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A tecnologia da informação e comunicação na logística: estudo de caso

em uma cadeia de suprimentos

Danilo Hisano Barbosa (EESC/USP) hisano@sc.usp.br


Catarina Barbosa Careta (EESC/USP) caretta@sc.usp.br
Marcel Andreotti Musetti (EESC/USP) musetti@sc.usp.br

Resumo: Um amplo estudo realizado por um grupo de pesquisas em logística avaliou todas
as dimensões existentes em diversos modelos de excelência em logística e sua utilização em
empresas pertencentes a uma mesma cadeia de suprimentos. No presente artigo, o objetivo
foi relatar uma parte deste estudo, baseando-se em uma das dimensões estudadas, ou seja, o
uso da tecnologia da informação e comunicação e sua distribuição no sistema logístico das
empresas. Assim, por meio da pesquisa descritivo-exploratória, que utilizou como estratégia
de coleta de dados o estudo de caso, tentou-se responder a este problema de pesquisa. As
contribuições mais importantes deste estudo foi a construção de uma estrutura teórica sobre
as distribuições das tecnologias da informação e comunicação em sistemas logísticos e de um
painel descritivo sobre quais TICs são utilizadas e como estas se distribuem na natureza
específica da cadeia de suprimentos investigada.
Palavras-chaves: Logística; Sistema Logístico; Cadeia de Suprimentos; Tecnologia da
Informação e Comunicação.

1. Introdução
Dentro do conceito de gerenciamento da cadeia de suprimentos, as tecnologias da
informação e comunicação (TICs) são fundamentais para desenvolvimento e melhoria da
performance das empresas que se envolvem em processos de integração, seja com seus
fornecedores ou clientes. Assim, entender as principais dimensões dos modelos que
consideram a logística integrada e o gerenciamento da cadeia de suprimentos (SCM - Supply
Chain Management) é o primeiro passo para a avaliação de como as empresas utilizam estas
tecnologias.
Por outro lado, as teorias e modelos consideram a tecnologia da informação e
comunicação como dimensão que leva a um alto desempenho logístico. Esse é o pressuposto
inicial deste artigo.
Dessa forma, a consideração sobre como se dá o uso das TICs entre agentes de uma
cadeia de suprimentos e como tais tecnologias se distribuem no sistema logístico de cada elo
da cadeia, apresenta-se como o arcabouço necessário para o entendimento tais TICs se
inserem na cadeia de suprimentos em que operam.
Adicionalmente, considera-se que a utilização dessas ferramentas pelas empresas
envolve objetivos estratégicos como: agilidade na troca de informações; redução de erros e de
custos; padronização da informação e flexibilidade para lidar com situações inesperadas, na
qual ambas levam ao aumento da competitividade. Dessa forma, inicia-se este trabalho com a
descrição dos conceitos de logística integrada e gestão da cadeia de suprimentos.
Assim, o problema aqui discutido envolve: quais são as principais TICs utlizadas por
empresas de uma mesma cadeia de suprimentos e como estas se distribuem no sistema
logístico de cada uma destas organizações.

