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ANÁLISE DE RISCOS

INTRODUÇÃO
SUMÁRIO

1. INTRODUÇÃO.............................................................................................................. 1

2. CONCEITOS E DEFINIÇÕES ...................................................................................... 2

3. ETAPAS DO ESTUDO DE ANÁLISE DE RISCOS.................................................... 4

3.1 Caracterização do Empreendimento e da Região .................................................... 4

3.2 Identificação de Perigos .......................................................................................... 8

3.3 Análise de Conseqüências e Vulnerabilidade ......................................................... 9

3.4 Cálculo de Freqüências ........................................................................................... 9

3.5 Estimativa dos Riscos ............................................................................................ 13

3.6 Avaliação e Gerenciamento de Riscos .................................................................. 13

4. CONSIDERAÇÕES GERAIS ..................................................................................... 14

5. BIBLIOGRAFIA CONSULTADA .............................................................................. 16


1. INTRODUÇÃO

A evolução da indústria química em todo o mundo, principalmente após a Segunda


Guerra Mundial, tornou-se de fundamental importância para o desenvolvimento econômico
e para a vida moderna, uma vez que diariamente utilizamos os mais diversos tipos de
produtos e materiais, nos quais estão presentes uma grande variedade de substâncias
químicas.

A grande diversidade de produtos no mercado, bem como a existência de processos


cada vez mais complexos, e ainda, o armazenamento e o transporte das substâncias
químicas, torna o ser humano exposto aos mais diferentes tipos de riscos.

Ao longo dos tempos, a indústria, em especial a química e petroquímica, na medida


em que avançava do ponto de vista tecnológico, volta-se única e exclusivamente para a
proteção de seus interesses, evitando discutir os problemas decorrentes de suas atividades,
como por exemplo, as doenças ocupacionais, as questões de segurança industrial e os
problemas ambientais.

A ocorrência de algumas catástrofes ambientais, principalmente nas décadas de 70


e 80, como Flixborough (1974), Seveso (1976), Cubatão (1984), Cidade do México (1984),
Bhopal (1984), Alasca (1989), Baía da Guanabara (2000) e Toulouse (2001) fizeram com
que a indústria química em todo o mundo fosse buscar mecanismos para reverter a sua
imagem perante a comunidade mundial, alterando assim a sua postura anteriormente
fechada, tornando-a mais transparente, ética e voltada para o diálogo cada vez mais
próximo das autoridades governamentais e da população.

É neste contexto que os Estudos de Análise de Riscos (EAR) e os Programas de


Gerenciamento de Riscos (PGR) se tornaram “ferramentas” de grande importância para a
prevenção de acidentes ambientais na indústria e em outras atividades que manipulam
substâncias químicas perigosas, uma vez que propiciam os subsídios necessários para o
conhecimento detalhado das possíveis falhas que podem acarretar acidentes, bem como as
possíveis conseqüências destes eventos, possibilitando assim a implementação de medidas
para a redução de riscos e também para a elaboração de planos de emergência para a
resposta aos acidentes.

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2. CONCEITOS E DEFINIÇÕES

Um estudo de análise de riscos deve ter por principal obejtivo responder as


seguintes questões:

ƒ O que pode ocorrer de errado ?

ƒ Quais são as causas básicas dos eventos indesejados ?

ƒ Quais são as conseqüências ?

ƒ Quais as freqüências de ocorrência dos acidentes ?

ƒ Os riscos são toleráveis ?

Um melhor entendimento sobre o assunto “Análise de Riscos” requer a introdução


de alguns conceitos básicos:

Perigo

Uma ou mais condições, físicas ou químicas, com potencial para causar danos às
pessoas, à propriedade, ao meio ambiente ou a combinação desses.

Risco

Medida de perda econômica, de danos à vida humana e/ou de impactos ambientais,


resultante da combinação entre a freqüência de ocorrência e a magnitude das perdas ou
danos (conseqüências).

