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TERESINA-PI /MARÇO /2011
I DU Ã

A palavra Administração vem do latim 3  Œdireção, tendência para)


eŒsubordinação ou obediência)e designa o desempenho de tarefas de
direçãodos assuntos de um grupo .

Administração é o ato ou processo de gerir, reger ou governar negócios


públicos ou particulares ou ainda é o ato de fazer as coisas por meio das pessoas de
maneira eficiente e eficaz.A tarefa da Administraçãoé a de interpretar os
objetivospropostos pela organização e transformá los em ação organizacional
pormeio do planejamento, organização, direção e controle de todos os
esforçosrealizados em todas as áreas e em todos os níveis da organização, a fim de
alcançartais objetivos da maneira mais adequada à situ ação.

A Administração constitui o resultado histórico e integrado da contribuição


cumulativa de numerosos precursores, filósofos, físicos, economistas,estadistas e
empresários.

HIS Ó IA DA AD I IS A Ã :

A história da Administração iniciou se num tempo muito remoto,


maisprecisamente no ano 5. a .C, na Suméria, quando os antigos
sumerianosprocuravam melhorar a maneira de resolver seus problemas práticos,
exercitandoassim a arte de administrar.

Depois no Egito, Ptolomeu dimensionou um sistema econômico planejado


quenão poderia ter se operacionalizado sem uma administração pública sistemática
eorganizada.

Em seguida, na China de 5 a.C, a necessidade de adotar um


sistemaorganizado de governo para o império, a Constituição de Chow, com seus
oitoregulamentos e as egras de Administração Pública de Confúcio exemplificam
atentativa chinesa de definir regras e princípios de administração.

a evolução histórica da administração, existiram várias influências que


merecem atenção especial são elas:

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A Administração recebeu influência da Filosofia desde os tempos da


Antiguidade.

â filósofo grego Ê Œ  a.C. 399 a.C.) expõe seu ponto de vista
sobre a Administração como uma habilidade pessoal separada do conhecimento
técnico e da experiências.
â   Œ 9 a.C. 3  a.C.), filósofo grego, analisou os problemas políticos
e sociais decorrentes do desenvolvimento social e cultural do povo grego. Em sua
obra, A epública, expõe a forma democrática de governo e de administração dos
negócios públicos.
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   Œ38 a.C. 3 a.C.),no livro Política, sobre a organização do
Estado, distingue as três formas de administração pública:monarquia ou governo de
um só Œque pode redundar em tirania), aristocracia ou governo de uma elite Œque
pode descambar em oligarquia) e democracia ou governo do povo Œque pode
degenerar em anarquia).
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  Œ5666) fundador da Lógica oderna baseada no
método experimental e indutivo mostra a preocupação prática de se separar
experimentalmente o que é essencial do que é acidental ou acessório. Bacon
antecipouse ao princípio conhecido em Administraçãocomo princípio d a prevalência
do principal sobre o acessório.
â p  Œ59665)o fundador da Filosofia oderna, criou as
coordenadas cartesianas e deuimpulso a atemática e à Geometria da época. a
Filosofia, celebrizouse pelolivro Discurso do étodo, no qual descreve seu
método filosófico denominadométodo cartesiano, cujos princípios são:

. Princípio da Dúvida Sistemática ou da Evidência: Consiste em não aceitarcomo


verdadeira coisa alguma enquanto não se souber com evidência clara e
distintamente  aquilo que é realmente verdadeiro. Com essa dúvidasistemática
evitase a prevenção e a precipitação, aceitandose apenascomo certo o que seja
evidentemente certo.

. Princípio da Analise ou de Decomposição: Consiste em dividir e decomporcada


dificuldade ou problema em tantas partes quantas sejam possíveis enecessárias a
sua adequação e solução e resolvê las cada uma, separadamente.

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3. Princípio da Síntese ou da Composição: Consiste em conduzir
ordenadamentenossos pensamentos e nosso raciocínio, começando pelos
objetivose assuntos mais fáceis e simples de se conhecer, para passarmos
gradualmenteaos mais difíceis.

. Princípio da Enumeração ou da Verificação: Consiste em fazer recontagens,


verificações e revisões tão gerais que se fique seguro de nada haver omitidoou
deixado à parte.

Vários princípios da Administração, como os da divisão do trabalho,


daordem e do controle, estão contidos nos princípios cartesianos.

â Y   Œ58869) defende o governoabsoluto em função de


sua visão pessimista da humanidade. a a usência dogoverno, os indivíduos tendem
a viver em guerra permanente e conflitointerminável para obtenção de meios de
subsistência. o livro Leviatã, assinalaque o povo renuncia a seus direitos naturais
em favor de um governo que, investido do poder a ele conferido, impõe a ordem,
organiza a vida social e garantea paz. Estado representa um pacto social que ao
crescer alcança as dimensõesde um dinossauro, ameaçando a liberdade de todos.
â O O p Œ8) desenvolve a teoria do Contrato
Social:o Estado surge de um acordo de vontades. Contrato social é um acordo
entreos membros de uma sociedade pelo qual reconhecem a autoridade igual
sobretodos de um regime político, governante ou de um conjunto de regras.
ousseau assevera que o homem é por natureza boa e afável e a vida em
sociedadeo deturpa.
â ±  Œ88883) e Friedrich Engels Œ8895) propõem uma
teoriada origem econômica do Estado. poder político e do Estado nada mais é
doque o fruto da dominação econômica do homem pelo homem. Estado vema ser
uma ordem coativa imposta por uma classe social exploradora. o
anifestoComunista, afirmam que a história da humanidade é uma história daluta de
classes. Homens livres e escravos, patrícios e plebeus, nobres e servos,mestres e
artesãos, em uma palavra, exploradores e explorados, sempre mantiveramuma luta,
oculta ou manifesta. arx afirma que os fenômenos históricossão o produto das
relações econômicas entre os homens.

