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Resumo de Sociologia Geral

Introdução

Geralmente a sociologia possui uma infinidade de conceitos, para identificá-la e explicá-la,


diferenciando-a de outras ciências ou tipos de conhecimentos. Vejamos alguns conceitos
segundo alguns sociólogos: para Durkheim “a sociologia é a ciência das instituições”; para L.
Ward e W. G. Summer “a sociologia é a ciência da sociedade”; para F. H. Gilddings “a
sociologia é a ciência dos fenómenos sociais”. Ela também já foi definida por Robert Park
como “ciência do comportamento colectivo”, por Small de “ciência das relações humanas”.
Para Weber a “sociologia é a ciência que procura uma compreensão interpretativa da ação
social para a partir daí chegar à explicação causal do seu sentido e dos seus efeitos”. O
presente estudo da cadeira de Sociologia geral ira apresentar em sua abordagem o resumo
exaustivo das unidades 6 – 20 com base nos seus temas e subtemas em questao.
1.1.Apresentação do tema
Como foi feito referência a pesquisa tem como tema “Apresentação do resumo das unidades
destacadas de 6 a 20 costados no modulo da cadeira referida.”.

Objectivos
O objetivo do presente estudo é a concepção do conceito, das teorias sociologicas, a partir
dele, explicar de forma concisa as principais ideias da sua base de suatento como teoria
sociologica e o interacionismo social. Intenciona, portanto, As teorias da sociedade no que
cerne aos estudos comportamentais das sociedades e Individuos na perspectiva social.

Objectivos especificam
 Na primeira parte,procura-se ficxar no presente resumo conceito de desigualdades sociais ,
as teorias de classes sociais e estrateficacao social; na segunda, vai-se encontrar o
emprego nele a alguns dos problemas relativos a mudanca social, teorias de desvio social,
movimentos sociais e o processo de socializacao.A fim de mostrarem-se as conseqüências
que decorrem de sua aplicação com base no fenomeno social no que se refere aos factos
sociais (Crime,Pobreza,Prostituicao e Educaco).

 Neste estudo busca-se compreender as teorias sociologicas como fenomeno verificado,


visa criar métodos para sua verificação, o que competiria mais à sua gestao e
estabilizacao.

Metodologia

Pesquisa documental
A pesquisa documental consiste na exploração de fontes documentais, de entre eles, aqueles
que não receberam qualquer tratamento analítico, tais como: documentos oficiais gravações
Etc. Aqueles que de alguma forma foram analisados: tais como relatórios de pesquisa,
relatórios de instituições, tabelas estatísticas, Gil (1989, p.65).

Na execução do trabalho tive evidenciadas as dificuldades de poder redigir as descrições de


forma proxilas de algumas das teorias sociologicas , o que me levou a descrer as partes mais
importantes dos seus argumentos na principais ideias desacadas em as mesmas que
contribuirao na compreensão na referência do entendimento da sua competência e os fatores
que levantam o seu estudo a uma boa visao social, fatores esses que me levaram a recorrência
do apoio a estudantes da Universidade Católica da cidade de Tete, que no ofício do mesmo
partilharam um grande auxílio.
Unidade 6 Desigualdades sociais
Desigualdade Social

A desigualdade social, chamada muitas vezes de desigualdade econômica, é um problema


social presente em todos os países do mundo, decorrente da má distribuição de renda e,
ademais, pela falta de investimento na área social.

Causas da Desigualdade Social

 Má distribuição de renda

 Má administração dos recursos

 Lógica do mercado capitalista (consumo, mais-valia)

 Falta de investimento nas áreas sociais, culturais, saúde e educação

 Falta de oportunidades de trabalho

 Corrupção

2.1.4. Consequências da Desigualdade Social

 Pobreza, miséria e favelização

 Fome, desnutrição e mortalidade infantil,

 Aumento das taxas de desemprego

 Diferentes classes sociais

 Marginalização de parte da sociedade

 Atraso no progresso da economia do país

 Aumento dos índices de violência e criminalidade

2.2. Tipos de Desigualdades

 Desigualdade econômica: desigualdade entre a distribuição de renda.

