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Jacques legoff

CAPITULO 1 - A INSTALAÇÃO DOS BÁRBAROS (SÉCULOS 5º – 7º)


A CRISE DO MUNDO ROMANO (SÉCULOS 2º - 4º)
O declínio e o fim de Roma se deve a clausura auto-imposta atrás de muralhas no Século 1º
DC. Economia baseada na guerra e pilhagem. Segunda metade do Século 2, Roma foi erodida por
forças de destruição e renovação. O século 3º, a unidade de Roma e Itália fora desfeita. Espanha,
Gauleses e Orientais invadiram o senado, seus imperadores não eram mais de sangue romano e sim
de civilizações que foram anteriormente conquistadas.
Constantinopla(324-330), enfraqueceu o Império Romano como um todo, no lado
Ocidental, esgotamento exterior e estagnação interior, crise demográfica e assalto geral dos
Bárbaros às fronteiras, o Império Romano acolhê-os como aliados fronteiriços. Substituição dos
deuses tutelares pelo Deus dos cristãos. O cristianismo, falso aliado de Roma, não se fechou nos
limites da cidade.

ROMANOS E BÁRBAROS
Invasões germânicas do século 5º causaram transformações sociais, camponeses ficam sob a
dependência de grandes proprietários e esses, chefes de grupos armados e podem ter ocorrido por
conta do resfriamento das áreas da Escandinávia e Sibéria, tirando as áreas de cultivo. A crueldade
era fruto do desespero, os bárbaros eram vistos com indiferença e repulsa. Em 410, a tomada de
Roma, Alarico respeita as instituições religiosas cristãs e seus asilados.
O sucesso dos Bárbaros foi sua força militar e a cumplicidade do povo, pobres oprimidos
pela minoria rica. Parte era pagã e outra se tornou cristã, seguindo o arianismo, fonte de ásperas
lutas entre católicos e arianos(heréticos). Seus chefes pediam conselhos, imitavam costumes,
admiravam as instituições romanas, chegaram as mais altas magistraturas e ao Império, Odoacro
depôs o imperador do Ocidente, enviou as insígnias ao imperador do Oriente, dizendo-lhe que
apenas um imperador bastava. Os Bárbaros não queriam se intitular Imperador, somente Carlos
Magno. O “passeio” dos Bárbaros causavam confusões, guerreavam entre si, formavam federações,
os Hunos. As espadas longas das invasões estenderam suas sombras mortíferas no Ocidente, antes
da construção, um frenesi de destruição varreu o Ocidente.
INVASÕES E O NOVO MAPA DO OCIDENTE
Itália, Gália e Espanha arruinadas, sítio, tomada e pilhagem de Roma por Alarico
(Visigodos) em 410. Ascensão e queda de Átila, o Huno. Século 6º, Anglo-Saxões na Grã
Bretanha, os Francos na Gália, os Burgúndios na Sabóia, os Visigodos na Espanha, Vândalos na
África e Ostragodos na Itália. Em 527, o imperador Justiniano, Constantinopla, decide recuperar
toda ou parte do Império Ocidental, a Peste Negra aparece em 543. Século 7º, o surgimento do Islã,
a conquista Árabe da Espanha, temporariamente ocupa Aquitânia e a Provença. Carlos Martel
deteve seu avanço e os Francos a refluiram para o sul dos Pirineus. Século 8º, os Francos
ascenderam no Ocidente, Clóvis usou o catolicismo como cartada religiosa e se beneficiar do apoio
do papado, da hierarquia católica e monasticismo. Decadência da dinastia merovíngia e do clero
franco, Visigodos e Lombardos se tornam católicos, surgiu a dinastia carolíngia.

O OCIDENTE DA ALTA IDADE MÉDIA.