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A Igreja Católica omana pode ser considerada a organização formal
maiseficiente da civilização ocidental.

Através dos séculos vem mostrando e provando a força de atração de


seusobjetivos, a eficácia de suas técnicas organizacionais e administrativas,
espalhandose por todo mundo e exercendo influência, inclusive sobre
oscomportamentos das pessoas, seus fiéis.

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A organização militar influenciou o aparecimento das teorias da


Administração.

As rganizações ilitares evoluíram das displicentes ordens dos


cavaleirosmedievais e dos exércitos mercenários dos séculos XVII e XVIII até os
temposmodernos com uma hierarquia de poder rígida e adoção de princípios e
práticasadministrativas comuns a todas empresas da atualidade

fenômeno que provocou o aparecimento da empresa e da moderna


administração ocorreu no final do século XVIII e se estendeu ao longo do século
XIX, chegando ao limiar do século XX. Esse fenômeno, que trouxe rápidas e
profundas mudanças econômicas, sociais e políticas, ch amouse evolução
Industrial.

A evolução Industrial teve início na Inglaterra, com a invenção da máquina


avapor, por James Watt, em 6. A aplicação da máquina a vapor no processo
deprodução provocou um enorme surto de industrialização, que se
estendeurapidamente a toda a Europa e Estados Unidos.A evolução Industrial
desenvolveuse em duas fases distintas:

ö  Fase Primeira evolução Industrial Œ8 a 86):

É a revolução do carvão, como principal fonte de energia, e doferro, como


principal matériaprima, passou por quatro fases:

 fase: ecanização da indústria e da agricultura:em fins do século XVIII,


com amáquina de fiarŒinventada pelo inglês em 6), do tear
hidráulicoŒinventado por m
 em 69), do tear mecânicoŒcriado por

 em 85) e do descaroçador de algodão Œcriado por 
  em 9),que
substituíramo trabalho do homem e a força motriz muscular do homem, do animalou
X
da roda de água. Eram máquinas grandes e pesadíssimas com incrível
superioridadesobre os process os manuais de produção da época.
descaroçadorde algodão trabalhava mil libras de algodão, enquanto, no mesmo
tempo,um escravo conseguia trabalhar apenas cinco libras.

 fase: A aplicação da força motriz à indústria aforça elástica do vapor


descobertapor 

no século XVII ficou sem aplicação até 6,
quandoinventou a máquina a vaporr Com a aplicação do vapor às máquinas,
iniciamse grandes transformações nas oficinas Œque se converteram em
fábricas),nos transportes, nas comunicações e na agricultura.

3fase: desenvolvimento do sistema fabril:o artesãoe sua pequena oficina


patronaldesapareceram para ceder lugar ao operário e às fábricas e usinas
baseadasna divisão do trabalho. Surgem novas indústrias em detrimento da
atividaderural. A migração de massas humanas das áreas agrícolas para as
proximidadesdas fábricas provoca a urbanização.

 fase: Um espetacular aceleramento dos transportes e das comunicações : 


navegação a vapor surgiu com p i  Œ8) e logo depois as rodas
propulsorasforam substituídas por hélices. A locomotiva a vapor foi aperfeiçoada por
Stephenson,surgindo a primeira estrada deferro na Inglaterra Œ85) e logo
depoisnos Estados Unidos Œ89) e no Japão Œ83). Esse novo meio de
transportepropagouse vertiginosamente. utros meios de comunicação
apareceramcom rapidez surpreendente: orse inventa o telégrafo elétrico Œ835),
surge oselo postal na Inglaterra Œ8 ), Graham Bell inventa o telefone Œ86). Já
seesboçarnos primeiros sintomas do enorme desenvolvi mento econômico, social,
tecnológico e industrial e as profundas transformações e mudanças que
ocorreriamcom uma velocidade maior.

ö   Fase Segunda evolução IndustrialŒ86 a 9 ):


É a revolução da eletricidade e derivados do petróleo, como as novas fontes
de energia, e do aço, como a nova matéria prima, ocorreu provocada por três fatos
importantes: o aparecimento doproce sso de fabricação do aço Œ856), o
aperfeiçoamento do dínamo Œ 83) e ainvenção do motor de combustão interna
Œ83) por 
 

As características desta fase são:


ƒ
R Substituição do ferro pelo aço como material básico.
R Substituição do vapor pela eletricidade e derivados do petróleo.
R Desenvolvimento da maquinaria automática e alto grau de especialização do
trabalho.
R ransformações radicais nos transportes e nas comunicações.
R Desenvolvimento de nova forma de organização  o capitalismo industrial dá lugar
ao capitalismo financeiro Œos sócios solidários que tomavam p arte ativa na direção
dos negócios cedem lugar a administradores profissionais  separação entre a
propriedade particular e a direção das empresas).
R Expansão da industrialização desde a Europa até o Extremo riente.

Ao final desse período, o mundo já não era mais o mesmo. E a


modernaadministração surgiu em resposta a duas consequências provocadas
pela evolução Industrial, a saber:

a) crescimento acelerado e desorganizado das empresas que passaram


aexigir uma administração científica capaz de substituir o e mpirismo e
aimprovisação;

b) necessidade de maior eficiência e produtividade das empresas, para


fazerface à intensa concorrência e competição no mercado.

DESE V LVI E

'
A partir do século XVII desenvolveu se uma variedade de teorias
econômicascentradas na explicação dos fenômenos empresariais
Œmicroeconômicos)e baseadas em dados empíricos, ou seja, na experiência
cotidiana e nas tradiçõesdo comércio da época.