 Desigualdade racial: desigualdade entre as raças: negro, branco, amarelo, pardo.


 Desigualdade regional: desigualdade entre regiões, cidades e estados.

 Desigualdade de Gênero: desigualdade entre os sexos (homens e mulheres).

Unidade 7 : teoria de classes sociais e estratificação social


Existem inúmeras teorias sobre as classes sócias e estratificação, sendo que estas vêm desde já
há bastante tempo, tendo como traço comum o facto de espirram-se em Marx, que como
sabemos e uma das referências incontornáveis na sociologia, que na sua abordagem a volta da
sociedade defendia que esta se encontrava dividida em classes sociais. Assim, em maior grau
as teorias sobre classes sociais ligam-se a Marx, e outras esta ligadas a outro influente na
sociologia que weber com a sua teoria de estratificação social; e por fim temos as chamadas
teorias mistas por juntarem elementos quer sejam de Marx e de Weber.

A teoria marxista

Para Marx, as classes sociais como tendo uma realidade na sociedade que resulta
naturalmente do processo produtivo, em que os indivíduos estabelecem entre si relações
sociais de produção, que se encontravam enraizadas na infra-estrutura económica.

Teoria neomarxista

Tal como nome já sugere, esta teoria tem seu fundamento em Marx, com a particularidade de
possuir dois grandes objectivos nomeadamente resolve algumas lacunas contida na
abordagem de Marx que tem a ver a como dificuldades resultantes dos critérios objectivos de
identificação de classes sociais por um lado, e por um outro trazer e situar teoricamente
alguns dos aspectos novos trazidos por século XX para identificação de classes nas sociedades
contemporâneas.

Teoria funcionalista da estratificação

esta teoria tem como seu pressuposto básico que a desigualdade social e algo que se
encontram se enraizado na sociedade, de tal modo que não existe uma sociedade que possa
sobreviver em perfeitas condições de igualdade entre os seus membros. Assim, as
desigualdades sociais seriam úteis e necessárias uma vez que permitiam uma interdependência
entre indivíduos e por conseguintes esta garantia o Dinamismo e integração dos indivíduos,
por tantos, ao invés de ser um mal a desigualdade social era útil e necessária.
UNIDADE 8 – Processo de Mobilidade Social
Conceito de mobilidade social

A discussao a volta da mobilidade social entanto que fenomeno observavel em toda e


qualquer sociedade e antigo e nano recebe a mesma consentualizacao por parte dos diferentes
pensadores em epocas e contestos diferentes. Existe autores que consideram que este e um
proseso que depende apenas do proprio individuo, outros consideram se que varia de acordo
com tipo de 4 organizacao ou grupo social e finalmente os que não consideram que esta não
ocorre sendo que a regra e a manuntesao nos lugares sociais em já se encontram, devido a um
mecanismo poderoso de reproducao dos grupos.

Estas diferenciacao nas abordagens, e explicada em parte pela percepcao sobre o proprio
conceito de mobilidade social. De forma bastate simplista podemos ver estes como sendo uma
mudanca de posicao social, isto que dizer, como como os individuos fazem parte do grupo,
classes ou estratos na sociedade eles podem passar de uma posicao ascendente ou para uma
descendente ou o inverso.

Conseito auxiliar da mobilidade

Fora dos consetos teoricos sobre a mobilidade social, existem varios termos operatorios que
ajudam a esplicar e preceber varios niveis. Assim, temos mobilidade vertical e orizontal, que
presopoem uma escala hieraquia na sociedade. Vertical pressupoe uma mudanca na classe ou
´Ç B

UNIDADE – 9 Teorias Sobre Mobilidade Social


De entre as teorias existentes Sobre a mobilidade social temos a destacar em primriro plano a
marxista e da reproducao e a funcionalista.

