Sunteți pe pagina 1din 18
UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL
UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL

ESCOLA DE ENGENHARIA – DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO E TRANSPORTES

LOGÍSTICA

EMPRESARIAL

Disciplina: Logística e Distribuição (ENG 09024)

Prof. Letícia Dexheimer

LOGÍSTICA EMPRESARIAL Enfoque Sistêmico SistemaSistema →→→→ é um conjunto de partes coordenadas para realizar
LOGÍSTICA EMPRESARIAL
Enfoque Sistêmico
SistemaSistema →→→→ é um conjunto de partes coordenadas para realizar um
conjunto de finalidades.
Sistemas Logísticos →→→→ suprir uma demanda
por determinado bem ou serviço
LOGÍSTICA EMPRESARIAL
LOGÍSTICA EMPRESARIAL

As sete características básicas dos sistemas

todo sistema é formado por componentes que interagem;

quando o sistema está otimizado, os componentes também o estão;

todo sistema tem pelo menos um objetivo;

a avaliação do desempenho de um sistema exige medida(s) de rendimento indicadores de desempenho;

sistemas criados pelo homem exigem planejamento;

a manutenção do nível de desempenho requer controle permanente;

os sistemas estão em permanente interação com o ambiente externo.

LOGÍSTICA EMPRESARIAL Exigências ao sistema logístico Sociais Econômicas Políticas Ecológicas Religiosas
LOGÍSTICA EMPRESARIAL
Exigências ao sistema logístico
Sociais
Econômicas
Políticas
Ecológicas
Religiosas
Sistema
logístico
Sanitárias
Técnico-
organizacionais
Financeiras
Aprendizado
Jurídicas
dinâmico
LOGÍSTICA EMPRESARIAL
LOGÍSTICA EMPRESARIAL
Projeto do sistema y Contorno inicial
Projeto do sistema
y
Contorno inicial

Contorno após

algumas iterações

Alternativas tipo A Alternativas tipo B
Alternativas tipo A
Alternativas tipo B

x

LOGÍSTICA EMPRESARIAL Planejamento do sistema logístico • Estratégico – investimento (tempo, $) • Tático
LOGÍSTICA EMPRESARIAL
Planejamento do sistema logístico
• Estratégico
– investimento (tempo, $)
• Tático
– melhor aproveitamento dos recursos
• Operacional
– dia-a-dia
Crescimento Crescimento do do nível nível de de detalhe detalhe
das informações utilizadas
das informações utilizadas
LOGÍSTICA EMPRESARIAL Otimização dos elementos do sistema Transporte: Estoques: • modos; • níveis de estoque;
LOGÍSTICA EMPRESARIAL
Otimização dos elementos do sistema
Transporte:
Estoques:
• modos;
• níveis de estoque;
• métodos de controle.
• roteiros;
• lotes de transferência;
• acondicionamento.
Nível de
Serviço
Localização:
• produção/armazenagem;
• número, tamanho e localização;
• alocação de demanda/oferta;
• instalações públicas/privadas.
LOGÍSTICA EMPRESARIAL Componentes do sistema logístico PRIMÁRIAS APOIO • transportes • armazenagem •
LOGÍSTICA EMPRESARIAL
Componentes do sistema logístico
PRIMÁRIAS
APOIO
• transportes
• armazenagem
• gerenciamento de
estoques
• movimentação e manuseio
de materiais
• embalagem
• processamento de
pedidos
• compras
• planejamento e controle
da produção
• gerenciamento do fluxo
de informações
• projeto de produto
LOGÍSTICA EMPRESARIAL Os 3 pilares da logística LOGÍSTICA GESTÃO DE PROCESSAMENTO TRANSPORTE ESTOQUES DE PEDIDOS
LOGÍSTICA EMPRESARIAL
Os 3 pilares da logística
LOGÍSTICA
GESTÃO DE
PROCESSAMENTO
TRANSPORTE
ESTOQUES
DE PEDIDOS
Compras LOGÍSTICA EMPRESARIAL Transportes Nível de serviço Fonte: Ballou (1993) Programação da produção
Compras
LOGÍSTICA EMPRESARIAL
Transportes
Nível de
serviço
Fonte: Ballou (1993)
Programação da produção
LOGÍSTICA EMPRESARIAL Fluxo logístico FluxoFluxo logísticologístico == integraçãointegração dede fluxosfluxos
LOGÍSTICA EMPRESARIAL
Fluxo logístico
FluxoFluxo logísticologístico == integraçãointegração dede fluxosfluxos
Material
Informativo
Financeiro
LOGÍSTICA EMPRESARIAL Fluxo logístico Fornec. Cliente Suprim. Prod. Distrib. Fluxo de informações Fluxo
LOGÍSTICA EMPRESARIAL
Fluxo logístico
Fornec.
Cliente
Suprim.
Prod.
Distrib.
Fluxo
de informações
Fluxo material
Fluxo reverso
Fluxo financeiro
LOGÍSTICA EMPRESARIAL Logística como vantagem competitiva OO mercadomercado podepode serser representadorepresentado
LOGÍSTICA EMPRESARIAL
Logística como vantagem competitiva
OO mercadomercado podepode serser representadorepresentado porpor umum modelomodelo simplsimplificadoificado (3c’s)(3c’s)
cliente
Busca benefícios
a preços
aceitáveis
• companhia
• clientes
• concorrentes
Ativos e
Diferenciais de
Ativos e
utilização
custo
utilização
companhia
concorrente
LOGÍSTICA EMPRESARIAL
LOGÍSTICA EMPRESARIAL

