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CURSO ON-LINE – PACOTE DE EXERCÍCIO – TRF 1º REGIÃO ANALISTA JUDICIÁRIO – CONTADORIA

AULA DEMONSTRATIVA

Contabilidade Pública – Pacote de Exercícios para Analista Judiciário – TRF 1º Região

Querido (a) aluno (a),

Meu nome é Igor e sou o seu novo professor de Contabilidade Pública. Trabalho na SUSEP como Analista Técnico. Trabalhei também na ANAC

como Analista Administrativo. Formei-me na Escola Naval e fui oficial de carreira da gloriosa Marinha do Brasil, instituição em que fui muito feliz e exerci diversas funções como, por exemplo, fuzileiro naval, piloto de helicóptero e encarregado da execução orçamentária e financeira de minha organização. Neste último caso, trabalhei com contabilidade pública, quando pude “viver” nossa disciplina. Sei que quase ninguém acorda morrendo de vontade de estudar contabilidade, não é verdade?

tem problema não. Vou digerir nossa disciplina de modo que

Rsrsrs

você vai até sentir saudades de contabilidade pública. Eu garanto que, dentre as matérias que você necessita estudar, a nossa será o menor dos problemas. Vou tentar ser o mais informal possível. Isso tudo para que sua caminhada seja bem zen.

mas

Nosso curso será de exercícios comentados da banca FCC. Resolveremos muitas, mas muitas, questões de Contabilidade Pública da banca entre 2008 e 2010. O curso nesses moldes é muito bom, pois permite ao candidato ter uma visão prática de como a banca cobra o assunto. É um atalho. Tenho certeza que você vai gostar!

Nosso curso seguirá o seguinte roteiro:

Now! – Aula Demonstrativa Orçamento Público: princípios orçamentários.

Dia 17/02 – Aula 01Processo orçamentário: Plano Plurianual, Lei de Diretrizes Orçamentárias e Lei Orçamentária Anual. Orçamentos Fiscal, da Seguridade Social e de Investimentos. Descentralização dos créditos orçamentários: provisão e destaque. Créditos Adicionais: conceito, classificação, créditos suplementares, especiais e extraordinários. Descentralização financeira: cota, repasse e sub-repasse. Execução orçamentária, financeira e contábil.

Dia 24/02 – Aula 02Classificação orçamentária: classificação institucional; funcional; programática; econômica (despesa). Despesas extra- orçamentárias. Estágios da despesa pública. Fases de execução da

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despesa. Restos a pagar. Suprimento de fundos. Despesa de exercícios anteriores. Função e funcionamento das contas: fixação e execução da despesa. Execução orçamentária, financeira e contábil.

Dia 03/03 – Aula 03Receitas extra-orçamentárias. Estágios da receita pública. Classificação econômica (despesa) e por fonte de recursos. Função e funcionamento das contas: previsão e realização da receita.

Dia 08/03 – Aula 04Plano de contas único da administração federal:

estrutura básica.

Dia 10/03 – Aula 05Variações patrimoniais: variações ativas e passivas. Balanços orçamentário, financeiro, patrimonial e demonstração das variações patrimoniais. Encerramento do exercício financeiro. Resultado orçamentário. Resultado financeiro. Resultado Econômico.

Dia 15/03 – Aula 06Lei de Responsabilidade Fiscal – LRF.

A parte que trata de controles (interno e externo) não será abordada, pois não é bem contabilidade pública. Tá mais pra controle externo ou direito administrativo.

Para os que gostam de se arriscar sozinhos, as questões estarão sem os comentários ao término da aula. Nosso curso tem um fórum onde você vai poder tirar todas as suas dúvidas. Geralmente eu respondo bem rápido. Coisa de um dia pro outro. Se tiver vergonha, você pode usar meu e-mail:

Igor@pontodosconcursos.com.br.

Chega de “falação” e vamos ao que interessa.

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A. QUESTÕES

1. (FCC/Agente de Defensoria – Contador/DPE SP 2010) Em relação aos princípios orçamentários, é correto afirmar:

(A) o princípio da anualidade estabelece que o orçamento deve ter

vigência de um ano, que não necessariamente precisa coincidir com o ano civil.

(B) como o princípio da exclusividade estatui que a lei orçamentária

anual não poderá conter dispositivo estranho à previsão de receita e fixação da despesa, a peça orçamentária não poderá conter autorização para créditos suplementares.

(C) o fato de a lei orçamentária anual brasileira ser decomposta em três

orçamentos (fiscal, da seguridade social e de investimentos) implica que ela não atende ao princípio da universalidade orçamentária previsto na Lei no 4.320/1964 e na Constituição Federal/ 1988.

(D) segundo o princípio da não afetação de receitas, é vedada a

vinculação de impostos à órgão, fundo ou despesa, sendo que a Constituição Federal de 1988 fortaleceu esse princípio, ao impedir quaisquer exceções ao mesmo.

(E) o princípio do orçamento bruto tem seu cerne no art. 6° da Lei no 4.320/1964, que estatui que as receitas e despesas constarão da lei orçamentária pelos seus totais, vedadas quaisquer deduções.

Comentários:

Já começamos com uma questãozinha bem polêmica.

Pela banca, a letra A está incorreta. O princípio da anualidade ou periodicidade estabelece que o orçamento público deve ser executado em um período de tempo, geralmente um ano. Nem sempre este “ano” coincide com ano civil, como é o caso da Inglaterra e Estados Unidos. No Brasil, por expressa previsão legal, o exercício financeiro coincide com o ano civil. Bom, para FCC o exercício financeiro deve seguir o ano calendário, a fim de que o princípio da anualidade seja respeitado.

A letra B está incorreta. Pelo princípio da exclusividade, a lei orçamentária não deve conter assuntos estranhos à previsão das receitas e fixação das despesas. No entanto, este princípio comporta algumas exceções previstas na própria CF/88. A despeito do princípio da exclusividade e ao contrário do que diz a questão, a LOA pode

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conter autorização para:

Abertura de créditos suplementares; e

Contratação de operações de crédito, inclusive por antecipação de receita orçamentária (ARO).

A letra C está incorreta. Realmente nossa Lei Orçamentária Anual é

dividida em três orçamentos: fiscal, da seguridade social e de investimentos. Entretanto, o princípio da universalidade não tem nada a ver com o que foi dito. Por este princípio, a lei orçamentária deve conter todas as receitas e despesas.

A letra D está incorreta. Cuidado com “sempre”, “nenhum”, “nunca”,

etc. Pelo princípio da não-afetação é vedada a vinculação da receita de impostos, admitidas certas exceções constitucionais. Vejamos:

CF/88, 167, IV - É vedada a vinculação de receita de impostos a órgão, fundo ou despesa, ressalvadas a repartição do produto da arrecadação dos impostos a que se referem os artigos 158 e 159, a destinação de recursos para as ações e serviços públicos de saúde, para manutenção e desenvolvimento do ensino e para realização de atividades da administração tributária, como determinado, respectivamente, pelos artigos 198, § 2º, 212 e 37, XXII, e a prestação de garantias às operações de crédito por antecipação de receita, previstas no art. 165, § 8º, bem como o disposto no § 4º deste artigo.

§ 4º - É permitida a vinculação de receitas próprias geradas pelos

impostos a que se referem os artigos 155 e 156, e dos recursos de que tratam os artigos 157, 158 e 159, I, a e b, e II, para a prestação de garantia ou contragarantia à União e para pagamento de débitos para com esta.

A letra E está correta. O princípio do orçamento bruto complementa o

princípio da universalidade ao estatuir que as receitas e despesas devem ser apresentadas pelos seus valores totais, vedadas quaisquer

deduções.

Letra E.

2. (FCC/ACE – Inspeção Governamental/TCM CE 2010) O contador da Prefeitura Municipal de Verde foi indagado sobre a possibilidade de ser incluída no projeto de lei de orçamento uma autorização para a contratação de operação de crédito por antecipação de receita. Ao analisar o assunto, ele verificou que isso era perfeitamente possível em razão de uma exceção constitucional ao princípio da

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(A)

legalidade.

(B)

exclusividade.

(C)

unidade.

(D)

especificação.

(E)

universalidade.

Comentários:

Pelo princípio da exclusividade, a lei orçamentária não deve conter dispositivo estranho à previsão das receitas e fixação das despesas, admitidas certas exceções:

Abertura de créditos suplementares; e

Contratação de operações de crédito, inclusive por antecipação de receita orçamentária (ARO).

Este princípio foi “inventado” para coibir prática muito comum no passado, quando parlamentares mal intencionados utilizavam a lei orçamentária como “ônibus” para seus projetos, em virtude de a

mesma possuir trâmites bem definidos e privilegiados. Gostou do ônibus,

né? Rsrsrs

foi

meio exagerado, mas agora você não esquece mais.