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2. Conceito de logística
A logística é uma das atividades econômicas mais antigas e um dos conceitos
gerenciais mais modernos (FLEURY, 2000). E embora presente ao longo da história, sua
importância só ganhou destaque nas ultimas décadas quando avanços tecnológicos e
mudanças no ambiente competitivo tornaram os consumidores mais exigentes, refletindo em
demanda por níveis crescentes de serviços logísticos. A logística então, passou a ser vista não
mais como uma simples atividade operacional, mas sim uma atividade estratégica, uma
ferramenta gerencial, fonte potencial de vantagem competitiva.
O Council of Supply Chain Management Professionals (2006) define logística como
parte dos processos da cadeia de suprimentos que planeja, implementa e controla de maneira
eficiente e efetiva o fluxo direto e reverso e a armazenagem de produtos, bem como os
serviços e informações associados, cobrindo desde o ponto de origem até o ponto de
consumo, com o objetivo de atender aos requisitos do consumidor.
Para Fleury (2000) a exploração da Logística como arma estratégica é o resultado da
combinação de sua crescente complexidade com a utilização intensiva de novas tecnologias.
Combinadas, essas aplicações de tecnologia permitiram otimizar o projeto do sistema
logístico e gerenciar de forma eficiente seus diversos componentes, ou seja, estoques,
armazenagem, transporte, processamento de pedidos, compras e manufatura. E para que possa
atingir a competitividade, o uso da logística deve ser baseado em um gerenciamento integrado
de suas atividade rumo ao atendimento de um objetivo comum.
2.1 Logística Integrada
Segundo Bowersox e Closs (2001) e Ballou (2001), as empresas capazes de
desenvolver eficazmente seu sistema logístico, terão a vantagem de serem extremamente
importantes no futuro e o fator determinante para se implementar o potencial da logística é a
integração.
Para que possa ser gerenciada de forma integrada, a logística deve ser tratada como
um sistema, ou seja, um conjunto de componentes interligados, trabalhando de forma
coordenada, com o objetivo de atingir um objetivo comum. Neste contexto, Bowersox e Closs
(2001) definem a logística integrada como uma competência que vincula a empresa a seus
clientes e fornecedores. Ao definir o escopo da gestão da cadeia de suprimentos e da logística,
Pires (2004) afirma que a gestão da logística integrada cuida da movimentação de produtos e
informações entre três áreas. Estas áreas, ilustradas na figura 1 são: a logística de
abastecimento (inbound), a logística interna e a logística de distribuição (outbound).

FIGURA 1 – Logística Integrada.


Fonte: Adaptado de Pires (2004).

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A logística de abastecimento (inbound) também conhecida como a função de
suprimentos segundo Bowersox e Closs (2001), está relacionada com as atividades de
obtenção de produtos e matérias de fornecedores externos, que têm como objetivo principal
dar apoio à produção ou à revenda, proporcionando compras em tempo hábil, ao menor custo
total. Responsabiliza-se pela execução do planejamento de recursos, localização de fontes de
suprimento, negociação, colocação de pedidos, transporte de saída, recebimento e inspeção,
armazenagem e manuseio e garantia da qualidade e também pela coordenação com
fornecedores em áreas como programação, continuidade de suprimento e investigação, assim
como pesquisas que levem a novas fontes ou programas de suprimentos.
Segundo Bowersox e Closs (2001) e Ballou (1993), a logística interna relaciona-se
com atividades de planejamento, programação e apoio às operações de produção. Incluem o
planejamento do programa mestre e a execução de atividades de armazenagem do estoque
semi-acabado, manuseio, transporte e seqüenciamento de componentes, responsabilizando-se
pela armazenagem de estoque em locais de fabricação e pela máxima flexibilidade na
coordenação de postergação, tanto de montagem final quanto geográfica, entre operações de
produção e distribuição.
Porter (1992) e Bowersox e Closs (2001) definem a logística de distribuição
(outbound) como as atividades associadas à coleta, armazenamento e distribuição de produtos
para clientes, incluindo assim, recebimento e processamento de pedidos, posicionamento de
estoques, armazenagem e manuseio e transporte dentro de um canal de distribuição. Segundo
Ballou (1993), esta costuma ser a atividade mais importante em termos de custo para a
maioria das empresas e sendo assim seu principal objetivo é ajudar na geração de receita,
prestando níveis estrategicamente desejados de serviço ao cliente, ao menor custo total. Para
Bowersox e Closs (2001), o auxílio na coordenação do planejamento de marketing em áreas
como formação de preços, apoio promocional, níveis de serviço ao cliente, padrões de
entrega, manuseio de mercadorias devolvidas e apoio ao ciclo de vida correspondem a umas
das responsabilidades atribuídas a esta atividade.
A logística integrada abrange o gerenciamento das relações da empresa com
fornecedores e clientes, ou seja, da matéria-prima até a entrega do produto final. Neste
contexto, os fluxos de informações e materiais são elementos de grande importância nas
operações logísticas. Segundo Bowersox e Closs (2001) informações dos clientes da empresa
são obtidas por meio das atividades de venda, previsões de demanda e pedidos. Após isso, as
informações são filtradas em ordens de compra e produção, que geram conseqüentemente o
abastecimento de produtos e materiais. Logo em seguida, a estes materiais são criados valores
através de suas transformações no processo produtivo, resultando em produto acabado ao
cliente, correspondendo ao fluxo de material.
Fica evidente a necessidade de coordenação dos fluxos de informação em todo o
sistema. Para Fleury (2000) informações permitem a identificação de locais específicos dentro
do sistema logístico em que é preciso uma atuação mais efetiva. E para que o sistema logístico
como um todo possa ter um funcionamento adequado e que problemas em um componente do
sistema não reflitam nos demais, provocando danos na eficiência do mesmo; é necessário o
uso de tecnologias para se garantir um controle e tratamento adequado do fluxo de
informações.
3. O uso de tecnologia da informação e comunicação na logística
Monteiro e Bezerra (2003) afirmam que para obter vantagem competitiva, as empresas
estão recorrendo aos sistemas integrados de informação, buscando automatizar seu processo
produtivo utilizando algumas tecnologias como o Electronic Data Interchange (EDI), o
Warehouse Management System (WMS), tecnologia de código de barras e o Vendor Managed