O risco está sempre associado à chance de acontecer um evento indesejado; assim,


deve-se entender que o perigo é uma propriedade intrínseca de uma situação, ser ou coisa,
e não pode ser controlado ou reduzido; por outro lado, o risco sempre pode ser gerenciado,
atuando-se na sua freqüência de ocorrência, nas conseqüências ou em ambas. Dessa forma,
o risco pode ser expresso como uma função desses dois fatores, conforme apresentado na
equação que segue:

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n,m
R= ∑ f .C
i , j =1
i j

Onde:

ƒ R = risco;

ƒ f = freqüência de ocorrência;

ƒ C = conseqüências (perdas e/ou danos).

O risco pode ainda ser definido através das seguintes expressões:

ƒ combinação da incerteza e do dano;

ƒ razão entre o perigo e as medidas de segurança;

ƒ combinação entre evento, probabilidade e consequências.

A experiência demonstra que os grandes acidentes são normalmente ocasionados


por eventos com baixa freqüência de ocorrência, causando no entanto conseqüências
(danos) bastante relevantes.

Análise de Riscos

Atividade voltada para o desenvolvimento de uma estimativa, qualitativa ou


quantitativa, do risco, baseada na engenharia de avaliação e em técnicas estruturadas para
promover a combinação das freqüências e conseqüências de um acidente.

Avaliação de Riscos

Processo que utiliza os resultados da análise de riscos para a tomada de decisão


quanto ao gerenciamento dos riscos, através da comparação com critérios de tolerabilidade
de riscos previamente estabelecidos.

Gerenciamento de Riscos

É a formulação e implantação de medidas e procedimentos, técnicos e


administrativos, que têm por finalidade prevenir, controlar ou reduzir os riscos existentes

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numa instalação industrial, tendo também por objetivo, manter essa instalação operando
dentro de requisitos de segurança considerados toleráveis.

3. ETAPAS DO ESTUDO DE ANÁLISE DE RISCOS

De modo geral, um estudo de análise de riscos pode ser dividido nas etapas que
seguem:

3.1 Caracterização do Empreendimento e da Região

A caracterização do empreendimento e da região tem por finalidade:

ƒ identificar aspectos comuns que possam interferir, tanto no empreendimento,


como no meio ambiente;

ƒ identificar, na região, atividades que possam interferir no empreendimento, sob o


enfoque operacional e de segurança;

ƒ estabelecer uma relação direta entre o empreendimento e a região sob influência.

Como resultados práticos são esperados:

ƒ a obtenção de um diagnóstico das interfaces existentes entre o empreendimento


em análise e o local de sua instalação;

ƒ a caracterização dos aspectos relevantes que subsidiarão os estudos de análise de


riscos, definindo os métodos, diretrizes ou necessidades específicas;

ƒ o auxílio na determinação do nível de abrangência do estudo.

Assim, essa etapa inicial do trabalho deve contemplar os seguintes aspectos:

ƒ realização de levantamento fisiográfico da região sob influência do


empreendimento;

ƒ caracterização das atividades e dos aspectos operacionais;

ƒ cruzamento das informações e interpretação dos resultados.

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Observação

Em se tratando de empreendimentos lineares, como por exemplo, sistemas de dutos,


deverá ser realizada uma análise detalhada do seu traçado, identificando e caracterizando
as diferentes áreas sob influência e as devidas interferências no empreendimento.

Aspectos fisiográficos:

ƒ Localização do empreendimento:

− planta planialtimétrica do entorno da instalação;

− mapas, cartas náuticas, etc;

ƒ Corpos d’ água:

− consumo humano;

− abastecimento industrial;

− utilização agropecuária;

− geração de energia;

− psicultura;

− recreação;

− sem utilização específica.

ƒ Áreas litorâneas

− manguezais;

− praias (abertas ou protegidas);

− costões;

− estuários;

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− portos e áreas de navegação.

ƒ Núcleos habitacionais.

− Estimativa e caracterização do tipo e número de habitantes, bem como do


perfil da população, considerando idade, tipos de moradias, grau de instrução
e capacidade de percepção de riscos, entre outros aspectos.