Letra B.

3. (FCC/Analista

em

Planejamento,

Orçamento

e

Finanças

Públicas/SEFAZ correto afirmar:

SP

2010)

Sobre

os

princípios

orçamentários,

é

(A) Pelo princípio da anualidade, um tributo só pode ser cobrado se tiver expressa previsão na lei orçamentária anual.

(B) A autorização para abertura de crédito suplementar é exceção ao

princípio da exclusividade que rege a lei orçamentária anual.

(C) É vedada a vinculação de qualquer receita a qualquer despesa, conforme o princípio da não afetação.

(D) O princípio da universalidade expressa que as despesas devem estar

previstas de forma genérica e universal.

(E) Como decorrência do princípio da unidade, a lei orçamentária se

divide em três partes: orçamento anual, diretrizes orçamentárias e plano plurianual.

Comentários:

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A

letra A está incorreta. Pelo princípio da anualidade ou periodicidade,

o

orçamento público deve ser executado em um período de tempo,

geralmente um ano. No Brasil, o exercício financeiro coincide com o ano civil, por expressa previsão legal. O tempo de duração do exercício financeiro geralmente está associado ao período de trabalho do Poder Legislativo. Para a FCC, o exercício financeiro deve ser igual ao ano civil, sob pena de afronta ao princípio da anualidade.

A letra B está correta. O princípio da exclusividade estabelece que o

orçamento público deve “falar” apenas sobre receitas e despesas.

Entretanto, há duas exceções, quais sejam:

O

suplementares; e

orçamento

pode

autorizar

a

abertura

de

créditos

O orçamento pode autorizar a contratação de operações de crédito, inclusive por antecipação de receita.

A letra C está incorreta. O princípio da não-afetação proíbe a vinculação da receita de impostos a órgão, fundo e despesa (e não de qualquer receita como afirma a questão). Como quase tudo na vida, este princípio possui algumas exceções:

Repartição do produto da arrecadação dos impostos (Fundos de Participação dos Estados – FPE e dos Municípios – FPM e Fundos de Desenvolvimento das Regiões Norte, Nordeste e Centro- Oeste);

Destinação de recursos para as áreas de saúde, educação e atividades da administração tributária; e

Oferecimento

de

garantias

antecipação de receitas.

às

operações

de

crédito

por

A letra D está incorreta. O princípio da universalidade estatui que o orçamento público deve conter todas as receitas e despesas. Além disso, pelo princípio da especificação, especialização ou discriminação, na lei de orçamento, as receitas e despesas devem ser apresentadas em parcelas discriminadas, vedadas dotações globais.

A letra E está incorreta. Segundo o princípio da unidade, cada ente da

federação (União, Estados, DF e Municípios) deve possuir um único orçamento. De fato, o Brasil possui três peças orçamentárias, cada uma com suas funções e peculiaridades: a lei orçamentária anual, a lei de diretrizes orçamentárias e o plano plurianual. Além disso, a lei orçamentária anual é composta por outros três orçamentos: fiscal, da

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seguridade social e de investimentos. Em virtude desses múltiplos orçamentos, parte da doutrina vem reconceituando o princípio da unidade como totalidade.

Letra B.

4. (FCC/Analista

em

Planejamento,

Orçamento

e

Finanças

Públicas/SEFAZ SP 2010) Acerca dos princípios orçamentários que

devem

ser

observados

pelo

Estado

de

São

Paulo

é correto

afirmar:

(A) O Princípio da Anualidade estabelece que o orçamento público deve ser votado um ano antes do início do ano fiscal.

(B) O Princípio da Unidade propõe que cada um dos poderes deve ter um orçamento diferente, já que eles são independentes.

(C) Os princípios orçamentários são regras que visam dar consistência ao processo orçamentário, principalmente no que diz respeito a seu controle pelo Poder Judiciário.

(D) O Princípio da Universalidade dispõe que todas as receitas e despesas públicas devem ser incorporadas ao orçamento.

(E) O Princípio da Clareza se sobrepõe ao do Equilíbrio, sendo possível contrair dívida pública, desde que seja respeitado o Princípio da Clareza.

Comentários:

A letra A está incorreta. Não tem nada disso. Pelo princípio da anualidade ou periodicidade, o orçamento público deve ser executado em um período de tempo, geralmente um ano.

A letra B está incorreta. Não é cada poder, mas sim cada ente que

deve possuir um único orçamento.

A letra C está incorreta. A primeira parte da questão está perfeita.

Realmente os princípios orçamentários são regras que dão consistência ao processo orçamentário. No entanto, a parte que trata do controle pelo Poder Judiciário está errada. Não é apenas, nem principalmente, o Poder Judiciário quem realiza o controle da execução orçamentária.

Todos os poderes possuem suas responsabilidades de forma independente e integradas.

A letra D está correta. Pelo princípio da universalidade o orçamento

público deve conter todas as receitas e despesas. Isto possibilita ao

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Legislativo:

Conhecer a priori todas as receitas e despesas do governo e dar prévia autorização para a respectiva arrecadação e realização;

Impedir ao Executivo a realização de qualquer operação de receita e despesa sem prévia autorização parlamentar; e

Conhecer o exato volume global das despesas projetadas pelo governo, a fim de autorizar a cobrança dos tributos estritamente necessários para atendê-las.

A letra E está incorreta. Não há hierarquia entre os princípios. Não se pode desrespeitar um princípio alegando outro. O princípio da clareza nos ensina que a informação contábil deve ser clara, útil, a todos os usuários interessados. Tradicionalmente, pelo princípio do equilíbrio, as receitas previstas devem ser iguais às despesas fixadas no orçamento aprovado. Entretanto, este princípio não deve ser entendido apenas como um equilíbrio sob o ponto de vista formal: o Estado deve condicionar seus gastos aos ingressos de recursos.

Letra D.

5. (FCC/Analista Judiciário – Área Administrativa/TRT 9° Região 2010) O princípio orçamentário que define que nenhuma parcela da receita de impostos poderá ser posta em reserva para cobrir certos e específicos dispêndios, salvo as exceções previstas em lei, é denominado Princípio da

(A) Reserva Legal.

(B) Universalidade e Unidade Orçamentária.

(C)

Não-afetação e da Quantificação dos Créditos Orçamentários.

(D)

Legalidade.

(E) Vinculação dos Créditos Orçamentários.

Comentários:

O princípio da não-afetação veda a vinculação da receita de impostos a órgão, fundo ou despesa, admitidas certas exceções.

As ressalvas são estabelecidas pela própria Constituição e estão relacionadas à repartição do produto da arrecadação dos impostos (Fundos de Participação dos Estados – FPE e dos Municípios – FPM e Fundos de Desenvolvimento das Regiões Norte, Nordeste e Centro- Oeste), à destinação de recursos para as áreas de saúde e educação, além do oferecimento de garantias às operações de crédito por antecipação de receitas.

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No âmbito federal, a Constituição reforça a não-vinculação das receitas por meio do mecanismo de Desvinculação das Receitas da União (DRU).

Letra C.

6. (FCC/Analista Judiciário – Área Administrativa/TRF 4° Região 2010) O princípio orçamentário da exclusividade estabelece que

(A)

é vedada a vinculação de impostos a órgão, fundo ou despesa.

(B)

a lei orçamentária não consignará dotações globais de despesas.

(C)

o orçamento deve equilibrar as receitas com as despesas.

(D)

todas as receitas e despesas constarão da lei do orçamento pelos

seus valores brutos, vedadas quaisquer deduções.

(E) a lei orçamentária não conterá qualquer dispositivo estranho à

estimativa de receita ou fixação de despesa, ressalvadas as exceções previstas na Constituição Federal.

Comentários:

Letra A não-afetação ou não-vinculação.

Letra B especialidade, especificação ou discriminação.

Letra C equilíbrio.

Letra D orçamento bruto.

Letra E exclusividade.

Letra E.

7. (FCC/Analista

Judiciário

Contadoria/TRF

Região

2010)

O

princípio orçamentário que estabelece que a Lei do Orçamento

não

indiferentemente as despesas de pessoal, material, serviços de

terceiros, transferências ou Princípio da

quaisquer outras é denominado

consigne

dotações

globais

destinadas

a

atender

(A) Não afetação das Receitas.

(B) Anualidade.

(C)

Clareza.

(D)

Exclusividade.

(E)

Especificação.

Comentários:

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O princípio da especificação, especialização ou discriminação veda o

emprego de dotações globais no orçamento, conferindo maior transparência ao processo orçamentário, facilitando a fiscalização dos

recursos pelos parlamentares, órgãos de controle e sociedade.