Logística como vantagem competitiva

OO diferencialdiferencial competitivocompetitivo éé encontrado:encontrado:

na capacidade da empresa em diferenciar-se de seus concorrentes aos olhos do cliente;

pela capacidade da empresa de operar a baixo custo e, portanto com maior lucro.

LOGÍSTICA EMPRESARIAL Logística como vantagem competitiva OO sucessosucesso comercialcomercial éé
LOGÍSTICA EMPRESARIAL
Logística como vantagem competitiva
OO sucessosucesso comercialcomercial éé conquistadoconquistado através:através:
• da vantagem de custo ou;
• da vantagem de valor ou;
• de ambas (ponto ideal).
O concorrente que obtém maior lucro tende a ser o que produz
a custos menores ou aquele que oferece um produto com
maior diferença perceptível de valor.
LOGÍSTICA EMPRESARIAL Logística como vantagem competitiva Lider em serviço Lider em custos e serviços Mercado
LOGÍSTICA EMPRESARIAL
Logística como vantagem competitiva
Lider em
serviço
Lider em
custos e serviços
Mercado de
Lider em
commodity
custo
baixa
alta
Vantagem em produtividade
Vantagem em valor
baixa
alta
LOGÍSTICA EMPRESARIAL Logística como vantagem competitiva OO desafiodesafio estratégicoestratégico dada
LOGÍSTICA EMPRESARIAL
Logística como vantagem competitiva
OO desafiodesafio estratégicoestratégico dada logísticalogística é:é:
Procurar estratégias que deslocarão o negócio
da extremidade do mercado de commodity para uma
posição mais segura, baseada na diferenciação
de valor e na vantagem de custos
“O gosto amargo de um serviço pobre excede em muito a doçura do preço baixo”

“O gosto amargo de um serviço pobre excede em muito a doçura do preço baixo”

LOGÍSTICA EMPRESARIAL Custos logísticos (2004): EUA x Brasil (% PIB) Fonte: Cel-Coppead
LOGÍSTICA EMPRESARIAL
Custos logísticos (2004): EUA x Brasil (% PIB)
Fonte: Cel-Coppead
•• BenchmarkingBenchmarking é um processo contínuo e sistêmico utilizado para investigar os resultados em termos

•• BenchmarkingBenchmarking é um processo contínuo e sistêmico utilizado para investigar os resultados em termos de eficiência e eficácia de empresas com processos e técnicas comuns de gestão – é

a maneira de aprender com os outros e o

método de fixar objetivos e metas utilizando-se

de padrões externos.

• O BenchmarkingBenchmarking confere metodicidade e formalidade ao processo de comparação constante. É um processo

• O BenchmarkingBenchmarking confere metodicidade e formalidade ao processo de comparação constante. É um processo importante para a obtenção de melhorias na competitividade.

O BenchmarkingBenchmarking é baseado em: • Comparação do comportamento social, práticas comerciais, estruturas

O BenchmarkingBenchmarking é baseado em:

• Comparação do comportamento social, práticas comerciais, estruturas de mercado e instituições públicas entre países, regiões, setores e empresas, a fim de identificar a melhor prática;

• Aplicar referencias às melhores práticas como instrumento para identificar as mudanças necessárias e mobilizar todos os participantes da economia e sociedade para evoluir nessa direção.

Por que fazer BenchmarkingBenchmarking • Permite que a empresa entenda, de forma clara e concisa,

Por que fazer BenchmarkingBenchmarking

• Permite que a empresa entenda, de forma clara e concisa, o distanciamento entre o seu desempenho e o do meio externo;

• Indica o que é necessário fazer para reduzir ou eliminar este distanciamento, ou seja, a tomada de decisões é baseada em fatos e não sentimentos.

Por que fazer BenchmarkingBenchmarking • Os benefícios mais visíveis são: – Redução de desperdícios; –

Por que fazer BenchmarkingBenchmarking

• Os benefícios mais visíveis são:

– Redução de desperdícios;

– Redução dos problemas de qualidade e re-trabalho;

– Maior rapidez para o entendimento de inovações importantes e de como elas podem ser aplicadas de forma eficaz.

