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UNIVERSIDADE PAULISTA - UNIP INSTITUTO DE CIÊNCIAS SOCIAIS E COMUNICAÇÃO - ICSC CURSO DE ADMINISTRAÇÃO

TRANSPORTE E LOGÍSTICA: O DESAFIO DA VIABILIDADE NA MOVIMENTAÇÃO EM GRANEL NO SISTEMA BIG BAGS

Orientador: Prof. Me. José Alberto Yemal.

SANTOS / SP

2011

CLAYTON SAMAMEDE DA SILVA CRISTIANA SAMAMEDE DA SILVA DANIELLE VAZ DOS SANTOS GABRIEL MACHADO ALEXANDRE THAYANE MATIAS PAULINO DA SILVA

WILLIANS JOSÉ DOS SANTOS

TRANSPORTE E LOGÍSTICA: O DESAFIO DA VIABILIDADE NA MOVIMENTAÇÃO EM GRANEL NO SISTEMA BIG BAGS

Trabalho de Curso apresentado ao Instituto de Ciências Sociais e Comunicação da Universidade Paulista como parte dos requisitos necessários para obtenção do título de Bacharel em Administração de Empresas.

Orientador: Prof. Me. José Alberto Yemal.

SANTOS / SP

2011

Silva, Clayton Samamede da; Silva, Cristiana Samamede da; Santos, Danielle Vaz dos; Alexandre, Gabriel Machado; Silva, Tayane Matias Paulino da.

Transporte e Logística: o desafio da viabilidade na movimentação em granel no sistema BIG BAGS/ Silva, Samamede Clayton / SP, 2011. 79p.

Monografia (Trabalho de Curso) Universidade Paulista - UNIP, 2011.

Instituto de Ciências Sociais e Comunicação Curso de Administração / Comércio Exterior

Orientador: Prof. Me. José Alberto Yemal

1. Palavra chave 1.Gestão 2. Palavra chave 2. Logística 3. Palavra chave 3. Transportes Modais 4. Palavra chave 4. Big Bags

Curso de

Administra

ção

UNIP / Campus Santos / Período Noturno ou Matutino

2011

CLAYTON SAMAMEDE DA SILVA

RA 974015-5

CRISTIANA SAMAMEDE DA SILVA

RA 974014-7

DANIELLE VAZ DOS SANTOS

RA

624195-6

GABRIEL MACHADO ALEXANDRE

RA 992706-9

THAYANE MATIAS PAULINO DA SILVA

RA 769131-9

WILLIANS JOSE DOS SANTOS

RA

967600-7

Transporte e logística: o desafio da viabilidade na movimentaçao em granel no sistema BIG BAGS

Comissão Examinadora:

Examinador (1)

Examinador (2)

Examinador (3)

Coordenador de Curso

Observações:

DATA DA APROVAÇÃO:

/ /

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IV

TRANSPORTE E LOGÍSTICA: O DESAFIO DA VIABILIDADE NA MOVIMENTAÇÃO EM GRANEL NO SISTEMA BIG BAGS

Dedicatória

Dedicamos este trabalho a nossa família, pilar de nossas vidas em especial aos nossos pais e todos os amigos e professores que nos ajudaram na realização deste trabalho.

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V

TRANSPORTE E LOGÍSTICA: O DESAFIO DA VIABILIDADE NA MOVIMENTAÇÃO EM GRANEL NO SISTEMA BIG BAGS

AGRADECIMENTOS

Agradecimentos

Ao Professor Mestre José Alberto Yemal, pelas orientações dadas durante a realização deste

trabalho.

Aos nossos pais, filhos e esposas, que nos acompanharam nessa trajetória acadêmica.

Aos professores da UNIP, que muito acrescentaram ao nosso conhecimento.

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VI

TRANSPORTE E LOGÍSTICA: O DESAFIO DA VIABILIDADE NA MOVIMENTAÇÃO EM GRANEL NO SISTEMA BIG BAGS

Epígrafe

“O mundo é um lugar perigoso de se viver, não por causa daqueles que fazem mal, mas sim por causa daqueles que observam e deixam o mal acontecer”.

Albert Einstein

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VII

TRANSPORTE E LOGÍSTICA: O DESAFIO DA VIABILIDADE NA MOVIMENTAÇÃO EM GRANEL NO SISTEMA BIG BAGS

ÍNDICE

Sumário

LISTA DE SIGLAS

IX

LISTA DE ILUSTRAÇÕES

X

LISTA DE QUADROS E TABELAS

XI

RESUMO

XII

 

ABSTRACT

XIII

1.

APRESENTAÇÃO

14

1.1. Introdução

14

1.2. Justificativa

15

1.3. Problema de pesquisa

16

 

1.4. Hipótese

16

1.5. Objetivos

17

1.5.1. Objetivo geral

17

1.5.2. Objetivos específicos

17

1.6.

Metodologia

17

1.6.1.

Etapas

18

2.

REFERENCIAL TEÓRICO

19

2.1.

Gestão logística de suprimentos

19

2.1.1.

A importância da gestão econômica de suprimentos para inserir BIG BAGS

25

2.1.2

Conceito de custo para viabilizar BIG BAGS na cadeia de suprimentos

28

2.2. Processo administrativo sob abordagem logística do sistema BIG BAGS

35

2.3. Característica dos principais transportes modais

39

2.4. Movimentação de materiais em BIG BAGS e Ensacadeiras HAVER

44

2.4.1

Sistema de conteinerizaçao

52

2.4.2.

Equipamento de movimentação de carga e descarga

54

2.5.

A busca da eficiência no transporte de granulados

59

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VIII

TRANSPORTE E LOGÍSTICA: O DESAFIO DA VIABILIDADE NA MOVIMENTAÇÃO EM GRANEL NO SISTEMA BIG BAGS

Sumário

3.

ESTUDO DE CASO

61

3.1. Apresentação da Empresa

61

3.2. Quadro de correlações

62

3.3. Métodos da composição sob amostragens dos dados de análise

64

3.4. Tabulações, gráficos e análise

64

4.

CONCLUSÃO

75

REFERÊNCIAS

77

 

ANEXOS

79

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IX

TRANSPORTE E LOGÍSTICA: O DESAFIO DA VIABILIDADE NA MOVIMENTAÇÃO EM GRANEL NO SISTEMA BIG BAGS

LISTA DE SIGLAS

Lista de siglas

ABNT

Associação Brasileira de Normas Técnicas

CPV

Custo do Produto Vendido

FIESP

Federação das Indústrias do Estado de São Paulo

GCS

Gestão de Cadeia de Suprimentos

ICSC

Instituto de Ciências Sociais e Comunicação

MP

Matéria Prima

PAC

Plano de Aceleração do Crescimento

TGA

Teoria Geral da Administração

UNIP

Universidade Paulista

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X

TRANSPORTE E LOGÍSTICA: O DESAFIO DA VIABILIDADE NA MOVIMENTAÇÃO EM GRANEL NO SISTEMA BIG BAGS

Lista de ilustrações

LISTA DE ILUSTRAÇÕES

Figura 1

Logística de Suprimentos

20

Figura 2

Fluxo de Informações na Cadeia de Suprimento

24

Figura 3

Embarque de BIG BAGS de 2000 kg por Guindaste na orla Portuária

31

Figura 4

Big Bags de 600 kg a 2000 kg

32

Figura 5

Produção das Matérias Prima (MP)

33

Figura 6

Ciclo do Processo Administrativo com base da TGA

38

Figura 7

Características dos transportes modais e BIG BAGS

41

Figura 8

Características dos transportes modais

41

Figura 9

Processo de utilização dos BIG BAGS

49

Figura 10

Processo de utilização dos BIG BAGS

49

Figura 11

Trailer dos containers portátil FBC

50

Figura 12

BIG BAGS One way

51

Figura 13

BIG

BAGS

Mult WAY

52

Figura 14

Sinais como exemplo para orientação

55

Figura 15

Ponte rolante

55

Figura 16

Carrinhos dos mais diversos

56

Figura 17

Empilhadeiras de pequeno e médio porte

56

Figura 18

Empilhadeiras elétricas

57

Figura 19

Container com BIG BAGS

57

Figura 20

Balança pressurizadora pneumática Haver

58

Figura 21

Layout de depósito de Armazenagem

58

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XI

TRANSPORTE E LOGÍSTICA: O DESAFIO DA VIABILIDADE NA MOVIMENTAÇÃO EM GRANEL NO SISTEMA BIG BAGS

Lista de quadros e tabelas

LISTA DE QUADROS E TABELAS

Quadro 1

Cadeia de suprimentos fluxo de informações

20

Quadro 2

Economia versus logística

26

Quadro 3

Estrutura de custos para cada modal

43

Quadro 4

Informações sobre a utilização dos BIG BAGS

46

Quadro 5

63

Quadro 6

Indicadores correlacionados as questões aplicadas Indicadores correlacionados aos dados

63

Tabela 1

Existência do processo ADM das empresas por segmento de merc

35

Tabela 2

Características operacionais relativas por modal de transporte

40

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XII

TRANSPORTE E LOGÍSTICA: O DESAFIO DA VIABILIDADE NA MOVIMENTAÇÃO EM GRANEL NO SISTEMA BIG BAGS

RESUMO

Resumo

SILVA, Clayton Samamede da. Transporte e Logística: o desafio da viabilidade na movimentação em granel no sistema BIG BAGS. Monografia (Trabalho de Curso - TC) - Instituto de Ciências Sociais e Comunicação - ICSC Curso de Administração, Universidade Paulista - UNIP, Santos, 2011.

Palavras-chave: Gestão, Logística, Transporte Modais, BIG BAGS.

Este trabalho apresenta uma abordagem metodológica baseada no conceito da Gestão Logística, destacando a importância da administração em propor conhecimentos às empresas a fim de gerar incentivo no melhor aproveitamento do transporte logístico de cargas a graneis sólidos, com intuito, de evitar perdas na movimentação. Para evitar o desperdício o trabalho propõe o acondicionamento dos produtos transportados por sistema BIG BAGS (Grandes Sacos) e tendo como objetivo; evitar o desperdício de grãos e insumos de produção como, por exemplo: o minério de ferro, soja, café, milho, feijão, arroz e fécula de mandioca para Importação, Exportação e Armazenagem que geralmente, com a movimentação dessas cargas, deixam grande quantidade de resíduos espalhados pelo caminho, afetando o meio ambiente.

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XIII

TRANSPORTE E LOGÍSTICA: O DESAFIO DA VIABILIDADE NA MOVIMENTAÇÃO EM GRANEL NO SISTEMA BIG BAGS

ABSTRACT

Abstract

SILVA, Samamede of Clayton. Transportation and Logistics: the challenge of sustainability in the bulk handling system BIG BAGS. Monograph (Working Course - CT) - Institute of Social Sciences and Communication - ICSC - Course Administration, Universidade Paulista - UNIP, Santos, 2011.

Keywords: Management, Logistics, Transportation Modal, BIG BAGS.

This paper presents a methodological approach based on the concept of Logistics Management, highlighting the importance of knowledge management in companies proposing to generate better use of incentives in freight transport logistics in bulk solids, with the aim of avoiding losses in the drive. To avoid wasting the paper proposes the preparation of products transported by system BIG BAGS (Big Bags) and having as goal, avoid wasting grain and production inputs such as: iron ore, soybeans, coffee, corn, beans, rice and cassava starch Import, Export and Storage that generally, with the movement of such loads, leaving large amounts of waste scattered along the way, affecting the environment.

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1. APRESENTAÇÃO

Capítulo 3 Estudo de caso

O trabalho abrange no escopo Transporte e Logística: o desafio da viabilidade na

movimentação em granel no sistema BIG BAGS em conseqüência, do desperdício de grãos durante a locomoção por modalidades; rodoviárias, ferroviárias e marítimas condicionados em contêineres, cuja solução implantada se dá na praticidade, armazenagem, transporte e, na economia financeira.

1.1. Introdução

O Brasil, como sendo um dos maiores produtores de grãos principalmente, os de soja

na região central, destaca-se por complexas vias de transportes utilizando-se dos principais

modais: rodoviário, ferroviário e marítimo para o escoamento precário de sua produção, tendo como principal movimentação através do porto de Paranaguá, rumo a Europa, África, Japão e demais mercados internos.

A movimentação agrícola dependente do sistema modal rodoviário por péssimas

condições das rodovias falta de investimento empresarial, a fim de diminuir perdas e ausência do comprometimento governamental, desperdiça grande parte da carga a granel durante a movimentação desde o produtor ao distribuidor final. A logística como sendo um dos principais setores estratégicos de administração das empresas aduaneiras, bem como ligado,

diretamente, ao sistema operacional de transporte dos insumos de produção em granel vem desempenhando grandes esforços na movimentação de cargas para atender a demanda, porém, não eficaz no acondicionamento das cargas em granéis sem haver perdas e danos ao meio ambiente.

Partindo da reflexão mencionada sobre o problema da gestão logística que tem como base o setor operacional ligado, diretamente, no acondicionamento inadequado de grãos para o transporte será abordado neste trabalho de conclusão como proposta o tema: “Transporte e Logística: o desafio da viabilidade na movimentação em granel no sistema BIG BAGS”. Esse tema idealizado e planejado para atender a demanda por qualidade ambiental segue para incentivar as empresas e todo setor ligado a essa movimentação no melhor aproveitamento do transporte logístico por todo destino de cargas de grãos dos tipos: soja, café, milho, pó (fécula de mandioca), granulados, entre outros, em especial o minério de ferro.

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Capítulo 3 Estudo de caso

Os fatores que motivam as pretensões na abordagem do acondicionamento BIG BAGS é o real desperdício de grãos e insumos de produção das fabricas por quase todo trajeto do complexo sistema logístico brasileiro até o consumidor final. Esse método de transporte sem investimento prejudica o meio ambiente dos quais: entupimento de esgoto, mau cheiro das cargas, no modal rodoviário, as péssimas condições de pavimentação e ainda o perigo de espalhar parte da carga pelo caminho causando graves acidentes nas rodovias.

Muito se aborda em logística, porém, permanecem dúvidas sobre seu significado e sua aplicação e o quanto ela afeta a vida das pessoas. É preciso que as empresas conheçam e administrem os fluxos logísticos, que são os caminhos de percurso dos materiais e as condições de embalagem e armazenagem, não só as cargas, mas a movimentação rodoviária dos caminhões antes de descarregar nos terminais portuários e promover boas ações ao meio ambiente. O acondicionamento adequado dos grãos e materiais é de responsabilidade da gestão logística, uma vez que a concorrência por qualidade se estende por toda cadeia Global promovendo a competitividade entre as empresas sem haver desperdícios e prejudicar o fluxo do transito por cargas espalhadas nas rodovias.

Esses são alguns fatores agregados à boa administração eficaz do transporte brasileiro, não poderia deixar de lado, também, o SI (Sistema de Informação) que registra estes materiais em movimento, dentro do processo tecnológico de transporte nas organizações.

