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A unidade dos cristãos e o domingo

Cidade do Vaticano, 19 Jan (Ecclesia) – Bento


XVI apresentou hoje quatro “pilares” que considera necessários para a
construção da unidade dos cristãos, lamentando que as divisões entre
Igrejas não permitam celebrar em conjunto a Eucaristia.

“Durante esta semana é particularmente viva a amargura pela impossibilidade de


partilha a própria mesa eucarística, sinal que estamos ainda longe da realização
daquela unidade pela qual Cristo orou”, constatou.

A audiência pública desta semana aconteceu no segundo dos oito dias da Semana
de Oração pela Unidade dos Cristãos.

Ao recordar que “a história do movimento ecuménico é assinalada por dificuldades


e incertezas", Bento XVI salientou que ela é “também uma história de fraternidade,
de cooperação e de partilha humana e espiritual.

No seu discurso, o Papa desenvolveu os quatro elementos do tema da Semana pela


Unidade dos Cristãos, ‘Eram assíduos na escuta do ensinamento dos apóstolos e na
união fraterna, na fracção do pão e na oração’, frase que evoca a experiência da
comunidade de Jerusalém tal como é narrada no livro bíblico dos Actos dos
Apóstolos (séc. I).

Para Bento XVI, as características que definem o primeiro grupo de cristãos como
espaço “de unidade e de amor” continuam a representar “os pilares da vida de toda
a comunidade cristã e constituem também o único fundamento sólido sobre o qual
avançar na construção da unidade visível da Igreja”.

Referindo-se à primeira particularidade dos cristãos de Jerusalém, o Papa salientou


que “ainda hoje a comunidade dos crentes reconhece na referência ao ensinamento
dos apóstolos a norma da própria fé”.

No que respeita à união fraterna, segundo tópico do tema da Semana de Oração,


Bento XVI sublinhou que, à semelhança do que aconteceu “ao tempo da primeira
comunidade cristã”, ela continua a ser hoje “a expressão mais tangível, sobretudo
para o mundo externo, da unidade entre os discípulos” de Cristo.

A intervenção de Bento XVI centrou-se também “fracção do pão”, termo que evoca
o relato bíblico em que dois viajantes que faziam o trajecto entre Jerusalém e
Emaús com Cristo apenas o reconheceram quando, na refeição tomada ao
anoitecer, ele partiu o pão.

“A comunhão com o sacrifício de Cristo é o cume da nossa união com Deus e


representa por isso também a plenitude da unidade” dos cristãos, disse o Papa, que
lamentou não poder ser possível concretizá-la em conjunto.

No entender de Bento XVI, esta “experiência dolorosa”, que confere uma “dimensão
penitencial” à oração de todos os cristãos, “deve tornar-se motivo de um empenho
ainda mais generoso da parte de todos”, para que, “removidos os obstáculos à
plena comunhão”, chegue o dia em que seja possível “partir juntos o pão
eucarístico e beber do mesmo cálice”.

A oração, por seu lado, “é desde sempre a atitude constante dos discípulos de
Cristo” que possibilita a abertura “à fraternidade”, “ao perdão e à reconciliação”.

O Papa realçou que os cristãos têm “uma responsabilidade comum” para o mundo,
ao oferecer um “forte testemunho” que os torne “portadores de uma mensagem
que oriente e ilumine os caminhos” da humanidade, “muitas vezes privados de
pontos de referência claros e válidos”.

Bento XVI deixou uma saudação em português, exortando os peregrinos lusófonos


ali presentes “a perseverar na oração, pedindo a Deus o dom da unidade, a fim de
que se cumpra no mundo inteiro o seu desígnio de salvação”.

