Sunteți pe pagina 1din 32
UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MARINGÁ CENTRO DE TECNOLOGIA Departamento de Engenharia Civil DEC 4930 – ESTRUTURAS

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MARINGÁ

CENTRO DE TECNOLOGIA

Departamento de Engenharia Civil

CENTRO DE TECNOLOGIA Departamento de Engenharia Civil DEC 4930 – ESTRUTURAS METÁLICAS PROF. DR. CARLOS HUMBERTO

DEC 4930 – ESTRUTURAS METÁLICAS

PROF. DR. CARLOS HUMBERTO MARTINS

MATERIAL DE APOIO AULA 11 – ELEMENTOS SUBMETIDOS À FLEXÃO SIMPLES - VIGAS

5ª. SÉRIE DO CURSO DE ENGENHARIA CIVIL

2010

DEC 4930 – Estruturas Metálicas – 1º. Semestre 2010 - Prof. Dr. Carlos Humberto Martins

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MARINGÁ CENTRO DE TECNOLOGIA Departamento de Engenharia Civil INTRODUÇÃO • No projeto

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MARINGÁ

CENTRO DE TECNOLOGIA

Departamento de Engenharia Civil

INTRODUÇÃO

DE TECNOLOGIA Departamento de Engenharia Civil INTRODUÇÃO • No projeto de vigas sujeitas à flexão simples

No projeto de vigas sujeitas à flexão simples calculam-se, para as seções críticas, o momento e o esforço cortante resistentes de cálculo para compará-los aos respectivos esforços solicitantes de cálculo.

• A resistência à flexão das vigas pode ser afetada pela flambagem local e pela flambagem lateral. A flambagem local é a perda de estabilidade das chapas comprimidas componentes do perfil, a qual reduz o momento resistente do perfil.

• Na flambagem lateral a viga perde seu equilíbrio no plano principal de flexão (em geral vertical) e passa a apresentar deslocamentos laterais e rotações de torção. Para evitar a flambagem de uma viga I, cuja rigidez à torçao é muito pequena, é preciso prover contenção lateral à viga.

DEC 4930 – Estruturas Metálicas – 1º. Semestre 2010 - Prof. Dr. Carlos Humberto Martins

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MARINGÁ CENTRO DE TECNOLOGIA Departamento de Engenharia Civil INTRODUÇÃO DEC 4930 –

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MARINGÁ

CENTRO DE TECNOLOGIA

Departamento de Engenharia Civil

INTRODUÇÃO

DE TECNOLOGIA Departamento de Engenharia Civil INTRODUÇÃO DEC 4930 – Estruturas Metálicas – 1º. Semestre 2010
DE TECNOLOGIA Departamento de Engenharia Civil INTRODUÇÃO DEC 4930 – Estruturas Metálicas – 1º. Semestre 2010

DEC 4930 – Estruturas Metálicas – 1º. Semestre 2010 - Prof. Dr. Carlos Humberto Martins

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MARINGÁ CENTRO DE TECNOLOGIA Departamento de Engenharia Civil INTRODUÇÃO Portanto para o

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MARINGÁ

CENTRO DE TECNOLOGIA

Departamento de Engenharia Civil

INTRODUÇÃO

DE TECNOLOGIA Departamento de Engenharia Civil INTRODUÇÃO Portanto para o caso de dimensionamento de vigas metálicas

Portanto para o caso de dimensionamento de vigas metálicas solicitadas à flexão simples é necessário verificar 3 estados limites últimos:

FLAMBAGEM LOCAL DA MESA – FLM

FLAMBAGEM LOCAL DA ALMA – FLA

FLAMBAGEM LATERAL COM TORÇÃO – FLT

DEC 4930 – Estruturas Metálicas – 1º. Semestre 2010 - Prof. Dr. Carlos Humberto Martins

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MARINGÁ CENTRO DE TECNOLOGIA Departamento de Engenharia Civil DEC 4930 – Estruturas

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MARINGÁ

CENTRO DE TECNOLOGIA

Departamento de Engenharia Civil

CENTRO DE TECNOLOGIA Departamento de Engenharia Civil DEC 4930 – Estruturas Metálicas – 1º. Semestre 2010
CENTRO DE TECNOLOGIA Departamento de Engenharia Civil DEC 4930 – Estruturas Metálicas – 1º. Semestre 2010