Sendo assim, serão abordados conceitos que desenvolverão métodos na utilização racional da logística brasileira por promover investimento na aplicação do sistema BIG BAGS a empresas que desejam melhor competitividade no mercado e, por parte do Governo, criar incentivos fiscais que subsidiam as organizações para aderirem no processo de preservação do meio ambiente e condições de estradas.

1.2. Justificativa

No presente trabalho, destaca-se a importância da gestão administrativa em observar as empresas que, cada vez mais, competem entre si e buscam melhores fatias no mercado. Apresentar aspectos importantes da logística nos transportes e demonstrar princípios e formas de utilização dessa logística.

Dessa forma, a ciência da Administração que busca compreender as mudanças do mercado dentro do processo de atualização de seus estudos e pesquisas e, suprir as

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Capítulo 3 Estudo de caso

necessidades das pessoas, os anseios e desejos diante as organizações descentralizadas, destaca-se em suas análises, desenvolver projetos universitários sob a analogia racional através de: pesquisas de campo e conceito organizacional.

Sendo assim, de acordo com a ciência da organização, direção e controle, não se pode deixar de lado a análise da gestão logística (gestão administrativa) dentro do processo de armazenagem de materiais e grãos (processo operacional). O objetivo principal de pesquisa sobre sua eficácia no investimento racional em atender a demanda do mercado cada vez mais competitivo.

Vale ressaltar que, a logística é uma gestão administrativa, com base característica operacional.

A missão da logística, para Motta (2005) é levar a quantidade exata do produto certo ao lugar adequado na hora correta pelo preço justo. Isto, alcançando os objetivos de reduzir custos e elevar o nível de serviços prestados aos clientes.

Partindo da ciência da Administração em buscar soluções atuais de gerenciamento organizacional, junto ao administrador de empresas. Traz como proposta as transportadoras de cargas, meios de investimento racional no processo de embalagem, a fim de promover a qualidade no condicionamento de grãos sem haver grandes perdas e, custo de armazenagem.

1.3. Problema de pesquisa

Como agilizar a movimentação de cargas em granel sólido com maior eficácia no transporte logístico, evitando o desperdício de grãos e insumos de produção (minério de ferro)?

1.4. Hipótese

Através da conteinerização e utilização de BIG BAGS é possível agilizar a movimentação de minério de ferro com maior eficácia e rapidez evitando o desperdício do produto.

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1.5. Objetivos

Capítulo 3 Estudo de caso

Elaborar uma proposta de trabalho de abrangência Administrativa sob aspectos logísticos por eficiência.

1.5.1. Objetivo geral

Demonstrar através de um estudo de caso, as vantagens na utilização de BIG BAGS e conteinerização no transporte de granulados e minério de ferro como insumo de produção.

1.5.2. Objetivos específicos

Analisar a gestão logística do transporte de grãos e insumos de produção;

Promover ações às empresas sobre a utilização eficaz do sistema BIG BAGS para evitar o desperdício de grãos e insumos de produção;

Identificar as vantagens na utilização de BIG BAGS e conteinerização no transporte de graneis sólidos.

Descrever as formas atuais do transporte de minério de ferro, tendo como referencia a Empresa TERMARES;

1.6. Metodologia.

A metodologia a ser usada será com base na teoria de Viegas (1999). Para o autor a elaboração metodologia se apresenta como um conjunto de técnicas e processos utilizado pela ciência para formular e resolver problemas de aquisição objetiva do conhecimento de maneira sistemática sob pesquisas.

Para Fonseca (2002, p.20) a pesquisa: é o resultado de um inquérito ou exame minucioso, realizado com o objetivo de resolver um problema, recorrendo a procedimentos científicos.

A pesquisa de campo se detém na observação do contexto social, no espaço geográfico em que é detectado um fato social (problema) que a princípio passa a ser examinado in loco e,

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Capítulo 3 Estudo de caso

posteriormente, é encaminhado para estudo e explicações com o emprego de métodos e técnicas específicas. (OLIVEIRA, 2002, p.71); A seguir as etapas do trabalho:

1.6.1. Etapas

A partir da escolha de um tema, baseado no levantamento do problema do desperdício de Grãos por transportes inadequados e danos ao meio ambiente, o trabalho buscou soluções através de pesquisa a fim de desenvolver conceitos que possam incentivar as organizações investirem no processo de embalagens BIG BAGS (Grandes Sacos), sendo assim, a pesquisa seguiu as seguintes etapas:

1. Desenvolveu um projeto de pesquisa como proposta e, com isso, trouxe resultados que poderão alcançar o objetivo esperado do trabalho;

2 Foi elaborado o desenvolvimento bibliográfico, desde a escolha do tema por várias

pesquisas, utilizando-se dados secundários dos tipos: livros, jornais, revistas e artigos de

internet até a redação final que fundamentaram a contextualização do trabalho;

3 Foi desenvolvido o instrumental de pesquisa, baseado na metodologia bibliográfica com pretensão de comprovar a hipótese;

4 Justificou o tema como objeto de estudo, a partir da aplicação do instrumental de

pesquisa sob coleta de dados das fontes primárias e, através da analise do conteúdo das informações colaborou para o desenvolvimento do trabalho;

5 Foi difundido com os métodos de pesquisa da escala Likert, a base da tabulação de dados a fim de elaborar um esboço para o gráfico;

6 Obteve com o processo de pesquisas elaboradas e relacionadas juntamente, com o

que foi coletado na pesquisa de campo e o referencial teórico: a pré-conclusão do trabalho;

7 Foi realizado também, um relatório de conclusão, uma síntese que buscou demonstrar toda obra dentro de um contexto redigido, sobre todos os aspectos abordados durante a confecção do trabalho; e

8 Por fim; a comunicação, transmissão dos resultados obtidos foi alcançada na reflexão proposta do trabalho como base principal, troca de experiências testadas e aprovadas com a confirmação ou não da hipótese.

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2. REFERENCIAL TEÓRICO

2.1. Gestão logística de Suprimentos

Capítulo 3 Estudo de caso

A gestão logística da cadeia de suprimentos, tendo como foco principal, o gerenciamento do fluxo de cargas que envolvem todo processo de distribuição, armazenagem e demanda agregada por competência tem em sua terminologia o estudo estratégico do transporte. Esse procedimento estratégico de distribuição envolve empresas interligadas para evitar desperdícios de insumos e custos elevados que possam comprometer o mercado.

Para Ballou (2004, p.27) a gestão da cadeia de suprimentos (GCS, ou SCM), termo sugerido mais recentemente, capta a essência da logística integrada e inclusive a ultrapassa.

Esse fator mencionado pelo autor descreve ainda que; o gerenciamento da cadeia de suprimentos destaca-se as interações das organizações que ocorrem entre as funções de marketing, logística e produção em uma empresa, dessas mesmas interações entre as empresas legalmente separadas no canal de fluxo de produtos, são organizações ligadas apenas pelo processo da atividade do escoamento da produção, comercialização, aquisição de insumos sob logística reversa, importação e exportação.

Diante desse conceito descrito acima pelo autor, pode-se compreender que o ponto primordial é a interação entre as empresas com objetivo de aperfeiçoar serviços e conter custos excessivos. O sistema BIG BAGS neste processo de gestão de suprimento para evitar perdas de insumos de produção, distribuição e estufagem; pode até ser inserido no contexto do autor Ballou (2004), tendo como proposta de adequação:

Inicio da entrada (Fornecedores e Armazenagem);

Industrialização (Fabricação e transformação); e

Até a saída para o mercado (Centro de distribuição para o consumidor final).

Seriam produtos embalados em grandes sacos BIG BAGS adequadamente, para importação e exportação e, incentivando maior participação das empresas no mercado por promoverem padrões de qualidade. Para melhor evidenciar o conceito do autor Ballou (2004) será ilustrado na figura a seguir, o esquema da logística de suprimentos juntamente, com uma

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Capítulo 3 Estudo de caso

tabela. Essa demonstração tem por interesse reforçar a idéia do autor; no incentivo às empresas a aderirem ao sistema “BIG BAGS” em determinados setores, bem como:

armazenagem, estufagem, conteinerização, transporte e procedimentos logísticos estratégicos para reduzir perdas.

ENTRADA INDUSTRALIZAÇÃO SAIDA P/ O MERCADO Armazém Alfandegado Fornecedores Internacionais Indústria
ENTRADA
INDUSTRALIZAÇÃO
SAIDA P/ O MERCADO
Armazém
Alfandegado
Fornecedores
Internacionais
Indústria
Logística Reversa
Exportação
Armazém
Consolidado
Fornecedores
Nacionais
Terminal
Clientes
Internacionais

Figura- 1: Logística de Suprimento Fonte: http://www.wilsonsons.com.br/logistica/solucoes_integradas.asp> Acesso em 11/08/2011.

Entrada

Industrialização

Saída para o Mercado

Transporte internacional e nacional;

Recebimento de matéria prima e produto acabado;

Transporte internacional e distribuição;

Gestão de transporte;

Portaria e recebimento;

Gestão de transporte;

Desembaraço aduaneiro;

Armazenagem;

Estufagem de container;

Armazenagem;

Gestão de estoques;

Planejamento e

Serviços; e

Sub-montagem;

programação;

Valor agregado.

Abastecimento, produção.

Armazenagem.

QUADRO - 1: Cadeia de suprimentos fluxo de informações. Fonte: <http://www.wilsonsons.com.br/logistica/solucoes_integradas.asp> Acesso em 11/08/2011.

Uma das principais funções da gestão logística de suprimentos é gerenciamento de matéria prima, mão-de-obra direta e indireta, despesa de fabricação e principalmente, no custo

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Capítulo 3 Estudo de caso

de transporte. Para Ballou (2004) os fatores de produção têm de atender as necessidades na medida certa, isso só é possível se haver a interação logística e, promover eficiência na utilização do canal de fluxo (rota do escoamento dos diversos produtos e, de diversas áreas).

Sobre a importância da logística empresarial, Ballou (2004) descreve que as primeiras abordagens a sugerir os benefícios da gestão logística coordenada foram publicadas somente em 1961, o que em parte explica porque só agora se consolida uma definição generalizada da logística empresarial.

Indaga, ainda, Ballou (2004) que em virtude dos benefícios e a consolidação logística, vale a pena explorar algumas definições.

Uma definição significativa de termo logística: é o ramo da ciência militar que lida com a obtenção, manutenção e transporte de materiais, pessoal e instalações. Essa definição acentua a logística num contexto militar. Dadas as definições entre os objetivos e atividades empresariais e militares, essa definição não engloba essencialmente, a gestão logística empresarial.

Outra definição de logística dada pelo autor Gomes e Ribeiro (2004, p.01) é o processo de gerenciar estrategicamente a aquisição, a movimentação e o armazenamento de materiais, peças e produtos acabados (e os fluxos de informação correlatos) por meio da organização e dos seus canais de marketing, de modo a poder maximizar as lucratividades presentes e futuras com o atendimento dos pedidos a baixo custo. Para se entender o estudo da logística é necessário diferenciar fornecedor, cliente e usuário final. O fornecedor é a empresa que produz, transforma o produto para vender e distribuir. Os clientes são aqueles que estão entre os fornecedores e os usuários finais, como por exemplo, os supermercados. O usuário final é o consumidor, aquele que vai ao varejo realizar suas compras e com ele tem uma relação direita.

“A logística é função da empresa que se preocupa com a gestão do fluxo físico do suprimento de matérias-primas, assim como a distribuição dos produtos finais ao cliente”. (GOMES e RIBEIRO, 2004, p.05)

Quanto à logística empresarial, Gomes e Ribeiro (2004) cita como uma gerência que pode prover melhor nível de rentabilidade aos serviços de distribuição aos clientes e/ou consumidores, por meio de planejamento organizado e controle efetivo das atividades de movimentação e armazenagem, objetivando facilitar o fluxo de produtos.

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Capítulo 3 Estudo de caso

Gomes e Ribeiro (2006, p.07), mencionam, também, como importante a gestão logística por sistema integrado, ou seja, o relacionamento entre fornecedor, suprimentos, produtos, distribuição e clientes, havendo um fluxo de materiais e outro de informações. Os autores descrevem que o empresário, devem inserir em seus negócios as seguintes etapas:

suprimentos, a fim de obter matéria-prima na quantidade exata, com menos custos e mantendo a qualidade; administração de produção, definindo junto com o marketing o quanto produzir o que e para quem, e distribuição, tendo em vista todo o processo de embalagem, transporte e movimentação. Ainda os autores, “a satisfação do cliente, hoje, não se resume a apenas oferecer-lhe um produto de qualidade superior, como também menor preço e menor prazo de entrega, garantindo o cumprimento do prazo e a regularidade no atendimento”.

Para Ballou (2004), sobre as definições logísticas por exclusividade de uso, ressalva que nos aspetos gerais da utilização dos mecanismos logísticos, não seja apenas, privilégios das organizações empresariais e militares; e sim de âmbito geral. Esse é pertencente também a todos que necessitam dos serviços sob planejamento das estratégias de transporte, contudo não se pode descartar a importância da ciência da Administração inserida no processo do planejamento logístico das entidades.

Bowersox (2006, p.21) corrobora outro ponto de vista sobre a gestão da cadeia de suprimento (às vezes conhecida como cadeia de valor ou cadeia de demanda): para ele são empresas colaboradoras a fim de alavancar o posicionamento estratégico e, para melhorar a eficiência das operações. Para cada empresa envolvida, o gerenciamento de suprimentos reflete uma escolha estratégica. A estratégia da cadeia de suprimentos pode-se entender como um arranjo do canal, fornecedores e consumidores baseado na dependência reconhecida da gestão de relacionamentos empresariais.

Quando Bowersox (2006) menciona o gerenciamento de suprimentos, significa que se dá pelas interações comerciais entre prestadores de serviços, fornecedores e consumidores impulsionados pela demanda de estratégias logísticas entre as empresas parceiras e o estabelecimento preciso do Sistema e Tecnologia de Informações (SI e TI). Ressalva, ainda, que as operações da cadeia de suprimentos demandam processos gerenciais que atravessam áreas funcionais dentro de empresas individuais e conecta parceiros comerciais e clientes para além das fronteiras organizacionais, por isso a necessidade de um avançado sistema de tecnologia.

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Capítulo 3 Estudo de caso

É como se as empresas estivessem interligadas num processo conjunto de atividades logísticas pelo processo de intranet. São parceiras de interesse comercial para reduzir custos com o transporte estabelecendo cadeia de suprimentos. Ex. Grupo Pão de Açúcar, Wal-Mart, Refinações de Milho Brasil e etc.