São exceções ao princípio da especificação os programas especiais de trabalho e a reserva de contingência, como se depreende da leitura dos dispositivos abaixo:

Lei 4.320/64, artigo 20, parágrafo único Os programas especiais de trabalho que, por sua natureza, não possam cumprir-se subordinadamente às normas gerais de execução da despesa poderão ser custeadas por dotações globais, classificadas entre as Despesas de Capital.

Decreto 93.872/86, artigo 18 As dotações globais consignadas no Orçamento ou em créditos adicionais classificados como 4.1.3.0 - Investimentos em Regime de Execução Especial estão sujeitas para sua utilização, o plano de aplicação aprovado pelas autoridades definidas no Art. 71 do Decreto-lei nº 200, de 25 de fevereiro de 1967 e elaborado segundo modelo da Secretaria de Planejamento da Presidência da República, sendo obrigatória a publicação do respectivo plano no Diário Oficial da União.

Parágrafo único Somente serão admitidas dotações globais quando

se tratar de projetos ou atividades novos, sem similares que possibilitem

experiências quanto ao desdobramento da despesa em seus

respectivos elementos.

Decreto-Lei 200, artigo 91 Sob a denominação de Reserva de Contingência, o orçamento anual poderá conter dotação global não especificamente destinada a determinado órgão, unidade orçamentária, programa ou categoria econômica, cujos recursos serão utilizados para abertura de créditos adicionais.

Letra E.

8. (FCC/Contador/DNOCS

2010)

Em

relação

aos

princípios

orçamentários

adotados

no

Brasil,

é

correto

afirmar

que

o

princípio

(A) orçamentário da unidade não está previsto na Lei no 4.320/64.

(B) da não afetação de receitas não deve ser cumprido rigidamente, uma vez que há exceções previstas a esse princípio na Constituição Federal.

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(C) da exclusividade impede que a lei orçamentária possa conter autorização para abertura de créditos suplementares.

(D) da anualidade não implica que o orçamento coincida com o ano civil.

(E) da universalidade admite exceções no tocante à fixação das despesas.

Comentários:

A letra A está incorreta. Segundo o princípio da unidade cada ente da

federação possuirá um único orçamento. Este princípio está insculpido

na lei 4.320/64, artigo 2º, que estatui a Lei do Orçamento conterá a

discriminação da receita e despesa, de forma a evidenciar a política econômica financeira e o programa de trabalho do Governo, obedecidos os princípios da unidade, universalidade e anualidade.

A

vinculação, fica vedada a vinculação da receita de impostos a órgão, fundo ou despesa. No entanto, este princípio possui algumas exceções:

letra

B

está

correta.

Pelo

princípio

da

não-afetação

ou

não-

CF/88, 167, IV É vedada a vinculação de receita de impostos a órgão, fundo ou despesa, ressalvadas a repartição do produto da arrecadação dos impostos a que se referem os artigos 158 e 159, a destinação de recursos para as ações e serviços públicos de saúde, para manutenção e desenvolvimento do ensino e para realização de atividades da administração tributária, como determinado, respectivamente, pelos artigos 198, § 2º, 212 e 37, XXII, e a prestação de garantias às operações de crédito por antecipação de receita, previstas no art. 165, § 8º, bem como o disposto no § 4º deste artigo;

§4° → É permitida a vinculação de receitas próprias geradas pelos impostos a que se referem os artigos 155 e 156, e dos recursos de que tratam os artigos 157, 158 e 159, I, a e b, e II, para a prestação de garantia ou contragarantia à União e para pagamento de débitos para com esta.

A letra C está incorreta. O princípio da exclusividade nos ensina que a

lei de orçamento não conterá dispositivo estranho à fixação das despesas e previsão das receitas. Acontece que este princípio também

possui exceções. São apenas duas e cai pra caramba em concurso!

Vejamos:

Autorização para abertura de créditos suplementares (daí o erro da questão); e

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Abertura de operações de crédito, inclusive por antecipação de receita.

A letra D está incorreta. Para a FCC exercício financeiro = ano civil, senão estamos desobedecendo ao princípio da anualidade.

A letra E está incorreta. O princípio da universalidade não possui exceções. Por este princípio o orçamento deve conter todas as receitas e despesas.

Letra B.

9. (FCC/EAOFP/PMSP 2010) O Prefeito Municipal de Escorpião solicitou ao contabilista da Prefeitura que elaborasse um projeto de Lei Orçamentária Anual sem considerar as despesas do setor da educação. O contabilista, corretamente, informou que o pedido não poderia ser atendido em razão do princípio

(A)

da clareza.

(B)

do equilíbrio.

(C)

da exclusividade.

(D)

da anualidade.

(E) da universalidade.

Comentários:

Pelo princípio da universalidade, o orçamento público deve conter todas as receitas e despesas. Logo, as despesas do setor da educação devem ser consideradas sob pena de afrontar o princípio da universalidade. Este princípio é complementado com o do orçamento bruto, o qual determina que as receitas e despesas devem ser apresentadas pelo seu valor total, vedadas quaisquer deduções.

Letra E.

10. (FCC/Procurador de Contas/TCE AP 2010) A Constituição Federal veda expressamente a vinculação de receita de impostos a órgão, fundo ou despesa, mas traz exceções. NÃO é admitida a vinculação de receita de impostos

(A) para prestação de garantia às operações de crédito por antecipação de receita.

(B) na destinação de recursos para as ações e serviços públicos de

saúde.

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(C) na destinação de recursos para a manutenção e desenvolvimento

do ensino.

(D) para o remanejamento de recursos de uma categoria de programação para outra, sem prévia autorização legislativa.

(E) para prestação de garantia ou contragarantia à União e para o

pagamento de débitos para com esta, em se tratando de impostos estaduais e municipais.

Comentários:

O princípio da não-afetação ou não-vinculação admite exceções. As

letras A, B, C e E são algumas dessas exceções. A letra D nos traz uma

vedação constitucional sobre matéria orçamentária. Essas vedações são MUITO cobradas. Elas estão no artigo 167 da CF/88.

“Art. 167. São vedados:

VI - a transposição, o remanejamento ou a transferência de recursos de

uma categoria de programação para outra ou de um órgão para

outro, sem prévia autorização legislativa”.

Letra D.

11. (FCC/Técnico Judiciário – Contabilidade/TRF 4° Região 2010) O Princípio Orçamentário que estabelece que seja vedada a vinculação de impostos a órgão, fundo ou despesa é denominado Princípio da

(A) Unidade.

(B) Universalidade.

(C)

Exclusividade.

(D)

Não-afetação das receitas.

(E) Especificação ou da Discriminação.

Comentários:

O princípio da não-afetação ou não-vinculação não permite a

vinculação da receita de impostos a órgão, fundo ou despesa. Este

princípio admite exceções:

Repartição do produto da arrecadação dos impostos (Fundos de Participação dos Estados – FPE e dos Municípios – FPM e Fundos de Desenvolvimento das Regiões Norte, Nordeste e Centro- Oeste);

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Destinação de recursos para as áreas de saúde, educação e atividades da administração tributária; e

Oferecimento

de

garantias

antecipação de receitas.

Letra D.

às

operações

de

crédito

por

12. (FCC/Analista Judiciário – Contabilidade/TRT 3º Região 2009) A Lei no 4.320/64, em seus artigos 3° e 4°, ao determinar que a lei de orçamento compreenderá todas as receitas, inclusive as operações de crédito autorizadas em lei, e todas as despesas próprias dos órgãos do governo e da administração centralizada, ou que por intermédio deles se devam realizar, incorpora às suas disposições o princípio orçamentário da

(A)

exclusividade.

(B)

unidade.

(C)

universalidade.

(D)

anualidade.

(E)

especificação.

Comentários:

Princípio da universalidade o orçamento deve conter todas as receitas e despesas.

Princípio do orçamento bruto todas as receitas e despesas devem ser apresentadas pelo seu valor bruto, vedadas deduções.

Letra C.

13. (FCC/ACE – Contabilidade/TCE GO 2009) O art. 5° da Lei no 4.320/64 ao determinar que a Lei de Orçamento não consignará dotações globais destinadas a atender indiferentemente a despesas de pessoal, material, serviços de terceiros, transferências ou quaisquer outras, ressalvado o disposto no artigo 20 e seu parágrafo único, incorpora às suas disposições o princípio orçamentário da

(A)

exclusividade.

(B)

unidade.

(C)

universalidade.

(D)

anualidade.

(E)

especificação.

Comentários:

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Conforme princípio da especificação, especialidade ou discriminação, as receitas e despesas devem ser demonstradas em parcelas discriminadas, vedadas dotações globais. São exceções ao princípio da especificação os programas especiais de trabalho e a reserva de contingência. O princípio da especificação permite a padronização do orçamento e contribui para uma maior transparência no emprego dos recursos públicos.

Letra E.