Fonte - Ecclesia

Nota DDP:

Dies Domini - Capítulo III - A assembleia eucarística, alma do domingo


...
A dimensão eclesial intrínseca da Eucaristia realiza-se todas as vezes que esta é
celebrada. Mas com maior razão, exprime-se no dia em que toda a comunidade é
convocada para relembrar a ressurreição do Senhor. De modo significativo, o
Catecismo da Igreja Católica ensina que « a celebração dominical do Dia e
da Eucaristia do Senhor está no centro da vida da Igreja ».

33. De fato, é precisamente na Missa dominical que os cristãos revivem, com


particular intensidade, a experiência feita pelos Apóstolos na tarde de Páscoa,
quando, estando eles reunidos, o Ressuscitado lhes apareceu (cf. Jo 20,19).
...
36. A assembleia dominical é lugar privilegiado de unidade: ali, com efeito,
se celebra o sacramentum unitatis, que caracteriza profundamente a Igreja, povo
reunido « pela » e « na » unidade do Pai, do Filho e do Espírito Santo.

As intenções são absolutamente claras: reunir os cristãos no domingo.

Fonte: Diário da Profecia

Vaticano planeja evento para promover o descanso


dominical

Bento XVI considera que a


organização do trabalho - como mera busca do lucro - e a concepção atual da festa
- como oportunidade de consumo - contribuem, infelizmente, para separar a
família. O Papa dirigiu uma carta, publicada no dia 24 de setembro, ao presidente
do Conselho Pontifício para a Família, cardeal Ennio Antonelli, como preparação
para o 7º Encontro Mundial das Famílias (EMF), que se realizará em Milão, de 30 de
maio a 3 de junho de 2012, sobre o tema "Família: o trabalho e a festa".

Nesta carta, Bento XVI insta a "promover uma reflexão e um compromisso dirigidos
a conciliar as exigências e os momentos do trabalho com os da família, e a
recuperar o verdadeiro sentido da festa, especialmente da dominical,
páscoa semanal, dia do Senhor e dia do homem, dia da família, da
comunidade e da solidariedade". [grifo acrescentado]

"Em nossos dias, infelizmente, a organização do trabalho, pensada e realizada em


função da concorrência do mercado e do lucro máximo, e a concepção da festa
como oportunidade de evasão e de consumo, contribuem para separar a família e a
comunidade, e a difundir um estilo de vida individualista", lamenta. O Papa explica
que "o trabalho e a festa estão intimamente ligados à vida das famílias:
condicionam as decisões, influenciam as relações entre os cônjuges e entre os pais
e filhos, e incidem na relação da família com a sociedade e com a Igreja".

Citando o livro do Gênesis, recorda que "família, trabalho e dia festivo são dons e
bênçãos de Deus para ajudar-nos a viver uma existência plenamente humana".
Segundo o Pontífice, "o desenvolvimento autêntico da pessoa inclui tanto a
dimensão individual, familiar e comunitária, como as atividades e as relações
funcionais, assim como a abertura à esperança e ao Bem sem limites".

Bento XVI destaca que o próximo EMF "constitui uma ocasião privilegiada para
reapresentar o trabalho e a festa a partir da perspectiva de uma família unida e
aberta à vida, bem integrada na sociedade e na Igreja, atenta à qualidade das
relações, além da economia do próprio núcleo familiar".

Fonte: Zenit

O EMF... se marca em um percurso eclesial e civil da cidade de Milão que prevê a


celebração, em 2013, de um grande evento de caráter ecumênico e inter-religioso
para promover a liberdade religiosa, ao se celebrarem os 1.700 anos do edito
emitido por essa cidade pelo imperador Constantino (ano 313).