A evolução tecnológica criou o conceito de “tempo real para um produto”, que seria definido como o tempo decorrido entre o projeto do produto e o tempo desse novo produto estar nas mãos do consumidor, conforme Gomes e Ribeiro (2004). Diante disso, surgiu a ideia de otimizar e agilizar o processo, tornando-o mais eficiente, por meio de fornecimento em cadeia, ou seja, canais de distribuição mais rápidos, agregando valor e não custo ao produto. Esse processo decreta o fim dos grandes estoques para ter um fluxo mais eficiente.

Albieri (2009) menciona, ainda, para que a logística possa oferecer resultados positivos à empresa é preciso observar a cadeia produtiva inserida na organização: é constituída de todos os processos logísticos, dos quais; o controle da produção de insumos e matéria- prima, contato com fornecedores, contato também com a distribuição dos bens até o consumidor final, envolvendo transporte e analise de gestão de suprimento. Para tanto, deve- se avaliar a cadeia de suprimentos se atende às necessidades do sistema de comunicação eficaz. São as informações entre as organizações desde a origem da produção até o consumidor final.

“A cadeia de suprimento é o grupo de fornecedores que suprem as necessidades de uma empresa na criação e desenvolvimento dos seus produtos. As empresas que utilizam a mesma cadeia de suprimentos devem se comunicar e cooperar entre si eliminando todo desperdício, com o objetivo de satisfazer o cliente final ao menor custo possível”. (ALBIERI,

2009)

O autor descreve, também, sobre a importância de estabelecer critérios de informação eficiente para atender o fluxo do transporte entre as organizações. De acordo com ele as informações ocorrem nos dois sentidos, a partir do processamento de dados, dos recursos, das reclamações e de produtos, entre outros, no sentido cliente para fornecedor e vice-versa, na busca pela melhoria contínua da comunicação envolvendo fatores de origem e final, a plena satisfação dos clientes.

Portanto, a cadeia de suprimento serve para identificar a deficiência da logística, onde se concentra perda de qualidade do transporte, desperdícios de insumos e, assim solucionar

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problemas com investimentos adequados. Para entender melhor o conceito de Bowersox (2006) sobre a importância do processo da gestão na cadeia de suprimentos, abaixo será apresentado um esboço na figura (2) para demonstrar toda conjuntura das empresas inseridas no ciclo de transporte e demanda.

das empresas inseridas no ciclo de transporte e demanda. Figura - 2: Fluxo de Informações na

Figura - 2: Fluxo de Informações na Cadeia de Suprimento Fonte: <http://www.tecnicon.com.br/newsletter/suprimentos.png> Acesso em 11/08/2011

Dessa forma, tendo como base o conceito de Bowersox (2006) a figura (2) representa os fluxos de informação na cadeia de suprimento e financeiro, evidencia também, a importância de todos os setores envolvidos com o propósito de reduzir custos e aperfeiçoar serviços sem haver perdas. Todo esse conceito abordado até então pelos autores, tem como proposta programar a utilização do sistema BIG BAGS a fim de diminuir desperdícios com o transporte e principalmente com os insumos de produção granulados (Ex. minério de ferro).

A gestão econômica de suprimento e analise de custo do sistema logístico não poderia ser desprezadas pela ciência da Administração antes de qualquer investimento, seja para automação ou adequação de embalagens (BIG BAGS) em cargas conteinerizadas. Esse conceito será mais bem abordado na seqüência do trabalho pelo autor; Moura (2006, p.203) sobre a influência do processo logístico para o desenvolvimento social agregado a economia como um todo, ou seja, são os fatores que asseguram os recursos financeiros aplicados com qualidade de investimentos sustentável economicamente.

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2.1.1. A importância da gestão econômica de suprimentos para inserir BIG BAGS.

Desde as primitivas economias de base rurais, até as modernas economias, fortemente integradas e, com elevados níveis de produtividade, não alcança o equilíbrio da demanda de consumo por insumos de produção. A competitividade hoje das empresas por inserção a fatia do mercado, a qualidade do transporte logístico é cada vez mais exigida pelas grandes economias mundiais, principalmente as que se preocupam com o meio ambiente. Moura (2006, p.203) descreve que os sistemas logísticos têm desempenhado uma função vital no desenvolvimento econômico e social dessas organizações, assim como, o próprio governo de países emergentes como o Brasil.

A economia mundial agregada dos grandes blocos econômicos é quem determinam as regras de participação, portanto o Brasil como um dos maiores exportadores de insumos, tais como; o minério de ferro que consome estratégias logísticas, para manter-se no mercado sustentável terá de se adaptar na preservação do meio ambiente por transporte mais adequados. Os BIG BAGS neste conceito de Moura (2006) sobre a importância da logística para o desenvolvimento econômico sustentável contra desperdícios torna-se imprescindível para o aumento da participação das empresas no mercado, não tão diferente da competição econômica dos primórdios da civilização.

Atualmente com processo de evolução social agregado ao conceito econômico das empresas e do próprio desenvolvimento humano. O poder político e econômico tinha sua influencia nas metas ligadas no comércio marítimo e estratégias logísticas por força militar.

Para o autor, as histórias das grandes nações marítimas, desde os primórdios da civilização ocidental até a era moderna, é a história do poder político e econômico, baseado no comércio e na capacidade de manter, por longos períodos de tempo, forças militares a uma distância considerável, porém atenta com possíveis revoluções.

Ainda, Moura (2006) acrescenta que os esforços para melhorar os sistemas logísticos facilitaram algumas das exportações mais audaciosas e românticas da experiência humana. Reconhece, também, que os sistemas logísticos tiveram grande importância na formação e unificação dos países, o que explica a realização de vultosos investimentos na capacidade logística, principalmente em transportes.

Moura (2006) descreve que a logística continua a desempenhar atualmente um papel importante nas organizações, assim como no sistema econômico, com vastas incidências no

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mundo dos negócios e em toda atividade humana. O quadro abaixo conceitos de uma

abordagem sobre a articulação da logística com a economia representa a interação entre os

dois fatores:

 

ECONOMIA

 

LOGÍSTICA

A economia é o estudo da forma como as sociedades utilizam recursos escassos

A logística estuda os fluxos de produtos e da informação associada, desde a aquisição de matérias-primas e outros (IMPUT).

 

para

produzir bens com valor

passando

pelas operações de produção (apoio à produção)

e

de como os distribuem entre os vários indivíduos.

até

a entrega aos clientes.

(Distribuição física)

QUADRO 2 Economia versus Logística Fonte: MOURA, Benjamim do Carmo. Logística: conceitos e tendências. Centro Atlântico. pt, 2006, p. 204.

Os objetivos centrais da economia e da logística, segundo Moura (2006) não são

incompatíveis: servir o “Cliente” na terminologia logística ou, na perspectiva da economia,

servir o “Homem”. A economia é uma ciência social, um conjunto organizado de saberes que

verificam as condições do conhecimento científico, que permite explicar os fatos econômicos

e prever tendências gerais do seu desenvolvimento; a logística é a função/processo que

assegura a gestão dos fluxos de produtos e da informação associada, desde os fornecedores até

os clientes finais e vice-versa.

Até aqui o autor Moura (2006) descreve todo processo de desenvolvimento humano,

pratica logística, fatores econômicos e políticos e, principalmente a gestão dos fluxos de

produção desde os primórdios aos dias de hoje. Ambos os aspectos só reforçam a

compreensão da evolução social economicamente ativa, interligada as organizações e ao meio

ambiente sustentável.

Dessa forma para acompanhar o ritmo evolutivo das organizações logísticas, político e

social pode ter como conceito a inserção do sistema BIG BAGS no processo de transporte às

empresas produtoras e transportadoras.

A importância da logística decorre não apenas do seu contributo para o desempenho

das organizações e a satisfação das necessidades dos clientes, mas também, como importante

componente do PIB (Produto Interno Bruto) sustentável.

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Dias (1993, p.11), descreve que “a economia brasileira, periodicamente atravessa uma fase de expansão e recessão industrial associada à alta inflação, tendendo as empresas a crescer acima de seus problemas, graças a uma combinação de aumentos de produção e preços elevados. Essa conjuntura, entretanto, em certo estágio do desenvolvimento, leva a uma aproximação dos limites do crescimento econômico, e a indústria sente o aparecimento simultâneo de vários problemas graves, entrando e um período de concentração e declínio econômico”.

Em detrimento do conceito do autor, pode-se analisar a seguinte instrução: a inflação compromete direta ou indiretamente o crescimento das empresas e dentro do processo logístico sobre a abordagem dos investimentos tecnológicos. O governo, atualmente, reforça a idéia que a inflação esteja controlada, vai de encontro com a realidade, pois a automação da linha de produção e transformação depende do mercado externo para se adequar ao sistema de demanda e concorrência no mercado.

Para implantar melhoramentos na estrutura industrial é necessário dinamizar o sistema logístico, que engloba o suprimento de materiais e componentes, a movimentação e o controle de produtos e o apoio ao esforço de vendas dos produtos finais, até a colocação do produto acabado no consumidor. (DIAS, 1993, p.11)

O autor descreve como sendo um dos fatores principais do sistema logístico a ser estudado para atingir a eficácia no transporte dos produtos acabados até o consumidor final promovendo a satisfação e atendendo os anseios dos que se utilizam desses recursos de movimentação de carga. O sistema BIG BAG diante da problemática logística sobre o conceito do autor seria mais um problema de implantação do sistema por investimento adequado com o propósito de facilitar o transporte eficaz sem haver o desperdício e obter ganhos na fatia do mercado.

Ainda, Dias (1993), define o grau de importância da gestão administrativa. Enfatiza que os administradores estão reconhecendo, agora, a necessidades de se estabelecer um conceito bem definido de logística, uma vez que começam a compreender melhor o fluxo continuo dos materiais, insumos de produção e não descartando os produtos agrícolas, as relações tempo estoque na produção e na distribuição e os aspectos relativos ao fluxo de caixa no controle diversos de investimento.

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A verdade é que o enfoque da administração está mudando o tradicional, para um conceito mais atualizado, que envolve definição de mercado, planejamento do produto e apoio logístico.

“Além disso, os administradores também estão reconhecendo que devem coordenar suprimentos, produção, embalagens, transporte, comercialização e finanças em uma atividade de controle global, capaz de apoiar firmemente cada fase do sistema com um máximo de eficiência e um mínimo de capital investido”. (DIAS, 1993, p. 11)

Assim, de modo resumido podem ser incluídas entre atividades logísticas sob o processo de administração por excelência.

2.1.2. Conceito de custo para viabilizar BIG BAGS na cadeia de suprimentos.

Um dos fatores de extrema importância na gestão de qualquer negócio, de qualquer segmento e em qualquer ramo de atuação, é a gestão de custos para viabilizar um investimento, para Schier (2006, p.14). O autor cita que assim como em qualquer área técnica, existe uma linguagem peculiar utilizada no dia-a-dia e que visa facilitar o desenvolvimento e a análise dos resultados das atividades inerentes ao processo de gestão de custos.

Costa et al (2010, p.15) descreve que para que todas as organizações em qualquer setor da economia, o controle do fluxo de materiais dos fornecedores até o cliente ou consumidor é uma atividade essencial. Para os autores, ao longo de toda a cadeia de aprovisionamento surgem pontos de armazenamento ou apenas de espera (até serem utilizados) dos mais diversos materiais: matérias-primas, componentes, equipamento, itens de apoio, produtos não acabados e produtos acabados.

Ainda, os autores, a importância do controle do fluxo de materiais é atualmente conhecida. Que existe a um importante potencial de redução de custos agregado a uma gestão mais eficiente das existências, tendo em consideração o custo de oportunidade do capital necessário para mantê-las.

Porém, é necessário definir o significado de custos para que se tenha melhor entendimento sobre seu controle e toda gestão nela associada.

Sobre uma definição de custos, os autores Leone & Leone (2007, p.15) conceituam que a contabilidade estratégica de custos é uma atividade que produz informações de custos

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para alguém que tem, por função, a gestão dessas informações e, como resultado, se tem a gestão de custos que pode ser: operacional, decisória, estratégica, analítica, controladora ou tantos outros qualificativos, dependendo das necessidades de quem solicitou o planejamento das informações. Os autores ressalvam que “contabilidade e gestão” são duas atividades diferentes, embora trabalhem em conjunto.

“Contabilidade de custos é uma técnica utilizada para identificação e mensuração dos custos dos produtos em todo processo produtivo, aquisição de mercadorias para revenda e custos para prestação de serviços, além de uma forma para proporcionar seu controle”.

(SCHIER, 2006, p.25)

Para se entender, a contabilidade prepara informações de custos para os diversos departamentos gerenciais em coletivo. A gestão de custos usa essas informações provenientes da contabilidade, denominada de “gestão estratégica”. As informações que são recebidas são preparadas, exclusivamente, para atender às necessidades de planejamento e tomada de decisões estratégicas. Quem se apodera dessas informações de custos é o gestor de custos.

Schier (2006, p.21) descreve os principais objetivos da gestão de custos:

Apuração de custos dos produtos e dos departamentos;

Atendimento às exigências contábeis;

Atendimento às exigências fiscais;

Controle de custos de produção;

Melhoria de processos e eliminação de desperdícios;

Auxilio na tomada de decisões gerenciais;

Otimização de resultados.

Lins e Silva (2005, p.3) conceituam a atribuição de custos como uma das atividades essenciais do sistema de contabilidade de custos. A definição de custos, como valor em dinheiro ou equivalente (ativos não monetários que podem ser trocados), sacrificado para produtos e serviços, onde tragam uma renda atual ou futuro para a organização.

Partindo da teoria, o sistema BIG BAGS pode ser absorvido por grande parte das empresas que utilizam do armazenamento do transporte, da logística objetiva, dos recursos de

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materiais e a tecnologia de todos os fatores a serem analisados pela gestão de custo como melhoria do processo de distribuição das atividades. É entender os procedimentos de análise gerencial de como são formados o custo e sua origem.

“Custo é o valor em dinheiro, ou equivalente a este, sacrificando para a obtenção de produtos e serviços que se espera tragam um beneficio atual ou futuro para a organização, superior ao recurso sacrificado”. (LINS e SILVA, 2005, p.4)

Da forma como

a organização

exerce sua função

em

relação

ao

processo

de

fabricação, o autor Dias (1993, p.285) descreve alguns sistemas de custos:

- Custo por ordem de produção mais utilizado para empresa de produção sob encomenda, a empresa atende aos pedidos de clientes, quer por unidade quer por lotes, em função de uma venda efetivada.

- Custo por processo de fabricação é usado na produção contínua; são as empresas que normalmente produzem para estoque.

- Custo padrão ou standard é o custo predeterminado cientificamente, considerando as condições normais e aceitáveis de operação da empresa. Podem ter dois significados:

a) como modelo ou meta a ser atingida, em determinada condição ou período;

b) como medida fixa ou guia, usado para comparações. Neste caso é um excelente

meio de controle inatingível pela política de preços, seja inflacionária, seja deflacionária.