14. (FCC//ACE – Orçamento e Finanças/TCE GO 2009) São princípios orçamentários gerais substanciais que regem o orçamento, além do da exclusividade, os de

(A)

unidade, universalidade, anualidade e equilíbrio.

(B)

unidade, universalidade, competência e equilíbrio.

(C)

universalidade, anualidade, transparência e publicidade.

(D)

universalidade, anualidade, competência e publicidade.

(E) anualidade, competência, transparência e publicidade.

Comentários:

Competência e transparência são duas entidades “sagradas” em contabilidade pública, mas não são princípios orçamentários, fato que já elimina as alternativas de B até E. Unidade, universalidade, anualidade e equilíbrio são princípios orçamentários.

Unidade cada ente um orçamento.

Universalidade orçamento deve conter todas as receitas e despesas.

Anualidade orçamento executado em um período de tempo, geralmente um ano. Para FCC, deve ser um ano.

Equilíbrio receitas = despesas no orçamento aprovado.

Exclusividade o orçamento não deve conter assunto estranho à fixação da despesa e previsão da receita. Admite exceções: créditos suplementares e operações de crédito, inclusive por antecipação de receita.

Letra A.

15. (FCC/Analista do MP – Administração/MPE SE 2009) A legislação brasileira referente ao orçamento público define determinados princípios que devem ser respeitados no processo orçamentário.

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Um deles é o princípio da exclusividade, significando que a lei orçamentária

(A) discriminará os valores de receitas e despesas para um período

anual, inclusive para as despesas de capital.

(B) não conterá dispositivo estranho à previsão da receita e à fixação

da despesa, exceto a autorização para abertura de créditos suplementares e contratação de operações de crédito.

(C) compreenderá o orçamento fiscal, das entidades e órgãos da

seguridade social e dos investimentos das empresas em que a União detenha, direta ou indiretamente, a maioria do capital votante.

(D) discriminará as receitas e despesas pelos seus totais, vedadas

quaisquer

transferências

intergovernamentais.

deduções,

inclusive

aquelas

referentes

às

(E) não consignará dotações globais destinadas a atender indiferentemente a qualquer elemento de despesa, exceções feitas aos programas especiais de trabalho.

Comentários:

Segundo o princípio da exclusividade, o orçamento público não deve conter assunto estranho à previsão da receita e fixação da despesa. São exceções a este princípio:

Abertura de créditos suplementares; e Contratação de operações de crédito, inclusive por antecipação de receita.

Letra B.

16. (FCC/Analista Superior – Contador/INFRAERO 2009) Consta no rol de princípios orçamentários:

(A)

Exclusividade.

(B)

Objetividade.

(C)

Prudência.

(D)

Conservadorismo.

(E)

Materialidade.

Comentários:

Das

letras

B

até

E

chega

a

ser

engraçado.

Conservadorismo?

Rsrsrs

exclusividade,

esse sim é um princípio orçamentário.

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Letra A.

17. (FCC/Técnico Superior – Análise Contábil/PGE RJ 2009) Em relação aos princípios orçamentários que estão incorporados à legislação brasileira sobre o orçamento público, considere:

I. A Lei Orçamentária não conterá dispositivo estranho à previsão da

receita e à fixação da despesa, exceto a autorização para abertura de

créditos especiais e para contratação de operação de crédito.

II. A Lei de Orçamento compreenderá todas as receitas, inclusive as de

operações de crédito autorizadas em lei, bem como as entradas compensatórias no ativo e passivo financeiros.

III. A Lei Orçamentária discriminará os valores de receitas e despesas

para um período anual, inclusive para as despesas de capital.

IV. A Lei de Orçamento compreenderá os investimentos nas empresas em que a União, direta ou indiretamente, detenha a maioria do capital social com direito a voto.

V. Todas as receitas e despesas serão discriminadas na lei orçamentária

pelos seus totais, vedadas quaisquer deduções.

Está correto o que se afirma APENAS em

(A)

III, IV e V.

(B)

I, II e III.

(C)

I, III e IV.

(D)

I, III e V.

(E) II, III e IV.

Comentários:

O

item I está errado. De fato, o princípio da exclusividade estatui que a

lei

de orçamento não conterá dispositivo estranho à fixação da

despesa e a previsão da receita. No entanto, é a abertura para créditos suplementares que representa uma exceção a este princípio, e não especiais como afirma a questão.

O item II está errado. Segundo o princípio da universalidade, o

orçamento contemplará todas as receitas e despesas. As entradas

compensatórias não estão no conceito de receitas e despesas, como

se depreende dos dispositivos extraídos da lei 4.320/64:

Art.

A

Lei

de Orçamentos compreenderá todas as receitas,

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inclusive as de operações de crédito autorizadas em lei.

Parágrafo único Não se consideram para os fins deste artigo as operações de credito por antecipação da receita, as emissões de papel-moeda e outras entradas compensatórias, no ativo e passivo financeiros.

O item III está correto. Novamente encontramos o princípio da universalidade orçamento = todas as receitas e despesas.

O item IV está correto. CF/88, artigo 165, § 5º A lei orçamentária anual

compreenderá:

I - o orçamento fiscal referente aos Poderes da União, seus fundos, órgãos e entidades da administração direta e indireta, inclusive fundações instituídas e mantidas pelo Poder Público;

II - o orçamento de investimento das empresas em que a União, direta ou indiretamente, detenha a maioria do capital social com direito a voto; e

III

- o orçamento da seguridade social, abrangendo todas as entidades

e

órgãos a ela vinculados, da administração direta ou indireta, bem

como os fundos e fundações instituídos e mantidos pelo Poder Público.

O item V está correto. Definição correta do princípio do orçamento bruto.

Letra A.

18. (FCC/Analista Judiciário – Contador/TJ AP 2009) De acordo com a Lei no 4.320/64, a Lei do Orçamento conterá a discriminação da receita e da despesa de forma a evidenciar a política econômica financeira e o programa de trabalho do Governo, obedecidos os seguintes princípios:

(A)

entidade, unidade e anualidade.

(B)

entidade, universalidade e anualidade.

(C)

unidade, universalidade e anualidade.

(D)

unidade, universalidade e competência.

(E) entidade, competência e continuidade.

Comentários:

Fico impressionado como cai este artigo 2º da lei 4.320/64! Sem brincadeira, tudo quanto é banca, falou em princípios tá o bichão lá!

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Artigo 2° A Lei do Orçamento conterá a discriminação da receita e despesa de forma a evidenciar a política econômica financeira e o programa de trabalho do Governo, obedecidos os princípios de unidade universalidade e anualidade.

Entidade e competência não são princípios orçamentários.

Letra C.

19. (FCC/Analista

Judiciário

Contador/TJ

AP

2009)

Sobre

– princípios orçamentários consagrados pela Constituição Federal de 1988, considere:

os

I. O princípio da unidade é o que preconiza a existência de um único documento orçamentário, consolidando as receitas e despesas dos municípios no orçamento dos estados, e dos estados no orçamento da

União.

II. O princípio da anualidade determina a periodicidade da lei

orçamentária e o ano calendário constitui o menor espaço de tempo para delimitar o exercício financeiro.

III. O princípio da universalidade recomenda a inclusão de todas as

receitas e despesas governamentais no orçamento, definindo-se de forma específica a vinculação de umas com as outras.

IV. O princípio da exclusividade determina que o orçamento não poderá conter dispositivo estranho à fixação da despesa e à previsão da receita.

Está correto o que se afirma SOMENTE em

(A)

I e II.

(B)

I e III.

(C)

II e III.

(D)

II e IV.

(E) III e IV.

Comentários:

O item I está errado. Não é bem isso não. O conceito é bem simples.

Pelo princípio da unidade, cada ente deve possuir um único

orçamento. A assertiva distorceu o conceito.

O item II está correto. Pelo princípio da anualidade ou periodicidade, o

orçamento deve ser executado em um período de tempo, geralmente um ano. Este espaço temporal é chamado exercício financeiro. Ou seja,

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o orçamento deve ser executado dentro do exercício financeiro. Para a

FCC, o exercício financeiro deve ser igual ao ano civil, em obediência ao princípio da anualidade. Parte da doutrina considera um ano o período ideal para os parlamentares consentirem delegar seus poderes

e

o tempo mínimo para o Governo executar o orçamento.

O

item III está errado. Estaria correto não fosse pela última parte. Não

existe esse troço de vinculação entre receitas e despesas no princípio da universalidade.

O item IV está correto. Princípio da exclusividade o orçamento só

pode tratar de receitas e despesa. Exceções: créditos suplementares e operações de crédito, inclusive por antecipação de receita.

Letra D.

20. (FCC/Analista Judiciário – Contabilidade/TJ SE 2009) A inclusão no orçamento de dispositivo estranho à fixação das despesas e previsão das receitas fere o princípio orçamentário da

(A)

totalidade.