Teoria marxista e da reprodução

Segundo esta teoria que tem fundamento na sociedade classista dividida entre os detentores
dos meios de produção e não detentores vemos que modos de produção para poderem se
reproduzirem dependem dos mecanismo de e dominação de classes, ligados aos interesses das
classes dominantes capitalistas ou não. Podem ser instrumentos de dominação económica,
política e ideológica.
Teorias funcionalistas

Estas teoria assenta na ideias de que a sociedade e feita por estratos sociais distintos, sendo
que cada um deles de algum modo desempenha uma função dentro do sistema de forma
relacional com os demais grupos.

Segundo sorokin um dos defensores destas correntes, diz que em primeiro lugar a
estratificação era algo inevitável, pois que por um lado a sociedade necessitava de um
conjunto de ocupações cuja importância colectiva era diversa conforme fossem tarefas de
coordenação ou não, e por outro lado o desempenho de certa ocupação exigia competências
particulares.

Unidade – 10 Desigualdades Sociais Nas Sociedades Contemporâneas


Novos Eixos de Diferenciação de classes

A sociedade contemporânea e marcada por um dinamismo peculiar que faz dele uma
realidade diferente sob de vista analítico, pois que novos fenómenos implicam novas
estratégias de abordagem.

1º Nível de inserção Socioeconómica

E Importante darmos atenção a questão económica ou a posição dos indivíduos nas relações
de produção, Neste sentido, deve-se ter em conta a profissão que individuo desempenha e
bem como o nível salarial de forma a se ter noção da classe em que enquadrar.

2º Nível de autoridade na profissão

Deve se ter em atenção o nível de autoridade incorporado na situação socioprofissional dos


indivíduos, em que o indivíduo dirige, faz o controlo de uma organização ou não. E comum
vermos pessoas que dirigem mesmo não sendo proprietário das empresas.

3º nível educacional ou qualificação dos indivíduos

Este elemento e fundamental para que os indivíduos possam em certo momento aceder um
nível de autoridade na profissão e inserções em vários meios e bem como acesso a forma de
propriedade.
4º Nível das impressas e organização

Neste ponto e necessário saber a dimensão da própria instituição, sabendo se tratasse de uma
empresa de pequena, medida ou grande dimensão a partir do numero dos empregados nível de
envolvimento do proprietário, rendimentos.

5º Nível de protecção ou vulnerabilidade em relação ao mercado

O elemento fundamental neste nível tem a ver com o tipo de vínculo existente entre o próprio
e trabalhador, ou seja, existência de contacto ou não, durabilidade dos contractos, categorias
salariais.

6º Nível de género, raça, e idade

A desigualdade não é estruturada tal como as demais em espetos mensuráveis tais como o
económico mais pelo contrario a partir de outros altamente subjectivos tais como a raça,
Etnia, região, idade e género (sexo) dos indivíduos, e nacionalidade.

Unidade – 11 Mudanças Social


A mudança social

Mudança social entanto que fenómeno social sempre esteve presente na sociedade, e só mais
tarde e que passou a ser analisada cientificamente. Regra geral falar de mudança social, e
referir-se a um processo de alteração de estruturas básicas que compõem um grupo social ou
a sociedade como um todo.

Dentre os vários pensadores que se interessaram por esta temática, adoptaram posturas
completamente diferentes na análise e explicação deste fenómeno, o que levou ao surgimento
de diferentes perspectivas de análise deste.

Precursores da teoria da mudança social

As mudanças culturais económicas, políticas e sociais ocorridas na Inglaterra fizeram das


sociedades objecto de análise privilegiado, em que elementos demográficos, ideológicos,
culturais e económicos eram a base de explicação da mudança social.

Auguste Comte

Foi um dos autores que durante o século XIX se debruçou profundamente a volta da mudança
social. Este considerava que as sociedades evoluíam numa linha unilinear, e que a função
social da dinâmica social era a de estruturar o progresso da sociedade através do
desenvolvimento espiritual dos seres humanos.

Herbert Spenser

A partir do pensamento de Darwin sobre a evolução das sociedades, ele estruturou seu
pensamento admitindo que os processos sociais e consequentes a mudança social eram
moldados a partir da selecção natural, em que prevalência a lei do mais forte entanto que
factor estruturante. Assim, ele defende a virtualidade do mercado, do individualismo e do
liberalismo como aspectos definidores da intersecção constituintes da realidade social.