Quanto a fazer uso de análise preço-custo, o autor Dias (2005) cita algumas perguntas para se conhecer como é montada a estrutura de preço de venda.

a) Como o fornecedor estabelece seu preço?

b) Qual é a reação do mercado?

c) Qual a reação do mercado com produtos concorrentes?

d) Qual o grau de confiabilidade nas estimativas do fornecedor?

e) Qual deve ser a margem em que atua o fornecedor?

Dias (2005, p.285) menciona, ainda, uma posição muito importante; por preço entende-se o valor que o fornecedor exige ao vender seu produto. Por custo entende-se o

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quanto ele gasta para fabricar esse mesmo produto. Afirma, também, que custo pode significar a soma de esforços que são aplicados para produzir alguma coisa.

Referente aos questionamentos e a precificação de fornecedores, essa teoria pode servir de base para promover fundamentos às organizações que transportam cargas granuladas dos tipos: minério de ferro, grãos de milho, soja, café, feijão, arroz, leite em pó, fertilizantes, mandioca, pó-químico e etc. Investirem na utilização de embalagens BIG BAGS acondicionamento adequado com o propósito de reduzir perdas no transporte e custos de armazenagem.

de reduzir perdas no transporte e custos de armazenagem. Figura 3: Embarque de BIG BAGS de

Figura 3: Embarque de BIG BAGS de 2000kg por Guindaste na orla Portuária Fonte: <http://www.tradenote.net/images/users/000/151/609/products_images/677947.jpg> Acesso em 20/10/11

Outros conceitos dos autores Lins e Silva (2005, p.6) inerentes à gestão de custos destaca conteúdos de analise, dos quais:

- Quanto ao preço: em um mercado de livre concorrência, o consumidor define o preço que está disposto a pagar por um bem ou serviço. As empresas definirão seus preços de venda em função do tipo do consumidor que desejam atingir e a parcela de mercado que desejam ocupar.

- Quanto à qualidade: têm por objetivo satisfazer às necessidades dos consumidores, que tanto podem ser os consumidores finais do produto como as unidades operacionais.

A qualidade do produto ou serviço prestado constitui elemento fundamental de sucesso, que abrange desde a escolha de fornecedores até a orientação ao cliente quanto ao melhor uso do produto, como no caso da utilização do sistema BIG BAGS, promovendo incentivo no uso desses recursos.

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- Quanto ao desperdício: é algo que não adiciona valor ao produto sob a óptica do consumidor. São gastos que podem ser eliminados sem prejuízo da qualidade e quantidade da produção de bens, serviços ou receitas.

Algumas formas de desperdícios: contar e estocar materiais; qualquer forma de inspeção; perdas durante o processo logístico; atividades de reprocessamento; atendimento de garantias; preenchimento de controles internos etc.

A parte do desperdício citada pelos autores Lins e Silva (2005, p.6) referente ao processo de analise de custo; é a razão fundamental pela qual reforça a utilização do sistema BIG BAGS no incentivo a adaptabilidade desse sistema como proposta de competitividade em relação às organizações que não se aderem ao ótimo sistema de transporte.

1800 kg – Milho
1800 kg – Milho
600 kg – Areia
600 kg – Areia
2000 kg – Ferro
2000 kg – Ferro
600 kg – Ferro 2000 kg – Soja
600 kg – Ferro
2000 kg – Soja

Figura 4: Big Bags de 600 kg a 2000 kg Fonte: <http://www.solostocks.com.br/img/tecidos-para-big-bags-364307n0.jpg> Acesso em 20/10/2011.

No tocante do desperdício, vale ressaltar que é o principal tema na busca de redução de custos, pois a perda de insumos de produção não garante a sustentabilidade do meio ambiente e nem aumento da participação das empresas na fatia do mercado. Esses são os BIG BAGS demonstrados na figura (4) como sendo um dos fatores que possam contribuir para o acondicionamento de grãos sem proporcionar perdas com os transportes de cargas. Só que

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para inserir a automação do setor é importante concordar com a teoria do custo proposto pelos autores Lins e Silva (2005, p.6) sobre o processo de analise.

Esse processo de analise se manifesta a partir do entendimento da perda de materiais e insumos de produção (matéria prima), o excesso de tempo de fabricação e por outras atividades que não agregam valor, ex. as cargas granuladas, por isso é imprescindível observar a atividade viável dos BIG BAGS. Tais atividades podem ser identificadas pelo processo de contabilização da matéria prima; ver na figura a seguir:

Frete
Frete
+ MOD + Estoque inicial processo + Estoque inicial acabado
+ MOD
+ Estoque
inicial processo
+ Estoque
inicial acabado

+ Estoque inicial de MP

processo + Estoque inicial acabado + Estoque inicial de MP Compra de MP Seguro - Estoque
processo + Estoque inicial acabado + Estoque inicial de MP Compra de MP Seguro - Estoque

Compra de MP

inicial acabado + Estoque inicial de MP Compra de MP Seguro - Estoque Final de MP
Seguro
Seguro

- Estoque Final de MP

= Custo da MP

MP Compra de MP Seguro - Estoque Final de MP = Custo da MP Estoque de
MP Compra de MP Seguro - Estoque Final de MP = Custo da MP Estoque de
MP Compra de MP Seguro - Estoque Final de MP = Custo da MP Estoque de
MP Compra de MP Seguro - Estoque Final de MP = Custo da MP Estoque de

Estoque de prod. e/processo

Final de MP = Custo da MP Estoque de prod. e/processo Estoque de prod. acabado +
Final de MP = Custo da MP Estoque de prod. e/processo Estoque de prod. acabado +

Estoque de prod. acabado

da MP Estoque de prod. e/processo Estoque de prod. acabado + CIF - Estoque final processo
+ CIF - Estoque final processo - Estoque final acabado
+ CIF
- Estoque final
processo
- Estoque final
acabado

Custo do produto vendido (Resultado)

Figura 5: Produção das Matérias Prima (MP) Fonte: LINS, Luiz. SILVA, Raimundo Nonato: Gestão Empresarial com ênfase em custos, 2005

Conforme o esquema da figura (5) D (despesas) C (Custo) pode-se dividir a contabilização da seguinte fase:

1º Aquisição da MP:

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D: estoque de matéria-prima

D: ICMS a recuperar

C: Disponibilidades ou fornecedores

2º Contabilização de frete e seguro

D: Despesa de frete

D: Despesa de seguro

C: Disponibilidade ou contas a pagar

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3º Transferência da MP por meio da requisição de material para o processo produtivo

D: Estoque de produto em processo

C: Estoque de MP

4º Transferência para estoque de produtos acabados:

D: Estoques de produtos acabados

C: Estoques de produtos acabados

5º Após a venda, a transferência para custo do produto vendido (CPV)

D: CPV

C: Estoque de produtos acabados

Sendo assim, segue como referência o conceito dos autores, a conclusão da figura (5) e a contabilização dos custos sob o processo da matéria prima para evitar desperdícios com a produção, transporte, armazenamento, os materiais, produtos acabados e serviços.

Essa fase de análise de custo se aplica também no sistema de investimentos das organizações para realizarem a automação tecnológica para inserir o sistema dos BIG BAGS.

Schier (2006, p.21) descreve os principais objetivos da gestão de custos:

Apuração de custos dos produtos e dos departamentos;

Atendimento às exigências contábeis;

Atendimento às exigências fiscais;

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Controle de custos de produção;

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Melhoria de processos e eliminação de desperdícios;

Auxilio na tomada de decisões gerenciais;

Otimização de resultados.

2.2. Processo administrativo sob abordagem logística do sistema BIG BAG.

Nobrega (2006) descreve sobre a importância do processo administrativo como base para o segmento da gestão logística no sistema BIG BAG. Para autora, a maioria (71,4%) das empresas pesquisadas afirmaram que existe uma preocupação por parte da administração em planejar, organizar, executar e controlar as atividades de organização. Dentre os seguimentos considerados, observou-se que a existência do processo administrativo é na sua totalidade, para as empresas no ramo de movelaria em quanto que para o seguimento agrícola dois terços (16,7%) afirmaram a inexistência de tal processo.

De acordo com a abordagem da autora neste parágrafo que destaca em seu contexto a falta de investimento administrativo no campo e, consequentemente, no sistema de transporte de grãos, ambos refletem a má qualidade da gestão agrícola. Não se pode descartar a hipótese do administrador gerir esses recursos tão importantes quantos a outros setores. Para ter uma idéia da inexistência de tal processo, a tabela (1) a seguir irá ilustrar melhor esse conceito da autora pesquisado por ela mesma.

EXISTENCIA DO PROCESSO

 

SEGUIMENTO (%)

 

TOTAL

ADMINISTRATIVO

Agrícola

Calçados

Móveis

Confecção

Supermer

(%)

cados.

Sim

33,3

50,0

100,0

71,4%

80,0

66,94 (m)

Não

66,7

50,0

-

28,6

20,0

33,06

TOTAL

100

100

100

100

100

100

TOTAL DE EMPRESAS

3

4

4

7

10

28

TABELA 1 Existência do Processo ADM das empresas por segmento de mercado. Fonte: Nóbrega Barbosa, MF (2006) Gestão das microempresas do comércio de Sousa PA.

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Antes de concluir a tabela (1) a autora Ajuz (2009) complementa o conceito de Nóbrega (2006) sobre a “existência do processo administrativo” para o campo da atualidade. Para a autora o mercado de trabalho para bacharéis em Administração de empresas destaca-se pelo maior numero de matriculados no ensino superior. De acordo com o Censo de Educação Superior mais recente, cerca de 860 mil formaram-se em 2008, esses dados da autora pode ser comparado e analisado aproximadamente; através do crescimento em relação aos dados do ano de 2006 apresentados na tabela (1) sobre porcentual (%) das empresas que se utiliza da existência do processo administrativo e, indiretamente, absorvem o profissional de administração de empresas com quase 43% no mercado de trabalho.

Ajuz (2009) indaga, ainda, que dos mais de 300 mil profissionais registrados no Conselho Federal de Administração, quase 80 mil estão na Região Sudeste, a maioria na grande SP. Com isso, embora o campo de trabalho seja amplo, cerca da metade dos cargos de uma empresa é para funções administrativas, o setor é muito competitivo devido o grande número de recém formados e concorrido entre Rio de Janeiro e São Paulo e, ainda, concorrem os cargos com candidatos de outras áreas. Mesmo assim, o profissional com conhecimentos das habilidades administrativas são os mais procurados por todos os tipos de empresas nos seguimentos:

a) Fabril;

b) Comercial;

c) Serviços;

d) Agronegócios (Administrador Agrícola);

e) De departamento de todas as áreas;

f) De serviços: os que mais oferecem na área de consultorias, turismo e lazer; e

g) Administração geral: RH, finanças e logística.

Por essa estimativa da autora, há expectativa de crescimento de 42% para absorção do profissional em administração de empresas para os próximos anos (2011 e 2012) em quase todos os setores, inclusive nas atividades agrícola e logística. O processo administrativo é de fundamental importância na gestão das empresas em relação ao crescimento e a competitividade no mercado, são tendências analisadas também por Nobrega (2006).

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Só para reforçar as teorias descritas acima pelos autores sobre o processo administrativo nos diversos seguimentos profissionais do Administrador de empresas, a referência do autor Araujo (2011) no site “Agro Online” descreve que o administrador rural é um profissional habilitado para o exercício da atividade, pois as teorias de administração desenvolvida por Fayol e Taylor: organização, direção, controle e planejamento são bem utilizados estrategicamente para solucionar problemas de gestão e investimentos. Portanto o profissional que precisa colocar em prática suas habilidades profissionais é para facilitar o processo decisório a serem aplicadas em grande parte das organizações como as mencionadas na tabela (1) sobre a existência do processo administrativo por Nóbrega (2006) e o conceito de absorção do profissional pela autora Ajuz (2009).

Nóbrega (2006) de acordo com a colaboração dos autores para o campo da atualização conclui os dados pesquisados na tabela (1), em relação às empresas que afirmam a existência do processo administrativo, dos quais (71,4%) como a maioria; desses (71,4%), (60,0%), o faz informalmente, destacando-se os setores agrícolas (100,0%) e os supermercados (75,0%).

O que o autor pretende com esse conceito pesquisado acima sobre as atividades do processo administrativo, é demonstrar o rumo das organizações em não aplicarem os métodos de gerenciamento formal (profissionais capacitados para o cargo) na grande maioria das empresas, principalmente, no setor agrícola. Os profissionais que poderiam colaborar com o processo administrativo, seriam os administradores de empresas que através de seus conhecimentos técnicos de organização, direção e controle possam contribuir com o desenvolvimento das organizações, em destaque: o setor agrícola.

Ainda, para o autor, o processo administrativo é composto pelas atividades de planejar, organizar, dirigir e controlar já mencionados acima com atividade do profissional em administração de empresas. Afirma, ainda, que grande parte das pequenas empresas tenha dificuldade em lidar com essas funções por resistência a organização de recursos financeiros ou ajuste de custos atravancando investimento interno.

Referente a essa idéia do autor pode ser extraída o conceito de uma determinada empresa, do segmento agrícola ou de insumos de produção a utilização da tecnologia como investimento controlado pelo custo (exemplo: As balanças HAVER que consome o sistema BIG BAGS).

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Capítulo 3 Estudo de caso

Outra definição sobre o processo administrativo destaca-se como referencia o conceito de Chiavenato (1997). Para o autor são as funções administrativas que formam o processo; é o desenvolvimento através do qual um administrador aplica os seus conhecimentos, sua experiência direta ou indireta (prática ou observação) e estabelece a sua linha de conduta na obtenção do fim que pretende ou daquele que as diretrizes fixam ou determinam. Portanto: o planejamento, a direção, a organização e o controle constituem funções administrativas. Toda literatura neoclássica se assenta no processo administrativo para explicar como as várias funções administrativas são desenvolvidas nas organizações, principalmente no seguimento da gestão logística.

Na sequência, será abordada cada uma das quatro funções administrativas que evidentemente, se aplicaria como principais fatores de organização logística e, até na melhor utilização do sistema BIG BAGS como proposta de incentivar tal investimento para evitar o desperdício de grãos.

Controle

Planejamento Ciclo administrativo Gestão Logística
Planejamento
Ciclo administrativo
Gestão Logística

Direção

Organização

Figura 6: Ciclo do Processo Administrativo com base da TGA Fonte: Idalberto Chiavenato: Administração Geral e Pública, 2006.