NOVAS ESTRUTURAS
Século 3º, Roma começou se fragmentar, uma grande divisão separava o Ocidente do
Oriente, declínio do comércio interno, áreas de cultivos abandonados, cidades em ruínas, pobreza,
isolamento foram causadas pela violência das invasões. Diversidade jurídica, as leis bárbaras eram
parecidas entre os povos, a conversão dos arianos em católicos pela Igreja e forçou leis aplicáveis a
Bárbaros e Romanos.

CONCLUSÃO: DA ANTIGUIDADE À IDADE MÉDIA: CONTINUIDADE OU RUPTURA?


Sim, existe a ruptura, com a ascensão dos Bárbaros o mundo Ocidental retrocede em todos
os aspectos, se tornam cruéis e enterram o mundo numa época de trevas, onde somente a tecnologia
a base de madeira se mantem.
A Igreja torna-se polivalente, além do papel religioso, agregaram o de político, do
econômico, social e até mesmo militar. Busca satisfazer seus próprios interesses, esforçando-se
para transformar em lei civil os cânones do concílio
CAPITULO 2 – A TENTATIVA DE ORGANIZAÇÃO GERMÂNICA (SÉCULOS 8º - 10º )
O OCIDENTE CAROLÍNGIO
Os Carolíngios realizaram a reconstituição Ocidental a partir de três direções: Sudeste, na
Itália; Sudoeste, rumo à Espanha; Leste, na Germânia.
No Sudeste, Pepino o Breve, aliado do papa, em 754 conduziu a primeira expedição contra
os Lombardos, a segunda em 756 e Carlos Magno toma a cora Italiana em 774. No Sudoeste,
Pepino o Breve deu primeiro passo ao retomar Narbonne dos Mulçumanos em 759. No Leste,
Carlos Magno deu início a uma tradição de conquistas e cristianização pela força.
Coroação de Carlos Magno, Franco, como Imperador em Roma, uma tripla vantagem para o
papa Leão III, estava aprisionado e perseguido, somente uma autoridade Imperial poderia restaurar
a sua própria como pontífice.

A CRISE DOS SÉCULOS 9º-10º: OS NOVOS INVASORES


Os invasores chegam por todos os lados, os mais perigosos: do Norte, Escandinavos;
Normandos(Vikings); os Suecos (Veragues); do Oeste, Norueguese; Dinamarqueses; do Sul,
Mulçumanos de Ifriqiya. Os carolíngios estabeleceram seu domínio no continente, mas os mares
lhes escaparam. Século 10º, nascia a Hungria, da dinastia dos Otônidas

A CRISE DO MUNDO CAROLÍNGIO: ASPESCTOS INTERNOS


Os Francos não adquiriram o sentido de Estado, o reinado era como sua propriedade, a
restauração do Império não impediu Carlos Magno de dividir seu reino entre seus filhos, Bernardo,
Carlos e Luis, os dois primeiros faleceram antes, ficando o poder centralizado em Luis o Piedoso.
Em 817, Luis tentou regular o problema da sucessão, conciliando a tradição da partilha com a
unidade imperial, entre seus três filhos. Um quarto filho, nascido após uma Ordnatio, provocou a
revolta dos filhos, minando a autoridade do Imperador e que a após sua morte, 840, e entre
disputas, o reinado/império fora dividido em quatro, após muitas lutas. A unidade imperial fora
utilizada por descendentes de Carlos Magno até o seu desaparecimento em 924.
Toda essa confusão de partilhas do reinado fez com que em certas regiões, França,
alternassem os reinados de forma eletiva entre os carolíngios e a família de Eudes.
E todo o processo político era baseado em juramento de vassilidade, onde Carlos Magno
iniciou com doações de terras ou benefícios a quem esperava conseguir a fidelidade.
A RESTAURAÇÃO OTÔNIDA
Oto I, rei da Gerânia foi coroado Imperador pelo Papa João XII em 962, mas seu império
era somente limitado aos países que o reconheciam como rei e ao Império Franco, as camapnhas
contra os bizantinos visam apenas o reconhecimento de seu título.
Em 973, Oto II assume e muda o título de Imperator Augustus para Imperator Romanorum.
Seu filho, Oto III instala-se em Roma em 998 com a intenção de restaurar o Império Romano, no
ano Mil, concede a independência à Polônia e Hungria, o povo Romano foi contra Oto II, morre em
1002, seu sucessor, Henrique II se contenta com o retorno ao Regnum Francorum, tendo por base o
reino franco como império.