Ao término do século XVIII, os economistas clássicosliberais conseguem


aceitação de suas teorias. Essa reação para o liberalismoculmina com a ocorrência
da evolução Francesa. As idéias liberais decorremdo direito natural: a ordem
natural é a ordem mais perfeita. s bens naturais, sociais e econômicos são os bens
que possuem caráter eterno. s direitoseconômicos humanos são inalienáveis e
existe uma harmonia preestabelecidaem toda a coletividade de indivíduos. Segundo
o liberalismo, a vida econômicadeve afastar se da influência estatal, pois o trabalho
segue os princípios econômicos e a mão deobra está sujeita às mesmas leis da
economia que regem omercado de matériasprimas ou comércio internacional. s
operários, contudo, estão à mercê dos patrões, que são os donos dos meios de
produção. A livreconcorrência é o postulado principal do liberalis mo econômico.

As idéias básicas dos economistas clássicos liberais constituem os germes


iniciais do pensamento administrativo de nossos dias. Adam SmithŒ39) é o
fundador da economia clássica, cuja idéia central é a competição. Embora os
indivíduos hajam apenas em proveito próprio, os mercados emque vigora a
competição funcionam espontaneamente, de modo a garantirŒpor algum mecanismo
abstrato que Smith chamava de a mão invisível que governa o mercado) a alocação
mais eficiente dos recursos e da produção, sem que haja excesso de lucros. Por
essa razão, o papel econômico do governoŒalém do básico, que é garantir a lei e a
ordem) é a intervenção na economiaquando o mercado não existe ou quando deixa
de funcionar em condiçõessatisfatórias, ou seja, quando não ocorre competição
livre; Smith já visualizavao princípio da especialização dos operários . princípioda
especialização e o princípio da divisão do trabalho aparecem em referênciasem seu
livro A iqueza das ações publicada em 6. Para AdamSmith, a origem da
riqueza das nações reside na divisão do trabalho e na especializaçãodas tarefas,
preconizando o estudo dos tempos e movimentos que, maistarde, ia sera base
fundamental daAdministração Científica. Adam Smith reforçou a importância do
planejamentoe da organização dentro das funções da Administração.

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? liberalismo econômico corresponde ao período de desenvolvimento
daeconomia capitalista baseada no individualismo e no jogo das leis
econômicasnaturais e na livre concorrência. A livre concorrência, por s eu turno,
criouáreas de conflitos sociais intensos. A acumulação crescente de capitais
gerouprofundos desequil íbrios pela dificuldade de assegurar imobilizações
comrenda compatível para o funcionamento do sistema. A partir da segunda
metadedo século XIX,o liberalismo econômico começou a perder sua influência,
enfraquecendo na medida em que o capitalismo se agigantou com o despontar dos
DuPont, ockefeller, organ, Krupp etc. ? novo capitalismo se inicia coma
produção em larga escala de grandes concentrações de maquinaria e demãode
obra, criando situações problemáticas de organização de trabalho, de concorrência
econômica, de padrão de vida etc.

Karl arx Œ88883) e Friedrich EngelŒ8 895), criadores do socialismo


científico e do materialismo histórico, publicam o anifesto Comunista, no qual
analisam os diversos regimes econômicos e sociais e a sociedadecapitalista,
concluindo que a luta de classes é o motor da história: o capitalismoé um modo de
produção transitório e sujeito a crises econômicas ac íclicas devidoa suas
contradições internas e constitui uma etapa do desenvolvimento dasociedade em
direção ao modo de produção socialista e ao comunismo. ?Estado é um órgão a
serviço da classe dominante, cabendo a classe operárialutar por sua conquista e
implementar a ditadura do proletariado. Em 86, arx publica ? Capital e mais
adiante suas teorias a respeito da mais valiacom base na teoria do valor trabalho.

Assim como Adam Smith e David icardo, arx considera que o valor de toda
a mercadoria é determinado pelaquantidade de trabalho socialmente necessário
para produzila. Como a forçade trabalho é uma mercadoria cujo valor é
determinado pelos meios devida necessários à subsistência do trabalhador Œcomo
alimentos, roupas, moradia, transporte etc.), se ele trabalhar além de um
determinado número dehoras, estará produzindo não apenas o valor correspondente
ao de sua forçade trabalho Œque lhe é pago na forma de salário pelo capitalista), mas
tambémum valor a mais, isto é, um valor excedente sem contrapartida,
denominadomaisvalia. É dessa fonte Œo trabalho não pago) que são tirados os
possíveis lucrosdos capitalistas Œsejam eles industriais, comerciantes, agricultores,
banqueirosetc.), além da terra, dos juros etc. Assim, enquanto a taxa de lucro que é
>
a relação entre a maisvalia e o capital total Œconstante + variável) necessáriopara
produzila  define a rentabilidade do capital, a taxa de mais valiaque é a relação
entre a maisvalia e o capital variável Œsalários)  define o graude exploração sobre o
trabalhador. antendose inalterados os salários Œreais),a taxa de maisvalia tende a
elevarse quando a jornada e/ ou a intensidade do trabalho aumenta. A influência de
arx foi enorme, tanto por sua obra, como por sua intensa militância política.

? socialismo e o sindicalismo obrigam o capitalismo do início do século XXa


enveredar pelo caminho do aperfeiçoamento de todos os fatores de produção
envolvidos e sua adequada remuneração. Quanto maior a pressão exercidapelas
exigências proletárias, menos graves se tornam as injustiças e maisacelerado se
configura o processo de desenvolvimento da tecnologia. Dentrodessa situação,
surgem os primeiros esforços nas empresas capitalistas para aimplantação de
métodos e processos de racionalização do trabalho, cujo estudome tódico e
exposição teórica coincidiram com o início do século XXr

  , 

|o despontar do século XX, dois engenheiros desenvolveram os primeiros


trabalhos pioneiros a respeito da Administração. Do ponto de vista didático,
costumase dividir a Escola Clássica ou eoria Clássica daAdministração em dois
grupos: o primeiro grupo encabeçado por F. aylor chamado
³AdministraçãoCientífica´; e o segundo liderado por H. Fayol, denominado ³ eoria
Clássica da Administração´.