DEC 4930 – Estruturas Metálicas – 1º. Semestre 2010 - Prof. Dr. Carlos Humberto Martins

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MARINGÁ CENTRO DE TECNOLOGIA Departamento de Engenharia Civil FLAMBAGEM LATERAL COM TORÇÃO

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MARINGÁ

CENTRO DE TECNOLOGIA

Departamento de Engenharia Civil

FLAMBAGEM LATERAL COM TORÇÃO - FLT

de Engenharia Civil FLAMBAGEM LATERAL COM TORÇÃO - FLT DEC 4930 – Estruturas Metálicas – 1º.
de Engenharia Civil FLAMBAGEM LATERAL COM TORÇÃO - FLT DEC 4930 – Estruturas Metálicas – 1º.

DEC 4930 – Estruturas Metálicas – 1º. Semestre 2010 - Prof. Dr. Carlos Humberto Martins

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MARINGÁ CENTRO DE TECNOLOGIA Departamento de Engenharia Civil INTRODUÇÃO • Os tipos

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MARINGÁ

CENTRO DE TECNOLOGIA

Departamento de Engenharia Civil

INTRODUÇÃO

DE TECNOLOGIA Departamento de Engenharia Civil INTRODUÇÃO • Os tipos de seções transversais mais adequados para

• Os tipos de seções transversais mais adequados para a flexão são aqueles com maior inércia no plano de flexão, isto é, com áreas mais afastadas do eixo neutro. O ideal, portanto é concentrar as áreas em duas chapas, uma superior e outra inferior, ligando-as por uma chapa fina. Concluímos assim que as vigas em forma de I são as mais funcionais, devendo, entretanto, seu emprego obedecer às limitações de flambagem.

• As vigas com muita área próxima ao eixo neutro, como por exemplo, peças maciças de seção quadrada ou circular, trabalham com menor eficiência na flexão, isto é, para o mesmo peso de viga, têm menor capacidade de carga.

para o mesmo peso de viga, têm menor capacidade de carga. DEC 4930 – Estruturas Metálicas

DEC 4930 – Estruturas Metálicas – 1º. Semestre 2010 - Prof. Dr. Carlos Humberto Martins

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MARINGÁ CENTRO DE TECNOLOGIA Departamento de Engenharia Civil DIMENSIONAMENTO À FLEXÃO Momento

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MARINGÁ

CENTRO DE TECNOLOGIA

Departamento de Engenharia Civil

CENTRO DE TECNOLOGIA Departamento de Engenharia Civil DIMENSIONAMENTO À FLEXÃO Momento de início da

DIMENSIONAMENTO À FLEXÃO

Momento de início da plastificação M y e Momento de plastificação total M p

A figura a seguir apresenta o comportamento de uma viga de aço biapoiada sob carga distribuída crescente, através da relação momento x curvatura da seção mais solicitada e diagramas de tensões normais, nesta seção, em vários pontos ao longo da curva.

normais, nesta seção, em vários pontos ao longo da curva. DEC 4930 – Estruturas Metálicas –

DEC 4930 – Estruturas Metálicas – 1º. Semestre 2010 - Prof. Dr. Carlos Humberto Martins

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MARINGÁ CENTRO DE TECNOLOGIA Departamento de Engenharia Civil DIMENSIONAMENTO À FLEXÃO O

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MARINGÁ

CENTRO DE TECNOLOGIA

Departamento de Engenharia Civil

CENTRO DE TECNOLOGIA Departamento de Engenharia Civil DIMENSIONAMENTO À FLEXÃO O comportamento é linear,

DIMENSIONAMENTO À FLEXÃO

O comportamento é linear, enquanto a máxima tensão é menor do que a tensão de escoamento do aço, isto é, enquanto :

max

=

M

I

y

max

=

M

W

< f

y

Onde :

y max é a distância ao centróide do elemento de área mais afastado;

I é o momento de inércia em torno do eixo de flexão;

W é o módulo de resistência elástico da seção.