Fonte: Zenit

NOTA Minuto Profético: Embora concorde com a argumentação do pontífice de que


o excesso de trabalho e a busca desmedida do lucro, bem como a não observância
do descanso semanal contribuem para desestruturar a família e a sociedade,
discordo totalmente quanto ao dia recomendado para o descanso. O único dia de
descanso prescrito por Deus para a humanidade é o sábado do sétimo dia: "Pelo
que os filhos de Israel guardarão o sábado, celebrando-o por aliança
perpétua nas suas gerações. Entre mim e os filhos de Israel é sinal para
sempre." (Êx 31:16 e 17). A escolha de Milão para esse evento faz ligação direta
com o Imperador Constantino, o mesmo a decretar a primeira lei dominical da
história. Coincidência ou realmente está para acontecer o que o apocalipse (13:15-
17) revelou há muito tempo? Várias pessoas estão combatendo a Nova Ordem
Mundial, porém, quase ninguém ainda percebeu a clara ligação do culto luciferiano
com a guarda do domingo (dia do sol, símbolo de Lúcifer no ocultismo/paganismo)
como sinal da Nova Ordem Mundial...
Tutela do domingo e defesa dos direitos humanos
BRUXELAS, terça-feira, 19 de outubro de
2010 (ZENIT.org) - A guarda do domingo, natureza específica do domingo na
Europa e na União Europeia, e a defesa do domingo em relação à defesa
dos direitos humanos na Ásia, África e nos outros lugares onde há
perseguição dos cristãos, foram os principais temas de uma coletiva de
imprensa realizada no último dia 13 de outubro, na sede do PARLAMENTO
EUROPEU DE BRUXELAS.

"Durante vários anos, não houve nenhum rastro do caráter específico do


domingo nos documentos da União Europeia", constatou o secretário da Comissão
das Conferências Episcopais da União Europeia (COMECE), Piotr Mazurkiewicz.

"Nestes meses, está sendo trabalhado num projeto de diretiva sobre a


restauração do registro de 1983 sobre um caráter especial do dia da
festa para os cristãos", informou.

"Uma pessoa precisa pelo menos de um dia de descanso na semana para


recuperar-se, por exigências espirituais e para ter tempo para estar com a
família", explicou Mazurkiewicz.

Por esses motivos, "é muito importante guardar e proteger o domingo, como
dia livre, como estão pedindo associações culturais, movimentos religiosos
e sindicatos",continuou.

"Esta iniciativa dos cidadãos da União Europeia é um instrumento


importante para o futuro e tem a natureza da mobilização - acrescentou o
secretário da COMECE. Para a realização desta iniciativa, é necessário recolher um
milhão de assinaturas em nove países da União Europeia."

Por sua parte, o bispo de Tarnów, Dom Wiktor Skworc, explicou que "não é possível
imaginar a Europa de hoje sem o domingo como um dia para a família" e que " a
humanidade deve ter a possibilidade de satisfazer suas necessidades religiosas".
...
Para mais informações, aqui.

Aqui está disponível o texto da petição sobre o domingo.

Nota DDP: As possibilidades em torno das razões para uma futura lei dominical
estão se delineando, mas todas elas ratificam o que a Bíblia antecipou: a pressão
pelo reconhecimento de um falso sábado. Veja também "Santa Sé recorda que o
Estado de Direito necessita da lei moral natural".

Nota DD: Será por acaso que tal assunto foi discutido justamente no prédio que
faz alusão à antiga Torre de Babel?

Fonte: Diário da Profecia


Pacto ecumênico pretende o domingo como dia de
descanso na Europa

Igrejas e entidades caritativas


apresentam plano com quatorze pontos

BRUXELAS, quarta-feira, 6 de outubro de 2010 (ZENIT.org) – A frase do Êxodo 23,


3 – "Não favorecerás nem mesmo a um pobre no processo" – é o título de um
relatório apresentado na quinta-feira no Parlamento Europeu pelas principais
Igrejas europeias e suas organizações.

O relatório é resultado de um acordo entre as principais entidades cristãs do


continente para se unir na luta contra a pobreza.

O texto contém 14 recomendações políticas dirigidas à União Europeia, com a


finalidade de reduzir radicalmente a pobreza na Europa. Foi apresentado durante
uma conferência convocada pelo presidente do Parlamento Europeu, Jerzy Buzek,
que contou com 150 participantes.