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Inventor (VMI). Para Ferreira (2006), estas tecnologias possibilitam a troca de informações de
forma rápida e precisa, facilitando a coordenação das relações técnicas e organizacionais entre
os atores produtivos.
A tecnologia da informação e comunicação (TIC) combina o uso de hardware e
software, para gerenciar, controlar e medir as atividades logísticas. Hardware inclui
computadores, dispositivos periféricos de entrada e saída e meios de armazenagem de dados.
E software refere-se a sistemas e programas aplicativos usados para processamento de
transações, controle gerencial, análise de decisão e planejamento estratégico (FLEURY,
2000).
Para Ferreira (2006), novas tecnologias têm surgido constantemente no mundo dos
negócios, sendo foco de análise de pesquisadores e estudiosos no assunto. Tecnologias
emergentes e tendências gerais das TIC’s têm sido mencionadas por diversos autores como
Bowersox e Closs (2001); Cruz (2000); Fleury (2000) e Turban et al. (2003). Com base na
literatura vigente, algumas tecnologias que demonstram amplas aplicações logísticas são
descritas a seguir:
a) ERP - Enterprise Resource Planning (Planejamento de Recursos da Empresa): Akkermans
et al. (2003) define ERP como um sistema de gestão de transação amplo que integra muitos
tipos de processamento de informação e coloca os dados em uma base de dados única,
eliminando informação distorcida, aumentando a velocidade da informação e reduzindo
atrasos na informação, viabilizando o completo acesso à informação em todas as partes e por
todos na empresa;
b) EDI - Eletronic Data Interchange (Troca Eletrônica de Dados): Para Pires (2004), o
Intercâmbio Eletrônico de Dados é definido como um meio de intercâmbio eletrônico de
documentos e informações entre empresas sob um formato padrão. A comunicação entre as
empresas é feita através de uma estrutura de rede e softwares. Já Bowersox e Closs (2001)
afirmam que o EDI aumenta a produtividade mediante a transmissão mais rápida de
informações e diminui a redundância de entrada de informações. A precisão aumenta com a
redução da freqüência de entrada de dados e da quantidade de pessoas envolvidas;
c) Data Warehouse (Armazém de Dados): Data Warehouse pode ser definido como um
depósito integrado de informações, disponíveis para análise e para construção de filtros de
busca (queries). Informações são coletadas de origens distintas e reunidas em um banco de
dados central, o qual permite o acesso a estas por toda a empresa. Além dos dados
operacionais da empresa, fontes externas podem ser incluídas num Data Warehouse, como
informações demográficas de consumidores e informações pessoais de cada cliente
(RODRIGUES, 2000);
d) E-Commerce (Comércio Eletrônico): Segundo Trepper (2000), o comércio eletrônico (CE)
inclui qualquer atividade comercial que ocorra diretamente entre uma empresa, seus parceiros
ou clientes, através de uma combinação de tecnologia de computação e comunicação. Já para
Rayport e Jaworski (2001), o CE é definido como trocas medidas em tecnologia entre partes
(indivíduos, organizações, ou ambos) bem como baseadas eletronicamente em atividades intra
ou interorganizacionais que facilitam tal troca;
f) Código de barras e o RFID (Radio Frequency Identification): Para Bowersox e Closs
(2001), o código de barras é a tecnologia de colocação de códigos legíveis por computador em
itens, caixas e contêineres, e até em vagões ferroviários. A leitura óptica constitui os “olhos”
de sistemas de código de barras. Como exemplo cita-se, um scanner que faz uma leitura dos
dados de código de barras e converte esses dados em informações úteis. RFID (Radio
Frequency Identification) permite a codificação de produtos em substituição ao código de