DEC 4930 – Estruturas Metálicas – 1º. Semestre 2010 - Prof. Dr. Carlos Humberto Martins

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MARINGÁ CENTRO DE TECNOLOGIA Departamento de Engenharia Civil DIMENSIONAMENTO À FLEXÃO O

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MARINGÁ

CENTRO DE TECNOLOGIA

Departamento de Engenharia Civil

CENTRO DE TECNOLOGIA Departamento de Engenharia Civil DIMENSIONAMENTO À FLEXÃO O momento M y , de

DIMENSIONAMENTO À FLEXÃO

O momento M y , de início da plastificação da seção, não representa a capacidade resistente da viga, já que é possível continuar aumentando a carga após atingi-lo. Entretanto, a partir de M y o comportamento passa a ser não-linear, pois as “fibras” mais internas da seção vão também plastificando-se progressivamente até ser atingida a plastificação total da seção.

O momento resistente, igual ao momento de plastificação total da seção M p , corresponde a grandes rotações desenvolvidas na viga.

Uma viga de seção duplamente simétrica sujeita à flexão pura é mostrada na figura.

simétrica sujeita à flexão pura é mostrada na figura. DEC 4930 – Estruturas Metálicas – 1º.

DEC 4930 – Estruturas Metálicas – 1º. Semestre 2010 - Prof. Dr. Carlos Humberto Martins

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MARINGÁ CENTRO DE TECNOLOGIA Departamento de Engenharia Civil DIMENSIONAMENTO À FLEXÃO O

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MARINGÁ

CENTRO DE TECNOLOGIA

Departamento de Engenharia Civil

CENTRO DE TECNOLOGIA Departamento de Engenharia Civil DIMENSIONAMENTO À FLEXÃO O momento de início da

DIMENSIONAMENTO À FLEXÃO

O momento de início da plastificação M y é o esforço resultante das tensões do diagrama c. A equação de equilíbrio das forças horizontais impõe igualdade das resultantes de tração e compressão, já que não há esforço normal aplicado. Esta equação fornece a posição da linha neutra elástica, que neste caso passa pelo centro de gravidade (CG) da seção. A equação de equilíbrio de momentos fornece :

da seção. A equação de equilíbrio de momentos fornece : W é o módulo de resistência

W é o módulo de resistência elástico da seção. Tabelado para cada seção.

DEC 4930 – Estruturas Metálicas – 1º. Semestre 2010 - Prof. Dr. Carlos Humberto Martins

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MARINGÁ CENTRO DE TECNOLOGIA Departamento de Engenharia Civil DIMENSIONAMENTO À FLEXÃO Na

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MARINGÁ

CENTRO DE TECNOLOGIA

Departamento de Engenharia Civil

CENTRO DE TECNOLOGIA Departamento de Engenharia Civil DIMENSIONAMENTO À FLEXÃO Na situação de plastificação

DIMENSIONAMENTO À FLEXÃO

Na situação de plastificação total, d, o equilíbrio de forças horizontais define a posição da linha neutra plástica como sendo o eixo que divide a seção em duas áreas iguais, uma tracionada A t e outra comprimida A c .

O momento de plastificação total M p é o esforço resultante do diagrama de tensões da figura d. Como a equação de equilíbrio de momentos tem-se :

d. Como a equação de equilíbrio de momentos tem-se : Onde Z é o módulo de

Onde Z é o módulo de resistência plástico da seção. Tabelado !!

Na expressão de Z, y t e y c são, respectivamente, as distâncias das áreas A t e A c até a linha neutra da seção.

DEC 4930 – Estruturas Metálicas – 1º. Semestre 2010 - Prof. Dr. Carlos Humberto Martins

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MARINGÁ CENTRO DE TECNOLOGIA Departamento de Engenharia Civil RESISTÊNCIA À FLEXÃO DE

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MARINGÁ

CENTRO DE TECNOLOGIA

Departamento de Engenharia Civil

CENTRO DE TECNOLOGIA Departamento de Engenharia Civil RESISTÊNCIA À FLEXÃO DE VIGAS COM CONTENÇÃO LATERAL As

RESISTÊNCIA À FLEXÃO DE VIGAS COM CONTENÇÃO LATERAL

As vigas com contenção lateral contínua não estão sujeitas ao fenômeno de flambagem lateral.

Classificação das seções quanto à ocorrência de flambagem local

De acordo com a NBR 8800 (2008), as seções das vigas podem ser divididas em três classes conforme a influência da flambagem local sobre os respectivos momentos fletores resistentes M res .