A primeira recomendação é implementar "uma nova cláusula social no Tratado da


União Europeia” com a finalidade de “garantir as condições necessárias a cada ser
humano para que possa viver harmoniosamente com sua dignidade humana”.

Em sua segunda proposta, os líderes cristãos sugerem que o presidente do


Conselho Europeu reflita em seus relatórios sobre a aplicação da cláusula social.

Propõe também que a Agência da União Europeia para os Direitos Fundamentais


centre seu programa de trabalho em aspectos relacionados com o capítulo IV
(Solidariedade) da Carta de Direitos Fundamentais da UE.

Outras recomendações referem-se ao desenvolvimento de um sistema de salário


mínimo de sobrevivência para todos, adotação de uma visão de longo prazo para
enfrentar o problema das pessoas sem teto, promoção de um consumo alternativo
baseado na moderação e na generosidade.

As Igrejas e entidades caritativas destacam a necessidade de apoiar as famílias em


risco de pobreza, especialmente aquelas que têm três ou mais filhos.

Recomendam proteger o domingo como um dia coletivo de descanso para a


sociedade, com a finalidade de proteger a saúde dos trabalhadores e como
uma premissa para uma sociedade mais participativa.

A futura Plataforma Europeia contra a pobreza – destacam os líderes cristãos –


deveria envolver ativamente representantes da sociedade civil e das Igrejas,
incluindo os provedores confessionais de serviços.

A última sugestão propõe investir na proteção de quem vive na pobreza com o


objetivo de reduzir seu número.

Fonte - Zenit, via Diário da Profecia

Nota DDP: União de igrejas, imposição de leis e adoção do domingo. Falta apenas
o assunto cruzar o oceano.
Domingo é para a família

O presidente da Conferência Episcopal


Portuguesa, D. Jorge Ortiga, manifestou-se ontem preocupado com a abertura do
comércio aos domingos porque, na sua opinião, perturba a vida familiar.

D. Jorge Ortiga esteve reunido com o presidente da Confederação do Comércio e


Serviços de Portugal (CCP), João Vieira Lopes, para discutirem os principais
constrangimentos com que se debatem os empresários do comércio e serviços,
designadamente a questão da abertura das grandes superfícies ao domingo, que o
prelado critica.

No final do encontro com o responsável do comércio e serviços, o presidente da


Conferência Episcopal, declarou que o domingo deve ser o dia da família por
que existe a “necessidade de um dia, para que os povos se possam encontrar, para
que os pais se possam encontrar com os filhos”.

Aquele responsável da Igreja afirmou, entretanto, sobre a questão do trabalho ao


domingo e da abertura consequente das grandes superfícies, que a sua opinião “é a
opinião da Igreja, fundamentada não exclusivamente nos motivos religiosos”. E
explicou: “estes motivos também entram mas só em termos da defesa da família,
uma vez que a família necessita de tempos e de espaços para se encontrar, para
poder dialogar e conviver e o trabalho ao domingo irá fazer com que muitas
famílias não tenham oportunidade de o fazer”.

Fonte - Correio do Minho

Nota Cristo Voltará: O slogan global para o domingo, desde o final da década
passada é: “Domingo: dia do Senhor, dia da família”. Isso quer dizer que a defesa
do domingo é para que a sociedade reserve-o para que a família se reúna. Assim,
pretende-se formar uma nova sociedade para esse terceiro milênio, uma sociedade
de paz, com suas bases formadas numa família estabilizada.
Bispos e deputados em defesa do descanso semanal ao
domingo

O domingo como o dia de descanso semanal e em defesa


da família, sobretudo da criança, é o objectivo da petição europeia lançada na
Alemanha e que chega, agora, a Portugal. Dezoito mil já subscreveram o
documento, mas é necessário um milhão de assinaturas. Bispos e deputados
portugueses aplaudem.