O RENASCIMENTO DO SÉCULO 10º


O renascimento do Século 10º foi impulsionado em primeiro lugar pelo renascimento
econômico, mesmo sendo frágil, é fácil ver sinais de renovação no comércio do século 8º e 9º, a
reforma monetária de Carlos Magno. Medievalistas acreditam que a alimentação foi fundamental
para capacitar os ocidentais de força para levantar catedrais e desbravar outras terras, isso com a
introdução na agricultura de plantas ricas em proteínas.

CONCLUSÃO: O “TAKE OFF” MEDIEVAL: DEMANDA EXTERIOR OU IMPULSO


INTERNO?
O autor apresenta hipóteses de três Medievalistas sobre esse tema, o Renascimento do
Ocidente. Ele afirma que a ascensão dos grandes, proprietários e cavaleiros se deve a uma classe
capaz de se apropriar das oportunidades econômicas que lhe foram oferecidas, sendo que o pequeno
excedente de produção agrícola, pare nas mãos dos primeiros mercadores ocidentais, fins de gerar
lucros.
CAPITULO 3 - A FORMAÇÃO DA CRISTANDADE (SÉCULOS 11-13)
O DESENVOLVIMENTO DA CRISTANDADE: DESENVOLVIMENTO DA
CONSTRUÇÃO PROGRESSOS AGRÍCOLAS E DEMOGRÁFICOS.
Movimento de construção, o progresso do Ocidente Medieval. Estimulou a economia,
técnicas e ferramentas para extração de matéria prima. Século 10º, fim das invasões; Século 11º,a
Paz de Deus. Crescimento demográfico e de novos povoados.

EXPANSÃO DA CRISTANDADE: CRISTIANIZAÇÃO NO NORTE E NO LESTE.


RECONQUISTA ESPANHOLA , CRUZADAS.
Século 10º, expansão da Cristandade no exterior com ações militares no Norte e Leste, a
Reconquista da Espanha que finaliza nos fins do século 13. Século 11º, a Guerra Religiosa
envolvendo Franceses e Alemães, adotaram mais tarde o nome de Cruzadas, escoamento
demográfico do Ocidente. As cruzadas, geraram apenas desperdício, enfraquecimento do Ocidente
e aumentavam as diferenças entre povos ocidentais.

O RENASCIMENTO URBANO
As cidades, centros políticos, administrativos, militares, em segundo plano, econômico.
Alta Idade Média, cidades romanas relegadas a funções políticas e administrativas, o
Cristianismo manteve a função econômica em cidades religiosas, cidades medievais surgiram e se
desenvolveram baseadas nas funções econômicas, sustentada pela agricultura, fornecedora de
víveres e homens
A RENOVAÇÃO COMERCIAL

Antes do século 13, as cidades medievais usavam o sistema de trocas de mercadorias e


pouco comércio entre si. No século 13, grupos comerciais usam rotas navais e aumenta o uso de
moedas.

O PROGRESSO INTELECTUAL E ARTÍSTICO


Século 11º, as artes e o intelecto são de modelo monástico, somente no século 12º as escolas
se tornam independentes. A arte romântica, produto da Cristandade, se torna o Gótico, urbana,
ornamentando as catedrais com vitrais e no campo, a produção artística é feita com poucos
recursos.