Assim, a abordagem clássica da Administração cobre duas áreas distintas: a


operacional, de aylor, com ênfase nas tarefas; e a administrativa, de Fayol, com
ênfase na estrutura organizacional .

ESC?LA DE AD I|IS A Ã? CIE| FICA Œ aylor)

A abordagem típica dessa Escola é a ênfase nas tarefas e seu nome deriva
da aplicação de métodos científicos Œobservação, experiência, registro, análise) aos


problemas da administração, com vistas a alcançar maior eficiência industrial,
produzir mais, a custos mais baixos.

? objetivo inicial de aylor estava voltado para eliminar os desperdícios nas


indústrias americanas, comprovadamente um dos elementos importantes na
formação dos preços dos produtos. Dessa forma, visavase alcançar maior
produtividade e, com menores custos e melhores margens de lucro, enfrentar a
crescente concorrência em todos os mercados.

Para aylor, a organização e a administração das empresas devem ser


estudadas e tratadas cientificamente e não empiricamente. A improvisação deve
ceder lugar ao planejamento e o empirismo à ciência. Assim, a obra de aylor se
reveste de especial importância pela aplicação de uma metodologia sistemática na
análise e na solução dos problemas da organização, no sentido de baixo para cima.

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R Eliminar os desperdícios sofridos pela indústria e aumentar os níveis de
produtividade por meio da aplicação de métodos e técnicas da engenharia industrial.
R Aumentar eficiência pela racionalização do trabalho Œ A EFA).
R Aplicar os métodos da ciência  observação e mensuração  aos problemas
daadministração.
aylor foi o primeiro a fazer uma análise completa do trabalho na fábrica,
inclusive dostempos e movimentos, estabelecendo padrões de execução. Ele treinou
os operários, especializouosde acordo com as fases do trabalho, inclusive o
pessoal de supervisão e direção; instalou salas deplanejamento e organizou cada
unidade, dentro do conjunto.

?s quatro princípios fundamentais da administração Científica são:

. Princípio do planejamento  consiste em substituir o critério individual do


operário, a improvisação e oempirismo por métodos planejados e testados.

.Princípio da Preparação dos rabalhadores  consiste em selecionar


cientificamente os trabalhadores deacordo com suas aptidões, prepará los e treiná
los para produzirem mais e melhor, de acordo com o métodoplanejado, e em
preparar máquinas e equipamentos em um arranjo físico e disposição racional.
Pressupunhao estudo das tarefas ou dos tempos e movimentos e a Lei da fadiga.


3.Princípio de Controle consiste em controlar o trabalho para se certificar de
que o mesmo está sendoexecutado de acordo com o método estabelecido e
segundo o plano de produção.

.Princípio da Execução consiste em distribuir distintamente as atribuições


e as responsabilidades para quea execução do trabalho sej a o mais disciplinado
possível.

Ainda segundo aylor, a indústria padecia de três males:

a)Vadiagem  operários reduziam a produção para manter seus salários , pelos


seguintes motivos: pensamento de que o maior rendimento do homem e da máquina
traria o desemprego Œadministração força o operário a ociosidade, a fim de proteger
seus interesses e métodos ineficientes onde o operário desperdiça boa parte do
seutempo.

b)Desconhecimento, pela gerência, do trabalho e do tempo necessário a


suaexecução Œa implantação da Adm. Científica deveria ser gradual e ter umtempo
de maturação para evitar mudanças bruscas quedescontentassem os operários e
prejudicassem os patrões.

c) Falta de uniformidade nos métodos e técnicas .

aylor teve vários seguidores, entretanto merece destaque Henry Ford. Henry
Fordfoi o idealizador da produção através de linhas de montagem, que permitiu
enormeexpansão na escala da produção industrial. ?s princípios básicos por ele
defendidos para alcançarmaior eficiência e produtividade for am:

 Intensificação: diminuir o tempo da fabricação e da comercialização


 Economicidade: manter estoques reduzidos de matérias primas
 Produtividade: aumentar a capacidade de produção dos trabalhadores, através
daespecialização e do trabalho conjugado.
 
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A) ecanicismo  arranjo rígido e estático de peças :

w As organizações humanas vistas como tarefas, cargos e funções; deuse


poucaatenção às pessoas. Essa visão mecanicista e lógica representou o máximo
de desumanização dotrabalho.


B)Superespecialização  facilitou seleção e treinamento, mas tornou supérflua
aqualificação.

w Pesquisas posteriores demonstraram que um aumento na especialização


nãoredunda necessariamente em aumento de eficiência.

C)Visão icroscópica do Homem

w A padronização privilegia trabalho desqualificado Œprincipal virtude é aobediência)


w Ignora que o trabalhador é um ser humano e social
w Individualiza cada operário, sem levar em conta a importância do grupo
w ? homem trabalha como um apêndice d as máquinas
w |ão leva em conta a fadiga nervosa

D)Ausência de Comprovação Científica

E)Abordagem Incompleta da ?rganização : Limitouse aos problemas de fábrica e


restringiuse aos aspectos formais da organização

F)Limitação do Campo de Aplicação: ? desenho de cargos retrata o 


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 e a estabilidade e previsibilidade das operações e anão ocorrência de
mudanças é essencial para que o pensar seja separado do fazer

*Homo Economicus Π  &


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? homem é um ser eminentemente racional e ao tomar uma decisão sabe
aondevai chegar. Ele é profundamente influenciado por recompensas salariais,
econômicas e materiais,trabalha não porque goste, mas como meio de ganhar a
vida, é motivado a trabalhar por medo da fome e pela necessidade dedinheiro pa ra
sobreviver,relaciona o pagamento do trabalhador com sua produção.
E?IA CLÁSSICA DA AD I|IS A Ã? ŒFAY?L):
A eoria Clássica da Administração partiu de uma abordagem sintética, global
e universal daempresa, com uma visão anatômica e estrutural, enquanto na
Administração Científica a abordagemera fundamentalmente operacional
Œhomem/máquina).
A eoria Clássica da Administração foi idealizada por Henri Fayol.
Caracterizase pela ênfase na estrutura organizacional, pela visão do homem
econômico epela busca da máxima eficiência. Sofreu críticas como a manipulação


dos trabalhadores através dos incentivosmateriais e salariais e a excessiva unidade
de comando e responsabilidade
A obra de Fayol está exposta em seu famoso livro ³Administração Industrial e
Geral´Œ96) e, basicamente, está contida na proposição de que toda empresa pode
ser dividida em seisgrupos de funções, a saber:
. Funções técnicas, relacionadas com a produção de bens e serviços da empresa.