A ideia é do deputado alemão do Parlamento Europeu Martin Kastler, que quer que
as empresas, sobretudo o comércio, tenham as portas fechadas ao domingo. A
legislação do seu país, tal como a europeia, prevê o domingo como o dia de
descanso semanal, mas a regulamentação não é aplicada em todos os países.

"O pai e a mãe pertencem-nos ao domingo", é o slogan da campanha. Os mentores


sublinham que a realidade se afasta cada vez mais desse ideal e que muitos
cidadãos, em "especial as crianças, estão a sofrer com a chamada 'flexibilização' do
mercado de trabalho. Os filhos "têm direito aos pais", que precisam de ter "tempo"
para os proteger. Uma pretensão que parece unir igreja e sindicalistas, direita e
esquerda.

São várias as organizações ligadas à igreja que apoiam a iniciativa, nomeadamente


a Liga Operária Católica - Movimento dos Trabalhadores Cristãos, a Comissão das
Conferências Episcopais da Comunidade Europeia e o Centro Europeu para os
Assuntos dos Trabalhadores.

"Concordo e com doutrina. É uma forma de humanização da sociedade e a


humanização da própria pessoa, que estão cada vez mais desumanizadas",
argumenta D. Manuel Martins. O antigo bispo de Setúbal lembra que levantou a voz
quando se começaram a instalar as grandes superfícies em Portugal e o tempo deu-
lhe razão. "Estive esta semana em Setúbal e fiquei espantado com as lojas da
Baixa que fecharam e como o centro está desumanizado", diz.

O aparecimento das grandes superfícies e o alargamento dos horários, incluindo a


abertura ao domingo, constituem a principal preocupação dos mentores da petição.
E, recentemente, os próprios europeus organizaram um debate em defesa da folga
ao domingo, o que prova que esta não é uma pretensão apenas das organizações
católicas.

A deputada comunista Ilda Figueiredo foi um das que participaram na iniciativa.


"Houve uma declaração conjunta em defesa do domingo como descanso dos
trabalhadores e em defesa do pequeno comércio, mas também da família. E não é,
apenas, uma preocupação dos católicos. A luta pelo encerramento do comércio tem
mais de cem anos e há países que respeitam esse dia, como é o caso da Bélgica.
Em Portugal é que há a liberalização dos horários."

A deputada comunista não defende que tudo esteja fechado ao domingo,


nomeadamente os restaurantes, os cinemas e os hospitais, "mas que deveriam
fechar os sectores em que fosse possível".
Já o deputado europeu Diogo Feio entende não ser necessário regulamentar essa
matéria. "Muitos cidadãos europeus têm o seu descanso semanal ao domingo, mas
há situações em que isso não é possível. Com certeza que observaremos a petição
quando chegar ao PE, mas não vejo utilidade nessa pretensão." E diz que não teve
contactos com o colega alemão e que é da sua família ideológica (Partido Popular
Europeu).

A petição surge no seguimento do Tratado de Lisboa que consagrou o "direito de


petição" como um direito fundamental. Mas falta, ainda, regulamentação.

Fonte: Diário de Notícias (negritos meus para destaque), via Diário da Profecia

Nota O Tempo Final: Nada que nos surpreenda; é, de resto, algo que já
conhecíamos, sendo a única novidade ser agora tratado no âmbito da sociedade
portuguesa.

No entanto, registo duas expressões deliciosas que o texto refere: "unir igreja e
sindicalistas, direita e esquerda" e "não é uma pretensão apenas das organizações
católicas"! Pense nisso...
Os observadores do sábado necessitam de sabedoria

(por Ellen G. White)

"Eis que Eu vos envio como ovelhas para o meio de lobos; sede, portantos,
prudentes como as serpentes e símplices como as pombas" (Mt 10:16).