Este autor identifica as etapas do desenvolvimento social que se articulam com a crescente
complexidade de funções e estruturas do organismo social. A primeira fase era sociedade
simples, segunda fase sociedade compostas, terceira fase sociedade duplamente compostas e
quarta fase sociedade triplamente compostas.

Karl Marx

Sendo uma das referencia da sociologia, este autor pode ser enquadrados nas teorias
evolucionistas da mudança social.Com sentido unilinear da evolução das modas de produção
por se defendidos, releva que para ele a um pressuposto histórico de que deferentes estágios
de desenvolvimento das forcas produtivas se relaciona a certo tipo de relações sociais de
produção. Sua ideia era que a passagem de um modo de produção a outro implacável
essencialmente a um progresso da humanidade.

Teoria da mudança social

Em tanto que processo social, a mudança social, não mereceu a atenção de autorias de
isoladamente mas pelo contrario de grupo de autores que podem ser enquadrados em
determinadas perspectivas de bordagem, tendo em conta a coes cidade na esprencao de
argumento explicativos sobre este processo.

Evolucionismo de talcott parsons

Esta corrente de pensamento buscam perceber este fenómeno numa perspectiva histórica
evolução complexa e pluricausal, ou seja, a evolução social nas sociedades dava-se através de
trajectórias diferentes como bens do conteúdo e formas sociais diferentes, e que por sua vez
possuíam uma origem diferenciada.
Parsons cocidera que existem 3 estadios de evolucao social designadamente o primitivo,
intermediaro e moderno.

Unidade -12 Desvio E Controlo Social


Desvio Social

O conceito de desvio refere-se á ausência ou à falta de conformidade face às normas ou


obrigações sociais. Contudo, só podemos estabelecer que um comportamento é desviante
relativamente a uma dada sociedade, à sociedade em que esse comportamento emerge. Isto
porque cada sociedade define os comportamentos socialmente aceitáveis e, portanto, define
automaticamente ou comportamentos desviantes.

Teorias Sobre Desvio e controlo Social

Emille Durkein e a Genese da teoria do desvio e o Controle Social

Pode-se afirmar que dentro dos estudos de Durkheim, há uma preocupação com os problemas
ligados à manutenção da ordem social e ao fortalecimento da consciência coletiva. Isso pode
ser facilmente constatado na obra As Regras do Método Sociológico (DURKHEIM, 1978),
como também nos escritos do autor acerca do desvio e do conceito de "anomia".

Em linhas gerais, quando Durkheim se refere à situação de anomia (a= sem; nomia= normas);
representa-se o que, para ele, representaria um colapso na integração social e na estrutura e
funcionalidade da relação indivíduo-sociedade.

Desvio e Controlo Social na perspectiva das escolas de chicago

Michel Foucault é um dos grandes representantes dessa nova perspectiva. Suas pesquisas
ressaltam o poder disciplinar como mecanismo de controle social do nosso tempo.

Sendo assim a Sociedade se apresenta como uma Sociedade Disciplinar responsável pela
ordem e pela punição como coesão do ordenamento social.

A sociedade disciplinar, segundo Foucault, seria aquela que é “atravessada, constituída pela
hierarquia, pela vigilância, pelo olhar que tudo vê, pelos regulamentos, pela documentação e
pela proibição”.

Teoria da Rotulagem
Esta teoria dá uma outra explicação para o processo desviante, onde o núcleo explicativo deve
ser encontrado não nesses factores, mas nas normas que definem dado comportamento como
desviante.

Nenhum comportamento é desviante, mas torna-se desviante a partir do momento, em que ele
é assim definido.

Os Movimentos Sociais

“Os movimentos sociais, na pratica, são a representação da sociedade como organização, que
os utiliza como instrumentos de ação num contexto histórico especifico. O conflito de classe e
os acordos políticos são, conseqüentemente, canais dos movimentos para atingir seus fins.”