. Funções comerciais, relacionadas com a compra e venda.

3. Funções financeiras, relacionadas com a procura e gerência de capitais.

. Funções de segurança, relacionadas com a proteção e preservação dos bens e


das pessoas.

5. Funções contábeis, relacionadas com os inventários, registros, balanços e


estatísticas.

6. Funções administrativas, relacionadas com a integração de cúpula das outras


cinco funções. As funções administrativas coordenam e sincronizam as demais
funções da empresa, pairandosempre acima delas.

Segundo Fayol, estas funções administrativas seriam:

â Prever  Estabelece os objetivos da empresa, especificando a forma como


eles serão alcançados. Parte de uma sondagem do futuro, desenvolvendo um plano
de ações para atingir as metas traçadas. É a primeira das funções, já que servirá de
base diretora à operacionalização das outras funções; ouseja, ter visão de futuro,
prever acontecimentos futuros que pudessem interferir nos interesses
desorganização;
â ?rganizar  É a forma de coordenar todos os recursos da empresa, sejam
humanos, financeiros oumateriais, alocandoos da melhor forma segundo o
planejamento estabelecido; ou seja, por emordem;
â Comandar  Faz com que os subordinados executem o que deve ser feito;
pressupõe que as relaçõeshierárquicas estejam claramente definidas, ou seja, que a
forma como administradores esubordinados se influenciam esteja explícita, assim
como o grau de participação e colaboração de cada um para a realização dos
objetivos definidos; fazer com que as coisas sejam executadas de acordo com o que
foi decidido;


â Coordenar  A implantação de qualquer planejamento seria inviável sem
a coordenação das atitudes e esforços de toda a empresa, almejando as metas
traçadas.
â Controlar  Controlar é estabelecer padrões e medidas de desempenho
que permitam assegurar que as atitudes empregadas sejam as mais compatíveis
com o que a empresa espera. ? controle das atividades desenvolvidas permite
maximizar a probabilidade de que tudo ocorra conforme as regras estabelecidas e
ditadas.
Segundo Fayol, a Administração não se refere apenas ao topo da
organização: existe umaproporcionalidade da função administrativa, que não é
privativa da alta cúpula, mas, ao contrário, sedistribui por todos os níveis
hierárquicos. Segundo ele, tudo em Administração é questão de medida, de
ponderação e de bom senso. ?s p rincípios que regulam a empresa devem ser
flexíveis emaleáveis, e não rígidos.
?s princípios fundamentais de Fayol são:

.Divisão de trabalho;

. Autoridade e responsabilidade;

3. Disciplina; principalmente bom comportamento e respeito aos acordos


estabelecidos.

. Unidade de comando; receber ordens de apenas um superior;

5. Unidade de direção; esforços a um único objetivo, por único plano, com único
responsável.

6. Subordinação dos interesses individuais ao interesse geral;

. emuneração justa ao pessoal; just a e garantida satisfação p/empregados.

8. Centralização; concentração de autoridade no topo da organização.

9. Cadeia escolar ou linha de autoridade; comunicação segue linha de autoridade do


topo parabase, e na horizontal para melhor informação aos superio res.

. ?rdem; Um lugar adequado para cada coisa e cada coisa em seu lugar.

. Equidade; amabilidade e justiça para o alcance da lealdade do pessoal.

. Estabilidade do pessoal; quanto mais tempo no cargo, melhor para a empresa.
X
3. Iniciativa; encorajar as pessoas a terem iniciativa dentro dos limites impostos.

 . Espírito de equipe; harmonia e união entre os empregados.

A eoria Clássica de Fayol concebe a organização em termos de estrutura,


forma e disposição daspartes que a constituem. Assim, a estrutura e a forma de
organização marcam a essência da eoriaClássica .

 
 ) Y
  )


*?bsessão pelo Comando  endo como ética a visão da empresa a partir da


gerência administrativa, Fayol focou seus estudos na unidade do comando,
autoridade e na responsabilidade. Em funçãodisso, ser visto como obcecado pelo
comando;

*A Empresa como Sistema Fechado  A partir do momento em que o


planejamento é definido comosendo a pedra angular da gestão empresarial, sendo
difícil imaginar que a organização seja v istacomo uma parte isolada do ambiente;

* anipulação dos rabalhadores  Bem como a Administração Científica, fora


tachada detendenciosa, desenvolvendo princípios que buscavam explorar os
trabalhadores.

 ?  ? ,

A teoria neoclássica da administração é o nome dado a um conjunto de


teoriasque surgiram na década de 5 e que propõem uma retomada das
abordagensclássica e científica da administração.

A teoria tem como principal referênciaPeter Drucker, mas também inclui um


grupo amplo de auto res como Willian|ewman, Ernest Dale, alph Davis, Louis Allen
e George erry. Esta nomenclatura é utilizada apenas no Brasil .

Dentre os principais conceitos abordados por essa teoria, destacam se:

nfase na prática da administração;

eafirmação relativa das proposições clássicas;

nfase nos princípios gerais de gestão;

nfase nos objetivos e resultados.


