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Baderna em Yale: o que mais poderíamos esperar?

Traduzido de: Yahoos at Yale: what did you expect? - Chuck Colson (Logo abaixo)
Tradução: Vitor Grando
vitor.grnd@gmail.com
http://despertaibereanos.blogspot.com/

Assista antes a reportagem da ABC News: Yale Investigated for Hostile Sexual Environment

Já há algum tempo eu venho lhes dizendo que a cosmovisão cristã é a única cosmovisão que
nos fornece uma maneira racional de viver no mundo. É a única cosmovisão com a qual se é
possível viver.

Nos é absolutamente impossível viver com as implicações lógicas de cosmovisões tais como
o naturalismo secular, a nova era ou o freudismo.

E, graças ao noticiário diário, nunca é difícil arranjar material para provar isso. Um grupo de
estudantes, em sua maioria mulheres, está processando a Universidade de Yale por permitir a
presença de um “ambiente sexualmente hostil”no campus.

As mulheres, é claro, têm certa razão. Afinal, quando é permitido que alguns rapazes
desfilem pelo campus entoando “'Não' Quer Dizer 'Sim'” ou levantando cartazes com os dizeres
“Nós Amamos as Cachorras de Yale” acredito que poderíamos dizer que isso é, de fato, um
ambiente sexualmente hostil.

Mas, posso fazer uma pergunta? O que poderíamos esperar?

O comportamento lamentável e intimidador em Yale – e em muitos campi universitários – é


um exemplo típico do impasse pós-moderno. Por quase 50 anos, a academia, o movimento
feminista e a sociedade pós-moderna adotaram a liberdade sexual como o sumo bem.

E as feministas tomaram a frente nisso. Elas queriam o controle de seus corpos; queriam ser
livros de quaisquer consequências da permissividade sexual.

Ora, se você promove a permissividade sexual – principalmente nos campi, o que você
produz? É óbvio: permissividade sexual. Você aprova e incentiva o comportamento imoral e depois
você se surpreende quando rapazes não se comportam como cavalheiros? É brincadeira, né?

Quanto a Yale... O que se podería em uma universidade onde todo ano é sediado um evento,
que abrange todo o campus, intitulado “Semana do Sexo” [Sex week], onde os estudantes assistem
a seminários sobre práticas sexuais, apresentações de profissionais do sexo, e um monte de filmes
pornôs?

Agora um adendo aos pais: antes de enviarem sua filha à universidade, estude um pouco
sobre a vida no campus. Por que enviar sua filha à uma escola que promove tamanha
promiscuidade?

Voltando ao assunto: as mulheres de Yale descobriram que não conseguem viver com uma
cosmovisão freudiana sexualmente permissiva e pós-moderna. Simplesmente não funciona. Isso
tende ao caos moral.

Onde, então, os estudantes poderiam encontrar um ambiente mais seguro e adequado?


Talvez em uma instituição que ainda seja fiel à cosmovisão judaico-cristã e aos princípios
éticos que moldaram a Civilização Ocidental. Será que a visão cristã do sexo promove intimidação,
assédio e comportamentos selvagens como o que estamos vendo em Yale, ou será que ela promove
a virtude ética e moral?

Bem, isso deveria ser bastante óbvio. As diferentes cosmovisões não são todas iguais. Mas
isso é algo controverso de se dizer nesta era relativista. Ainda assim, experimente examinar
qualquer cosmovisão específica, siga até suas conclusões lógicas, e você descobrirá se é possível
viver com suas consequências.

Yahoos at Yale: what did you expect? - Chuck Colson

For some time now, I’ve been telling you that the Christian worldview is the only worldview that
provides us with a rational way to live in the world. It’s the only worldview that we can live with.
We simply can’t live with the logical outcomes of other worldviews like secular naturalism, new
age-ism, or Freudianism.
And thanks to the daily news, I’m never short of material to prove it. A group of mostly female
students is suing Yale University for allowing a “sexually hostile environment” to exist on campus.
The women, of course, have a point. After all, when frat boys are allowed to parade around the old
campus chanting “No Means Yes,” or to hold up signs that read “We Love Yale Sluts,” I guess you
could say that’s a sexually hostile environment.
But may I ask a question? What did you expect?
The disgusting, intimidating behavior at Yale -- and on many college campuses -- is a classic
example of the post-modern impasse. For nearly 50 years, academia, the feminist movement, and
post-modern society have embraced sexual freedom as the ultimate good.
And the feminists led the way. They wanted to control their bodies; to be free from any
consequences of sexual license.
Well, guess what. If you promote sexual license -- especially on campuses -- what do you get?
That’s right. Sexual license. You approve and encourage immoral behavior, and then you’re
surprised when young men don’t behave like gentlemen? Are you kidding me?
And as for Yale...What else would you expect at a university when every year its hosts a campus-
wide event called “Sex week,” where students get to attend seminars on sexual practices,
presentations by sex workers, and plenty of porn films?
As an aside: Parents, before you send your daughter off to college, do some homework about life on
campus. Why send your daughter to a school that promotes such promiscuity?
But back to my point: The women of Yale have discovered that they can’t live with the post-
modern, sexually licentious Freudian worldview. It doesn’t work. It leads to moral chaos.
Where might you think such students would find a safer, more congenial environment? Perhaps at
an institution that still clings to the Judeo-Christian worldview and the ethical principles that shaped
Western Civilization. Does the Christian view of sex promote intimidation, harassment, and brutish
behavior like we’re seeing at Yale, or does it promote moral and ethical virtue?
Well, it ought to be obvious. All worldviews are not equal. But that’s a controversial thing to say in
this relativistic age. But examine any particular worldview, follow it to its logical conclusions, and
you’ll discover whether we can live with the consequences.