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barras, pois possui a vantagem de realizar a leitura sem o contato e com o transmissor em
movimento. Este sistema funciona com uma antena, um transmissor e um decodificador
(MONTEIRO e BEZERRA, 2003);
g) DRP – Distribution Requirements Planning (Planejamento das Necessidades de
Distribuição): Para Bowersox e Closs (2001), DRP é um sistema de planejamento global de
toda a cadeia de abastecimento. Banzato (1998) afirma que este sistema auxilia no
planejamento dos custos de transporte, necessidades de armazenagem bem como as
quantidades a estocar e suas localizações. Por sua natureza, proverá a uma determinada
empresa um planejamento global de todas as necessidades logísticas na cadeia de
abastecimento;
h) TMS – Transportation Management Systems (Sistemas de Gerenciamento de Transporte):
Para Banzato (1998), o TMS é um software de roteirização, que possibilita automatizar
muitas outras tarefas administrativas e de planejamento relacionadas à transportes, como: (1)
planejamento de transporte, (2) controle de desempenho de transporte, (3) controle de
carregamento do veículo, (4) controle de distâncias e rotas percorridas e (5) pagamentos de
frete;
i) WMS – Warehouse Management (Sistemas de Gerenciamento de Armazéns): O WMS é
um sistema de gestão de armazéns, que otimiza todas as atividades operacionais e
administrativas dentro do processo de armazenagem, incluindo recebimento, inspeção,
endereçamento, estocagem, separação, embalagem, carregamento, expedição, emissão de
documentos, inventário, entre outras (BANZATO, 1998). A qualidade e velocidade da
informação proporcionada por um WMS possibilitam uma redução de inventário com
conseqüente aumento do giro de materiais o que permite para uma mesma infra-estrutura de
armazenagem um aumento da capacidade real;
j) VMI – Vendor Managed Inventory (Estoque Administrado pelo Fornecedor): Segundo
Monteiro e Bezerra, 2003, o VMI é uma ferramenta muito importante principalmente para a
cadeia de suprimentos que trabalha com o JIT (Just-in -Time). Pires (2004) afirma que seu
principal objetivo é fazer com que o fornecedor, através de um sistema de EDI, verifique a
real necessidade de produto, no momento certo e na quantidade certa. Com o VMI, o
fornecedor tem a responsabilidade de gerenciar o seu estoque no cliente, incluindo o processo
de reposição;
k) Rastreamento de Frotas com Tecnologia GPS (Global Positioning System): Rastreamento é
o processo de monitorar um objeto enquanto ele se move. GPS é um sistema de
posicionamento mundial formado por satélites que apontam a localização de qualquer corpo
sobre a superfície terrestre. Com a possibilidade de rastrear veículos, a empresa pode saber
onde se encontra o veículo que está fazendo determinada entrega e fazendo um link com o
sistema via web a empresa pode colocar a disposição do cliente a localização da entrega
(MONTEIRO e BEZERRA, 2003).
3.1 A distribuição das diferentes TICs em um sistema logístico e os motivadores da
adoção de novas tecnologias na logística
Considerando as definições presentes na literatura sobre as TICs, foi possível efetuar
um levantamento da distribuição destas tecnologias em cada parte do sistema logístico.
Apesar de seu amplo uso, informações sobre a distribuição das TICs pelas áreas da
logística ainda são escassas, sendo esta uma lacuna existente na teoria. As definições
consultadas para este estudo permitiram construir a estrutura da figura 2, que serviu como
base para a coleta de informações no estudo de caso.