Essa teoria cíclica de Chiavenato (2006) aplica-se também no processo administrativo logístico e complementa a teoria do autor Nóbrega (2006) e de outros autores. A utilização do processo administrativo segue um caminho mais ou menos pré-determinado:

a) Elaboração de um plano; projetos e fixação das metas;

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Capítulo 3 Estudo de caso

b) Estruturação da empresa, os recursos de que ela necessita e aqueles que realmente

terão o estabelecimento da hierarquia com as determinações de responsabilidades

e as delegações de autoridade;

c) Desenvolvimento dos projetos para obtenção das metas. Este ponto prende-se

diretamente ao item A. O importante é conseguir o desenvolvimento dentro

daquilo que já foi preestabelecido;

d) Acompanhamento. Esse ponto prende-se ao item C. O desenvolvimento deve

sofrer um acompanhamento tão perfeito quanto possível, pois assim sendo é

viável a adoção de medidas corretivas, saneadoras, se necessário for. Esse

controle ou acompanhamento tem importância porque nem sempre aquilo que foi

planejado, embora com a melhor das intenções, é o melhor. Causas externas ou

internas podem exigir medidas novas e outros caminhos.

“O processo administrativo é determinado pelo conjunto das funções administrativas”. (CHIAVENATO, 1987).

2.3 - Características dos principais transportes modais.

A estrutura do transporte de cargas consiste no direito preferencial de passagem de

veículos e transportadores que operam dentro de cinco sistemas modais básicos de transporte,

segundo Bowersox e Closs (2002, p.282): ferroviário, rodoviário, hidroviário, dutoviário e

aéreo. Cada modal possui atributos específicos que caracterizam as opções de transporte

apropriadas para uma movimentação específica. As características operacionais de cada

modal a serem observadas são: velocidade, disponibilidade, confiabilidade, capacidade e

freqüência, para Fleury et al (2000, p.130):

1. Velocidade: refere-se ao tempo decorrido de movimentação em dada rota,

também conhecido como transit time, sendo o modal aéreo o mais rápido de

todos;

2. Disponibilidade: é a capacidade que um modal tem de atender a qualquer

origem-destino de localidade. As transportadoras rodoviárias apresentam a maior

disponibilidade, já que conseguem dirigir-se diretamente para os pontos de origem

e destino, caracterizando um serviço porta a porta;

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Capítulo 3 Estudo de caso

3. Confiabilidade: refere-se à variabilidade potencial das programações de entrega

esperadas ou divulgadas. Os dutos, devido a seu serviço contínuo e à possibilidade restrita de interferência pelas condições de tempo e de congestionamento, ocupam lugar de destaque no item confiabilidade;

4. Capacidade: refere-se à possibilidade de um modal de transporte de lidar com

qualquer requisito de transporte, como tamanho e tipo de carga. O transporte realizado pela via marítima/fluvial é o mais indicado para essa tarefa. A classificação final refere-se à freqüência, que está relacionada à quantidade de movimentações programadas. Novamente, os dutos lideram o item freqüência devido a seu contínuo serviço realizado entre dois pontos.

Características

Ferroviário

Rodoviário

Aquaviário

Dutoviário

Aéreo

Operacionais

   

Velocidade

3

2

4

5

1

Disponibilidade

2

1

4

5

3

Confiabilidade

3

2

4

1

5

Capacidade

2

3

1

5

4

Freqüência

4

2

5

1

3

Resultado

14

10

18

17

16

Tabela 2: Características operacionais relativas por modal de transporte. Fonte: FLEURY, Paulo Fernando. ET AL. Logística empresarial: a perspectiva BR. S/P Atlas, 2000, p. 130.

Conforme a tabela acima, com a menor pontuação indica a melhor classificação para o modal rodoviário, atualmente mais utilizado e, consequentemente torna-se o transporte de custo da mercadoria mais cara, porém outros modais poderiam estar colaborando, se houvesse interesse por parte do Governo juntamente, com o setor empresarial, que seria os modais aquaviario, marítimo e ferroviário. Ver outros modais na figura a seguir:

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VIABILIDADE NA MOVIMENTAÇÃO EM GRANEL NO SISTEMA BIG BAGS Transporte Aéreo Transporte marítimo Transporte

Transporte Aéreo

Transporte marítimo

Transporte Rodoviário

Transporte Ferroviário

Capítulo 3 Estudo de caso

Transporte Ferroviário Capítulo 3 – Estudo de caso Figura 7: Características dos transportes modais e BIG

Figura 7: Características dos transportes modais e BIG BAGS

bags-on-hook-in-hold.jpg> Acesso em 20/10/2011.

bags-on-hook-in-hold.jpg> Acesso em 20/10/2011. Plano estratégico do sistema modal sob controle e

Plano estratégico do sistema modal sob controle e investimentos adequados. São empresas interligadas uma as outras para elaborar métodos que facilite a movimentação de cargas sem haver ecesso de custos e perda de qualidade, algo que poderia ser recomendado para programar o uso dos BIG BAGS como recurso ideal.

Figura 8: Características dos transportes modais Fonte: FLEURY, Paulo Fernando. ET AL. Logística empresarial: a perspectiva BR. S/P Atlas, 2000, p. 131.

Para Palmeira (2006) “O sistema de transporte é essencial para a movimentação da

economia de um país”. Para o autor “[

consumidores, as indústrias não teriam acesso as matérias-primas e nem teriam condições de

sem este sistema os produtos não chegariam até seus

]

escoar sua produção. É um setor totalmente horizontalizado viabilizando todos os outros

setores da economia”.

Porém o autor ressalta que “a falta de um planejamento e de investimentos no setor de

transporte nacional, implica numa incapacidade de acompanhar a demanda nacional podendo

gerar um colapso deste sistema.

Para Palmeira (2006), alguns fatores deste risco já podem ser percebidos como uma

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Capítulo 3 Estudo de caso

anos, a grande maioria das rodovias em condições péssimas, pouca disponibilidade de infra- estrutura ferroviária e o sistema aéreo e hidroviário tendo baixa participação”.

Ainda, Palmeira (2006) descreve que “uma das principais causas da ineficiência da matriz de transportes de carga brasileira está baseada no uso inadequado dos modais. Existe uma sobrecarga no transporte rodoviário, como mostra a figura abaixo, em função dos baixos preços de frete, o que acaba servindo como uma barreira ao uso dos demais modais.

acaba servindo como uma barreira ao uso dos demais modais. Gráfico - 1: Participação de cada

Gráfico - 1: Participação de cada modal no transporte de cargas no Brasil Fonte: <http://www.eumed.net/cursecon/ecolat/br/06/semp.htm> Acesso em 15/08/2011

Portanto, Palmeira (2006) conclui que, com o cenário atual do sistema de transportes é necessário ser implantado diversas melhorias nos modais, de maneira que haja igual disponibilidade e qualidade dos meios de transportes, garantindo um desenvolvimento adequado de todo o sistema de transportes. Dos sistemas modais básicos, o autor Gomes e Ribeiro (2004, p.117) descreve cada um da seguinte forma:

- O modo rodoviário é o mais expressivo no transporte de cargas no Brasil, onde há distinções entre os transportadores, que podem ser regulares e privados, contratados e isentos. Que, os problemas estão relacionados com o frete, que é muito baixo, para os transportadores e alto para as empresas contratantes desses serviços de transportes.

- O modo ferroviário, foi implantado no Brasil no fim do século XIX e o início do século XX, para escoar a produção agrícola e transportar os produtos importados para o interior. Conforme o autor, a ferrovia é um modal escolhido para o transporte lento de matérias-primas ou manufaturados de baixo valor agregado para longas distâncias. Existem duas formas de serviço ferroviário: o transportador regular e o privado. Ele pode ser realizado com carga cheia ou parcial, serviços expressos, com privilégios de parada e flexibilidade.

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Capítulo 3 Estudo de caso

- O modo hidroviário é dividido em longo percurso e de cabotagem. Possui problemas

quanto à concentração no sistema hidroviário do interior e restrições como burocracia,

congestionamentos, atrasos nas chegadas e saídas dos navios, entre outros. Um ponto positivo

desse modal é o custo baixo de perdas e danos, comparado com os outros.

- O modal aéreo é bastante utilizado para transporte de carga de alto valor unitário,

pois o tempo de deslocamento é menor que os dos demais, embora os custos sejam altos. Para

longas distâncias, sua velocidade é interessante, mas o tempo de movimentação em terra pode

ser grande.

- O modal dutoviário é eficiente no transporte de líquidos, gases e materiais que

podem permanecer suspensos em líquidos ao serem movimentado, como fluidos. Os dutos

possibilitam uma movimentação de 24 (vinte e quatro) horas por dia e sete dias por semana,

com capacidade e confiabilidade altas. Entretanto, possui uma limitação quanto a linha de

produtos atendida e a velocidade baixa. Estrutura de custos para cada modal, conforme Fleury

et al (2000, p.129):

Ferroviário

Altos custos fixos em equipamentos, terminais, vias férreas, etc.; Custo variável baixo.

Rodoviário

Custos fixos baixos (rodovias estabelecidas e construídas com fundos públicos); Custo variável médio (combustível, manutenção, etc.).

Aquaviário

Custo fixo médio (navios e equipamentos); Custo variável baixo (capacidade para transportar grande quantidade de tonelagem).

Dutoviário

Custo fixo mais elevado (direitos de acesso, construção, requisitos para controles das estações e capacidade de bombeamento); Custo variável mais baixo (nenhum custo com mão-de-obra de grande importância).

Aeroviário

Custo fixo alto (aeronaves e manuseio e sistemas de carga); Alto custo variável (combustível, mão-de-obra, manutenção, etc.).

Quadro 3: Estrutura de custos para cada modal. Fonte: FLEURY, Paulo Fernando. ET AL. Logística empresarial: a perspectiva BR S/P Atlas, 2000, p. 129.

GOMES e RIBEIRO (2004) mencionam que alguns produtos necessitam ser

transportados por mais de um modal para chegarem ao destino, e que o objetivo de cada

combinação intermodal é integrar as características mais vantajosas de cada modal, visando

conseguir um eficiente desempenho.

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Capítulo 3 Estudo de caso

Quanto às opções de serviços e suas características, variam e os cinco modais citados podem ser usados em combinação, por exemplo, na movimentação em carretas ou contêineres, agências de transportes, dentre outros, e para serem feitas as escolhas no serviço de transporte, este deve ser visto em termos de características básicas a todos os serviços:

preço, tempo médio de viagem, variabilidade do tempo de trânsito e perdas e danos. (BALLOU, 2004, p.151)

2.4. Movimentação de Materiais em BIG BAGS e Ensacadeiras HAVER.

Para que as mercadorias possam ser trabalhadas, possibilitando um total aproveitamento de seu potencial, deve-se primeiramente manter em movimento um dos três elementos básicos de produção, conforme Gurgel (2002): homem, máquina ou material devem estar em constante movimento para se obter futuramente um resultado satisfatório na finalização de um produto.

Na maioria dos processos industriais, para o autor, o principal elemento de movimentação é o material, porém, salvo alguns casos como a construção pesada, de aviões e de navios, haverá maior movimentação por parte do homem e da máquina. A movimentação e o transporte de material são classificados conforme a atividade funcional que neles será aplicada, conforme Gurgel (2002, p.209):

- Granel destinados desde a extração até o armazenamento de materiais em granel, incluindo gases, líquidos e sólidos.

- Cargas unitárias trata-se de cargas contidas em um recipiente de paredes rígidas, individuais ou apoiadas em estrados.

- Embalagem utilizada no projeto, utilização e seleção de recipientes para o transporte de produtos.

- Armazenamento correspondente ao recebimento, empilhamento ou colocação em prateleiras.

-

Vias

de

transporte

carregamento,

fixação

no

transporte,

transferência de qualquer tipo de material.

desembarque

e

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Capítulo 3 Estudo de caso

como

levantamento de mapas de movimentação, treinamento, organização, segurança e outras técnicas para o desenvolvimento de um sistema eficiente de movimentação de materiais.

- Análise de dados

abrange os

aspectos

analíticos

da movimentação,

É importante ressaltar que os custos da movimentação das mercadorias e do produto

agregam diretamente no seu custo final. Sendo assim, um sistema de movimentação de materiais deve trabalhar com uma série de recursos que possibilitem a redução do custo final do produto.

Para Gurgel (2002), em virtude do acréscimo nos custos de certo produto acabado, referente ao processo de movimentação, seria necessário elevar o preço de venda, mas a movimentação não contribui para elevar o valor do produto no mercado e o volume vendido se reduzirá.

O gerenciamento do manuseio de materiais vem para suprir a necessidade da demanda

sem haver prejuízos com estocagem ou armazenagem. A movimentação de materiais dos mais diversos requer precisão logística interna até a saída para o mercado externo, dependendo do seguimento empresarial a organização necessita de escala de armazenagem por meios de

equipamentos, auxiliados por operários qualificados e sistema integrado de movimentação tecnológica. (DIAS, 1996).

Para conceituar mais sobre o assunto em consonância com Dias e Gurgel, o autor Moura (1998, p.6) descreve que a movimentação de materiais também é um meio através do qual a qualidade da manufatura é melhorada, pela redução de inventários e danos.

A indústria razoavelmente eficiente encontra-se um índice de 67 toneladas de materiais no ciclo de produção para cada tonelada de produto acabado. Em casos mais extremos os insumos de produção, de consumo na forma de granulados, minério de ferro e pó de fécula de mandioca ou milho sob sistema de:

Equipamento de Movimentação de carga e descarga;

Dos BIG BAGS (grandes sacos);

Ensacadeiras HAVER para BIG BAGS

A FIESP (2009) conceitua BIG BAGS como sacos de material sintético, com fundo

geralmente circular ou quadrado, utilizados freqüentemente para produtos industrializados em

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Capítulo 3 Estudo de caso

grãos e pós, em substituição a sacaria. Permitem o reaproveitamento e cada unidade de carga

tem uma variação de peso de 800 kg até 2,0 toneladas.

Conforme o Jornal Logweb (2007, p.11) “não há limites para utilização do BIG

BAGS” e seu uso se expandem para várias áreas, pois o mesmo é tangível, podendo ser

modelado para qualquer segmento, inclusive não importando muito o seu estado novo ou

usado.

Aspectos de utilização do BIG BAGS:

Maiores Aplicações

Alimentos; Químicos; Metais; Petroquímicos; Serragem; Minérios; Frutas; Semigranéis (pós, granéis e produtos sólidos)

Novas Aplicações

Protetores para interior de contêineres de 20 a 40 pés. Setores que transportam grandes cargas no atacado. Indústrias farmacêuticas e alimentícias. Fertilizantes. Açúcar (inicio da colheita).

Tendências na Área

Crescimento, “já que não existe concorrência para a facilidade e agilidade logística propiciada”.

Maiores Problemas na Área

Fornecedores sem condição de entrega imediata. Falta de tecidos circulares e planos maiores. Falta de confeccionistas para atender a demanda do mercado. Desconhecimento dos benefícios. Empresas sem certificados de qualidade técnica.

Soluções

Contatos mais diretos. Participação em eventos. Consumidores devem exigir o certificado.

Ações da Empresa para Solucionar os Problemas

Manter estoques de fios, alças e tecidos para atender com rapidez. Participar de feiras nacionais e estaduais. Comprovar qualidade técnica.