Sequência de Aplicação Determinar métodos de Coleta Montar estrutura e coletar dados internos Identificar
Sequência de Aplicação
Determinar
métodos de
Coleta
Montar estrutura
e coletar dados
internos
Identificar
Implantar
Determinar
Estabelecer
variáveis
sistemas de
os “gap’s”
metas
chave
acompanhamento
Identificar
Entrevistas e
compamhias
“best in class”
coleta de dados
externos
Tipos de condução do Benchmarking • Competitivo: – comparação com o concorrente direto – é

Tipos de condução do Benchmarking

• Competitivo:

– comparação com o concorrente direto

– é o mais difícil

– costuma ser frustrante, com dados parciais e difíceis de julgar

• Cooperativo:

– compara com “best in class” não concorrente

– mais fácil

– informações só numa direção

Tipos de condução do Benchmarking • Colaborativo: – grupo de empresas partilham dados – bom

Tipos de condução do Benchmarking

• Colaborativo:

– grupo de empresas partilham dados

– bom e fácil

– através de associações

• Interno:

– práticas “best in house”

Passos para a Coleta de Dados Publicações e outras fontes de domínio público Empregados da
Passos para a Coleta de Dados
Publicações e outras
fontes de domínio
público
Empregados da Cia.
Clientes
Fornecedores
Órgãos de classe
Especialistas e consul-
tores da indústria
Fornecedores
Clientes
Empregados e
ex-empregados da Cia.
Visitas
Compartilhamento de
dados
Rudimentar
Sofisticado
Para Diagnóstico • Definir objetivos estratégicos, através de índices e metas; • Mapear processos,

Para Diagnóstico

• Definir objetivos estratégicos, através de índices e metas;

• Mapear processos, sub-processos, atividades - pontos fracos;

• Cruzá-los com os objetivos estratégicos, definidos no anteriormente;

• Descobrir Processos-chave - projetos de melhoria;

• Analisar os resultados dos processos e achar índice de medida (“drivers”);

• Achar parceiros e realizar estudo de benchmark;

• Detectar os processos, sub-processos ou atividades, principalmente da “core competence”, que deveriam e/ou poderiam ser melhorados.

Estudo de Caso 1 • Estudo para descobrir como está o desempenho do Reino Unido

Estudo de Caso 1

• Estudo para descobrir como está o desempenho do Reino Unido em relação a outros países da Europa quanto a um sistema integrado de transportes. (2001)

Comparação de Desempenhos
Comparação de Desempenhos

• Resultados esperados:

– Redução da necessidade de viagens com carro privado;

– Redução do congestionamento;

– Redução do impacto ambiental;

– Melhoria da segurança no transporte;

– Criação de uma sociedade mais abrangente.

Resultados da Comparação
Resultados da Comparação

• Baseado nos dados disponíveis, o Benchmarking mostrou que o Reino Unido está atrás dos outros países Europeus em alguns aspectos da política de integração de transportes.

• O Reino Unido tem um dos mais baixos níveis de investimentos em transportes;

• É deficiente nos indicadores de:

– Dependência de carros privados;

– Divisão modal;

– Congestionamentos;

– Acessibilidade.

Resultados da Comparação
Resultados da Comparação

• Porém, fez alguns progressos em segurança viária e emissões de poluentes;

• Também figura melhor do que os outros países da Europa nos índices de fatalidades.

Fatores que afetam a Comparação • Alguns fatores afetam os resultados das comparações, como: –

Fatores que afetam a Comparação

• Alguns fatores afetam os resultados das comparações, como:

– Topografia;

– Clima;

– Construções;

– Demografia;

– Posição econômica;

– Uso do solo;

– Diferentes turnos de trabalho;

– Crimes.

Estudo de Caso 2 • Benchmarking entre o metrô de São Paulo e os de

Estudo de Caso 2

Benchmarking entre o metrô de São Paulo e os de 7 outras capitais (Londres, Paris, Nova Iorque, Berlim, Hong Kong, Tóquio e México), com a finalidade de incrementar a melhoria da sua qualidade e eficiência.

Criação do CoMET • Os 8 principais metrôs do mundo criaram o CoMET, fixando seus

Criação do CoMET

• Os 8 principais metrôs do mundo criaram o CoMET, fixando seus principais objetivos:

– Estabelecer um sistema de medições e controle para indicar padrões de desempenho dos diversos metrôs;

– Fornecer aos responsáveis as informações quanto ao desempenho da empresa em comparação com outras similares;

– Gerar medidas de desempenho que possam ser usadas como padrões de excelência a serem perseguidos e indicar setores que precisam de renovação ou implemento nos processos.