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Logistica de Logística Logística de
Abastecimento Interna Distribuição
(Inbound) (Outbound)

ERP ERP ERP


EDI EDI EDI
Data Warehouse AUTO ID CRM
E-Commerce WMS E-Commerce
AUTO ID DRP AUTO ID
DRP Data Warehouse WMS
WMS VMI DRP
VMI TMS
CRM
Data Warehouse

FIGURA 2 – Distribuição das TICs no sistema logístico.


Fonte: elaborado pelos autores.

Já os benefícios advindos do uso de tecnologia da informação e comunicação são


amplamente citados na literatura. TIC é recurso-chave para se obter a integração logística. A
redução de custos de aquisição das tecnologias, associado à maior facilidade de uso, permitiu
aos executivos de logística transferir e gerenciar informações eletronicamente, com maior
eficiência, eficácia e rapidez.
Bowersox e Closs (2001) afirmam que a transferência e o gerenciamento eletrônico de
informações proporcionaram oportunidades de redução de despesas logísticas por meio de
melhor coordenação, além do aperfeiçoamento dos serviços que puderam ser consolidados na
melhor oferta de informação aos clientes. Outros autores como Nazario (2000) apontam que o
planejamento de necessidades ao utilizar-se de informações mais recentes pode reduzir
estoque, minimizando as incertezas em torno da demanda; e a informação aumenta a
flexibilidade, permitindo identificar os recursos que podem ser utilizados para que se obtenha
vantagem estratégica.
Sobre as características que motivam a adoção das TICs, autores como Mendes e
Escrivão Filho (2002) colocam que os sistemas ERP auxiliam a tomada de decisão e o maior
controle sobre a empresa, pois permitem a integração das diversas, atuando também como
uma ferramenta de mudança organizacional e orientada a processos.
A respeito do EDI, Pires (2004) cita que além de permitir uma melhor comunicação e
precisão dos dados transacionados, esta tecnologia tem desempenhado um papel importante,
na medida em que atua como um facilitador tecnológico na implementação de diversas
práticas que visam sobretudo desburocratizar, agilizar e reduzir custos na logística.
O uso da tecnologia Auto-ID possibilita altos níveis de precisão de informação. Para
Bowersox e Closs (2001) a tecnologia de leitura ótica tem duas aplicações importantes na
logística. A primeira situa-se nos pontos de venda (PDV) em lojas de varejo, onde esta
tecnologia permite o acompanhamento de cada unidade vendida e facilita o processo de
ressuprimento e a segunda aplicação refere-se ao manuseio e o rastreamento dos materiais.
Segundo Banzato (1998), um sistema DRP possibilita benefícios como, um maior giro
de inventário, e respostas mais rápidas às mudanças de mercado; enquanto que o uso do WMS
pode otimizar o negócio da empresa pela redução de custos e melhoria do serviço ao cliente.
A redução de custos se deve ao ato da melhoria da eficiência de todos os recursos
operacionais, tais como: equipamentos, mão-de-obra, entre outros. Já a melhoria se deve em
grande parte ao fato de se minimizar erros e falhas de separação e entrega, bem como da
agilização de todo o processo de atendimento ao cliente, combinando a melhoria do fluxo de