Seção compacta : é aquela que atinge o momento de plastificação total (M res =M p ) exibindo grandes rotações plásticas das suas seções.

Seção semicompacta : é aquela que a flambagem local ocorre após ter desenvolvido a plastificação parcial (M res > M y ) mas sem apresentar significativa rotação.

Seção esbelta : seção na qual a ocorrência da flambagem local impede que seja atingido o momento de início da plastificação (M res < M y ).

DEC 4930 – Estruturas Metálicas – 1º. Semestre 2010 - Prof. Dr. Carlos Humberto Martins

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MARINGÁ CENTRO DE TECNOLOGIA Departamento de Engenharia Civil EXEMPLOS DE CONTENÇÃO LATERAL

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MARINGÁ

CENTRO DE TECNOLOGIA

Departamento de Engenharia Civil

CENTRO DE TECNOLOGIA Departamento de Engenharia Civil EXEMPLOS DE CONTENÇÃO LATERAL CONTÍNUA São de grande

EXEMPLOS DE CONTENÇÃO LATERAL CONTÍNUA

São de grande importância as disposições construtivas de contenção

lateral, de que existem dois tipos bem definidos:

• Embebimento da mesa comprimida

em laje de concreto ou ligação mesa- laje por conectores; nesse caso tem

contenção lateral contínua.

• Apoios laterais discretos formados

por quadros transversais, treliças de

, suficiente; nesse caso, a contenção lateral atua nos pontos de contato da mesa comprimida com os elementos de contraventamento; a distância entre esses pontos de contato constitui o comprimento de flambagem lateral lb da viga.

contraventamento etc

com rigidez

lateral lb da viga. contraventamento etc com rigidez Exemplos de vigas com contenção lateral DEC 4930

Exemplos de vigas com contenção lateral

etc com rigidez Exemplos de vigas com contenção lateral DEC 4930 – Estruturas Metálicas – 1º.

DEC 4930 – Estruturas Metálicas – 1º. Semestre 2010 - Prof. Dr. Carlos Humberto Martins

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MARINGÁ CENTRO DE TECNOLOGIA Departamento de Engenharia Civil RESISTÊNCIA À FLEXÃO DE

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MARINGÁ

CENTRO DE TECNOLOGIA

Departamento de Engenharia Civil

CENTRO DE TECNOLOGIA Departamento de Engenharia Civil RESISTÊNCIA À FLEXÃO DE VIGAS COM CONTENÇÃO LATERAL A

RESISTÊNCIA À FLEXÃO DE VIGAS COM CONTENÇÃO LATERAL

A figura mostra curvas momento x rotação de vigas metálicas, com seção compacta, semicompacta e esbelta, sujeitas a carregamento crescente, mostrando a influência da flambagem local sobre o momento resistente das vigas.

da flambagem local sobre o momento resistente das vigas. DEC 4930 – Estruturas Metálicas – 1º.

DEC 4930 – Estruturas Metálicas – 1º. Semestre 2010 - Prof. Dr. Carlos Humberto Martins

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MARINGÁ CENTRO DE TECNOLOGIA Departamento de Engenharia Civil RESISTÊNCIA À FLEXÃO DE

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MARINGÁ

CENTRO DE TECNOLOGIA

Departamento de Engenharia Civil

CENTRO DE TECNOLOGIA Departamento de Engenharia Civil RESISTÊNCIA À FLEXÃO DE VIGAS COM CONTENÇÃO LATERAL As

RESISTÊNCIA À FLEXÃO DE VIGAS COM CONTENÇÃO LATERAL

As classes de seções são definidas por valores limites das relações

largura/espessura figura abaixo.

b das chapas componentes do perfil, conforme indica

abaixo. b das chapas componentes do perfil, conforme indica DEC 4930 – Estruturas Metálicas – 1º.
abaixo. b das chapas componentes do perfil, conforme indica DEC 4930 – Estruturas Metálicas – 1º.

