16220409
16220409-SP
Aulas 25 e 26
OS ESTADOS UNIDOS
S
IA
II. Independência
ÁR
LUISIANA
RIGIN
ADQUIRIDO
— as origens da ruptura VENDIDA POR DURANTE
IAS O
CESSÃO DO OREGON
NAPOLEÃO EM 1803 A INDEPENDÊNCIA
— a guerra de independência Oregon
ÔN
CESSÃO MEXICANA
— a Constituição de 1787
OL
S. Francisco DE 1848 Santa Fé
C
13
Los Angeles
San Diego
ANEXAÇÃO AS
Prestan
III. Estados Unidos no Século XIX DO TEXAS VENDIDA PELA ESPANHA
COMPRA INDENIZAÇÃO APÓS EM 1819
— a expansão territorial DE 1853 A CONQUISTA DO ÁLAMO
Nova Orleans
— a bipolarização econômica e social GOLFO DO MÉXICO
— a Guerra de Secessão e seus efeitos
— o imperialismo dos Estados Unidos em fins do
séc. XIX
Exercícios
1. (Gama Filho-RJ) No desenvolvimento das colônias inglesas
na América do Norte destaca-se o comércio triangular, que:
a) foi estimulado pela Coroa Inglesa com o objetivo de ca-
nalizar mão-de-obra africana para as colônias do sul;
AS TREZE COLÔNIAS b) foi desenvolvido pelas colônias meridionais com o obje-
tivo de exportar seus produtos tropicais;
QUEBEC
c) ocorreu na fase da negligência salutar, sendo desenvolvido
pelas colônias do norte, inclusive com a África e as Antilhas;
MONTREAL
d) foi o comércio interno das Treze Colônias, tendo em
N. Hampshire
Massachusetts
vista uma especialização de produção, tendo a Nova In-
Nova York Rhode Island
glaterra conservado a supremacia;
Connecticut e) visava atrair as moedas de prata espanholas no comér-
NOVA YORK cio com as Antilhas.
Nova Jersey
Pensilvânia PHILADELPHIA
2. (Carlos Chagas-RJ) O aumento de impostos decretado
Virgínia Delaware pelo Parlamento inglês sobre as colônias americanas foi a
Maryland razão inicial da luta que conduziria à Guerra de Indepen-
Carolina
do Norte dência dos Estados Unidos. Aqueles impostos, contestados
pelos colonos, tinham como objetivo:
Carolina
do Sul a) levantar fundos para que a Inglaterra pudesse prosse-
guir na colonização do oeste americano.
Geórgia OCEANO b) aliviar o tesouro inglês, seriamente abalado com as
AT L Â NT I C O
despesas ocasionadas pela Guerra dos Sete Anos.
c) impor às colônias americanas a autoridade metropolita-
na, abalada pelas guerras civis inglesas.
d) arrecadar fundos para que a Inglaterra pudesse finan-
GOLFO DO MÉXICO ciar a coligação contra Napoleão, por ela encabeçada.
e) levantar capital para a exploração das minas de carvão, com
a finalidade de incrementar a nascente revolução industrial.
AULA 33
• Faça os exercícios 26 e 27, série 11.
Aula 34
EXERCÍCIOS
1. (FUVEST) A personagem Dom Quixote representava um ideal 2. (UNESP) Todas as coisas humanas têm dois aspectos...
de vida não mais dominante no tempo em que Miguel de para dizer a verdade todo este mundo não é senão uma
Cervantes escreveu sua famosa obra (1605-1615). sombra e uma aparência; mas esta grande e interminável
a) Explique esse ideal. comédia não pode representar-se de um outro modo.
Tudo na vida é tão obscuro, tão diverso, tão oposto, que
O literato espanhol Miguel de Cervantes, por meio da
não podemos nos assegurar de nenhuma verdade.
sua personagem Dom Quixote, tratou de uma forma (Erasmo de Roterdã, Elogio da loucura.)
crítica os ideais da cavalaria feudal — entre outros, Erasmo de Roterdã foi um dos primeiros pensadores a
a valorização da guerra, a lealdade, a defesa da cris- contribuir para o surgimento da modernidade. Nesse
texto, de 1509, pode-se considerar moderno
tandade e a devoção à Igreja. a) o elogio da loucura, vista como uma forma sofisticada
de sensibilidade.
b) o caráter obscuro e sombrio da vida, na qual o homem
deve mover-se pela fé:
c) a ausência de verdades absolutas, em contraste com as
verdades do clero.
d) a idéia de que o mundo é uma comédia, e nós homens
devemos nos divertir.
e) a idéia de que o mundo é aparência, mera representa-
b) Por que tal ideal deixou de ser dominante? ção do plano divino.