Quadro 4: Informações sobre a utilização do BIG BAGS. Fonte: JORNAL LOG WEB. Referencia em Logística. Edição no. 63. p.11. Maio/2007. Disponível em:

<http://www.logweb.com.br/novo/upload/revista/63/logweb63site.pdf> Acesso em 10/10/2011.

Destaca-se que estes produtos vêm crescendo devido à praticidade de armazenamento,

transporte, reutilização e resistência mecânica, além de sua capacidade volumétrica. Há vários

fabricantes de BIG BAGS com diversas qualidades, porém cada dia mais é exigido eficiência

nos métodos de fabricação, de acordo com normas existentes, além de respectiva resistência,

durabilidade e à toxidade dos produtos. Os setores farmacêuticos e alimentícios vêm se

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Capítulo 3 Estudo de caso

utilizando de BIG BAGS, porém as mesmas buscam produtos com maior durabilidade e

reaproveitamento.

São BIG BAGS FIB máquinas de enchimento compondo: grãos, amido de milho e

soja em sacos BIG (sacos grande) com alta velocidade em uma unidade portátil sob

conteineres adaptados para o processo, conhecida como: Triple Portable Container FIBC Big

Bag fill system with a capacity of 70 tons per hour (Triplo portátil Container FIBC sistema

BIG BAGS para preencher com uma capacidade de 70 toneladas por hora).

Veja o processo passo a passo a seguir:

Parte 1: Vídeos sob figuras passo a passo do processo de ensacadora HAVER e FBC.

figuras passo a passo do processo de ensacadora HAVER e FBC. 1- Descarregamento do navio para
figuras passo a passo do processo de ensacadora HAVER e FBC. 1- Descarregamento do navio para

1- Descarregamento do navio para unidade transportadora de corrente.

2 - Unidade transportadora de corrente sendo carregada pelo guindaste com pá carregadora.

corrente sendo carregada pelo guindaste com pá carregadora. 3 - Dála deslizadora com bico de enchimento

3 - Dála deslizadora com bico de enchimento por unidade transportadora de corrente.

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VIABILIDADE NA MOVIMENTAÇÃO EM GRANEL NO SISTEMA BIG BAGS Capítulo 3 – Estudo de caso 4

Capítulo 3 Estudo de caso

4 - Pesar PIPE de escala de pesagem sob balanças HAVER em BIG BAGS de 2000 kg com operador.

Figura 9: Processo de utilização dos BIG BAGS. Fonte: <http://www.youtube.com/user/jancozeeman> Acesso em 20/10/2011.

Parte 2: Os vídeos em forma de figuras passo a passo do sistema BIG BAGS

em forma de figuras passo a passo do sistema BIG BAGS 5 - BIG BAGS sob
em forma de figuras passo a passo do sistema BIG BAGS 5 - BIG BAGS sob
em forma de figuras passo a passo do sistema BIG BAGS 5 - BIG BAGS sob

5 - BIG BAGS sob

ponte rolante para o armazenamento ou estufagem em

container.

6 - BIG BAGS sob

transporte por trator com ganchos para armazenamento ou estufagem em container.

7 - Estufagem em container devidamente calafetado e vistoriado, pronto para embarque nos navios ou transporte rodoviário.

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VIABILIDADE NA MOVIMENTAÇÃO EM GRANEL NO SISTEMA BIG BAGS Capítulo 3 – Estudo de caso 8

Capítulo 3 Estudo de caso

8 - BIG BAGS sob armazenamento adequado sob lote logístico por sistema KANBAN.

Figura 10: Do 1º a 8º todo processo de utilização dos Big Bags Fonte: <http://www.youtube.com/user/jancozeeman> Acesso em 20/10/2011.

Para a EUROPEAN MACHINE TRADING, sob responsabilidade das informações

extraídas no site (http://www.e-m-t.nl/portablecontainersmall.php) referente ao processo

apresentado acima sob demonstração em figuras extraídas da eficácia do sistema que se utiliza

os BIG BAGS em determinado estado americano que poderia ser aplicado aqui no Brasil para

evitar o desperdício de grãos.

São containeres portáteis em parceria com a empresa FBC e balanças HAVER por

sistema BIG BAGS. Esse meio de acondicionamento por grandes sacos comporta o preenchi

mento com uma capacidade de 70 toneladas por hora. O sistema de enchimento dos sacos é

realizado por um complexo em forma de containeres empilhados com altura de 3m por 10

pés. A linha é portátil e pode ser movido para qualquer lugar ou outras instalações próximo da

armazenagem agrícolas.

O sistema emprega uma balança HAVER na parte do meio do núcleo de embalagem,

para pesagem dos produtos, após a pesagem e a embalagem finalizada desliza por uma ponte

rolante até uma empilhadeira para armazenagem, estufagem em container ou diretamente nos

caminhões.

Após a operação o equipamento portátil será desmontado por empilhadeiras e

acoplado num dispositivo de um trailer sob caminhão, navio, trem ou qualquer outro meio de

transporte que couber às cabines juntamente, com a balança HAVER.

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VIABILIDADE NA MOVIMENTAÇÃO EM GRANEL NO SISTEMA BIG BAGS Figura 11: Trailer dos containers portátil FBC.

Figura 11: Trailer dos containers portátil FBC. Fonte: http://www.e-m-t.nl/portablecontainersmall.php

Capítulo 3 Estudo de caso

Capítulo 3 – Estudo de caso Dentre as inúmeras vantagens oferecidas pelo BIG BAGS, a

Dentre as inúmeras vantagens oferecidas pelo BIG BAGS, a empresa Superbag Londrina (2010) destaca:

- Adesão em massa pelas grandes usinas de álcool e açúcar, siderúrgicas, indústrias de

papel e celulose, químicas, petroquímicas, mineradoras, entre outras, em face de a facilidade de locomoção e armazenamento dos produtos, bem como a diminuição de problemas de

poluição, junto aos órgãos do meio ambiente;

- A utilização dos BIG BAGS é bastante fácil, além de funcionar como um armazém volante podendo também ser utilizado como unidade de medida pêlos usuários;

- Como utilizamos BIG BAGS específicos para cada tipo de produto, estes estarão

imunes ha contaminações por outros produtos, o que não acontece com o transporte em granel, em que o veículo de carga normalmente volta carregando outros produtos, conforme comentado anteriormente;

- O BIG BAGS evita desperdício do produto e contaminação quando fica estocado no tempo e também conserva a quantidade e as propriedades químicas dos produtos;

Os sistemas HAVER de ensacamento segundo a empresa HAVER & BOECKER (2011) podem ser divididos em grandes grupos, de acordo com:

A) Capacidade Horária - Ensacadeiras Estacionárias geralmente de 1 a 4 bicos e capacidades até 1000 sacos/ hora.

- Ensacadeiras Rotativas “RotoPacker” de 3 a 12 bicos e capacidades superiores a 4000 sacos/ hora.

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Capítulo 3 Estudo de caso

B) Características do Material - Existem basicamente três princípios de enchimento, de acordo com o produto a ser ensacado:

1) Materiais em pó ou de granulometria fina:

Como cimento, cal, gesso e semelhantes. Para materiais tão finos é usado o Sistema de Enchimento por Turbina. O enchimento por turbina garante boa fluidez para produtos de difícil escoamento, permitindo um alto grau de compactação, aumentando sua densidade aparente e possibilitando o uso de um saco de menor tamanho.

Para produtos de alta e média densidade utiliza-se a ensacadeira de turbina vertical e para produtos de densidade baixa utiliza-se a ensacadeira de turbina horizontal.

2) Materiais em pó até granulados, ideal para produtos mistos

Tais como fertilizantes, PVC suspensão, argamassa e outros de baixa fluidez. Neste caso utiliza-se o sistema de enchimento por leito fluidizado (a ar). Este princípio de enchimento consiste em insuflar ar de baixa pressão, criando um leito pelo qual o material pode escoar sem atrito. É uma das máquinas mais versáteis, pois pode ensacar os mais variados tipos de produtos.

A Ensacadeira HAVER para BIG BAGS é um sistema de enchimento e pesagem para sacos de até 2.000 kg, nas versões one way (duas alças) e multiuso (quatro alças). O local de enchimento como a braçadeira garante o enchimento livre de pó. Sistema de pesagem é composto por três células de cargas interligadas com a balança HAVER MACH 3 que garante a precisão de pesagem.

a balança HAVER MACH 3 que garante a precisão de pesagem. Figura 12 : Big Bag

Figura 12: Big Bag One Way Fonte: http://www.superbaglda.com.br/produtos.php> Acesso em 10/10/2011

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Capítulo 3 Estudo de caso

GRANEL NO SISTEMA BIG BAGS Capítulo 3 – Estudo de caso Figura 13 : Big Bag

Figura 13: Big Bag MultWay Fonte: http://www.superbaglda.com.br/produtos.php> Acesso em 10/10/2011

A pesagem é feita com big bag suspenso. Sistema de sustentação do saco com quadro

móvel que facilita a aplicação do saco no bocal de enchimento em posição ergonomicamente acessível para o operador. Sistema de içamento hidráulico totalmente seguro com dispositivo necessário para os movimentos de aplicação e enchimento e retirada dos sacos.

2.4.1 Sistema de conteinerização.

O porto como elo da cadeia logística, é o local de entrada e saída de mercadorias e

instrumentos de controle alfandegário, tem extrema importância no comercio mundial, Para Cavalcanti et al (2005, p.138), cuja a área “compõe-se de uma série de instalações de grande porte, que compreendem ancadouros, docas, cais, píeres de atracação e amarração, retroáreas,

armazéns, edificações e vias de circulação interna”.

Sendo o porto setor estratégico do desenvolvimento nacional, a extensão e a melhoria das estradas que serviam às áreas portuárias determinavam o desenvolvimento de regiões do interior (minas, fazendas ou fábricas) e, consequentemente, definiam a política de desenvolvimento do país. A produção de granéis ou carga em geral estava diretamente relacionada com o porto de escoamento, e sua dependência dele era total.

Entretanto, Cavalcanti (2005) descreve que as facilidades de armazenagem oferecidas pelos portos, também, eram fatores determinantes no tipo de carga manuseada nessas instalações e influenciavam no desenvolvimento regional, erguiam-se grandes depósitos para

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Capítulo 3 Estudo de caso

armazenar sacarias; construíam-se silos verticais ou horizontais para o armazenamento de granéis (soja, farinha, milho, ferro, entre outros), muitas vezes obrigando diferentes produtores a colocarem seus produtos em um mesmo local. O uso indevido de mão-de-obra e as operações demoradas tornavam os custos elevados, reduzindo os ganhos nas operações de exportação e importação.

Com o surgimento da conteinerização por volta de 1970, ocorreram mudanças no comércio marítimo, surgindo novos padrões comerciais. A facilidade com que os contêineres eram transportados possibilitou que áreas afastadas dos portos passassem a ter acesso a eles, tanto nas operações de importação quanto de exportação de produtos, permitindo o desenvolvimento multimodal, que consequentemente, favoreceu a emergência de sistemas porta a porta, nos quais o porto figura como um elo entre muitos outros das cadeias de transporte.

No interior de um armazém e enquanto são transportados em um sistema logístico, os produtos são identificados e protegidos por suas embalagens. Para Bowerson et al (2006) a embalagem que contém um produto é a unidade que deve ser movimentada pelo sistema de manuseio de materiais de uma empresa. Os produtos ou peças específicas são normalmente agrupados em caixas de papelão, sacos, caixotes ou barris, para um manuseio eficiente. Os contêineres, usados para agrupar produtos específicos são chamados de embalagens secundárias. Quando as embalagens secundárias são agrupadas em unidades maiores, essa combinação é conhecida como conteinerização ou unitização. As embalagens secundárias e as cargas unitilizadas transformaram-se nas unidades básicas de manuseio das operações de logística.

Além dos investimentos em canais de acesso, construção moderna de cais e instalações, aquisição de equipamentos modernos de manuseio, pode-se destacar a eficiência operacional (custo, qualidade e produtividade). Portanto, com advento da conteinerizaçao, os portos passaram de estimuladores do desenvolvimento econômico a facilitadores desse desenvolvimento, permitindo acesso rápido ao modal marítimo de transporte. A qualidade de um terminal portuário pode ter os seguintes aspectos: velocidade de operação de carga e descarga de navios.

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Capítulo 3 Estudo de caso

2.4.2 Equipamento de Movimentação de carga e descarga.

Os equipamentos de movimentação geralmente são adotados para facilitar a logística interna ou externa, inclusive a reversa. Para Dias (1996) a movimentação e transporte situam- se em grupos bastante amplos em sintonia com o ambiente geral geométrico e funcional. Nesta classificação se utiliza equipamentos de apoio logístico que não são ligados diretamente no transporte e sim como meio de apoio, são eles:

a) Transportadores: correias, correntes, fitas metálicas, roletes, rodízios, roscas e

vibratórios;

b) Guindastes: talhas e elevadores, guindastes fixos e móveis, pontes rolantes,

talhas, mono vias e elevadores;

c) Veículos industriais de armazenagem: carrinhos de todos os tipos, tratores,

trailers e veículos especiais para transportes em granel;

d) Containeres e estruturas de suporte: vasos, tanques, suporte, plataformas,

estrados, pallets, suportes para bobinas e equipamentos auxiliares de embreagem.

Esses são os seguimentos de apoio logísticos sob equipamentos, o problema é que nem sempre a operação leva em conta o layout que consome os serviços. É necessário que o controlador observe as características de cada equipamento a ser utilizado para não alterar custos com movimentação errada, porém o que importa é sobre quais tipos de apoio logístico irá ser útil para locomoção dos BIG BAGS.

Para tirar uma idéia dos quais meios de apoio a ser utilizado para a movimentação dos BIG BAGS pode ser absorvido a descrição do autor Dias (1996) dos mais diversos equipamentos dos tipos:

Esteiras Transportadoras: Chutes de calhas, alimentadores de cargas a granel;

Esteiras com desvia-dores: Chutes sob roletes com desvios para separar materiais;

Transportes de: roscas, magnéticos, pneumáticos, vibratórios, roletes e correntes;

Troles para Cargas pesadas;

Dispositivos para cargas: bandeja, caçamba, cestos, torquilha e ganchos múltiplos;

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Capítulo 3 Estudo de caso

Tipos de ponte rolantes: moderada, constante e pesada (mesa giratória, coluna e cabine de comando) muito utilizado em área Portuária e sob orientação por sinais padronizados;

área Portuária e sob orientação por sinais padronizados; Figura 14: Sinais como exemplos para orientação Fonte:

Figura 14: Sinais como exemplos para orientação Fonte: <http://www.amigosdomergulho.com.br/2008/cutenews/data/upimages/003.jpg> Acesso em 20/10/2011.

Tipos de pórticos: stacker crane;

Containeres;

Carrinhos manuais;

Palleteiras motorizadas;

Empilhadeiras: diesel, com contra pesos e elétrica.