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materiais e informações. O WMS também contribui para a redução do lead time na cadeia de
abastecimento, visto que o mesmo elimina a papelada através da sua integração com o EDI,
possibilitando também, uma maior velocidade operacional.
4. Estudo de caso
O presente estudo de caso tem como objetivo apresentar quais tecnologias da
informação e comunicação são utilizadas na logística de cada elo de uma mesma cadeia de
suprimentos. Após isso, a unidade de análise passou a ser cada elo isoladamente, buscando-se
identificar como tais tecnologias eram distribuídas dentro do sistema logístico destes elos e os
motivadores da adoção de novas TICs na logística dos mesmos. Para isso, utilizou-se como
referência o levantamento bilbiográfico realizado e apresentado no item 3 deste artigo.
Dessa forma, pode-se afirmar que a pesquisa realizada neste trabalho é de natureza
qualitativa, conduzida pela estratégia de estudos de caso. De acordo com Yin (2001) na
pesquisa qualitativa são analisadas cada situação a partir de seus dados descritivos, buscando
identificar relações, causas, efeitos, conseqüências e outros aspectos considerados necessários
à compreensão da realidade estudada e que, geralmente envolve múltiplos aspectos.
Devido à natureza deste trabalho, a coleta de dados utilizou a observação livre, a
entrevista semi-estruturada e a análise documental, por considerá-las, neste caso,
complementares. As entrevistas foram baseadas em amostras intencionais, isto é, escolhidas
de acordo com o julgamento do pesquisador, com base em certos critérios, tais como: as três
empresas serem elos diferentes de uma mesma cadeia de suprimentos e os contatos para a
realização das entrevistas. Os entrevistados selecionados nessas empresas foram
primeiramente, o executivo responsável pela logística e em caso da não existência deste, o
gerente industrial ou comercial.
Para a realização das entrevistas, foi elaborado um roteiro de entrevistas. Para
Richardson et al. (1999), consiste em uma conversa guiada, em que se pretende obter
informações detalhadas, úteis a uma análise qualitativa. Nas próximas três sub-seções, serão
apresentados os casos para, após isso, realizar-se um resumo comparativo entre as empresas.
4.1 Caso Empresa 1
A empresa 1 está localizada no interior do estado de São Paulo, na região de Ribeirão
Preto. É uma empresa de origem nacional, que gera cerca de 1500 empregos diretos e 1600
indiretos por ano. O entrevistado foi o gerente comercial da empresa, pois é o principal
responsável pela logística na organização.
Percebe-se que a logística na empresa está ligada ao departamento comercial e
responde diretamente à superintendência da Companhia. As decisões internas são discutidas
entre as áreas comercial, agrícola e operacional em reuniões semanais em que são discutidos
os principais indicadores funcionais e o planejamento para promover a integração entre os
processos, com reuniões semanais das áreas com a diretoria executiva.
Considerado como um fator crítico de sucesso, os sistemas de informações logísticas
exercem importante papel na gestão da cadeia de suprimentos e na estratégia logística desta
empresa. A funcionalidade envolve toda a monitoração de fluxo de dados e informações ao
longo de toda a cadeia de atividades logísticas, armazenamento, processamento,
compartilhamento e promoção da interação entre seus usuários.
Atualmente, o mercado disponibiliza varias soluções em tecnologias para gestão de
diferentes atividades, na qual as mais conhecidas são os sistemas integrados, sistemas ERPs,
MRPs, EDIs e outros. A adoção de um sistema integrado pode contribuir não só na obtenção
da informação para as tomadas de decisões, como também na melhoria de processos e