A IGREJA E A RELIGIÃO NO PROGRESSO DA CRISTANDADE


A Igreja tem um papel de importância na economia medieval, principalmente nos séculos 11
e 12, com a ausência de investimentos, ela não guiava mais a Cristandade, apenas seguia, surgiram
várias ordens religiosas, adotaram a mendicância como virtude de pureza, franciscanos e
dominicanos, contemporâneos, passaram a ser vistos como hipócritas, os dominicanos excitaram
ódio pelo papel desempenhado na Inquisição. A igreja católica tenta frear a evolução intelectual,
utilizaram-se da força, hereges eram jogados a fogueira em 1022. Através da guerra e da
Inquisição, a Igreja ganhou a partida, porém a um alto custo.

O FEUDALISMO OCIDENTAL
Século 10º, início do Feudalismo. Tratado Vassálico era verbal e de fidelidade, onde a
concessão do feudo, terra em geral, era feita numa cerimônia, a investidura. O feudo em geral era
terra, onde o vassalo devia contribuir com para administração, justiça e o exército senhoral. A
evolução econômica melhor a vida dos camponeses, porém, essa evolução no ajudou aos pequenos
cavaleiros, gerando uma crise no sistema feudal no século 14 .

PERIPÉCIAS POLÍTICAS: O SACERDÓCIO E O IMPÉRIO


As relações entre o sacerdócio e o império nem sempre foram amistosas, a partir do século
10º, duas figuras pareciam guiar a cristandade, o papa e o imperador. Mesmo penitentes, os
imperadores queriam controlar a cristandade, da mesma forma como os papas também o queriam.

PERIPÉCIAS POLÍTICAS: OS ESTADOS


Através de conflitos armados, invasões, reinados hereditários ou eletivos, a monarquia
centralizada se apresenta em três realizações, primeiro a Inglaterra, depois da conquista da
Normandia em 1066, segundo pela França com a monarquia capetíngia, porém de forma de lenta e
a terceira foi levado a cabo pelo papado, assegurando autoridade sobre os bispos e drenar os
recursos financeiros da Igreja.

CONCLUSÃO: ORGANIZAÇÃO DO ESPAÇO MEDIEVAL: CIDADES OU ESTADOS?


Cidades. Não possuem força monetária ou política para sustentar um Estado centralizado,
mesmo não deixando de crescer e impressionar com seu esplendor artístico, intelectual, econômico
e militar, porém o tempo de ilhotas feudais estava passando e uma nova forma estava aparecendo, o
dos estados territoriais.

CAPÍTULO 4 – A CRISE DA CRISTANDADE (SÉCULO 14-15)


O FIM DA FRONTEIRA MEDIEVAL
A Europa deixa de se expandir na virada do século 13 para o 14, causando queda
demográfica, deserção dos campos, causando uma depressão e a estagnação da Cristandade.

A CRISE DO SÉCULO 14
Motins e revoltas urbanas no final do século 13, paralisação das obras de catedrais,
desvalorização da moeda, falências dos bancos italianos, fome e a Peste Negra agravaram esse
período.

O SENTIDO DA CRISE: DEPRESSÃO GERAL OU CONDIÇÃO DE PROGRESSO?


A crise do século 14 gera uma concepção diferente sobre o foco da economia, o que antes
era somente para o luxo, começa-se a olhar para o simples, exemplo das tecelagens que sofreram
um duro golpe e passaram a atender uma clientela menos rica e menos exigente.
Aos olhos de Legoff, a crise colocou a Idade Medieval em condição de progresso,
preparando terreno para ações não tão distantes como o Renascimento e a Revolução Industrial.

A CIVILIZAÇÃO MEDIEVAL
GÊNESE - CULTURA PAGÃ E ESPÍRITO CRISTÃO
A igreja de certo modo sempre recorreu a Antiguidade para e usar o conhecimento antigo
para moldar suas aplicações cristãs, gerando uma nova síntese, Santo Agostinho diz que os cristãos
deveriam usar a cultura antiga, o que gerou em transformações ou uso de estruturas físicas antigas
em Igrejas.