DEC 4930 – Estruturas Metálicas – 1º. Semestre 2010 - Prof. Dr. Carlos Humberto Martins

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MARINGÁ CENTRO DE TECNOLOGIA Departamento de Engenharia Civil RESISTÊNCIA À FLEXÃO DE

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MARINGÁ

CENTRO DE TECNOLOGIA

Departamento de Engenharia Civil

CENTRO DE TECNOLOGIA Departamento de Engenharia Civil RESISTÊNCIA À FLEXÃO DE VIGAS COM CONTENÇÃO LATERAL

RESISTÊNCIA À FLEXÃO DE VIGAS COM CONTENÇÃO LATERAL

Classificação das seções para FLM e FLA

LATERAL Classificação das seções para FLM e FLA Dica : seu cálculo é mais complicado !!!

Dica :

seu cálculo é mais complicado !!!

Evitar trabalhar com seções esbeltas pois

DEC 4930 – Estruturas Metálicas – 1º. Semestre 2010 - Prof. Dr. Carlos Humberto Martins

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MARINGÁ CENTRO DE TECNOLOGIA Departamento de Engenharia Civil FLM FLA
UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MARINGÁ
CENTRO DE TECNOLOGIA
Departamento de Engenharia Civil
FLM
FLA

DEC 4930 – Estruturas Metálicas – 1º. Semestre 2010 - Prof. Dr. Carlos Humberto Martins

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MARINGÁ CENTRO DE TECNOLOGIA Departamento de Engenharia Civil M c r segundo

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MARINGÁ

CENTRO DE TECNOLOGIA

Departamento de Engenharia Civil

CENTRO DE TECNOLOGIA Departamento de Engenharia Civil M c r segundo NBR 8800 (2008) : ANEXO

M cr segundo NBR 8800 (2008) : ANEXO G

Civil M c r segundo NBR 8800 (2008) : ANEXO G σ r = 0,30.f y

σ r = 0,30.f y

r segundo NBR 8800 (2008) : ANEXO G σ r = 0,30.f y DEC 4930 –

DEC 4930 – Estruturas Metálicas – 1º. Semestre 2010 - Prof. Dr. Carlos Humberto Martins

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MARINGÁ CENTRO DE TECNOLOGIA Departamento de Engenharia Civil MOMENTO RESISTENTE DE PROJETO

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MARINGÁ

CENTRO DE TECNOLOGIA

Departamento de Engenharia Civil

CENTRO DE TECNOLOGIA Departamento de Engenharia Civil MOMENTO RESISTENTE DE PROJETO O Momento resistente de

MOMENTO RESISTENTE DE PROJETO

O Momento resistente de projeto (M dres ) é dado por :

M

dres

=

M

n

/

a

1

com

a

1

=

1,10

Onde M n é o momento resistente nominal, obtido para cada classe de perfil ( compacto, semicompacto ou esbelto) e para cada um dos estados limites de

FLM e FLA ( o MENOR valor de M n entre os dois estados limites últimos).

Neste caso está se desconsiderando o estado limite último de FLT devido haver contenção lateral contínua da viga.

DEC 4930 – Estruturas Metálicas – 1º. Semestre 2010 - Prof. Dr. Carlos Humberto Martins

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MARINGÁ CENTRO DE TECNOLOGIA Departamento de Engenharia Civil MOMENTO RESISTENTE DE PROJETO

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MARINGÁ

CENTRO DE TECNOLOGIA

Departamento de Engenharia Civil

CENTRO DE TECNOLOGIA Departamento de Engenharia Civil MOMENTO RESISTENTE DE PROJETO Interpolar M cr :

MOMENTO RESISTENTE DE PROJETO

Interpolar M cr :
Interpolar
M cr :
Civil MOMENTO RESISTENTE DE PROJETO Interpolar M cr : Expressões dadas pela NBR 8800 (2008) DEC

Expressões dadas

pela NBR 8800 (2008)

Interpolar M cr : Expressões dadas pela NBR 8800 (2008) DEC 4930 – Estruturas Metálicas –

DEC 4930 – Estruturas Metálicas – 1º. Semestre 2010 - Prof. Dr. Carlos Humberto Martins

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MARINGÁ CENTRO DE TECNOLOGIA Departamento de Engenharia Civil RESISTÊNCIA À FLEXÃO DE

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MARINGÁ

CENTRO DE TECNOLOGIA

Departamento de Engenharia Civil

CENTRO DE TECNOLOGIA Departamento de Engenharia Civil RESISTÊNCIA À FLEXÃO DE VIGAS SEM CONTENÇÃO LATERAL