Fora do Brasil, podese associar essa escola de pensamento à abordagem
teórica propostapor Drucker, que é considerada uma ruptura com a abordagem
vigente. Asteorias depois de Drucker são chamadas de "modernas" por ser
elereconhecido como "pai da administração moderna" Œ"modern management"em
inglês)

Esta eoria considera a administração uma técnica social básica e enfatiza as


funções do administradorŒplane jamento, organização, direção e controle).

?     

Escola de elações Humanas ou eoria de elações Humanas possuía foco


no comportamento humano;ou seja, volta se para a importância do indivíduo e em
como a organização é parte dele e viceversa.

A eoria das elações Humanas nasceu da necessidade de corrigir a


tendência à desumanização do trabalho com a aplicação de métodos científicos e
precisos.

*?rigens da eoria das elações Humanas:

A eoriadas elações Humanas originou se nos seguintes fatos:

 A necessidade de se humanizar e democratizar a Administração, libertando a


dos conceitos rígidos e mecanicistas da eoria Clássica. |esse sentido, a eoria
das elações Humanas se revelou um movimento tipicamente americano, voltado
para a democratização dos conceitos administrativos.

  ? desenvolvimento das ciências humanas, principalmente a Psicologia, o que


veio a demonstrar a inadequação dos princípios da eoria Clássica.

3  As idéias da filosofia pragmática de John Dewey e da Psicologia dinâmica de


Kurt Lewin foram fundamentais para o humanismo na Administração. Elton ayo é o
fundador da escola. Dewey e Lewin contribuíram para a sua concepção.

 ? que pôs em xeque os principais postulados da eoria Clássica da


Administração foi às conclusões da Experiência de Hawthorne.

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Foi uma experiência realizada por ayo e seus colaboradoresem
9realizadana Western Eletric Company, localizada no bairro de Hawthorne, em
Chicago nos EUA.Esta experiência pretendeu, no início, identificar se osfatores
físicos do ambiente poderiam exercer influência sobre a produtividade do
trabalhador. Para isso,optaram pela luz como um fator físico ambiental.

A experiência foi dividida em três fases :

  Dois grupos realizaram o mesmo trabalho em condições idênticas. Um


grupo trabalhou com intensidadede luz variável, enquanto o outro trabalhava com luz
constante. |ão foram encontradas variaçõessignificativas entre os dois grupos.
Contudo, uma variável nova surgiu: fator psicológico.

  Foi criado um grupo de observação separado do restante da fábrica,


reproduzindo as mesmas condições eequipamentos de trabalho. A produção o foi o
índice de comparação entre os grupos Œde estudo e os demais).

A produção aumentou no grupo de estudo. As c onclusões foram de que: as


moças gostavam de trabalhar nasala de provas; havia um ambiente amistoso; não
havia temor ao supervisor; as moças faziam amizades entresi; e, o grupo
desenvolveu objetivos comuns.

3  ?s pesquisadores passam a estudar as relaçõe s humanas. |o grupo de


controle as moçasconsideravam humilhante a atitude da supervisão Œvigilante e
constrangedora).

Em 98, teve início o Programa de Entrevistas com o objetivo de conhecer a


atitude e os sentimentos dosempregados, além de ouvir suas opi niões e sugestões.

Conclusões da Experiência:

. ? nível de produção é resultante da integração social;

. Comportamento social dos empregados;

3. ecompensas e sanções sociais;

. Grupos informais;

5. elações humanas;

6. Importância do conteúdo do cargo;

l
. nfase nos aspectos emocionais.

Com a evolução dos estudos das relações humanas, a nova visão sobre o
indivíduo resulta na concepção do³homem social´, isto é, na idéia de que o homem é
um ser social, que vive em grupos, que necessita doconvívio social e das relações
com outros indivíduos.

 
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 # p $+  

As principais críticas a essa escola é de que:

â Ela apresenta uma visão inadequada dos problemas de relações industriais ±


emalguns aspectos a experiência de Hawthorne foi insegura e artificial e
mesmotendenciosa; alguns estudiosos acreditam que a origem esteja no fato de ser
a teoriadas relações humanas em produto da ética e do princípio democrático então
existentenos Estados Unidos;
â ?posição cerrada à teoria clássica  udo aquilo que esta preconizava, a teoria
dasrelações humanas negava;
â Limitação no campo experimental e parcialidade nas conclusões levaram
gradualmentea teoria a certo descrédito;
â A concepção ingênua e romântica do operário  as pessoas que
seguiramdemonstraram que nem sempre isto ocorreu;
â A ênfase exagerada nos grupos informais colaborou rapidamente para que
estateoria fosse repensada;
â ? seu enfoque manipulativo e certamente demagogo não deixou de ser
descoberto eidentificado pelos operários e seus sindicat os;

? ? ?  ?

eoria da Burocracia desenvolveu se dentro da administração ao redor dos ,


principalmente em função dos seguintes aspectos:

  A fragilidade e parcialidade tanto da eoria Clássica como da eoria


daselações Humanas, que não possibilitam uma abordagem global, integrada
eenvolvente dos problemas organizacionais;

 ± A necessidade de um modelo de organização racional capaz de


caracterizartodas as variáveis envolvidas, bem como, o comportamento dos

>
membros delaparticipantes, é aplicável não somente à fábrica, mas a todas as
formas deorganização humana e principalmente às empresas;

3  ? crescente tamanho e complexidade das empresas passam a exigir


modelos organizacionais bem mais definidos;

± ? ressurgimento da Sociologia da Burocracia, a partir da descoberta


dostrabalhos de ax Weber, o seu criador.