SABER EM MIGALHAS
A Idade Média teve acesso ao saber peloBaixo Império, onde o conhecimento fora
empobrecido e aplicado a uma realidade barbarizada, textos científicos, geográficos, zoológicos,
tais ações davam migalhas de saber aos homens.

REGRESSÃO E ADAPTAÇÃO
A regressão se mostra necessária, a população barbarizada não é letrada para acompanhar os
grandes pensadores da antiguidade, com isso em mente, pensadores medievais, Capella, Agostinho
e grandes chefes cristãos abnegavam de, talvez, sua vontade em usar na íntegra o conhecido antigo
para poder alcançar as mentes menos favorecidas.
ILHAS DE CIVILIZAÇÃO: CIDADES, CORTES, MOSTEIROS
Cidade como Roma, Marselha, Arles, Narbonne, Oléans resistiram a tomada pelos bárbaros,
cortes bárbaras se instalam, regressão técnica, pobreza, os marfins, tecidos, as joalherias satisfazem
o gosto bárbaro, mais importante que a cidade, é o Mosteiro, detentor de técnicas artesanais.

OS “FUNDADORES” IDADE MÉDIA


Os fundadores da a Idade Média são Boécio(480/524), Cassiodoro(480-573), Isidoro de
Sevilha(560-636) e Beda(673-735), cada um deles fora responsável por difundir e salvar a cultura
antiga. Boécio aprendeu tudo o que pode a respeito de Aristóteles; Cassiodoro, sobre a retórica
latina na literatura cristã; Isidoro, responsável pelo livro que se encontra as setes artes liberais e
Beda, com a teoria dos quatro sentidos.