− áreas urbanas;

− áreas de expansão urbana;

− áreas rurais

ƒ Sistemas viários:

− vias urbanas, considerando fluxo e tipo de tráfego;

− rodovias;

− ferrovias;

− hidrovias;

− aeroportos.

ƒ Cruzamentos e/ou interferências relevantes:

− adutoras;

− galerias;

− eletrodutos;

− gasodutos e oleodutos;

− linhas de transmissão de energia elétrica;

− áreas geotecnicamente instáveis;

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− regiões sujeitas a inundações;

− áreas de preservação ou de proteção ambiental;

− áreas ecologicamente sensíveis.

ƒ Características meteorológicas:

− temperatura;

− índices de pluviosidade;

− umidade relativa do ar;

− velocidade e direção de ventos.

ƒ Características das instalações:

− planta geral da instalação;

− arranjo físico (layout);

− especificação dos equipamentos;

− descrição das operações e procedimentos de segurança;

− identificação e caracterização de fontes de ignição;

− substâncias envolvidas:

− inventários;

− formas de manipulação e de movimentação;

− condições de armazenamento;

− características físico-químicas;

− características toxicológicas;

− fluxogramas de engenharia e de processo;

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− P & IDs;

− dados operacionais:

− pressão;

− vazão;

− temperatura.

− sistemas de segurança.

3.2 Identificação de Perigos

Essa etapa tem por objetivo identificar os possíveis eventos indesejáveis que podem
levar à materialização de um perigo, para que possam ser definidas as hipóteses acidentais
que poderão acarretar conseqüências significativas.

Para tanto, devem ser empregadas técnicas específicas para a identificação dos
perigos, dentre as quais cabe mencionar:

− Listas de verificação (Checklist's);

− Análise “E se...” (What if...?);

− Análise Preliminar de Perigos (APP);

− Análise de Modos de Falhas e Efeitos (AMFE);

− Análise de Perigos e Operabilidade (HazOp - Hazard and Operability


Analysis).

A Tabela 1 apresenta algumas das principais aplicações dessas técnicas.

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Tabela 1 - Técnicas para a Identificação de Perigos e Principais Aplicações

Aplicação Checklist What If APP AMFE HazOp


Identificação de desvios em
relação às boas práticas
Identificação de perigos
genéricos
Identificação de causas
básicas (eventos iniciadores)
Proposição de medidas
mitigadoras dos riscos

3.3 Análise de Conseqüências e Vulnerabilidade

Tomando-se por base as hipóteses de acidentes identificadas na etapa anterior, cada


uma destas deverá ser estudada em termos das possíveis conseqüências que podem ser
ocasionadas, mensurando-se também os impactos e danos causados por essas
conseqüências.

Para tanto, deverão ser utilizados modelos de cálculo que possam representar os
possíveis efeitos decorrentes das diferentes tipologias acidentais, tais como:

− radições térmicas de incêndios;

− sobrepressões causadas por explosões;

− concentrações tóxicas decorrentes de emissões de gases e vapores.

Estimadas as possíveis conseqüências decorrentes dos cenários gerados pelas


hipóteses acidentais, esses resultados deverão servir de base para a análise do ambiente
vulnerável no entorno da instalação em estudo. Normalmente, essa análise é feita em
termos de injúrias às pessoas expostas a esses impactos.

3.4 Cálculo de Freqüências

A elaboração de estudos quantitativos de análise de riscos requer a estimativa das


freqüências de ocorrência de falhas de equipamentos relacionados com as instalações ou
atividades em análise. Da mesma forma, a estimativa de probabilidades de erros do homem

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deve muitas vezes ser quantificada no cálculo do risco. Esses dados são normalmente
difíceis de serem estimados, em função da indisponibilidade de estudos desse tipo.

Para o cálculo das freqüências de ocorrência dos cenários acidentais podem ser
utilizadas, entre outras, as seguintes técnicas:

ƒ análise histórica de acidentes, através de pesquisas em referências bibliográficas


ou em bancos de dados de acidentes (Tabela 2);

ƒ análise de árvores de falhas (AAF);

ƒ análise de árvores de eventos (AAE).