Gustave Le Bom Comportamento das multidoes

Em termos abreviados, comportamento coletivo pode referir-se ao comportamento de


resolução de conflitos em grupo, ao comportamento em contexto de multidão, a fenómenos de
massa, a públicos concretos ou a movimentos sociais.

Nesta perspectiva, é possível existir comportamento colectivo entre pessoas que não estão na
proximidade imediata umas das outras. É disso exemplo o rumor.

Unidade 14 – Processo De Socialização


Socialização

Trata-se de um processo pelo qual o indivíduo internaliza o coletivo, ou seja, através da


socialização é que as ideias e valores estabelecidos pela sociedade passam o constituir o
indivíduo. É pela apreensão destas ideias e valores que nós nos adaptamos aos grupos que
fazemos parte. Assim, o individuo não nasce humano, ele aprende a ser humano.

Tipos de Socializacao

Scializacao Primria - Em que a crianca aprende e interioriza as regras basicas e modelos


comportamentais do seu grupo social, e apatir desta faz a Costrucao primeira do mundo a
sua volta. Ela Ocore na familia.

Socializacao Secundaria – Processo em que o individuo já socializado e integrado em outros


espacos na sua sociedade ou não. Ela ocore na escola,igrreja, grupo de amigos, local de
trabalho, entte outros.
Unidade – 15 O Processo de Globalizacao e Desigualdades Sociais.
Globalizacao 

Podemos dizer que é um processo econômico e social que estabelece uma integração entre os
países e as pessoas do mundo todo. Através deste processo, as pessoas, os governos e as
empresas trocam idéias, realizam transações financeiras e comerciais e espalham aspectos
culturais pelos quatro cantos do planeta.
 
O conceito de Aldeia Global se encaixa neste contexto, pois está relacionado com a criação de
uma rede de conexões, que deixam as distâncias cada vez mais curtas, facilitando as relações
culturais e econômicas de forma rápida e eficiente
Impactos da globalizacao nas desigualdades
Podemos apontar como algunsdos impactos da glbalizacao sobre as desigualdades sociais tem
a ver com o aumento da diferenciacao social entre ricos e pobres, a exclusao dos individuos e
grupos no acesso a bens e servicos, surgimento de focos de tensao social entre os pobres polo
acesso limitado as vantagens sociais.

Unidade 16 – Crime
Crime

Crime significa toda ação contrária aos costumes, à moral e à lei, que é legalmente punida, ou
que é reprovada pela consciência.
A criminologia estuda as causas que atuam sobre os criminosos na determinação dos crimes, e
os meios de evitar essas causas e demover estes crimes para segurança e defesa da sociedade.
De acordo com Durkheim, o crime não se observa apenas na maior parte das sociedades desta
ou daquela espécie, mas em todas as sociedades de todos os tipos.
Abordagens sociologicas Sobre a criminologia
Geralmente Encontramos duas principas abordagens sociologicas da Criminologia sendo:
Criminologia tradicional – que nas suas abordagens ao crime apenas se interessava sobre as
suas eventuais causas, sendo que regra geral tais causas eram identificadas como estando
apenas ligadas ao proprio individuo.
Criminologia Nova ou Critica – olha crime numa perspectiva relativamente diferente,
conciderando que este não e algo intrisceco ao individuo, mais pelo contrario esta ligado a
varios elementos tais como o meio social em que se encontra inserido e por outro lado o
proprio individuo.
Unidade 17 determinantes da criminalidade
Determinantes da Criminalidade

Em particular, no que se refere aos estudos sobre os determinantes da violência e


criminalidade, a multidisciplinaridade, mais do que um exercício de erudição, constitui uma
necessidade básica, sem o que o potencial heurístico fica limitado ante a parcialidade
metodológica que cada disciplina impõe. Nesse tema, especificamente, várias contribuições
mais relevantes foram dadas desde o início do século passado, primeiro por sociólogos e
antropólogos e, depois, por psicólogos, psiquiatras, biólogos, economistas e juristas. 