Quando os costumes do povo não estão em conflito com a lei de Deus, podeis
sujeitar-vos a eles. Se os obreiros deixarem de fazer isto, não somente
prejudicarão seu próprio trabalho, mas colocarão pedras de tropeço no caminho
daqueles pelos quais labutam, impedindo-os de aceitar a verdade. Aos domingos
ocorre a melhor oportunidade para os que são missionários realizarem escolas
dominicais e aproximarem-se do povo da maneira mais simples possível, falando-
lhes do amor de Jesus pelos pecadores e instruindo-os nas Escrituras. ...

Presentemente a observância do domingo não é a prova. Chegará o tempo em que


os homens não somente proibirão o trabalho no domingo, mas procurarão obrigar
as pessoas a trabalhar no sábado e a concordar com a observância do domingo ou
perder a sua liberdade e a vida. Mas o tempo para isto ainda não chegou, pois a
verdade precisa ser apresentada mais amplamente como testemunho perante o
povo. ...

A luz que tenho é que os servos de Deus devem silenciosamente entregar-se ao


trabalho de pregar as sublimes e preciosas verdades da Bíblia - Cristo e Este
crucificado, Seu amor e infinito sacrifício - mostrando que a razão porque Cristo
morreu está no fato de que a lei de Deus é imutável, inalterável, eterna. ...

O sábado deve ser ensinado de maneira definida, mas sedes cuidadosos ao lidar
com o ídolo do domingo. Para os sábios, uma palavra basta. ...
Abster-se do trabalho aos domingos não é receber o sinal da besta; e onde isto
promoverá os interesses da obra, deve ser efetuado. Não devemos afastar-nos de
nossa maneira de proceder para trabalhar aos domingos. ...

Quando os que ouvem e veem a luz sobre o sábado tomam sua posição ao lado da
verdade para guardar o santo dia de Deus, surgirão dificuldades; pois serão feitos
esforços contra eles para compelir homens e mulheres a transgredir a lei de Deus.
Aí eles terão de permanecer firmes, para não violarem a lei de Deus; e se a
oposição e a perseguição forem mantidas decididamente, atendam eles as palavras
de Cristo: "Quando... vos perseguirem numa cidade, fugi para outra."
.
Fonte: Meditações para o pôr do sol 2010

Adventistas monitoram possível lei de fechamento dos


negócios aos domingos na Europa

Proponentes da liberdade religiosa adventista do sétimo dia


estão acompanhando uma proposta de um membro do Parlamento Europeu que
deseja que as empresas na Europa fechem suas portas aos domingos. Martin
Kastler, membro do Parlamento da Alemanha, está pedindo pela aprovação de leis
semelhantes às de seu país de origem em todo o continente, que incentivam os
funcionários a ter um dia de folga no trabalho para ficar com suas famílias, afirmou
o New York Times.

Embora as regras parlamentares impeçam a maioria dos membros, incluindo


Kastler, de apresentar leis, uma petição dos cidadãos recentemente promulgada
requeriria que os 736 membros do Parlamento elaborassem uma legislação desse
tipo, se os partidários levantassem 1.000.000 de assinaturas de todos os países-
membros, segundo o jornal.

Apesar de muitos adventistas agora na Europa viverem e adorarem em países com


leis semelhantes, a Igreja tem tradicionalmente se oposto a tais leis, citando a
possível discriminação religiosa.

"Nós concordamos que as pessoas precisam de um dia de descanso, mas queremos


ter a certeza de que quem não tem o domingo como dia de descanso religioso
designado será respeitado e acolhido", disse John Graz, Relações Públicas e
Liberdade Religiosa (PARL) diretor para a Igreja Adventista a nível mundial e
secretário-geral da Associação Internacional de Liberdade Religiosa.

"Esperamos que aqueles por trás da proposta compreendam a dimensão pluralista


da sociedade europeia hoje e a importância de respeitar diferentes crenças
religiosas", disse ele.

Líderes da Igreja da Divisão Euro-África, localizada na Suíça, disseram que estão


monitorando a situação. Este Outono, eles planejam realizar consultas com as
lideranças locais a respeito de uma possível resposta para qualquer progresso na
iniciativa de Kastler.