Na Idade Moderna, quando foi escrita a obra Dom 3. (UNESP) Thomas Münzer liderou os anabatistas, camponeses
Quixote, o feudalismo estava em declínio e emergia o que inspirados nas teses luteranas passaram a confiscar ter-
ras, inclusive da nobreza, rompendo com a estrutura feudal.
capitalismo. Em conseqüência, surgia a nova mentali-
A atitude de Lutero, propositor da Reforma, frente ao
dade burguesa, fundada no individualismo, no raciona- anabatismo foi de
lismo e no ordenamento político estruturado no Es- a) apoio, pois via nos seus seguidores os que mais se
aproximavam de seu ideal religioso.
tado monárquico centralizado. b) oposição, pois via neles uma ameaça à ordem que seus
protetores da nobreza defendiam.
c) apoio, pois via neles um instrumento para a derrota
definitiva dos defensores de Roma.
d) oposição, pois via na violência de suas ações a manifes-
tação dos ensinamentos do papado.
e) apoio, pois ao confiscarem as terras destruíam as bases
do Sacro Império, maior inimigo de Lutero.
b) segundo pólo.
A Inglaterra no século XVIII era o pólo dinâmico do
capitalismo em que se desenvolveu a industrializa-
ção. Tal transformação, além de favorecer avanços Gravura popular de 1789, anônima.
tecnológicos, consolidou o processo de acumulação Pode-se afirmar que os personagens da gravura represen-
tam
capitalista, o que desencadeou inúmeras transfor-
a) o ideal que caracterizava o estado Absolutista, segundo
mações no século XIX. o qual o poder do monarca não conhecia limites.
b) os interesses da nobreza que, em aliança com a Igreja e os
trabalhadores urbanos, assegurou os privilégios feudais.
c) a exploração do terceiro estado pelo clero e pela no-
breza, cuja contestação desencadeou o processo revo-
lucionário.
5. (UNESP) d) a insegurança durante a fase do Terror jacobino, que
ocasionou o êxodo da população civil para o campo, em
Sendo os homens, conforme (...) dissemos, por natureza,
busca de proteção.
todos livres, iguais e independentes, ninguém pode ser
e) a tentativa de unir a sociedade francesa para superar
expulso de sua propriedade e submetido ao poder de
as dificuldades econômicas enfrentadas nas vésperas da
outrem sem dar consentimento.
revolução.
(John Locke, Segundo tratado sobre o governo civil.)
7. (UNESP) Leia o texto.
O patrimônio do pobre reside na força e destreza de suas
mãos, sendo que impedi-lo de utilizar essa força e essa O governo arbitrário de um príncipe justo [...] é sempre
destreza da maneira que ele considerar adequada, desde mau. Suas virtudes constituem a mais perigosa das sedu-
que não lese o próximo, constitui uma violação pura e ções: habituam o povo a amar, respeitar e servir ao seu
simples dessa propriedade sagrada. sucessor, qualquer que seja ele. Retira do povo o direito
(Adam Smith, A riqueza das nações.)
de deliberar, de querer ou de não querer, de se opor à
vontade do príncipe até mesmo quando ele deseja fazer o
A partir da leitura dos textos, é correto afirmar que bem. O direito de oposição [...] é sagrado. Uma das maio-
res infelicidades que pode advir a uma nação seria a su-
a) John Locke defende a democracia, isto é, a igualdade
cessão de dois ou três reinados de um todo poderoso
política entre os homens, ao passo que Adam Smith
justo, doce, [...] mas arbitrário: os povos seriam conduzi-
privilegia o trabalho, portanto a desigualdade.
dos pela felicidade ao esquecimento completo de seus pri-
b) John Locke funda sua teoria política liberal na defesa da
vilégios, a mais perfeita escravidão.
propriedade privada, em sintonia com a defesa da livre
(D. Diderot. Refutação de Helvétius, 1774.)
iniciativa proposta por Adam Smith.
ORIENTAÇÃO DE ESTUDO
Tarefa Mínima
• Resolva o exercício 45, série 6.
• Resolva o exercício 42, série 7.
• Resolva o exercício 11, série 8.
Tarefa Complementar
• Resolva os exercícios 31 e 34, série 11.