Veja algumas figuras para evidenciar melhor alguns tipos de equipamentos, os mais utilizados no processo de carregamento dos BIG BAGS:

os mais utilizados no processo de carregamento dos BIG BAGS: Ponte Rolante de 6m Figura 15:

Ponte Rolante de 6m

Figura 15: Ponte rolante Fonte: http://www.citybrazil.com.br/arquivos/imagens/galfotos/gfu_800_00015749.jpg> Acesso em 20/10/2011

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Capítulo 3 Estudo de caso

Carrinhos em Geral

BIG BAGS Capítulo 3 – Estudo de caso Carrinhos em Geral Figura 16: Carrinhos dos mais

Figura 16: Carrinhos dos mais diversos para fins comerciais e industriais Fonte: <http://t3.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcTQZms8Vz09Hha2u3Zrgcbm83XSmusi2RYs31L7W> Acesso em 20/10/2011.

Acesso em 20/10/2011. Figura 17: Empilhadeira de pequeno e médio porte sendo uma
Acesso em 20/10/2011. Figura 17: Empilhadeira de pequeno e médio porte sendo uma
Acesso em 20/10/2011. Figura 17: Empilhadeira de pequeno e médio porte sendo uma

Figura 17: Empilhadeira de pequeno e médio porte sendo uma a gás

Fonte:<http://www.viaduto.com.br/img-produtos/empilhadeiras-locacao/empilhadeira-toyota-5fd70-new.jpg>

Acesso em 20/10/2011

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Capítulo 3 Estudo de caso

GRANEL NO SISTEMA BIG BAGS Capítulo 3 – Estudo de caso Figura 18: Empilhadeiras elétricas Fonte:

Figura 18: Empilhadeiras elétricas Fonte: <http://kraftempilhadeiras.com.br/img/empilhadeiras-kraft.jpg> Acesso em 20/10/2011.

Acesso em 20/10/2011. Figura 19: Containers aberto com BIG BAGS Fonte:

Figura 19: Containers aberto com BIG BAGS Fonte: <http://www.cryogel.fr/images/visueldoc/51-ice-containers-en-big-b.jpg> Acesso em 20/10/2011.

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Capítulo 3 Estudo de caso

GRANEL NO SISTEMA BIG BAGS Capítulo 3 – Estudo de caso Figura 20 : Balança pressurizadora

Figura 20: Balança pressurizadora pneumática HAVER Fonte: http://www.huzap.de/uploads/pics/Big_Bag-2_01.jpg

Dias (1996). Para facilitar a logística interna é necessária à observação analise do ambiente geral geométrico e funcional

analise do ambiente geral geométrico e funcional um armazenagem, é imprescindível o estudo e a análise

um armazenagem, é imprescindível o estudo e a análise da planta logística em profundidade de acordo com as necessidades e possibilidades da empresa. Só assim se pode garantir um ótimo resultado, econômico e racional.

sistema de

Para

Figura 21: Layout de deposito de Armazenagem

Fonte:<http://1.bp.blogspot.com/YBEz2wnE1RI/TVgkTwB7GHI/AAAAAAAAIvc/9kRsHeAibzM/s400/Layou

t%2BArmazem.jpg> Acesso em 20/10/2011

Portanto, esses equipamentos considerados como meios de transportes para auxiliar a logística externa e interna na movimentação de materiais são essenciais para atividade eficaz que complementa a utilização dos modais. São modelos de empilhadeiras que automatizam e aperfeiçoam o setor. Conforme Dias (1996) os modelos frontais (empilhadeiras) de contra peso como os de equilíbrio na própria base pode ter uma série de assessórios acoplados. Entre os mais usados está o SIDESHIFT (marca na quais as transportadoras se utilizam). Uma

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Capítulo 3 Estudo de caso

versatilidade de alta eficiência para o manuseio simultâneo de cargas regulares e em granel sob sistemas de BIG BAGS.

Aproveitando o conceito de Dias (1996) sobre equipamentos e BAGS, Pereira (2002) descreve que os BAGS ou BIG BAGS são sacos grandes que proporcionam uma opção de armazenamento de grandes quantidades de produtos em pó ou granulados. Trata-se de uma solução intermediária entre estocagem em sacarias convencional e os silos para armazenamento em granel. É utilizado por empresas que necessitam de manipular grandes quantidades de materiais em seu processo produtivo e que não dispõe de equipamentos para armazenamento em granel.

2.5 A busca da eficiência no transporte de granulados.

Conforme matéria exibida no Jornal da Globo (Dezembro/2010) é mais produtivo plantar soja no Brasil que bate recorde de produção do produto do que nos Estados Unidos. Mas a vantagem se perde porque o transporte de carga é mais lento devido às más condições das estradas e às questões portuárias.

Na busca pela eficiência no transporte, no tocante à capacidade de movimentar suas cargas com maior ou menor índice de perdas e danos, torna-se imprescindível apontar alguns fatores que levam o desperdício dos produtos de granulados.

Um dos principais problemas esta na falta de pavimentação das rodovias, que se encontra em estado precário. No entanto, o governo brasileiro vem prometendo programas e investimentos através de licitações, para que sejam amenizados os problemas quanto às más condições das estradas, e assim dar condições de transporte de produtos em granel, no caso a soja.

Conforme grandes produtores brasileiros são grandes a produção de soja em todo país, porém, os produtores também se deparam com a falta de locais adequados para guardar todos esses grãos produzidos. É preciso impulsionar os projetos dos Planos de Aceleração do Crescimento (PAC) com o intuito de modificar essa situação. Com o PAC do atual governo, existem vários projetos em andamento, mas com lentidão enorme. É necessário ter um acelerado investimento para que, assim, possa solucionar essas perdas de grãos nas estradas e, consequentemente evitar o impacto provocado ao meio ambiente.

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Capítulo 3 Estudo de caso

Os caminhoneiros, também, se deparam com o transito intenso, ou em virtude de obras inacabadas nas rodovias ou por acidentes que são freqüentes.

Quanto mais eficiência logística o produtor tem, quanto mais ele tem que pagar para escoar seu produto, mais eficiência tem de ser dentro da fazenda para ser competitivo. E para que essa logística seja eficiente é necessário solucionar os problemas causados pelo transporte e abastecimento do produto.

Grãos colhidos e parados nos locais de plantio e sem local de armazenamento poderão ser perdidos pelas chuvas, comprometendo a qualidade dos grãos, grande preocupação dos agricultores. Durante a colheita no campo, a média de perdas é de dois sacos por alqueires no Brasil, que já é considerado um prejuízo significativo.

2.5.1 Desperdício de Grãos prejudica a produção brasileira de soja.

As plantações de soja brasileiras mais produtivas acabam perdendo para os americanos por culpa do transporte, mas o desperdício também atrapalha.

O Porto de Paranaguá, o maior exportador de grãos no país, é um retrato de como o

Brasil desperdiça o que produz. As ruas próximas ao porto e os trilhos de trens ficam totalmente cobertos pelos restos de milhos e sojas derrubadas pelos caminhões, onde se misturam com outras sujeiras como: garrafas, sacos plásticos, entre outros, causando mau cheiro e deixando o ar insuportável.

Conforme o IBGE (2010), o Brasil desperdiça dez por cento de sua produção de grão. A previsão é de colher 145 milhões na sua próxima safra. Quase 15 milhões de toneladas de soja, milho e trigo são jogados fora.

No oeste dos Estados Unidos, por exemplo, a produção de 415 milhões de toneladas de soja e milho é praticamente toda aproveitada. O engenheiro agrônomo brasileiro, que visitou fazendas de plantações americanas, se impressionou com a forma como os grãos são acondicionados. Além de hidrovias, é comum encontrar linhas de trens ao lado das lavouras americanas para ajudar no escoamento.

A soja que é retirada do campo vai diretamente ao terminal de embarque. Até chegar

ao terminal, são utilizados o que os americanos chamam de “estradas rurais”, completamente diferente das rodovias brasileiras. Os asfaltos são lisos. Os caminhões têm muita tecnologia

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Capítulo 3 Estudo de caso

embutida. As carretas são seladas e na hora de descarregar os grãos, o funcionário puxa uma alavanca e tudo que esta dentro do caminhão desce por uma espécie de funil e fica armazenado.

Quanto à diferença dos caminhões brasileiros dos americanos, basta repararem nos acostamentos na estrada. Nos Estados Unidos são completamente limpo sem nenhum grão perdido. Desperdício zero! Para os agricultores brasileiros, desperdiçar grãos é desperdiçar dinheiro.

No Brasil estima-se que dois bilhões e meio de grãos ficam na estrada. Os caminhos mais antigos, a falta de manutenção desses caminhões e o estado de conservação das rodovias fazem com que essa carga se movimente demasiadamente e isso tudo contribui para que os grãos caiam nas estradas. Do setor de produção até o Porto de Paranaguá, fez com que essa ausência de manutenção (frota antiga, falta de manutenção nas rodovias) ocasionasse perda considerada na quantia de grãos. Os agricultores lamentam muito o desperdício.

3. ESTUDO DE CASO

Neste capítulo será descrito como o setor de logística funciona nas empresas que oferecem um sistema operacional de transporte dos insumos de produção em granel, em especial, o sistema BIG BAGS.

3.1. Apresentação da empresa.

TERMARES (1984, p.1) nesta mesma data, a empresa iniciou sua trajetória no comercio exterior como agencia marítima e operadora portuária do armador brasileiro Transroll Navegação S.A, utilizando seu terminal de contêineres para dar suporte às operações de navios. Com a alfândega do terminal em 1997, dedicou-se mais diretamente ao manuseio e armazenagem de cargas de importação e exportação sob controle aduaneiro, com um enfoque para as cargas especiais, de projeto e para os atendimentos específicos dos agentes de carga internacional. Em 2006, a metade das ações da TERMARES mudou de mão sendo adquirido por um dos sócios proprietários da TECONDI (Terminais para Contêineres da Margem Direita S/A), o que fez com que ambas as empresas hoje tenham a mesma composição societária. Isso possibilitou melhor sinergia entre os terminais, com a

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Capítulo 3 Estudo de caso

racionalização de processos, de uso de equipamentos e maior diversificação à oferta de serviços aos clientes das duas empresas de forma igualável.

TERMARES (1989, p.1) localizada estrategicamente na margem direita do porto de Santos, o terminal conta com todas as vantagens da localização próxima ao centro de negócio da cidade, onde se encontra a Alfândega as principais bases operacionais de despachantes aduaneiros, agentes de carga, armadores bem como as principais vias de acesso ao sistema Anchieta (Imigrantes). Portanto a TERMARES unindo à tradição empresarial, a expertise obtida através da navegação marítima a um serviço altamente especializado no âmbito da armazenagem alfandegada, a empresa tornou-se ao longo de seus 25 anos de mercado, uma unidade sólida, confiável e voltada para o resultado dos negócios de seus clientes. Outro momento importante citado é sobre a TECONDI que possui quatro pátios:

No pátio hum, ocorrem as operações portuária, ou seja, embarque e desembarques de

contêineres dos navios. É uma atividade que demanda perícia na operação de equipamentos

de grande porte e sintonia entre as diversas equipes para realizar o planejamento das operações, na retaguarda atua também outra equipe que auxilia o planejamento, seqüenciamento e distribuição de cargas, alem de cuidar de todo esse processo;

No pátio dois, além da armazenagem: pátio de cargas de importação e exportação

funciona também uma parte importante de documentação dessas cargas. As atividades ali

realizadas denominam manuseio e armazenagem alfandegada e estão sob a supervisão da secretaria da receita federal;

No pátio três, ficam as operações e movimentação de cargas de rápida rotatividade;

No pátio quatro; é o lugar onde esta instalada um recinto especial para despacho

aduaneiro de exportação: REDEX que abriga as cargas que serão exportadas com anuência da secretaria da receita federal.

Essa informação que acrescenta na apresentação da empresa teve a participação do Institucional interno da Tecondi e Termares produzido pela REC Comunicação em 2010. Direção de Produção: Liane Carvalho, Edição: Eduardo Dourado.

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Capítulo 3 Estudo de caso

3.2 Quadro de correlações grau de importância logística sob BIG BAGS

 

INDICADORES

 

QUESTÕES

 

AUTORES

 

1

2

3

4

5

6

7

8

9

10

1 - Equipamentos

x

                 

Dias (1996)

2 - Inspeção

 

x

               

Moura (1998)

3 - Gestão

   

x

             

Chiavenato (2006)

4 - Perfis de clientes

     

x

           

Motta (2005)

5 - Movimentação

       

x

         

Dias (1996)

6 - Influencia - ADM

         

x

       

Chiavenato (2007)

7 - Insumos p/ BIG BAGS

           

x

     

Bowersox (2006)

8 - Transporte

             

x

x

 

Ajus (2009)

9 - Impactos ambientais

               

x

 

Motta (2005)

10

- Desperdício

                 

x

Ballou (2007)

QUADRO 5: Indicadores correlacionados das questões aplicadas.

 
 

INDICADORES

 

QUESTÕES E AMOSTRAGEM

 

AUTORES

 

1

2

3

4

5

6

7

8

9

10

1 - Equipamentos

8

                 

Dias (1996)

2 - Inspeção

 

9

               

Moura (1998)

3 - Gestão

   

8

             

Chiavenato (2006)

4 - Perfis de clientes

     

10

           

Motta (2005)

0

5 - Movimentação

       

12

         

Dias (1996)

6 - Influencia - ADM

         

11

       

Chiavenato (2007)

7 - Insumos p/ BIG BAGS

           

11

     

Bowersox (2006)

8 - Transporte

             

10

5

 

Motta (2005)

9 - Impactos ambientais

               

10

 

Ajus (2009)

10

- Desperdício

                 

10

Ballou (2007)

QUADRO 6: Indicadores correlacionados dos dados.

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Capítulo 3 Estudo de caso

3.3 Métodos da composição sob amostragens dos dados de análise.

Com uma amostragem de 15 operários da transportadora a ser pesquisada sob ofício expedido pela UNIP pôde ser observada a rotina logística do departamento de embarque e desembarque dos BIG BAGS por containeres na empresa, inclusive o minério de ferro. Dessa forma houve a necessidade de elaborar tabulações, gráficos e índices de satisfação por Grau de Importância dos tipos: Extremamente Importante, Muito Importante, Importante e Pouco Importante sobre o sistema da gestão administrativa das operações logística interna das embalagens. As etapas a serem elaboradas para chegar à conclusão do grau de importância, foram:

a) Instrumental de pesquisa: perguntas elaboradas e testadas no campo;

b) Realização de gráficos para evidenciar os pontos de extrema importância;

c) Análise dos gráficos para identificar a eficácia logística dos BIG BAGS; e

d) Correlação de autores da pesquisa de campo.

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3.4 Tabulações, gráficos e análise.

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1 - COMO É FEITA A MOVIMENTAÇÃO DO BIG BAG DO CAMINHÃO PARA O CONTAINER?

