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Níveis de Planejamento

De acordo com Bateman e Snell (1998), as organizações podem ser divididas em três
níveis: estratégico, tático e operacional, de acordo com o tipo de trabalho que é
desenvolvido por cada nível.

Figura 1 – Níveis de Planejamento


Fonte: Kenneth Corrêa, 2007

No site, o foco será dado para o planejamento no nível estratégico, porém todas as
ferramentas abordadas podem ser adaptadas aos outros níveis de uma organização.

Estratégico

O nível estratégico compreende os altos executivos da organização, responsáveis pela


definição dos objetivos e planos da empresa, e tomada de decisões quanto às questões
de longo prazo da empresa, como: sua sobrevivência, crescimento e eficácia geral
(BATEMAN, 1998, p. 30)

Tático

O planejamento, no nível tático, é utilizado para traduzir os objetivos gerais e as


estratégias da alta diretoria em objetivos e atividades mais específicos. (BATEMAN,
1998)
O principal desafio neste nível é promover um contato eficiente e eficaz entre o nível
estratégico e o nível operacional.

Operacional

Já no planejamento operacional, o processo é de uma menor amplitude, onde o foco é


trabalhar junto aos funcionários não administrativos, implementando os planos
específicos definidos no planejamento tático. (BATEMAN,
1998)http://www.administracaoegestao.com.br/planejamento-estrategico/niveis-de-
planejamento/

BATEMAN, T. Snell, S. Administração: construindo vantagem competitiva. São


Paulo : Atlas, 1998.
O que é qualidade total?

No mundo científico da administração de empresas ,QUALIDADE é sinônimo de melhoria


contínua,conformidade com os requisitos e adequação ao uso,observados critérios como
custos,controles internos e prazos,dentre outros.Definir QUALIDADE,portanto,é tarefa árdua,pois
conjugam-se numa mesma noção elementos objetivos e subjetivos.

No entanto se conceituar a QUALIDADE é difícil,vivenciá-la é extremamente simples:sempre que o ser


humano sente que satisfez plenamente seus anseios,aí houve QUALIDADE!

Históricamente,a partir da segunda metade dos anos 80,até a primeira metade dos anos 90,passou-se a
usar a expressão QUALIDADE TOTAL. Essa denominação originou-se no Japão,sendo adotada para
deixar bem claro que,numa organização,todos devem se preocupar com tudo,ou seja,pressupõe-se
envolvimento irrestrito e recusa de qualquer nivel de defeito.

Em pouco tempo o modismo da QUALIDADE TOTAL passou a ser a chave do sucesso das
organizações.

Todavia esse modismo veio acompanhado de um modelo administrativo muito distante da cultura
ocidental,latina,brasileira...

QUALIDADE TOTAL era a busca orquestrada da perfeição.O problema era que a orquestra era japonesa.

Hoje,com o aprendizado gerado pelos erros,os "Programas de QUALIDADE TOTAL" são denominados
apenas como "Programas de QUALIDADE".

Os Programs de QUALIDADE permanecem associados a ações internas e ao aumento da produtividade e


eficiência.Cada vez mais,porém,direcionam o seu foco para o lado humano das organizações.Nesse
sentido,só devem ser deflagrados com o claro comprometimento dos gestores,complementado pelo
engajamento do pessoal da casa(alinhamento com a cultura da casa).

Diz-se que a mudança é uma porta que se abre por fora,ao passo que a transformação é a mesma
porta,quando aberta por dentro.

Dessa forma,Programas de QUALIDADE são acima de tudo,programas de transformações,e não de


mudanças e portanto devem ser conduzidos sob uma gestão não-traumática.

Um processo de transformação leva em conta as características da cultura da organização e tem um


horizonte de médio(5 anos) a longo prazo(10 anos) para ser implantado.No fundo,tais prazos são apenas
referenciais,pois o processo de melhoria é contínuo e inesgotável.

Finalmente,Programas de QUALIDADE buscam desenvolver um ambiente no qual as pessoas possam


crescer e se desenvolver,expandindo sua capacidade criativa.Esse objetivo concretiza-se na medida em
que as necessidades pessoais,de ampliar e transformar em realidade seus potenciais,possam ser
atingidas,significativamente,no seu espaço de trabalho,assegurando,dessa forma, a própria sobrevivência
da instituição.

CONCEITOS BÁSICOS DA QUALIDADE TOTAL

Qualidade – Modo de organização e gestão de empresas que visa garantir aos produtos e serviços
características que os clientes percebam e estejam adequadas às suas necessidades e expectativas.