Teorias Focadas nas Patologias Individuais

As teorias que explicam o comportamento criminoso a partir de patologias individuais


poderiam ser divididas em três grupos: de natureza biológica, psicológica e psiquiátrica.

Teoria da Desorganização Social

Trata-se de uma abordagem sistémica cujo enfoque gira em torno das comunidades locais,
sendo estas entendidas como um complexo sistema de redes de associações formais e
informais, de relações de amizade, parentesco e outras que, de alguma forma, contribuam para
o processo de socialização e aculturação do indivíduo.

Teoria do Estilo de Vida

Essa abordagem assume como hipótese implícita a existência de três elementos: uma vítima
em potencial, um agressor em potencial e uma tecnologia de proteção ditada pelo estilo de
vida da vítima em potencial.

Teoria da Associação Diferencial (Teoria do Aprendizado Social)

Essa abordagem, inaugurada por Sutherland (1973), centra seu foco de análise no processo
pelo qual os indivíduos, principalmente os jovens, determinavam seus comportamentos a
partir de suas experiências pessoais com relação a situações de conflito.

Teoria do Controle Social

Ao contrário das demais teorias que procuram explicar o que leva pessoas a cometer crimes, a
presente abordagem busca entender por que algumas se abstêm de cometê-los.

Teoria do Autocontrole
Segundo Gottfredson e Hirschi (1990), que elaboraram a teoria do autocontrole, o que
diferenciaria os indivíduos que têm comportamentos desviantes ou vícios (jogos de azar,
promiscuidade sexual, fumo, drogas, álcool etc.) de outros é o fato de os primeiros não terem
desenvolvido mecanismos psicológicos de autocontrole na fase entre os 2 ou 3 anos até a fase
pré-adolescente.

Teoria da ANOMIA

Uma das mais tradicionais explicações de cunho sociológico acerca da criminalidade é a


teoria da anomia, de Merton (1938). Segundo esse arcabouço teórico, a motivação para a
delinquência decorreria da impossibilidade de o indivíduo atingir metas desejadas por ele,
como, por exemplo, o sucesso económico.

Teoria Económica Da Escolha Racional

Gary Becker (1968), com o artigo seminal “Crime and Punishment: An Economic Approach”,
impôs um marco à abordagem sobre os determinantes da criminalidade ao desenvolver um
modelo formal em que o ato criminoso decorreria de uma avaliação racional em torno dos
benefícios e custos esperados aí envolvidos, comparados aos resultados da alocação do seu
tempo no mercado de trabalho legal.

Unidade 18 Pobreza Como Facto Social


Fenomeno da pobreza

Causas da pobreza

A pobreza é um fenómeno complexo que se distingue da desigualdade e da exclusão social e


comporta uma forte dimensão relacional. Considera-se que um grupo, família ou indivíduo
está numa situação de pobreza absoluta quando as suas condições de vida estão a baixo do
limiar mínimo de sobrevivência, o que pode indicar uma situação de indigência.

Causas da pobreza

De entre varias causas da pobreza pode-se referir basicamente como as principais as revoltas
populares, o aumento da exclusão e discriminação social, emigrações, violência e estabilidade
politica, sem abrigos, redução da esperança de vida e Desemprego.
Unidade 19 Prostituição
Prostituição é a actividade que consiste em oferecer satisfação sexual em troca de
remuneração, de maneira habitual e promíscua. A definição de prostituição baseia-se em
valores culturais que diferem em várias sociedades e circunstâncias, mas geralmente se refere
ao comércio sexual de mulheres para satisfação de clientes masculinos.

Causas da prostituição

Muitas mulheres entram para a prostituição muito cedo, às vezes ainda criança. Essa prática
pode ser incentivada pela própria família que busca recursos financeiros para sobreviver e por
isso, explora a criança e a coloca em uma situação de violência.