RESISTÊNCIA À FLEXÃO DE VIGAS SEM CONTENÇÃO LATERAL CONTÍNUA

Flambagem Lateral

O fenômeno da flambagem lateral pode ser entendido a partir da flambagem por flexão de uma coluna. Na viga da figura a seguir, a seção composta da mesa superior e de um pequeno trecho da alma funciona como uma coluna entre dois pontos de apoio lateral, podendo flambar em torno do eixo y. Como a mesa tracionada é estabilizada pelas tensões de tração, ela dificulta o deslocamento lateral (u) da mesa comprimida, de modo que o fenômeno se processa com torção (Φ) da viga. Sob efeito de torção as seções sofrem rotações acompanhadas de deformações longitudinal, causando o empenamento: uma seção originalmente plana se deforma deixando de ser plana.

Em uma viga, o momento que causa flambagem lateral depende da esbeltez da mesa comprimida no seu próprio plano.

DEC 4930 – Estruturas Metálicas – 1º. Semestre 2010 - Prof. Dr. Carlos Humberto Martins

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MARINGÁ CENTRO DE TECNOLOGIA Departamento de Engenharia Civil RESISTÊNCIA À FLEXÃO DE

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MARINGÁ

CENTRO DE TECNOLOGIA

Departamento de Engenharia Civil

CENTRO DE TECNOLOGIA Departamento de Engenharia Civil RESISTÊNCIA À FLEXÃO DE VIGAS SEM CONTENÇÃO LATERAL

RESISTÊNCIA À FLEXÃO DE VIGAS SEM CONTENÇÃO LATERAL CONTÍNUA

À FLEXÃO DE VIGAS SEM CONTENÇÃO LATERAL CONTÍNUA A NBR 8800 TRATA DESSE ASSUNTO COM MAIORES

A NBR 8800 TRATA DESSE ASSUNTO COM MAIORES DETALHES NO SEU ANEXO H.

DEC 4930 – Estruturas Metálicas – 1º. Semestre 2010 - Prof. Dr. Carlos Humberto Martins

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MARINGÁ CENTRO DE TECNOLOGIA Departamento de Engenharia Civil DIMENSIONAMENTO DAS ALMAS DAS

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MARINGÁ

CENTRO DE TECNOLOGIA

Departamento de Engenharia Civil

CENTRO DE TECNOLOGIA Departamento de Engenharia Civil DIMENSIONAMENTO DAS ALMAS DAS VIGAS Esforço cortante de

DIMENSIONAMENTO DAS ALMAS DAS VIGAS Esforço cortante de Cálculo : V rd

As almas das vigas das estruturas metálicas servem principalmente para ligar as mesas e absorver os esforços cortantes. Por razões econômicas, procura-se concentrar massas nas mesas para obter maior inércia, reduzindo-se a espessura da alma.

A alma da viga é dimensionada basicamente para a condição de flambagem sob ação de tensões de cisalhamento.

de flambagem sob ação de tensões de cisalhamento. DEC 4930 – Estruturas Metálicas – 1º. Semestre

DEC 4930 – Estruturas Metálicas – 1º. Semestre 2010 - Prof. Dr. Carlos Humberto Martins

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MARINGÁ CENTRO DE TECNOLOGIA Departamento de Engenharia Civil DEC 4930 – Estruturas

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MARINGÁ

CENTRO DE TECNOLOGIA

Departamento de Engenharia Civil

CENTRO DE TECNOLOGIA Departamento de Engenharia Civil DEC 4930 – Estruturas Metálicas – 1º. Semestre 2010
CENTRO DE TECNOLOGIA Departamento de Engenharia Civil DEC 4930 – Estruturas Metálicas – 1º. Semestre 2010

DEC 4930 – Estruturas Metálicas – 1º. Semestre 2010 - Prof. Dr. Carlos Humberto Martins

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MARINGÁ CENTRO DE TECNOLOGIA Departamento de Engenharia Civil
UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MARINGÁ
CENTRO DE TECNOLOGIA
Departamento de Engenharia Civil
CENTRO DE TECNOLOGIA Departamento de Engenharia Civil DEC 4930 – Estruturas Metálicas – 1º. Semestre 2010