(B)

exclusividade.

(C)

universalidade.

(D)

especificação.

(E)

não vinculação.

Comentários:

Segundo o princípio da exclusividade o orçamento só pode tratar da previsão das receitas e fixação das despesas. Este princípio evita que parlamentares mal intencionados botem seus projetos para “pegar carona” na lei orçamentária, tendo em vista os prazos bem definidos e privilegiados que esta lei possui dentro processo de elaboração das leis.

A letra A traz o princípio da totalidade. Ele vem sendo citado pela

doutrina como substituto do princípio clássico da unidade, pois, por força do planejamento governamental, possuímos várias peças orçamentárias, que agem integradas entre si: a lei orçamentária anual,

a lei de diretrizes orçamentárias e o plano plurianual. Assim sendo, pelo fato de existir este orçamento múltiplo, o princípio da unidade restou esvaziado.

Letra B.

21. (FCC/Analista Judiciário – Economia/TJ PA 2009) Em relação aos princípios previstos na Constituição brasileira e na Lei no 4.320, de 1964, que devem nortear a elaboração do orçamento público

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em nosso país, é correto afirmar que o Princípio da

(A) Especificação estatui que o Orçamento não consigne dotações globais para atender indiferentemente despesas de diferentes naturezas, ressalvadas as exceções previstas na Lei no 4.320, de 1964.

(B) Não Afetação das receitas permite a vinculação de impostos a

órgãos, fundos ou despesas e não admite qualquer tipo de exceção.

(C) Programação dispõe que o Poder Executivo pode, em alguns casos,

como na implantação dos créditos extraordinários, modificar o

orçamento sem autorização do Poder Legislativo.

(D) Anualidade implica que o orçamento deve ter a vigência de um

ano, que coincide com o calendário civil, e não admite exceções, mesmo nos casos de créditos especiais e extraordinários.

(E) Exclusividade implica que o orçamento do Governo Federal somente inclua as receitas e despesas da administração direta e indireta, vedando, inclusive, a autorização prévia de créditos suplementares na peça orçamentária.

Comentários:

A letra A está correta, mas tenho minhas ressalvas. O princípio da

especificação estabelece que o orçamento não deve possuir dotações globais. As exceções são: programas especiais de trabalho e reserva de contingência.

Como se depreende da leitura dos dispositivos abaixo, a reserva de contingência foi prevista no DL 200/67 e não na lei 4.320/64:

Lei 4.320/64, artigo 20, parágrafo único Os programas especiais de trabalho que, por sua natureza, não possam cumprir-se subordinadamente às normas gerais de execução da despesa poderão ser custeadas por dotações globais, classificadas entre as Despesas de Capital.

Decreto-Lei 200, artigo 91 Sob a denominação de Reserva de Contingência, o orçamento anual poderá conter dotação global não especificamente destinada a determinado órgão, unidade orçamentária, programa ou categoria econômica, cujos recursos serão utilizados para abertura de créditos adicionais.

A banca considerou apenas a definição da lei.

A letra B está incorreta. Justamente o contrário. O Princípio da não-

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afetação estabelece que é vedada a vinculação da receita de impostos a órgão, fundo ou despesa, admitidas exceções:

Repartição do produto da arrecadação dos impostos (Fundos de Participação dos Estados – FPE e dos Municípios – FPM e Fundos de Desenvolvimento das Regiões Norte, Nordeste e Centro- Oeste);

Destinação de recursos para as áreas de saúde, educação e atividades da administração tributária; e

Oferecimento

de

garantias

antecipação de receitas.

às

operações

de

crédito

por

A letra C está incorreta, pois não tratou adequadamente desse “raro”

princípio. Sem nos alongarmos desnecessariamente, pelo princípio da programação, o orçamento deve possuir conteúdo e a forma de programação. Veremos melhor sobre a classificação programática em

aula própria.

A letra D está incorreta. O princípio da anualidade possui exceções: os

créditos suplementares e especiais podem ser executados no exercício subseqüente, desde que sejam autorizados nos últimos 4 meses do ano.

A letra E está incorreta, pois a vedação apresentada é exatamente

uma exceção ao princípio da exclusividade abertura de créditos suplementares.

Letra A.

22. (FCC/Analista Judiciário – Contador/TJ PI 2009) O Princípio orçamentário que veda a vinculação de receita de impostos a órgão, fundo ou despesa, ressalvadas as exceções previstas na CF/88, é o da

(A)

Exclusividade.

(B)

Universalidade.

(C)

Anualidade.

(D)

Não afetação das receitas.

(E)

Unidade.

Comentários:

O princípio da não-afetação ou não-vinculação proíbe a vinculação da receita de impostos a órgão fundo ou despesa, admitidas exceções insculpidas no texto constitucional.

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Letra D.

23. (FCC/Analista Judiciário – Contabilidade/TRE PI 2009) Ao assumir o cargo de prefeito do Município X, o Sr. Antônio realizou uma análise minuciosa da Lei Orçamentária e de seus respectivos anexos. Ele ficou com dúvida sobre o porquê de o valor fixado para a despesa com a construção de uma nova escola não correspondia àquele apresentado no Plano Plurianual. Considerando que para o quadriênio só foi prevista a construção de uma escola, o fato pode ser justificado pelo princípio orçamentário da

(A)

exclusividade.

(B)

unidade.

(C)

universalidade.

(D)

anualidade.

(E) especificação.

Comentários:

Ora, o orçamento deve ser executado em um ano e não em quatro Seu Antônio! Princípio da anualidade!

Letra D.

24. (FCC/ACE/TCE

AM

2008)

Tendo

orçamentários, é correto afirmar que

(A)

racionalidade.

a

contabilização

pelo

valor

líquido

em

vista

atende

ao

os

princípios

princípio

de

(B) as fundações públicas, desde que independentes do erário central,

não precisam integrar o orçamento.

(C) as dotações globais atendem ao princípio da especificidade da despesa pública.

(D) vincular imposto à despesa não contraria qualquer princípio de orçamento.

(E)

a autorização para abertura de créditos suplementares excepciona,

na

lei orçamentária, o princípio da exclusividade.

Comentários:

A

orçamentário.

letra

A

logo

errada,

pois

racionalidade

não

é

princípio

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A letra

orçamento anual. Tal fato é, inclusive, previsto na CF/88:

B

está

incorreta,

pois

as

fundações

públicas

integram

o

Artigo 165, § 5°, I A lei orçamentária anual compreenderá o orçamento fiscal referente aos Poderes da União, seus fundos, órgãos e entidades da administração direta e indireta, inclusive fundações instituídas e mantidas pelo Poder Público.

A letra C está incorreta. Não não. Princípio da especificidade é contra

dotações globais.

A letra D está incorreta. Vincular imposto à despesa contraria o princípio

da não-afetação.

A letra E está correta. O princípio da exclusividade admite as seguintes

exceções:

Abertura de créditos suplementares; e Contratação de operações de crédito, inclusive por antecipação de receita.

Letra E.

25. (FCC/Auditor/TCE SP 2008) Sobre o princípio da não-vinculação ou não-afetação, a Constituição Federal dispõe:

I. É vedada a vinculação de receita de imposto a órgão, fundo ou despesa, ressalvados os casos previstos em lei complementar.

II. Haverá vinculação de receita de imposto para destinação de

recursos para ações e serviços públicos de saúde, para o desenvolvimento do ensino e para a realização de atividades da administração tributária.

III. É vedada a vinculação de receita de impostos para prestação de

garantias às operações de crédito por antecipação de receita ou para

prestação de garantia ou contragarantia à União e para pagamento

de débitos para com esta.

Está correto o que se afirma APENAS em

(A)

I.

(B)

I e II.

(C)

I e III.

(D)

II.

(E) II e III.

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Comentários:

O item I passou raspando, mas as exceções ao princípio da vinculação

estão no texto da CF (e não em lei complementar):

CF/88, 167, IV - É vedada a vinculação de receita de impostos a órgão, fundo ou despesa, ressalvadas a repartição do produto da arrecadação dos impostos a que se referem os artigos 158 e 159, a destinação de recursos para as ações e serviços públicos de saúde, para manutenção e desenvolvimento do ensino e para realização de atividades da administração tributária, como determinado, respectivamente, pelos artigos 198, § 2º, 212 e 37, XXII, e a prestação de garantias às operações de crédito por antecipação de receita, previstas no art. 165, § 8º, bem como o disposto no § 4º deste artigo.

§ 4º - É permitida a vinculação de receitas próprias geradas pelos

impostos a que se referem os artigos 155 e 156, e dos recursos de que tratam os artigos 157, 158 e 159, I, a e b, e II, para a prestação de garantia ou contragarantia à União e para pagamento de débitos para com esta.

