, pela variedade de opções e ferramentas
de trabalho, pela possibilidade que estes dão de se poderem
realizar aulas mais complexas (adequadas a cada tipo de
matéria ou forma de ensinar de cada professor) e, tal como o
quadro interactivo, a oportunidade que os alunos têm de
intervir activamente em sala de aula.
1
Tal como nos refere Rankine (1987) as tecnologias
vieram alargar a capacidade de armazenar informação do ser
humano, colocando à disposição deste uma grande quantidade
de conhecimentos que podem ser consultados quando, onde e
como quiserem. Não só ao nível dos conhecimentos ou da
capacidade de armazenamento as tecnologias vieram dar o seu
contributo, mas também numa oportunidade de variedade de

1
Citado por Stahl, M (s.d.)
5
práticas curriculares que está acessível aos docentes a partir
das inúmeras ferramentas que estes podem utilizar. Tal como
nos apresenta Stahl (s.d.), parece cada vez mais evidente que
o processo ensino-aprendizagem caminha para um espaço
online extravasando assim as paredes da sala de aula. Assim
“…os educadores devem estar preparados para melhor
explorar todas essas facilidades, que estarão à disposição de
seus alunos.”
A preparação dos educadores e professores para a
integração das tecnologias é então um aspecto bastante
importante na formação inicial. É necessário então que
existam e sejam apresentadas aos professores uma
multiplicidade de fontes de informação e ferramentas
tecnológicas a partir das quais estes possam pensar e
desenvolver a sua prática. É importante igualmente que os
professores possam desenvolver actividades que tornem os
alunos mais autónomos, ou seja, em que o professor não
perdendo o seu papel de ensinar e educar, ajuda a que os
alunos consigam desenvolver o seu pensamento, as suas
práticas (Stahl, s.d.).
De modo a apresentar uma das possíveis ferramentas
de apoio ao professor, optei por escolher o quadro interactivo,
uma ferramenta que pode proporcionar uma participação
6
activa em sala de aula por parte do aluno através de variadas
formas, como por exemplo, através de comandos que estejam
interligados com o quadro. Este tipo de ferramenta possibilita
igualmente a apresentação de trabalhos de forma mais
animada com o complemento de vários softwares educativos.
Esta forma de apresentação dos conhecimentos pelo professor
tem como objectivos, para além de melhorar a qualidade das
aulas (se o bem utilizada esta ferramenta), cativar a atenção
dos alunos através de apresentações mais estimulantes e em
momentos posteriores à sala de aula facilitar o acesso aos
alunos o acesso aos documentos. De forma a se poder ter uma
melhor visão, das muitas possíveis sobre quadros interactivos,
encontra-se anexado um quadro respeitante aos
constrangimentos e às potencialidades do quadro interactivo.
Este quadro está inserido num documento referenciado na
bibliografia utilizada em que podemos ter uma visão
generalizada do que é possível fazer num quadro interactivo.
Em jeito de conclusão, é bastante relevante enunciar
que estas ferramentas só podem ser utilizadas com sucesso e
atingir o objectivo principal, melhoria de aprendizagem, se as
escolas ou centros educativos oferecerem os recursos
necessários.

7
REFERÊNCIAS

 Barata, L. F., & Jesus, S. D. (2008). 101 ideias e dicas


para utilizar o quadro interactivo. Obtido em 19 de
Dezembro de 2010.
Disponível em
http://agamares-
m.ccems.pt/file.php/1/Manuais_TIC/Quadros_Interacti
vos/101_ideias_QI.pdf

 Stahl, M. (s.d.). Formação de professores para o uso


das novas tecnologias de comunicação e informação.
Disponível em
www.mvirtual.com.br/pedagogia/tecnologia/prof_nitcs
.doc

8
ANEXOS

Tabela 1 - Constrangimentos e potencialidades do quadro interactivo in Barata, L. F., & Jesus,


S. D. (2008). 101 ideias e dicas para utilizar o quadro interactivo