DEC 4930 – Estruturas Metálicas – 1º. Semestre 2010 - Prof. Dr. Carlos Humberto Martins

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MARINGÁ CENTRO DE TECNOLOGIA Departamento de Engenharia Civil DEC 4930 – Estruturas

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MARINGÁ

CENTRO DE TECNOLOGIA

Departamento de Engenharia Civil

CENTRO DE TECNOLOGIA Departamento de Engenharia Civil DEC 4930 – Estruturas Metálicas – 1º. Semestre 2010
CENTRO DE TECNOLOGIA Departamento de Engenharia Civil DEC 4930 – Estruturas Metálicas – 1º. Semestre 2010

DEC 4930 – Estruturas Metálicas – 1º. Semestre 2010 - Prof. Dr. Carlos Humberto Martins

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MARINGÁ CENTRO DE TECNOLOGIA Departamento de Engenharia Civil
UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MARINGÁ
CENTRO DE TECNOLOGIA
Departamento de Engenharia Civil

DEC 4930 – Estruturas Metálicas – 1º. Semestre 2010 - Prof. Dr. Carlos Humberto Martins

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MARINGÁ CENTRO DE TECNOLOGIA Departamento de Engenharia Civil Para os casos gerais

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MARINGÁ

CENTRO DE TECNOLOGIA

Departamento de Engenharia Civil

CENTRO DE TECNOLOGIA Departamento de Engenharia Civil Para os casos gerais de verificação de deslocamentos em

Para os casos gerais de verificação de deslocamentos em vigas, utiliza-se a combinação quase permanente.

em vigas, utiliza-se a combinação quase permanente. DEC 4930 – Estruturas Metálicas – 1º. Semestre 2010

DEC 4930 – Estruturas Metálicas – 1º. Semestre 2010 - Prof. Dr. Carlos Humberto Martins

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MARINGÁ CENTRO DE TECNOLOGIA Departamento de Engenharia Civil
UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MARINGÁ
CENTRO DE TECNOLOGIA
Departamento de Engenharia Civil
CENTRO DE TECNOLOGIA Departamento de Engenharia Civil DEC 4930 – Estruturas Metálicas – 1º. Semestre 2010

DEC 4930 – Estruturas Metálicas – 1º. Semestre 2010 - Prof. Dr. Carlos Humberto Martins

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MARINGÁ CENTRO DE TECNOLOGIA Departamento de Engenharia Civil EXEMPLO 1 Uma viga

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MARINGÁ

CENTRO DE TECNOLOGIA

Departamento de Engenharia Civil

EXEMPLO 1

DE TECNOLOGIA Departamento de Engenharia Civil EXEMPLO 1 Uma viga biapoiada de vão L=4m de piso

Uma viga biapoiada de vão L=4m de piso de edifício, de perfil VS 500 x 86 está sujeita a cargas uniformemente distribuída permanente g e variável q. Sendo g= 50 kN/m e q=25 kN/m. Verificar se a viga está corretamente dimensionada em relação ao momento resistente de cálculo, esforço cortante resistente de cálculo e ao deslocamento no meio do vão. A viga está contida lateralmente e foi fabricada em aço MR 250.

está contida lateralmente e foi fabricada em aço MR 250. SERÁ RESOLVIDO EM SALA DE AULA

SERÁ RESOLVIDO EM SALA DE AULA !!!

DEC 4930 – Estruturas Metálicas – 1º. Semestre 2010 - Prof. Dr. Carlos Humberto Martins

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MARINGÁ CENTRO DE TECNOLOGIA Departamento de Engenharia Civil EXEMPLO 1 DEC 4930

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MARINGÁ

CENTRO DE TECNOLOGIA

Departamento de Engenharia Civil

EXEMPLO 1

DE TECNOLOGIA Departamento de Engenharia Civil EXEMPLO 1 DEC 4930 – Estruturas Metálicas – 1º. Semestre
DE TECNOLOGIA Departamento de Engenharia Civil EXEMPLO 1 DEC 4930 – Estruturas Metálicas – 1º. Semestre

DEC 4930 – Estruturas Metálicas – 1º. Semestre 2010 - Prof. Dr. Carlos Humberto Martins