O item II está certo. O princípio da não-afetação veda a vinculação da

receita de impostos a órgão, fundo ou despesa, com exceção:

Repartição do produto da arrecadação dos impostos (Fundos de Participação dos Estados – FPE e dos Municípios – FPM e Fundos de Desenvolvimento das Regiões Norte, Nordeste e Centro- Oeste);

Destinação de recursos para as áreas de saúde, educação e atividades da administração tributária; e

Oferecimento

de

garantias

antecipação de receitas.

às

operações

de

crédito

por

O item III está errado, pois, conforme vimos, é permitido a vinculação de

receita de impostos para prestação de garantias às operações de crédito por antecipação de receita ou para prestação de garantia ou contragarantia à União e para pagamento de débitos para com esta.

Letra D.

26. (FCC/Auditor/TCE AL 2008) A doutrina não considera princípio orçamentário o princípio da

(A) legalidade.

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(B)

exclusividade.

(C)

unidade.

(D)

programação.

(E)

anterioridade.

Comentários:

De todos os princípios, o único que não é orçamentário é o da letra E. O princípio da anterioridade é um princípio tributário.

Letra E.

27. (FCC/Procurador

de

Contas/TCE

RO

2008)

NÃO

se

trata

de

princípio constitucional financeiro, mas de princípio constitucional

tributário, o princípio da

(A)

anterioridade.

(B)

universalidade.

(C)

unidade.

(D)

publicidade.

(E)

não-vinculação dos impostos.

Comentários:

O princípio da anterioridade tributária não pertence ao rol dos princípios

orçamentários, assim como o da competência e o da racionalidade.

Letra A.

28. (FCC/Analista Judiciário – Contabilidade/TRT 2º Região 2008) Com relação aos princípios que devem nortear a elaboração do orçamento, analise:

I. A Constituição Federal brasileira adota explicitamente o princípio da exclusividade na elaboração da lei orçamentária anual, entretanto, ressalva os casos de autorização para abertura de créditos suplementares e contratação de operações de crédito.

II. O artigo 5° da Lei no 4.320/64, ao estabelecer que a lei orçamentária não consigne dotações globais destinadas a atender indiferentemente

a diversos tipos de despesas, entra em confronto com o princípio orçamentário da unidade.

III. O fato de a Constituição Federal brasileira estabelecer que os créditos especiais e extraordinários possam ter vigência no exercício financeiro seguinte, no caso de o ato da autorização for promulgado nos últimos quatro meses do exercício corrente, demonstra que o

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princípio orçamentário da anualidade não é adotado em nosso país.

IV. O princípio orçamentário da afetação de receitas, previsto no art. 167 da Constituição Federal brasileira, é adotado em nosso país sem qualquer tipo de ressalva.

Está correto o que consta APENAS em

(A)

I.

(B)

I e II.

(C)

I e III.

(D)

II e III.

(E) IV.

Comentários:

O item I está correto. CF/88, artigo 165, § 8º A lei orçamentária anual

não conterá dispositivo estranho à previsão da receita e à fixação da despesa, não se incluindo na proibição a autorização para abertura de créditos suplementares e contratação de operações de crédito, ainda que por antecipação de receita, nos termos da lei.

O item II está incorreto. O fato de a lei 4.320/64 vedar a utilização de

dotações globais na lei do orçamento, não quer dizer que está atentando contra o princípio da unidade. Não consignar dotações globais está atrelado ao principio da especificação, especialidade ou discriminação. O princípio da unidade está relacionado ao fato de cada ente possuir um único orçamento.

O item III está incorreto. O princípio da anualidade é adotado em nosso

país. Inclusive, por expressa previsão legal, o ano financeiro no Brasil coincide com o ano civil. Os casos apresentados na assertiva

constituem exceções ao princípio da anualidade. Vejamos os dispositivos da lei 4.320/64 que tratam do referido princípio:

Art. 2° A Lei do Orçamento conterá a discriminação da receita e despesa de forma a evidenciar a política econômica financeira e o programa de trabalho do Governo, obedecidos os princípios de unidade, universalidade e anualidade.

Art. 34° → O exercício financeiro coincidirá com o ano civil.

O item IV está incorreto. O princípio da não-afetação não permite a

vinculação da receita de impostos a órgão, fundo ou despesa,

admitidas exceções previstas no próprio texto da CF/88.

Letra A.

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29. (FCC/Analista Judiciário – Contabilidade/TRT 18º Região 2008) Em relação aos princípios orçamentários adotados no Brasil, é correto afirmar:

(A) O princípio da não afetação de receitas deve ser cumprido rigidamente, uma vez que não há exceções previstas na Constituição Federal.

(B) O princípio da exclusividade não impede que a lei orçamentária

possa conter autorização para abertura de créditos suplementares.

(C) O princípio da anualidade não implica que o orçamento coincida

com o ano civil.

(D) O princípio da universalidade admite exceções no tocante à fixação das despesas.

(E) O princípio orçamentário da unidade não está previsto na Lei no

4.320/64.

Comentários:

A letra A está incorreta, pois o princípio da não-afetação admite

exceções. Estas estão consubstanciadas no texto da constituição.

A letra B está correta. O princípio da exclusividade também possui

exceções:

Abertura de créditos suplementares; e Contratação de operações de crédito, inclusive por antecipação de receita.

A letra C está incorreta. Para a FCC, pelo princípio da anualidade, o exercício financeiro coincide com o ano civil.

A letra D está incorreta. O princípio da universalidade estatui que o

orçamento deve conter todas as receitas e despesas, sem exceções.

A letra E está incorreta. O princípio da unidade com certeza está

previsto na lei 4.320/64:

Art. 2° A Lei do Orçamento conterá a discriminação da receita e despesa de forma a evidenciar a política econômica financeira e o programa de trabalho do Governo, obedecidos os princípios de unidade, universalidade e anualidade.

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Letra B.

30. (FCC/ACE/TCE CE 2008) A proibição de se consignar na Lei Orçamentária dispositivo estranho à fixação das despesas e à previsão das receitas, ressalvada autorização para abertura de créditos suplementares, decorre do princípio orçamentário da

(A)

totalidade.

(B)

exclusividade.

(C)

universalidade.

(D)

especificação.

(E)

não-vinculação.

Comentários:

Princípio da exclusividade lei orçamentária pode falar apenas de receitas e despesas. Exceções: abertura de créditos suplementares e operações de crédito, inclusive por antecipação de receita.

Letra B.

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B. QUESTÕES SEM OS COMENTÁRIOS

1. (FCC/Agente de Defensoria – Contador/DPE SP 2010) Em relação aos princípios orçamentários, é correto afirmar:

(A) o princípio da anualidade estabelece que o orçamento deve ter

vigência de um ano, que não necessariamente precisa coincidir com o ano civil.

(B) como o princípio da exclusividade estatui que a lei orçamentária

anual não poderá conter dispositivo estranho à previsão de receita e fixação da despesa, a peça orçamentária não poderá conter autorização para créditos suplementares.

(C) o fato de a lei orçamentária anual brasileira ser decomposta em três

orçamentos (fiscal, da seguridade social e de investimentos) implica que ela não atende ao princípio da universalidade orçamentária previsto na Lei no 4.320/1964 e na Constituição Federal/ 1988.

(D) segundo o princípio da não afetação de receitas, é vedada a

vinculação de impostos à órgão, fundo ou despesa, sendo que a Constituição Federal de 1988 fortaleceu esse princípio, ao impedir

quaisquer exceções ao mesmo.

(E) o princípio do orçamento bruto tem seu cerne no art. 6° da Lei no

4.320/1964, que estatui que as receitas e despesas constarão da lei orçamentária pelos seus totais, vedadas quaisquer deduções.

2. (FCC/ACE – Inspeção Governamental/TCM CE 2010) O contador da Prefeitura Municipal de Verde foi indagado sobre a possibilidade de ser incluída no projeto de lei de orçamento uma autorização para a contratação de operação de crédito por antecipação de receita. Ao analisar o assunto, ele verificou que isso era perfeitamente possível em razão de uma exceção constitucional ao princípio da

(A)

legalidade.

(B)

exclusividade.

(C)

unidade.

(D)

especificação.

(E)

universalidade.

3. (FCC/Analista

em

Planejamento,

Orçamento

e

Finanças

Públicas/SEFAZ correto afirmar:

SP

2010)

Sobre

os

princípios

orçamentários,

é

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(A) Pelo princípio da anualidade, um tributo só pode ser cobrado se

tiver expressa previsão na lei orçamentária anual.

(B) A autorização para abertura de crédito suplementar é exceção ao

princípio da exclusividade que rege a lei orçamentária anual.

(C) É vedada a vinculação de qualquer receita a qualquer despesa,

conforme o princípio da não afetação.