Em determinados estudos os fatores externos ao empreendimento podem contribuir


para o risco de uma instalação. Nesses casos, devem ser também levadas em consideração
as probabilidades ou freqüências de ocorrência de eventos indesejados causados por
terceiros ou por agentes externos ao sistema em estudo, como por exemplo terremotos,
enchentes, deslizamentos de solo e queda de aeronaves, entre outros.

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Tabela 2 - Bancos de Dados de Acidentes

Referência Autor/Instituição Descrição


O Volume 3 possui alguns
Loss Prevention in the
Frank P. Lees estudos de caso de grandes
Process Industries
acidentes industriais
The Oil Companies European
Relatórios anuais sobre
Organization for
CONCAWE vazamentos em dutos na
Environmental & Healt
Europa
Protection
Relatórios detalhados sobre
National Transportation
US DOT acidentes no transporte de
Safety Board (NTSB)
produtos perigosos
Association of American Boletim anual sobre acidentes
Railroad Facts
Railroads no transporte ferroviário
Banco de dados de acidentes
FACTS TNO, Holanda
com produtos perigosos
Safety & Reability Banco de dados de acidentes
MHIDAS
Directorate Reino Unido industriais maiores
Banco de dados de acidentes
SONATA TEMA, Itália
com produtos perigosos
Banco de dados de acidentes
IFP Instituto Francês de Petróleo no transporte marítimo e em
plataformas offshore
Banco de dados de acidentes
CADAC CETESB
ambientais em São Paulo

Os dados referentes às falhas de equipamentos normalmente estão disponíveis nos


fabricantes, os quais, na maioria das vezes, mantém bancos de dados baseados nos testes
de confiabilidade realizados nas linhas de fabricação; assim, é possível obter dados como
MTBF (Mean Time Between Failures) e MTTF (Mean Time To Failure), entre outros. Da
mesma forma, algumas indústrias mantém seus próprios bancos de dados com vistas a não
só aperfeiçoar a especificação de seus equipamentos, mas também prevenir acidentes e,
principalmente, subsidiar programas de manutenção.

Diversas instituições mantêm bancos de dados ou publicações relativas à


confiabilidade de equipamentos para instalações industriais. Algumas dessas referências
estão apresentadas a seguir:

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ƒ OREDA. Offshore Reliability Databank Handbook, Norway, 1987.

ƒ AICHE. Process Equipment Reliability Data, New York, 1989.

ƒ Rijnmond Public Authority. Risk Analysis of Six Potentially Hazardous


Industrial Objects in the Rijnmond Area - A Pilot Study, The Netherlands, 1982.

ƒ Lees, Frank P. Loss Prevention in the Process Industries. 3 Vol., 2nd Ed.,
London, 1996.

ƒ Rasmussen, N. C. Reactor Safety Study: An Assessment of Accident Risk in US


Commercial Power Plants. Nuclear Regulatory Commission, Washington, DC,
1975.

Com relação ao erro humano, os dados de confiabilidade ou probabilísticos de


falhas deve ser utilizados com muita cautela, uma vez que diversos fatores influenciam
nesse processo, tais como:

ƒ tipos de falhas;

ƒ condições ambientais;

ƒ características dos sistemas envolvidos;

ƒ tipos de atividades ou operações realizadas;

ƒ capacitação das pessoas envolvidas;

ƒ motivação;

ƒ disponibilidade e qualidade de normas e procedimentos operacionais;

ƒ tempo disponível para execução de tarefas.

Um fator que deve ser levado em consideração na análise do erro humano durante a
realização de uma determinada operação diz respeito aos erros de manutenção, os quais são
responsáveis por cerca de 60 a 80 % das causas de acidentes maiores envolvendo erro
humano (AIChE, 2000).

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A Tabela 3 apresenta algumas fontes de referência de estudos sobre erros humanos em
atividades industriais.