A palavra Qualidade é tanto aplicada como “atributo” de produtos que satisfazem a quem se destinam
quanto é definida, como um modo de organização de empresas que objetiva produzir produtos com o
atributo qualidade. Esse último conceito é o que nos interessa.
Produtos – resultado da atuação de uma empresa e podem ser classificados como serviços ou bens. O
atendimento aos cliente sempre tem envolvido por parte da empresa três componentes: o produto, os
serviços associados e as informações necessárias para o uso adequado do produto.

Requisitos do cliente – São os desejos dos clientes, o que eles esperam do produto.

Características do produto – São atributos que distinguem e caracterizam o produto e seu uso.

Especificações do produto – São as definições técnicas do produto para permitir a sua produção dentro
das faixas de controle do processo.

Qualidade Total – É uma filosofia de gestão baseada na satisfação dos diversos públicos envolvidos com
a empresa.

Controle de Qualidade – Atividade em que se verifica se o produto atende àsa especificações


estabelecidas.

Gestão da Qualidade – Modo de gestão de uma organização, centrado na qualidade e baseado na


participação de todos os seus membros, visando ao sucesso a longo prazo, através da satisfação do cliente
e dos benefícios para todos os membros da organização e para a sociedade.

Sistema da Qualidade – estrutura organizacional, procedimentos, processos e recursos necessários para


implementar a Gestão da Qualidade. Os documentos que mais bem definem um Sistema da Qualidade são
as normas ISO série 9000.

Técnicas da Qualidade – conjunto de conceitos usados para adequação do modo de gerenciamento da


empresa, contribuindo para a construção de um modelo de gestão. Fazem uso das ferramentas da
qualidade e são identificadas por siglas como, por exemplo, 5S, JIT, TPM, CEP etc.

Ferramentas da Qualidade – instrumentos que permitem a aplicação dos conceitos da Qualidade de modo
simples e prático. Exemplos: PDCA, Brainstorming, 5W e 2H, diagrama de causa e efeito etc.

Programa da Qualidade – Ação planejada que tem como objetivo adequar o modo de gestão da empresa,
fazendo uso dos conceitos e técnicas da qualidade. Define quais as técnicas que serão utilizadas ao longo
do tempo.

Técnicas Empregadas na Gestão pela Qualidade Total (GQT)

O sistema GQT deve ser construído através da adoção de algumas técnicas ou ferramentas, porém
seguindo o mesmo raciocínio básico. As principais técnicas utilizadas são:

· ABC – Activity Based Costing (Custeio Baseado em Atividades)

· Análise e solução de problemas

· Análise de valor

· Assessment (Certificação ou avaliação)

· Benchmarking

· BPM – Business Process Management

· CCQ – Círculos de Controle de Qualidade

· CEP – Controle Estatístico do Processo

· Gerenciamento da Rotina

· Gerenciamento das Melhorias


· Gestão à Vista

· JIT – Just In Time

· Padronização

· QPD – Quality Policy Deployment

· QFD – Quality Function Deployment

· Reengenharia de Processos

· TPM – Total Productive Maintenance

· 5S

Princípios básicos da Gestão pela Qualidade Total.

Sendo uma filosofia, uma estratégia empresarial, a GQT possui uma série de princípios que a distingue
de outras estratégias. São elas:

· O cliente como prioridade absoluta,

· Priorizar a Qualidade,

· Ampliação do conceito de Qualidade para prever a satisfação de acionistas, colaboradores, comunidade,


fornecedores e clientes,

· Responsabilidade de todos pela Qualidade,

· Melhoria Contínua,

· Atuação de todos na melhoria da Qualidade,

· Aplicação de técnicas estatísticas,

· Educação e capacitação das pessoas,

· Mudança de mentalidade,

· Liderança.

O sucesso na adoção da gestão pela qualidade total está relacionada ao alguns fatores importantes:

- Liderança comprometida e sabendo onde quer chegar;

- Treinamento intensivo;

- Trabalho em equipe;

- Uso de uma família inteira de técnicas ;

- Esforço genuíno e duradouro para entender o cliente;

- Visão clara dos objetivos;

- Integração da Qualidade com as estratégia básicas da empresa;

- Alta velocidade no desenvolvimento de novos produtos;

- Disposição de mudar;
- Compromisso com a melhoria contínua.

Existem sete elementos que constituem a infra-estrutura organizacional da GQT:

1. Definição de metas e objetivos para a implementação da GQT e do negócio.

2. Prover uma organização das pessoas para apoiar a implementação da GQT.

3. Treinamento e educação.

4. Promoção da GQT por toda a empresa.

5. Difusão de casos de sucesso.

6. Incentivo e premiação.

7. Monitoramento e Diagnóstico pela alta gerência.