(D) O princípio da universalidade expressa que as despesas devem estar

previstas de forma genérica e universal.

(E) Como decorrência do princípio da unidade, a lei orçamentária se

divide em três partes: orçamento anual, diretrizes orçamentárias e plano

plurianual.

4. (FCC/Analista

em

Planejamento,

Orçamento

e

Finanças

Públicas/SEFAZ SP 2010) Acerca dos princípios orçamentários que

devem

ser

observados

pelo

Estado

de

São

Paulo

é

correto

afirmar:

(A) O Princípio da Anualidade estabelece que o orçamento público

deve ser votado um ano antes do início do ano fiscal.

(B) O Princípio da Unidade propõe que cada um dos poderes deve ter

um orçamento diferente, já que eles são independentes.

(C) Os princípios orçamentários são regras que visam dar consistência

ao processo orçamentário, principalmente no que diz respeito a seu controle pelo Poder Judiciário.

(D) O Princípio da Universalidade dispõe que todas as receitas e despesas públicas devem ser incorporadas ao orçamento.

(E) O Princípio da Clareza se sobrepõe ao do Equilíbrio, sendo possível

contrair

dívida

pública, desde

que

seja

respeitado

o

Princípio

da

Clareza.

5. (FCC/Analista Judiciário – Área Administrativa/TRT 9° Região 2010) O princípio orçamentário que define que nenhuma parcela da receita de impostos poderá ser posta em reserva para cobrir certos e específicos dispêndios, salvo as exceções previstas em lei, é denominado Princípio da

(A) Reserva Legal. (B) Universalidade e Unidade Orçamentária. (C) Não-afetação e da Quantificação dos Créditos Orçamentários.

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(D)

Legalidade.

(E)

Vinculação dos Créditos Orçamentários.

6. (FCC/Analista Judiciário – Área Administrativa/TRF 4° Região 2010) O princípio orçamentário da exclusividade estabelece que

(A)

é vedada a vinculação de impostos a órgão, fundo ou despesa.

(B)

a lei orçamentária não consignará dotações globais de despesas.

(C)

o orçamento deve equilibrar as receitas com as despesas.

(D)

todas as receitas e despesas constarão da lei do orçamento pelos

seus valores brutos, vedadas quaisquer deduções.

(E) a lei orçamentária não conterá qualquer dispositivo estranho à

estimativa de receita ou fixação de despesa, ressalvadas as exceções

previstas na Constituição Federal.

7. (FCC/Analista

Judiciário

Contadoria/TRF

Região

2010)

O

princípio orçamentário que estabelece que a Lei do Orçamento

não

indiferentemente as despesas de pessoal, material, serviços de

terceiros, transferências ou Princípio da

quaisquer outras é denominado

consigne

dotações

globais

destinadas

a

atender

(A)

Não afetação das Receitas.

 

(B)

Anualidade.

(C)

Clareza.

(D)

Exclusividade.

(E)

Especificação.

8. (FCC/Contador/DNOCS

2010)

Em

relação

aos

princípios

orçamentários

adotados

no

Brasil,

é

correto

afirmar

que

o

princípio

(A)

orçamentário da unidade não está previsto na Lei no 4.320/64.

 

(B)

da não afetação de receitas não deve ser cumprido rigidamente,

uma vez que há exceções previstas a esse princípio na Constituição Federal.

(C) da exclusividade impede que a lei orçamentária possa conter autorização para abertura de créditos suplementares.

(D) da anualidade não implica que o orçamento coincida com o ano

civil.

(E) da universalidade admite exceções no tocante à fixação das despesas.

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9. (FCC/EAOFP/PMSP 2010) O Prefeito Municipal de Escorpião solicitou ao contabilista da Prefeitura que elaborasse um projeto de Lei Orçamentária Anual sem considerar as despesas do setor da educação. O contabilista, corretamente, informou que o pedido não poderia ser atendido em razão do princípio

(A)

da clareza.

(B)

do equilíbrio.

(C)

da exclusividade.

(D)

da anualidade.

(E) da universalidade.

10. (FCC/Procurador de Contas/TCE AP 2010) A Constituição Federal veda expressamente a vinculação de receita de impostos a órgão, fundo ou despesa, mas traz exceções. NÃO é admitida a vinculação de receita de impostos

(A) para prestação de garantia às operações de crédito por antecipação de receita.

(B) na destinação de recursos para as ações e serviços públicos de

saúde.

(C) na destinação de recursos para a manutenção e desenvolvimento do ensino.

(D) para o remanejamento de recursos de uma categoria de programação para outra, sem prévia autorização legislativa.

(E) para prestação de garantia ou contragarantia à União e para o

pagamento de débitos para com esta, em se tratando de impostos estaduais e municipais.

11. (FCC/Técnico Judiciário – Contabilidade/TRF 4° Região 2010) O Princípio Orçamentário que estabelece que seja vedada a vinculação de impostos a órgão, fundo ou despesa é denominado Princípio da

(A)

Unidade.

(B)

Universalidade.

(C)

Exclusividade.

(D)

Não-afetação das receitas.

(E)

Especificação ou da Discriminação.

12. (FCC/Analista Judiciário – Contabilidade/TRT 3º Região 2009) A Lei no 4.320/64, em seus artigos 3° e 4°, ao determinar que a lei de orçamento compreenderá todas as receitas, inclusive as

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operações de crédito autorizadas em lei, e todas as despesas próprias dos órgãos do governo e da administração centralizada, ou que por intermédio deles se devam realizar, incorpora às suas disposições o princípio orçamentário da

(A)

exclusividade.

(B)

unidade.

(C)

universalidade.

(D)

anualidade.

(E)

especificação.

13. (FCC/ACE – Contabilidade/TCE GO 2009) O art. 5° da Lei no 4.320/64 ao determinar que a Lei de Orçamento não consignará dotações globais destinadas a atender indiferentemente a despesas de pessoal, material, serviços de terceiros, transferências ou quaisquer outras, ressalvado o disposto no artigo 20 e seu parágrafo único, incorpora às suas disposições o princípio orçamentário da

(A)

exclusividade.

(B)

unidade.

(C)

universalidade.

(D)

anualidade.

(E)

especificação.

14. (FCC//ACE – Orçamento e Finanças/TCE GO 2009) São princípios orçamentários gerais substanciais que regem o orçamento, além do da exclusividade, os de

(A)

unidade, universalidade, anualidade e equilíbrio.

(B)

unidade, universalidade, competência e equilíbrio.

(C)

universalidade, anualidade, transparência e publicidade.

(D)

universalidade, anualidade, competência e publicidade.

(E)

anualidade, competência, transparência e publicidade.

15. (FCC/Analista do MP – Administração/MPE SE 2009) A legislação brasileira referente ao orçamento público define determinados princípios que devem ser respeitados no processo orçamentário. Um deles é o princípio da exclusividade, significando que a lei orçamentária

(A) discriminará os valores de receitas e despesas para um período anual, inclusive para as despesas de capital.

(B) não conterá dispositivo estranho à previsão da receita e à fixação

da despesa, exceto a autorização para abertura de créditos

suplementares e contratação de operações de crédito.

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(C) compreenderá o orçamento fiscal, das entidades e órgãos da seguridade social e dos investimentos das empresas em que a União detenha, direta ou indiretamente, a maioria do capital votante.

(D) discriminará as receitas e despesas pelos seus totais, vedadas

quaisquer

transferências

intergovernamentais.

deduções,

inclusive

aquelas

referentes

às

(E) não consignará dotações globais destinadas a atender indiferentemente a qualquer elemento de despesa, exceções feitas aos programas especiais de trabalho.

16. (FCC/Analista Superior – Contador/INFRAERO 2009) Consta no rol de princípios orçamentários:

(A)

Exclusividade.

(B)

Objetividade.

(C)

Prudência.

(D)

Conservadorismo.

(E)

Materialidade.

17. (FCC/Técnico Superior – Análise Contábil/PGE RJ 2009) Em relação aos princípios orçamentários que estão incorporados à legislação brasileira sobre o orçamento público, considere:

I. A Lei Orçamentária não conterá dispositivo estranho à previsão da

receita e à fixação da despesa, exceto a autorização para abertura de

créditos especiais e para contratação de operação de crédito.

II. A Lei de Orçamento compreenderá todas as receitas, inclusive as de

operações de crédito autorizadas em lei, bem como as entradas

compensatórias no ativo e passivo financeiros.

III. A Lei Orçamentária discriminará os valores de receitas e despesas

para um período anual, inclusive para as despesas de capital.

IV. A Lei de Orçamento compreenderá os investimentos nas empresas em que a União, direta ou indiretamente, detenha a maioria do capital social com direito a voto.

V. Todas as receitas e despesas serão discriminadas na lei orçamentária

pelos seus totais, vedadas quaisquer deduções.