Para entender a prostituição é preciso analisar a organização social. Ou seja, quais motivos
levam as mulheres para essa atividade, para o comércio do corpo. Entre os fatores estão as
desigualdades sociais no País, ou seja, a existência de um sistema econômico falho, onde
poucos têm muito dinheiro e muitos mal conseguem sobreviver

Unidade 20 Abordagem Sociologica a Educaco


Educacao

A sociologia é uma ciência que estuda a forma de relacionamento entre os grupos, assim


como as consequências dessa relação. Seu principal objetivo é o estudo da sociedade,
focalizando na educação como uma forma importante de relacionamento entre as pessoas.
Essa ciência é significativa para a conscientização social e a formação do espírito crítico. É
também uma forma de aperfeiçoar o conhecimento social, auxiliando os interessados a
compreenderem melhor o comportamento dos grupos sociais.

Um dos principais sociólogos que se preocupou com essa questão foi Durkheim. Ele acredita
que a educação está ligada diretamente a toda vida social, já  que os homens foram
responsáveis pela criação da escola. Ele foi o primeiro sociólogo a afirmar que a escola é uma
instituição fundamental para formação do indivíduo, pois a escola e a sociedade interagem e
se completam. Segundo Poyer (2007) a escola é compreendida como uma das partes que
compõe o processo social.

Pedagogia sociologica – A escola

A escola é  uma instituição que atende as condições sociais e está sujeita a mudanças sempre
que preciso, por isso é tida como um espaço de socialização. Durkheim entende a sociedade
como um organismo funcionando, em que diversas partes trabalham conjuntamente para um
objectivo final.  Desta forma, cabe à escola formar o individuo e inserir as regras sociais
através da reprodução dos hábitos e valores. Existem aspectos diferentes entre educação
escolar e educação fora da escola, por isso é preciso estabelecer uma relação entre elas, já que
ambas englobam o processo de socialização e cultura que buscam formar membros da
sociedade.
Conclusão

A desigualdade é um fenômeno, sendo assim, passível de acontecer. Ao experimentarmos


pensar diferente, agir com alegria, força de vontade e tendo apoio podemos potencializar
nossas forças novamente. O desejo de resistir mantém acesa essa vontade de mudar.

Contudo Sociologia é uma ciência extremamente importante para o mundo que estamos
vivenciando, porque além da busca da compreensão das causas e consequências do que ocorre
no mundo, a mesma busca rever e até mesmo antecipar eventos para as gerações seguintes,
ajudando-nos a entender e procurar soluções que solucionem os males que estamos vendo e
vivenciando na atualidade (criminalidade, educação, pobreza, desigualdades, entre outros).
.
Bibliografia
BARATTA, Alessandro. Criminologia crítica e critica do direito penal. Rio de Janeiro:
Revan, 2001. 256p. 

DURKHEIM, Émile. As regras do método sociológico. São Paulo: Abril Cultural, 1978.
pp.71-161.        

FOUCAULT, Michel. Vigiar e Punir. Petrópolis: Vozes, 1977. 277p.        


Índice
1.1.Apresentação do tema..................................................................................................2

Objectivos..........................................................................................................................2

Objectivos especificam......................................................................................................2

Metodologia.......................................................................................................................2

Pesquisa documental.........................................................................................................2

Unidade 6 Desigualdades sociais..........................................................................................3

Unidade 7 : teoria de classes sociais e estratificação social..............................................4

UNIDADE 8 – Processo de Mobilidade Social................................................................5

UNIDADE – 9 Teorias Sobre Mobilidade Social.............................................................5

Unidade – 10 Desigualdades Sociais Nas Sociedades Contemporâneas...........................6

Unidade – 11 Mudanças Social.........................................................................................7

Unidade -12 Desvio E Controlo Social.............................................................................9

Unidade 14 – Processo De Socialização........................................................................10

Unidade – 15 O Processo de Globalizacao e Desigualdades Sociais..............................11

Unidade 16 – Crime.........................................................................................................11

Unidade 17 determinantes da criminalidade...................................................................12

Unidade 18 Pobreza Como Facto Social.........................................................................13

Unidade 19 Prostituição..................................................................................................14

Unidade 20 Abordagem Sociologica a Educaco.............................................................14

Conclusão............................................................................................................................16

Bibliografia.........................................................................................................................17