Tabela 3 - Referências – Erro Humano

Autor Título Publicação


D. Meister Human factors in reliability Reliability Handbook, McGraw
Hill New York, 1966
T. A. Kletz The uses, availability, and pitfalls Process Technology
of data on reliability International 18 1973
G. M. Hunns Discussions around a human High Risk Safety Technology
factors data base Wiley, New York, 1982
E. W. Hagen Human reliability analysis Nuclear Safety 17, 1976
D. W. Joos Analysis of gross error rates in the Nuclear Engineering and Design
Z. A. Sabri operation of commercial nuclear 52
A. A. Husseiny power stations 1979

3.5 Estimativa dos Riscos

A estimativa do risco é realizada através da combinanação das frequências de


ocorrência das hipóteses acidentais e de suas respectivas consequências, podendo o risco
ser expresso de diversas formas, de acordo com o objetivo do estudo em questão. De modo
geral, os riscos são normalmente expressos da seguinte forma:

ƒ índices de risco;

ƒ risco social;

ƒ risco individual.

3.6 Avaliação e Gerenciamento dos Riscos

Nessa última etapa deverão ser avaliados os riscos estimados, para que possam ser
definidas medidas e/ou procedimentos a serem implementados para a redução e controle
dos mesmos, tomando-se como base critérios comparativos de riscos, a partir de critérios
de tolerabilidade previamente definidos, de acordo com o objetivo do estudo em questão.

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O fluxograma da Figura 1 apresenta a sequência das etapas que compõem um
estudo de análise de riscos.

4. CONSIDERAÇÕES GERAIS

A utilização de técnicas e métodos específicos para a análise de riscos vem cada


vez mais ocupando um espaço nos programas de segurança e de gestão ambiental da
indústria, uma vez que é notória a preocupação de seus dirigentes, dos governos e da
sociedade como um todo, em relação às questões relacionadas ao meio ambiente.

Além desses aspectos, deve-se ressaltar que essas técnicas passaram a ser,
amplamente, empregadas para o gerenciamento de outros tipos de riscos, como riscos de
mercado, imagem, financeiros, de produção e até políticos.

Os estudos de análise de riscos, que podem ser desenvolvidos com as mais


diferentes finalidades, devem ser vistos como importantes instrumentos de gestão e
planejamento, sem os quais muitas empresas poderão estar, sem conhecer a extensão dos
problemas decorrentes de eventuais acidentes, assumindo assim riscos por demais
elevados, os quais poderão acarretar danos muitas vezes irreparáveis à comunidade, ao
meio ambiente, prejudicando de forma significativa e até irreversível a sua imagem e
sobrevivência.

Dessa forma, há que se dar à devida importância ao assunto, implementando


estudos e programas específicos, que contemplem de forma adequada o gerenciamento dos
riscos existentes no desenvolvimento das atividades perigosas.

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Início

Caracterização
do empreendimento

Identificação de
perigos

Definição dos
cenários acidentais

Análise de conseqüências Estimativa de


e vulnerabilidade freqüências

Cálculo dos
riscos

Riscos Medidas para


toleráveis ? redução dos riscos

Redução e gerenciamento
dos riscos

Fim

Figura 1 – Etapas do Estudo de Análise de Riscos

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5. BIBLIOGRAFIA CONSULTADA

ƒ AMORIM, Tânia M. Técnicas de Análise de Riscos: Métodos Qualitativos e


Quantitativos. 1o Seminário de Análise de Riscos de Processos Industriais;
ABIQUIM; São Paulo, 1991.

ƒ LEES, Frank P. Loss Prevention in the Process Industries. 2nd Ed.; Vol. 3;
Butterworth Heinemann; London, 1996.

ƒ CCPS/AIChE. Guidelines for Chemical Process Quantitative Risk Analysis; 2nd


Ed., New York, 2000.

ƒ CETESB. Manual de Orientação para a Elaboração de Estudos de Análise de


Riscos; São Paulo, 2003.

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