Está correto o que se afirma APENAS em

(A) III, IV e V.

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(B)

I, II e III.

(C)

I, III e IV.

(D)

I, III e V.

(E)

II, III e IV.

18. (FCC/Analista Judiciário – Contador/TJ AP 2009) De acordo com a Lei no 4.320/64, a Lei do Orçamento conterá a discriminação da receita e da despesa de forma a evidenciar a política econômica financeira e o programa de trabalho do Governo, obedecidos os seguintes princípios:

(A)

entidade, unidade e anualidade.

(B)

entidade, universalidade e anualidade.

(C)

unidade, universalidade e anualidade.

(D)

unidade, universalidade e competência.

(E)

entidade, competência e continuidade.

19. (FCC/Analista

Judiciário

Contador/TJ

AP

2009)

Sobre

– princípios orçamentários consagrados pela Constituição Federal de 1988, considere:

os

I. O princípio da unidade é o que preconiza a existência de um único documento orçamentário, consolidando as receitas e despesas dos municípios no orçamento dos estados, e dos estados no orçamento da

União.

II. O princípio da anualidade determina a periodicidade da lei

orçamentária e o ano calendário constitui o menor espaço de tempo

para delimitar o exercício financeiro.

III. O princípio da universalidade recomenda a inclusão de todas as

receitas e despesas governamentais no orçamento, definindo-se de

forma específica a vinculação de umas com as outras.

IV. O princípio da exclusividade determina que o orçamento não poderá conter dispositivo estranho à fixação da despesa e à previsão da receita.

Está correto o que se afirma SOMENTE em

(A)

I e II.

(B)

I e III.

(C)

II e III.

(D)

II e IV.

(E)

III e IV.

20. (FCC/Analista Judiciário – Contabilidade/TJ SE 2009) A inclusão no

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orçamento de dispositivo estranho à fixação das despesas e previsão das receitas fere o princípio orçamentário da

(A)

totalidade.

(B)

exclusividade.

(C)

universalidade.

(D)

especificação.

(E)

não vinculação.

21. (FCC/Analista Judiciário – Economia/TJ PA 2009) Em relação aos princípios previstos na Constituição brasileira e na Lei no 4.320, de 1964, que devem nortear a elaboração do orçamento público em nosso país, é correto afirmar que o Princípio da

(A) Especificação estatui que o Orçamento não consigne dotações globais para atender indiferentemente despesas de diferentes naturezas, ressalvadas as exceções previstas na Lei no 4.320, de 1964.

(B) Não Afetação das receitas permite a vinculação de impostos a

órgãos, fundos ou despesas e não admite qualquer tipo de exceção.

(C) Programação dispõe que o Poder Executivo pode, em alguns casos,

como na implantação dos créditos extraordinários, modificar o

orçamento sem autorização do Poder Legislativo.

(D) Anualidade implica que o orçamento deve ter a vigência de um

ano, que coincide com o calendário civil, e não admite exceções, mesmo nos casos de créditos especiais e extraordinários.

(E) Exclusividade implica que o orçamento do Governo Federal somente

inclua as receitas e despesas da administração direta e indireta, vedando, inclusive, a autorização prévia de créditos suplementares na

peça orçamentária.

22. (FCC/Analista Judiciário – Contador/TJ PI 2009) O Princípio orçamentário que veda a vinculação de receita de impostos a órgão, fundo ou despesa, ressalvadas as exceções previstas na CF/88, é o da

(A)

Exclusividade.

(B)

Universalidade.

(C)

Anualidade.

(D)

Não afetação das receitas.

(E)

Unidade.

23. (FCC/Analista Judiciário – Contabilidade/TRE PI 2009) Ao assumir o cargo de prefeito do Município X, o Sr. Antônio realizou uma

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análise minuciosa da Lei Orçamentária e de seus respectivos anexos. Ele ficou com dúvida sobre o porquê de o valor fixado para a despesa com a construção de uma nova escola não correspondia àquele apresentado no Plano Plurianual. Considerando que para o quadriênio só foi prevista a construção de uma escola, o fato pode ser justificado pelo princípio orçamentário da

(A)

exclusividade.

(B)

unidade.

(C)

universalidade.

(D)

anualidade.

(E) especificação.

24. (FCC/ACE/TCE

AM

2008)

Tendo

orçamentários, é correto afirmar que

(A)

racionalidade.

a

contabilização

pelo

valor

líquido

em

vista

atende

ao

os

princípios

princípio

de

(B) as fundações públicas, desde que independentes do erário central,

não precisam integrar o orçamento.

(C) as dotações globais atendem ao princípio da especificidade da despesa pública.

(D) vincular imposto à despesa não contraria qualquer princípio de

orçamento.

(E) a autorização para abertura de créditos suplementares excepciona,

na lei orçamentária, o princípio da exclusividade.

25. (FCC/Auditor/TCE SP 2008) Sobre o princípio da não-vinculação ou não-afetação, a Constituição Federal dispõe:

I. É vedada a vinculação de receita de imposto a órgão, fundo ou despesa, ressalvados os casos previstos em lei complementar.

II. Haverá vinculação de receita de imposto para destinação de

recursos para ações e serviços públicos de saúde, para o desenvolvimento do ensino e para a realização de atividades da

administração tributária.

III. É vedada a vinculação de receita de impostos para prestação de

garantias às operações de crédito por antecipação de receita ou para

prestação de garantia ou contragarantia à União e para pagamento de débitos para com esta.

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Está correto o que se afirma APENAS em

(A)

I.

(B)

I e II.

(C)

I e III.

(D)

II.

(E)

II e III.

26. (FCC/Auditor/TCE AL 2008) A doutrina não considera princípio orçamentário o princípio da

(A)

legalidade.

(B)

exclusividade.

(C)

unidade.

(D)

programação.

(E)

anterioridade.

27. (FCC/Procurador

de

Contas/TCE

RO

2008)

NÃO

se

trata

de

princípio constitucional financeiro, mas de princípio constitucional tributário, o princípio da

(A)

anterioridade.

(B)

universalidade.

(C)

unidade.

(D)

publicidade.

(E)

não-vinculação dos impostos.

 

28. (FCC/Analista Judiciário – Contabilidade/TRT 2º Região 2008) Com relação aos princípios que devem nortear a elaboração do orçamento, analise:

I. A Constituição Federal brasileira adota explicitamente o princípio da exclusividade na elaboração da lei orçamentária anual, entretanto, ressalva os casos de autorização para abertura de créditos suplementares e contratação de operações de crédito.

II. O artigo 5° da Lei no 4.320/64, ao estabelecer que a lei orçamentária não consigne dotações globais destinadas a atender indiferentemente a diversos tipos de despesas, entra em confronto com o princípio orçamentário da unidade.

III. O fato de a Constituição Federal brasileira estabelecer que os créditos especiais e extraordinários possam ter vigência no exercício financeiro seguinte, no caso de o ato da autorização for promulgado nos últimos quatro meses do exercício corrente, demonstra que o princípio orçamentário da anualidade não é adotado em nosso país.

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IV. O princípio orçamentário da afetação de receitas, previsto no art. 167 da Constituição Federal brasileira, é adotado em nosso país sem qualquer tipo de ressalva.

Está correto o que consta APENAS em

(A)

I.

(B)

I e II.

(C)

I e III.

(D)

II e III.

(E)

IV.

29. (FCC/Analista Judiciário – Contabilidade/TRT 18º Região 2008) Em relação aos princípios orçamentários adotados no Brasil, é correto afirmar:

(A) O princípio da não afetação de receitas deve ser cumprido rigidamente, uma vez que não há exceções previstas na Constituição Federal.

(B) O princípio da exclusividade não impede que a lei orçamentária

possa conter autorização para abertura de créditos suplementares.

(C) O princípio da anualidade não implica que o orçamento coincida

com o ano civil.

(D) O princípio da universalidade admite exceções no tocante à fixação das despesas.

(E) O princípio orçamentário da unidade não está previsto na Lei no

4.320/64.

30. (FCC/ACE/TCE CE 2008) A proibição de se consignar na Lei Orçamentária dispositivo estranho à fixação das despesas e à previsão das receitas, ressalvada autorização para abertura de créditos suplementares, decorre do princípio orçamentário da

(A)

totalidade.

(B)

exclusividade.

(C)

universalidade.

(D)

especificação.

(E)

não-vinculação.

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C.GABARITO

1 E

7 E

 

13 E

19 D

25

D

2 B

 

8 B

14 A

20 B

26

E

3 B

9 E

 

15 B

21 A

27

A

4 D

10 D

 

16 A

22 D

28

A

5 C

11 D

 

17 A

23 D

29

B

6 E

12 C

 

18 C

24 E

30

B

Ficamos por aqui!

Grande abraço!

Igor.