PESQUISADOS

A) ATRAVÉS DE UTILIZAÇÃO DE EMPILHADEIRA

9

B) MANUALMENTE

1

C) ATRAVÉS DE PALETEIRA

2

D) ATRAVÉS DE ESTEIRA

3

ATRAVÉS DE PALETEIRA 2 D) ATRAVÉS DE ESTEIRA 3 Gráfico 1 – Grau de Importância sob

Gráfico 1 Grau de Importância sob eficiência Logística por equipamentos.

Análise 1: Conforme o conceito do autor Dias (1996) no trabalho proposto sobre as movimentações de materiais e BIG BAGS relacionado com a pergunta acima, obteve uma análise do gráfico (1) com uma amostragem de 15 operários da empresa TERMARES que apresentou os seguintes resultados. 9 operários com 57% responderam que os BIG BAGS para ser embarcado, o uso de empilhadeiras é Extremamente Importante, 3 operários com 22% indicaram o uso de esteiras, 2 operários com 14% responderam que o uso de paleteiras é Importante e Apenas 1 respondeu que manualmente é impossível o transporte do BIG BAG.

Conclui-se então: que a resposta do item “A” confirma o conceito do autor Dias (1996) sobre a utilização de empilhadeira, como sendo, equipamento Extremamente Importante para movimentação de materiais, bem como, os BIG BAGS. Dado que comprova pela distribuição de frequência.

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Capítulo 3 Estudo de caso

2

- O QUE É VISTORIA?

PESQUISADOS

A) OBSERVAR, INSPECIONAR

3

B) ACOMPANHAR A CARGA

2

C) INSPEÇÃO DO CONTAINER SE ESTÁ EM PERFEITAS CONDIÇOES SEM

 

AVARIA, ODOR OU MANCHAS NO PISO E NAS PAREDES

9

D)

ANÁLISE DA DOCUMENTAÇÃO

1

E NAS PAREDES 9 D) ANÁLISE DA DOCUMENTAÇÃO 1 Gráfico 2 – Grau de Importância sob

Gráfico 2 Grau de Importância sob eficiência Logística da inspeção.

Análise 2: Neste gráfico mostrou que o item; “Acompanhar a Carga” esta para a empresa TERMARES na categoria “Extremamente Importante” com 60% para eficácia da logística conforme a referencia do autor Moura (1998) no contexto do trabalho propriamente, descrito, sobre os fatores econômicos que justifica investimentos em BIG BAGS.

Conclui-se então: que a resposta da pergunta no item “C” esta adequada para a empresa sobre a inspeção do contêiner desde; identificar se há odores, avarias, manchas no piso ou nas paredes e se esta devidamente calafetada para o acondicionamento de materiais a ser exportado ou importado. Fator identificado “Extremamente Importante” confirmando assim o conceito de Moura (1998).

3

- A LOGÍSTICA DO BIG BAG É UMA GESTÃO?

PESQUISADOS

A) ADMINISTRATIVA

4

B) OPERACIONAL

1

C) ADMINISTRATIVA E OPERACIONAL

8

D) ESTRATÉGICA

2

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Capítulo 3 Estudo de caso

GRANEL NO SISTEMA BIG BAGS Capítulo 3 – Estudo de caso Gráfico 3 – Grau de

Gráfico 3 Grau de Importância sob eficiência Logística da gestão ADM.

Análise 3: Neste gráfico mostrou que o item; “Administrativa e Operacional” esta para a empresa TERMARES na categoria “Extremamente Importante” com 53% para eficácia da logística conforme o conceito do autor Chiavenato (2006), que traz como reflexão no trabalho; Administração por competência operacional.

Conclui-se então: que o fator “Extremamente Importante” é fundamental para o bom desempenho das funções administrativas e operacionais em conjunto para eficácia da logística por BIG BAGS conforme o conceito de Chiavenato (2006).

4 OS BIG BAGS PARA IMPORT. E EXPORT. ATENDE QUAL PERFIL DE CLIENTE?

PESQUISADOS

A) OS QUE NECESSITAM DE PRATICIDADE

4

B) APENAS PARA ATENDER AS EXIGENCIAS DE CONTEINERIZAÇÃO

0

C) PARA OS CLIENTES QUE NECESSITAM DE TRANSPORTE SEGURO SEM

 

PERDAS E COM MAIS VIABILIDADE NO MANUSEIO DA CARGA

10

D)

PARA OS CLIENTES QUE PROCURAM APENAS MELHOR

 

ARMAZENAMENTO

1

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Capítulo 3 Estudo de caso

GRANEL NO SISTEMA BIG BAGS Capítulo 3 – Estudo de caso Gráfico 4 – Grau de

Gráfico 4 Grau de Importância sob eficiência Logística do perfil de clientes.

Análise 4: Neste gráfico com 67% mostrou que o item; “Transporte Seguro” esta para a empresa TERMARES na categoria “Extremamente Importante” para eficácia da logística. Essa interpretação reforça a teoria de Ballou (2004) sobre a eficácia do uso dos BIG BAGS para Importação e Exportação por um sistema adequado de locomoção das cargas em granel.

Conclui-se então: que o fator “Transporte Seguro” é fundamental para o bom desempenho da transportadora que necessita de uma logística adequada sem perdas e maior viabilidade no manuseio da carga sob eficácia dos BIG BAGS conforme o conceito de Ballou

(2004).

5 - O SISTEMA BIG BAG AGILIZA A MOVIMENTAÇÃO DA CARGA?

PEEQUISADOS

A) SIM

12

B) NÃO

3

DA CARGA? PEEQUISADOS A) SIM 12 B) NÃO 3 Gráfico 5 – Grau de Importância sob

Gráfico 5 Grau de Importância sob eficiência Logística da movimentação.

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TRANSPORTE E LOGÍSTICA: O DESAFIO DA VIABILIDADE NA MOVIMENTAÇÃO EM GRANEL NO SISTEMA BIG BAGS

Capítulo 3 Estudo de caso

Análise 5: Neste gráfico com uma amostragem de 15 operários da empresa TERMARES, 12 responderam que os BIG BAGS agilizam melhor a movimentação de cargas para o transporte sob containers e 3 responderam que é importante, mas depende de investimento. Esses dados apresentados sobre o grau de Importância é com base na teoria de Dias (1996) sobre os equipamentos essenciais para a movimentação da carga.

Conclui-se então: que o fator “Extremamente Importante” é fundamental para o bom desempenho da empresa que necessita de BIG BAGS para facilitar a movimentação da carga juntamente com equipamentos adequados. Dias (1996).

6 - A TEORIA DA ADM INFLUÊNCIA NA UTILIZAÇÃO DO SISTEMA BIG BAGS?

PESQUISADOS

A)

SIM; A ADMTRAÇÃO É UMA FERRAMENTA PARA O SETOR QUE BUSCA

 

OS MELHORES RESULTADOS

11

B)

NÃO; A ADMINISTRAÇÃO NÃO INTERFERE NO PROCESSO DE

 

ARMAZENAGEM E LOGÍSTICA

4

NO PROCESSO DE   ARMAZENAGEM E LOGÍSTICA 4 Gráfico 6 – Grau de Importância sob eficiência

Gráfico 6 Grau de Importância sob eficiência Logística: ADM influencia BIG BAGS.

Análise 6: No gráfico acima com uma amostragem de 15 operários da empresa TERMARES, 11 responderam que a teoria da Administração influencia no gerenciamento dos BIG BAGS e 4 responderam que não influencia a movimentação no embarque conforme o conceito do autor Chiavenato (2007) descritos no contexto sobre a boa gestão logistica.

Conclui-se então: que o intem “A” é extremamente importante. A administração interfere positivamente no processo de armazenagem e logística, para o bom desempenho da empresa que necessita do uso de BIG BAGS para facilitar a movimentação da carga.

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Capítulo 3 Estudo de caso

- QUAIS SÃO OS TIPOS DE INSUMOS QUE PODEM SER TRANSP. EM BIG BAGS?

7

PESQUISADOS

A) LÍQUIDO

0

B) SOJA

1

C) MINÉRIO DE FERRO

3

D) TODOS OS PRODUTOS ACIMA

11

MINÉRIO DE FERRO 3 D) TODOS OS PRODUTOS ACIMA 11 Gráfico 7 – Grau de Importância

Gráfico 7 Grau de Importância sob eficiência Logística: insumos p/ BIG BAGS.

Análise -7: Neste gráfico com uma amostragem de 15 operários da empresa TERMARES, 11 responderam que todas as alternativas estão corretas, 3 responderam que serve para transportar minério de ferro e 1 respondeu que serve para transportar soja.

Conclui-se então: que o item “D” mostra a flexibilidade na utilização do sistema BIG BAGS para facilitar a movimentação da carga de acordo com o pensamento do autor Bowersox (2006).

8

- QUAL A VERDADEIRA MISSÃO DA LOGÍSTICA?

PESQUISADOS

A)

TRANSPORTAR A QUANTIDADE EXATA DO PRODUTO CERTO AO

 

LUGAR ADEQUADO, NA HORA CORRETA PELO PREÇO JUSTO SEM

DESPERDÍCIOS

10

B) TRANSPORTAR CARGA COM RAPIDEZ

3

C) TRANSPORTAR A QUANTIDADE EXATA DO PRODUTO CERTO AO

 

LUGAR ADEQUADO, SEM A NECESSIDADE DE CUMPRIR HORÁRIO

0

D)

ARMAZENAGEM ADEQUADA

2

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71

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Capítulo 3 Estudo de caso

GRANEL NO SISTEMA BIG BAGS Capítulo 3 – Estudo de caso Gráfico 8 – Grau de

Gráfico 8 Grau de Importância sob eficiência Logística do transporte.

Análise 8: No gráfico acima com uma amostragem de 15 operarios da empresa TERMARES 10 operarios responderam que a verdadeira missão da logistica é transportar a quantidade certa a preço justo sendo como fator de extrema importancia, 3 operarios responderam que a missão é por transportar a carga com rapidez fator muito importante e os 2 ultimos operarios responderam que a missão é apenas a armazenagem adequada. Portanto atraves da grande maioria confirma-se assim as descrições que estão correlacionadas com o conceito do autor Motta (2005) que colabora com o trabalho proposto sobre a eficácia do uso de BIG BAGS. Conclui-se então: que é extremamente importante, transportar a quantidade exata do produto certo ao lugar adequado, na hora correta a preço justo Motta (2005).

9 - PARA QUE SERVE A UTILIZAÇÃO DO SISTEMA BIG BAG?

PESQUISADOS

A) MENOR IMPACTO AMBIENTAL

3

B) EVITAR O DESPERDÍCIO

2

C) AGILIZAR O MANUSEIO DA CARGA E MELHOR ARMAZENAMENTO

0

D) TADAS AS ALTERNATIVAS ACIMA

10

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Capítulo 3 Estudo de caso

GRANEL NO SISTEMA BIG BAGS Capítulo 3 – Estudo de caso Gráfico 9 – Grau de

Gráfico 9 Grau de Importância sob eficiência Logística dos impactos ambientais.

Análise 9: No gráfico acima com uma amostragem de 15 operários da empresa TERMARES 10 responderam que todas as alterantivas estão corretas, 3 respoderam que serve para diminuir o impacto ambiental e 2 responderam que serve para evitar o desperdicio.

Conclusão: o gráfico mostrou que a flexibilidade do sistema BIG BAGS é extremamente importante para eficácia da logística conforme o conceitos do autor Ajuz

(2009).

10 - QUAIS OS PRINCIPAIS FATORES QUE GERAM O DESPERDÍCIO?

PESQUISADOS

A) MÁ ADMINISTRAÇÃO

0

B) FALTA DE INVESTIMENTO

3

C) FALTA DE PROCESSO LOGÍSTICO

2

D) TODAS AS ALTERNATIVAS ACIMA

10

LOGÍSTICO 2 D) TODAS AS ALTERNATIVAS ACIMA 10 Gráfico 10 – Grau de Importância sob eficiência

Gráfico 10 Grau de Importância sob eficiência Logística do desperdício.

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Capítulo 3 Estudo de caso

Analise 10: Neste ultimo gráfico 10 com uma amostragem de 15 operários da empresa TERMARES, 10 responderam que todas as alternativas acima são fatores que geram desperdícios de grãos caracterizando para a empresa um fator de extrema importância e, 3 responderam que seria por falta de investimento no setor, outros 2 restantes disseram que seria por falta de processo logístico, ou seja, o desperdício de grãos é pela falta de gestão administrativa de algumas empresas. Dado esses que comprovam os argumentos do autor Ballou (2007) que aborda no contexto a importância da logística de suprimentos.

Conclui-se então: Para que a empresa possa ter melhor retorno financeiro é preciso ter uma analise geral de todos seus processos.

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4. CONCLUSÃO

Capítulo 4 - Conclusão

Um dos fatores importante apresentado no trabalho se deu pela dificuldade de transportar, dos mais diversos insumos de produção, principalmente, produtos agrícolas em grãos. A logística no Brasil em relação a outros setores de Importação e Exportação doutros Países, como, por exemplo, os Estados Unidos da América (EUA) no meio Oeste que se destaca como sendo o melhor meio de transporte com desperdício zero de grãos deveria servir de exemplo para o Brasil, algo que não vem acontecendo com o transporte. São rodovias em péssimas condições de trafego e complexa rota no escoamento das cargas granuladas.

Outro dado importante descrito no trabalho foi o momento exato em que a exportação ganhou grandes proporções comerciais internacionais. Isso se deu a partir de meados dos anos 70, o Brasil se transformou em grande exportador mundial de alimentos, especialmente soja. Ao mesmo tempo, em virtude das grandes culturas de plantio na região sul, conforme a descrição no trabalho, houve grande automatização de máquinas agrícolas substituindo a mão- de-obra no campo para agilizar o processo de produção, porém o transporte brasileiro não acompanhou esse desenvolvimento provocando um gargalo natural nas rodovias, precariamente pavimentadas.

Esse meio que criou dificuldades na rota do escoamento dos produtos granulados (soja e milho) no embarque e desembarque do Porto de Paranaguá foi também um dos pontos mais bem citado no decorrer do trabalho. Seria já a inclinação na formação de um gargalo entre as regiões central do Brasil, Sudeste e Sul; com isso o desperdício de grão foi inevitável.

Outro momento importante citado no trabalho são as características dos modais, brasileiros, as mais utilizadas no escoamento das cargas granuladas, que são: rodoviário; ferroviário; e marítimo.

Porém o que mais prejudica o meio ambiente com desperdícios de grãos é o modal rodoviário, com o transporte inadequado no acondicionamento das cargas e caminhões em péssimas condições de uso.

Para isso o trabalho propôs ao meio empresarial, juntamente com o governo sugestões a fim de evitar essas perdas de grãos por toda rodovia e armazenagem. Trata-se do uso de BIG BAGS (grandes sacos) de até 2000 kg com p