Segundo essa teoria, um homem pode ser pago para agir e se comportar de
certa maneira preestabelecida, a qual lhe deve ser explicada, muito minuciosamente
e, em hipótese alguma, permitindo que suas emoções interfiram no seu
desempenho. A Sociologia da Burocracia propôs um modelo de organização e os
administradores não tardaram em tentar aplicá los na prática em suas empresas. A
partir daí, surge a eoria da Burocracia na Adminis tração.

?    

A eoria Estruturalista surgiu por volta da década de 5, como


umdesdobramento dos autores voltados para a eoria da Burocracia que
tentaramconciliar as teses propostas pela eoria Clássica e pela eoria das
elaçõesHumanas.

A eoria Estruturalista inaugura os estudos acerca dos ambientes dentro


doconceito de que a organização é um sistema aberto e em constante interaçãocom
o seu meio ambiente. Até agora, a teoria administrativa havia se confinadoaos
estudos dos aspectos internos da organização dentro de uma concepçãode sistema
fechado.

Quando se inclui o ambiente na estrutura sistêmica, deve se observar o


papelna sobrevivência do sistema, do principal agent e: o gestor. Em um sistema
fechado, no qual o ambiente pode ser um comp onenteŒambiente interno), o gestor
pode causar constantes reorganizações dosistema, perpetuando desperdícios. |o
sistema aberto, com o ambiente comoo entorno do sistema Œambiente externo), a
ação do gestor pode simplesmentedestruir o sistema .

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  # Y
 "


As origens da eoria Estruturalista na Administração foram as seguintes:

×
G A oposição surgida entre a eoria radicional e a eoria das elações
Humanas ± incompatíveis entre si  tornou necessária uma posição mais ampla e
compreensiva que integrasse os aspectos considerados por uma e omitidos pela
outra e viceversa. A eoria Estruturalista pretende ser uma síntese delas.
G A necessidade de visualizar "a organização como uma unidade social
complexa na qual interagem grupos sociais" que comp artilham alguns dos objetivos
da organização Œcomo a viabilidade econômica da organização), mas podem se opor
a outros Œcomo a maneira de distribuir os lucros). Seu maior diálogo foi com a eoria
das elações Humanas.
G A influência do estruturalismo nas ciê ncias sociais e sua repercussão no
estudo das organizações. ? estruturalismo influenciou a Filosofia, a Psicologia Œcom
a Gestalt), a Antropologia Œcom Claude Lévi Strauss), a atemática Œcom |.
Bourbaki), a Linguística, chegando até a teoria das organizaç ões com hompson,
Etzioni e Blau. |a teoria administrativa, o estruturalismo se concentra nas
organizações sociais.
G |ovo conceito de estrutura.

A eoria Estruturalista focaliza o"homem organizacional", a pessoa que


desempenha diferentes papéis emvárias organizações. |a sociedade de
organizações, moderna eindustrializada, avulta a figura do homem organizacional
que participa de váriasorganizações. ? homem moderno, ou seja, o homem
organizacional, para serbem sucedido em todas as organizações, precisa ter as
seguintescaracterísticas de personalidade:
‡ Flexibilidade, em face das constantes mudanças que ocorrem na vidamoderna e da
diversidade de papéis desempenhados nas organizações.
‡ olerância às frustrações para evitar o desgaste emocional decorrente doconflito
entre necessidades organizacionais e necessidades individuais, cujamediação é
feita através de normas racionais, escritas e exaustivas.
‡ Capacidade de adiar as recompensas e poder de compensar o trabalhorotineiro na
organização em detrimento de preferências pessoais.
‡ Permanente desejo de realização para garantir cooperação e conformidadecom as
normas organizacionais para obter recompensas sociais e materiais.

×
As organizações sociais são consequências da necessidade que as
pessoastêm de relacionarse e juntarse com outras a fim de poder realizar
seusobjetivos.
Dentro da organização social, as pessoas ocupam certos papéis. Papel
significa um conjunto de comportamentos solicitados a uma pessoa; é aexpectativa
de desempenho por parte do grupo social e conseqüenteinternalização dos valores e
normas que o grupo, explícita ou implicitamente,prescreve para o indivíduo. ? papel
prescrito para o indivíduo é reforçado pelasua própria motivação em desempenhá lo
eficazmente. Cada pessoa pertencea vários grupo s e organizações, e desempenha
diversos papéis, ocupa muitasposições e suporta grande número de normas e
regras diferentes.
? ? ?  
ambém conhecida como Comportamentalista ou Behaviorismo Œdo inglês
 
, comportamento),trouxe uma nova concepção e um novo enfoque dentro
da teoria administrativa: a abordagem da ciência docomportamento
Π
 
   ), é um movimento de oposição às teorias Clássica e
deAdministração Científica, que, respectivamente, focaram a estrutura e a pro dução
Œo processo). É umaevolução da eoria das elações Humanas que se preocupa
com o indivíduo e como ele funciona como agee reage aos estímulos externos.
Principais eorias sobre otivação:
  eoria de Campo de Lewis ± As pessoas não agem por causa de um ou outro
fator, e sim por váriosfatores que agem em conjunto sobre elas.
  eoria Œou hierarquia, ou pirâmide) de |ecessidades de aslow ± segundo essa
teoria, as necessidadeshumanas estão organizadas em níveis e somente quando
um nível inferior está satisfeito é que o nívelimediatamente mais elevado surge no
comportamento da pessoa como motivador de suas ações.
As necessidades são:
Fisiológicas ± nível mais baixo da hierarquia tratase das necessidades de
fome, sede,...
De Segurança ± busca estabilidade e proteção contra ameaças externas. Ex:
dinheiro, emprego,...
Sociais ± fato de estar inserido num grupo, ser aceito. Ex: associação de
moradores, família,...