O RENACIMENTO CAROLÍNGIO
Foi um uma etapa na constituição da instrumentalização intelectual e artística do Ocidente
Medieval, com manuscritos corrigidos, sendo que foi um brilhante e superficial, apenas para
satisfazer um pequeno grupo de aristocratas e Carlos Magno e que esse renascimento comunicaria
paixões salutares, o gosto pela qualidade, pela correção textual e pela humanista. Além de produzir
obras-primas, o gosto pelo concreto, a liberdade do traço e o brilho da cor.
Capítulo 5 - ESTRUTURAS ESPACIAIS E TEMPORAIS (SÉCULOS 10º-13)
CLAREIRAS E FLORESTAS
Um grande manto de florestas com células no meio de extensões desertas. Vista como refúgio,
utilizada em pastagens, fonte da madeira indispensável, na penúria era a principal fonte de
sobrevivência, os soberanos também a defendiam pelas suas riquezas.
A MOBILIDADE MEDIEVAL: AS ROTAS
A mobilidade era extrema, a propriedade era quase desconhecida como realidade, cada individuo
tinha posse provisória de usufruto e essa emigração camponesa foi um dos grandes fenômenos
demográficos, as estradas eram vistas como busca e peregrinação.
A NATUREZA E O UNIVERSO
Contato com a realidade física por intermédio de abstrações pseudo-cientificas e míticas, a natureza
eram quatro elementos que compõe o universo e o homem.O horizonte geográfico era o horizonte
espiritual.A organização espacial da terra é determinada pela crença de Jerusalém ser seu umbigo.
A CRISTANDADE E BIZÂNCIO:OS CISMÁTICOS
Diferenças e incompreensão logo se transformou em ódio, os bizantinos eram cismáticos, a
Cristandade declarava que os bizantinos não eram cristãos de verdade, divergências teológicas e
políticas acabaram acarretando em invasões a Bizâncio.
A CRISTANDADE E O ISLÃ: OS INFIÉIS
Para a cristandade o mulçumano era infiel, o inimigo eleito que não haveria acordo. Maomé como
referencia do anticristo, as cruzadas intensificam o ódio. Pouco dessa convivência foi pacifica,
trocas comercias, intelectuais e convivência na terra santa por pagamentos de tributos.
A CRISTANDADE E OS PAGÃOS: A CONVERSÃO
Os pagãos que adoravam ídolos como possíveis cristãos, missões para conversão à força .Compelir
para entrar se torna a palavra de ordem em relação aos pagãos.
A CRISTANDADE E O MITO MONGOL
Os mongóis, uma terceira espécie de pagãos, dizimados por três vezes sucessivas. Acreditava-se
não apenas que estavam prontos a se converter, mas que já tinham se convertido secretamente.
CRISTANDADE ABERTA OU FECHADA?
A Cristandade do século 13 queria abrir-se para o mundo mas continuava a excluir o outro,
racismo religioso. Era fechada no sentido de ser exclusiva do povo eleito, herdada do antigo
testamento, com vocação universal esboçada no evangelho que se fechou num particularismo.
O ALÉM : DEUS
Os medievais viviam num longo caminho de peregrinação que conduzia a Deus, não havia nítida
separação entre o céu e a terra mas era distinguido o céu corporal(visto), o céu espiritual(habitado
anjos) e o céu intelectual(bem aventurados contemplam a Deus)
O ALÉM: O DIABO
Aparece no fim do século 11 como criação da sociedade feudal, representado pela imagem do
vassalo pérfido, traidor, aparece como um anjo caído, mas por culpa do maniqueísmo, ambos
aparecem em pé de igualdade, até em carne e osso. Aparecia sob aspecto: sedutor e perseguidor.
ENTRE A TERRA E O CÉU: OS ANJOS
Eram protetores vigilantes, cada um tinha seu anjo, a tripla população: os homens, os demônios e
os anjos acompanhando os homens, protegendo-os contra as tentações dos demônios.
TEMPO, ETERNIDADE, HISTÓRIA
O tempo aparece apenas como um momento na eternidade, ele pertence somente a Deus. Este
tempo divino é continuo e linear . Começa com a Criação e acaba no Juízo Final
INDIFERENÇA OU ATENÇÃO AO TEMPO?
O Ocidente medieval tinha indiferença ao tempo. Encontravam-se fundamentalmente numa
confusão temporal, viviam uma mistura de épocas, o passado era trazido para o contemporâneo, a
realidade do espírito era uma multiplicidade de tempo porque estavam no trama na eternidade.
TEMPO SOCIAL:TEMPO NATURAL E TEMPO RURAL
O tempo era antes de tudo agrícola, a referência cronológica era rural. O tempo rural era um tempo
de longa duração, tempo de espera, de lentidão, de imobilismo de resistência a mudança. Não era
factual então não era datado pois o tempo rural é o tempo natural em que as grandes divisões são o
dia e a noite e as estações.
TEMPO SOCIAL: TEMPO SENHORIAL
O tempo social era antes militar, recomeço de combates, da hoste, de pentecostes, de grandes
reuniões, de pagamentos de rendas do campo suas referencias anuías eram grandes festas.
TEMPO SOCIAL: TEMPO RELIGIOSO E CLERICAL
É principalmente religioso, o ano é litúrgico, o tempo é recheado de datas significantes da liturgia,
antes de tudo pelo calculo da páscoa, era o tempo dos sinos, as datas atribuídas normalmente
ocupavam datas de festas pagãs.
A FUGA DO MUNDO
Os medievos renunciavam as coisas do mundo para fazer-se sentir um céu na própria terra, isso foi
consolidado pelos eremitas, o modelo era isolamento, a mais elevada manifestação do ideal de
cristo
O SONHO MILENARISTA:O ANTICRISTO E A IDADE DE OURO
Também tinha a corrente que esperavam o retorno Idade do Ouro, era o sonho de um millenium
que também está muito ligado ao mito do Anticristo, depois que viessem todos mitos apocalípticos,
teria um renascimento e essa Idade do Ouro seria o paraíso terrestre.