"Se era apenas esta questão da abertura de lojas aos domingo, nossos membros
não veriam isso como um problema", disse Karel Nowak, diretor de Liberdade
Religiosa para a Igreja na Euro-África. "Esta já é a situação atual em muitos países
na Europa central e ocidental".

A preocupação chave de Nowak está nos possíveis argumentos de apoio à


iniciativa. Ele disse que algumas pessoas querem "reforçar os valores tradicionais
europeus", que significa os "valores e estilo de vida cristãos tradicionais".

"Na minha opinião, esta evolução é preocupante e pode levar a uma escalada de
tensão entre diferentes grupos", disse Nowak.

Fonte: Adventist News Network


Dois Espíritos no Mundo

(adaptado da Meditação para o pôr do sol


02/04/2010)

"Lembrai-vos da palavra que Eu vos disse: não é o servo maior do que seu
senhor. Se Me perseguiram a Mim, também perseguirão a vós; se
guardaram a Minha palavra, também guardarão a vossa" (Jo 15:20).

Os seguidores de Cristo deveriam ter em mente que terão que suportar,


por causa do Seu nome, todos os ímpios pronunciamentos feitos contra
Ele, todo o maltrato que recebeu. ...

Se Ele que foi puro, santo e incontaminado, que fez o bem e somente o
bem em nosso mundo, foi tratado como um mero criminoso, e condenado à
morte sem um vestígio de evidência contra Ele, o que podem Seus
discípulos esperar a não ser um tratamento semelhante, embora sua vida e
caráter sejam imaculados? Decretos humanos, leis formuladas por
instrumentos satânicos, sob uma capa de bondade e restrição ao mal,
serão exaltadas, enquanto as santas ordenanças de Deus são
menosprezadas e calçadas a pés. ...

É a apostasia da verdade que opera nos filhos da desobediência para silenciar a voz
daqueles que os estão chamando à desobediência, e provocar o fiel a tornar-se
desleal, como Caim tentou provocar Abel. Um espírito demoníaco toma posse dos
homens. ...inteligência demoníaca. ...Destruirá o homem formado à divina
semelhança, porque... [o homem não pode controlar a consciência do seu irmão a
fazê-lo desleal à santa lei de Deus., porque ele próprio é injusto como Caim...

O mundo é representado nas igrejas apóstatas que estão menosprezando a Palavra


de Deus, transgredindo Sua santa lei. Não sabem eles de que espírito são, nem o
fim do escuro túnel pelo qual estão atravessando. Estão avançando, enganados,
iludidos, cegos, para a segunda morte. A vasta maré do desejo e da paixão humana
está conduzindo a coisas com que não sonharam, quando descartaram a lei de
Jeová pelas invenções do homem. ...

Mas Aquele que veio ao nosso mundo buscar e salvar o que se havia perdido
ofereceu Sua própria vida para que os homens pudessem ter um segundo tempo de
graça. Ele tem piedade, compaixão, e amor que não tem paralelo; e fez toda a
provisão em benefício dos homens para que ninguém pereça. O divino Filho de
Deus veio ao mundo, como sua Luz e Vida para abranger o mundo inteiro e atrair e
unir a Si mesmo todo ser humano que esteja sob a disciplina e controle de Satanás.
Ele os convida: "Vinde a Mim, todos os que estais cansados e sobrecarregados, e
Eu os aliviarei. Tomai sobre vós o Meu jugo e aprendei de Mim, porque sou manso
e humilde de coração; e achareis descanso para a vossa alma" (Mt 11:28,29).
Assim Ele une consigo por uma nova inspiração de graça todos quantos vão a Ele.
Aplica-lhes Seu selo, Seu sinal de obediência e lealdade a Seu santo sábado. - Ellen
G. White, Olhando Para o Alto [MM 1983], p. 279.

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o.html