××
De Estima Œego) ± como o indivíduo se vê e se avalia, necessidade de
aprovação social, respeito, serreconhecido pelo que faz. Ex: elogio, promoção,...
De Auto realização ± as mais elevadas; relacionadas com a realização do
seu próprio potencial eautodesenvolvimento; realização de sonhos, realização de
algo edificante; ou seja, ser e não ter, ser felizindependentemente de ter ou não
dinheiro. Ex: ajudar os outros mesmo não tendo dinheiro, adre ereza de
Calcutá,...

3  eoria dos Dois Fatores de Herzberg

*Fatores Higiênicos Œou extrínsecos, insatisfacientes, de manutenção): são


aqueles cuja simples existêncianão geram motivação, mas desmotivam se ausentes.
Ex: salário, banheiro limpo,... etc.
*Fatores otivacionais Œou intrínsecos satisfacientes): complementam os
fatores higiênicos e geramsatisfação quando aten didos adequadamente. Ex:
relacionamento com a gerência, ter ciência do querepresenta seu cargo,... etc.
?  ?  
?
 ??   ?Πr?r
Surgiu em 96 como um complexo conjunto de idéias a respeito do homem,
da organização e do ambiente.
D.?. é toda mudança planejada dentro da organização. ? conceito tem suas
raízes justamente na idéia de queuma organização é um sistema social.
|a D.?. há quatro variáveis básicas que são o ambiente, a organização, o
grupo e o indivíduo e ainterdependência desses quatro elementos é que permitem o
alcance simultâneo dos objetivosorganizacionais e individuais:
a) eio ambiente, focalizando aspectos como a turbulência ambiental, a
explosão do conhecimento, datecnologia, das comunicações, e o impacto dessas
mudanças sobre as instituições e valores sociais.
b) ?rganização, abordando o impacto sofrido em decorrência da turbulência
ambiental e as característicasnecessárias de dinamismo e flexibilidade
organizacionais para sobreviver em um ambiente dinâmico emutável.
c) Grupos sociais, considerando aspectos de liderança, comunicação,
relações interpessoais, conflitos,...
d) ? indivíduo, ressaltando as motivações, atitudes, necessidades,...


×´
?  ? 
A eoria da contingência ou eoria contingencial enfatiza que não há nada
deabsoluto nas organizações ou na teoria administrativa. udo é relativo.
udodepende.
A abordagem contingencial explica que existe uma relação funcionalentre as
condições do ambiente e as técnicas administrativas apropriadas parao alcance
eficaz dos objetivos da organização. As variáveis ambientais são variáveis
independentes, enquanto as técnicas administrativas são variáveisdependentes
dentro de uma relação funcional. |a realidade, não existe umacausalidade direta
entre essas variáveis independentes e dependentes, pois oambiente não causa a
ocorrência de técnicas administrativas. Em vez de umarelação de causa e efeito
entre as variáveis do ambiente Œindependentes) e asvariáveis administrativas
Œdependentes), existe uma relação funcional entreelas. Essa relação funcional é do
tipo "seentão" e pode levar a um alcanceeficaz dos objetivos da organização.
A relação funcional entre as variáveis independentes e dependentes
nãoimplica que haja uma relação de causaeefeito, pois a administração é ativa
enão passivamente dependente na prática da administração contingencial.
?reconhecimento, diagnóstico e adaptação à situação são certamenteimportantes,
porém, eles não são suficientes. As relações funcionais entre ascondições
ambientais e as práticas administrativas devem ser constantementeidentificadas e
especificadas.
?     
A teoria de sistemas foi proposta em meados de 95 pelo biólogo Ludwig
vonBertalanffy .
A eoria Geral dos Sistemas Œ GS),introduzida na Administração, não busc a
solucionar problemas ou tentar soluções práticas, mas compreendero funcionamento
das organizações e sua complexidade.
?s fundamentos mais básicos listados são:

Existe uma tendência para a integração das ciências naturais e sociais;

Essa integração parece orientarse rumo a uma teoria dos sistemas;

A teoria dos sistemas constitui o modo mais abrangente de estudar os camposnão 


físicos do conhecimento científico, como as ciências sociais;

×
A teoria dos sistemas desenvolve princípios unificadores que
atravessamverticalmente os universos particulares das diversas ciências envolvidas,
visandoao objetivo da unidade da ciência;

A teoria dos sistemas conduz a uma integração na educação científica .

|a atualidade essa escola é aplicada como um instrumento para lidarcom a


as organizações complexas e as idéias comuns às várias disciplinas ou ciências.
A eoria dos Sistemas tornouse necessária e é aplicada nas empresas, na ciência
emgeral e nas disciplinas que vão da física, bio logia às ciências sociais e à filosofia.

Assim, a administração passou por várias mudanças e sempre foi objeto de


estudo, buscandosempre eficiência e eficácia por seus praticadores.

×X
?  ?

A palavra administração possui vários conceitos, entretanto são comuns em


varias as definições que administrar significa planejar, organizar,dirigir e controlar o
uso de recursos a fim de alcançarobjetivos.

A administração é praticada desde que existem os primeirosagrupamentos


humanos. Entretanto a administração têm sofrido modificações ao longo dos anos
,estas modificações por si só alteraram o chamado cenário mundial e têm
ganhado força a chamada administração empreendedora e também a administração
participativa.

Contudo a administraçãopassa sempre por constantes mudanças.

׃
    ? , 

"%&'"  #  #.""%' $r Disponível em:


<http://www.cfa.org.br/download/D65.pdf >.Acessado em:  de março de .

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<http://www.fortium.com.br/faculdadefortium.com.br/alexandre_assis/material/ GA 
EscolaClassicadeAdministracao.pdf> .Acessado em:  de março de .

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em:<http://www.cfap.cbmerj.rj.gov.br/documentos/cas/casadm.pdf>.Acessado em
:5 de março de .

*$'" % * %!$ % #  #.""%' $r Disponível


em:<http://www.etecdiadema.com/tecnico/apostila_adm_etec_diadema.pdf >.Acessa
do em : 5 de março de .

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