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otimização de atividades. Baseado nesse conceito, a empresa 1 optou pela adoção de um
sistema de informação ERP da Datasul, o SEM. Além das funcionalidades do sistema, a
empresa mantém uma equipe que trabalha no desenvolvimento de funcionalidades além das
oferecidas pelo sistema, que trabalha no desenvolvimento de módulos que são interligados ao
sistema principal, confrontando informações para a obtenção do resultado esperado.
É comum empresas manterem uma equipe interna que trabalhe focada no
desenvolvimento de sistemas voltados para suas atividades específicas, resultando em
sistemas dedicados. Além da tecnologia para gestão do negócio, a empresa investiu em outras
tecnologias como GPS para acompanhamento de cargas e um sistema de acompanhamento de
embarque no porto.
Assim, todo o investimento em tecnologias trouxe grandes resultados para a empresa,
na qual a informação, que alguns autores consideram como o maior patrimônio de uma
organização, é hoje obtida de forma rápida e precisa dentro dos processos da Empresa 1. Com
isso, a tomada de decisão tornou-se mais rápida e precisa, assim como outros benefícios que
otimizaram os processos administrativos e os controles de séries históricas que servem como
base para o planejamento estratégico da organização.
O sistema de informação ERP é o SEM Datasul, com algumas funcionalidades
desenvolvidas internamente e as informações são interligadas e compartilhadas entre setores.
São utilizados os softwares: MS para planejamento da colheita e do plantio, para elaboração
do orçamento industrial e agrícola e o PINS para o planejamento da gestão agrícola.
Todas as atividades agrícolas são acompanhadas on line através de relatórios diários.
Os indicadores considerados como principais são: teor de impureza mineral, quantidade de
açúcar por hectare, horas/queima, quantidade de ATR e rendimentos em geral. A matéria-
prima que abastece a empresa é proveniente de fornecedores terceiros, de áreas próprias e de
arrendamentos. O raio da área de fornecimento é de 40 km da organização.
Os pedidos são geralmente recebidos por email e o processo de montagem, aprovação
de pedido, faturamento e expedição é totalmente integrado e realizado no sistema. Como TICs
recentemente implementadas na área de logística, pode-se citar o GPS de cargas e o sistema
de acompanhamento de embarque.
Esses sistemas foram implementados para: a) aumentar a agilidade na troca de
informações, b) reduzir custos (desvios de carga e tempo de chegada no local de embarque) e
c) reduzir erros.
4.2 Caso Empresa 2
A empresa 2 está localizada no interior do estado de São Paulo, especificamente na
cidade de Ribeirão Preto. Para este estudo, foi referenciada uma das dezenas de plantas
existentes no país, com 1692 colaboradores e faturamento na ordem de milhões de reais.
O entrevistado foi o gerente de logística da empresa. Observa-se que a logística tem
um papel de destaque na estrutura organizacional, sendo subordinada apenas pela diretoria
superintendente e de operações/supply chain.
Segundo o entrevistado, a Empresa 2 desenvolveu um projeto que associa sistema de
telefonia celular com palm top de vendas. Com esse sistema é possível saber o quanto de
caixas foram vendidas no mercado em uma determinada hora, visto que os pedidos já estão
todos on line dentro da empresa, o que possibilita diminuir o prazo de entrega.
Internamente, utiliza-se como apoio a logística o WMS, na qual o mesmo também é
utilizado em parceria com um cliente da empresa. Outro software utilizado é o Road Show

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que permite á companhia otimizar sua linha de entregas. A solução trabalha com mapa
digitalizado da região que a empresa atende e encontra as melhoras rotas e formas de
aproveitar o mesmo veículo para realizar entregas diversas.
Observou-se na empresa a realização de venda direta via EDI somente com um cliente,
o que representa somente 2% de suas vendas. Os preços dos produtos são, via de regra,
negociados pelos vendedores da empresa e varia de acordo com o volume comprado e
condições especiais de promoções. Tais características inviabilizam o comércio eletrônico,
pois tudo depende da negociação, feita no estabelecimento do cliente. As vendas da empresa
são feitas através de vendedores que vão aos pontos de venda e utilizam-se de palmtops ou
acessam o site da empresa via Internet para o envio de pedidos dos clientes.
Há também o uso da Internet no processo de compras. Para a aquisição de vários
produtos, a empresa vem utilizando o leilão realizado através da Internet. Neste leilão, existe
um comprador que deseja adquirir um produto ou serviço. Os fornecedores são convidados a
apresentar ofertas, na qual é selecionada a melhor delas.
Na empresa, são selecionados alguns fornecedores, cerca de 3 ou 4, para os quais é
enviada uma notificação, comunicando o prazo que estes tem para apresentar as cotações. Os
fornecedores enviam estas cotações eletronicamente através do website da empresa. Quando o
setor de compras seleciona o melhor fornecedor, a requisição de compras é gerada
automaticamente pelo ERP e, dependendo do valor do pedido, este vai diretamente para o
fornecedor ou para a aprovação do gerente da empresa. Tal processo permite que a empresa
compre produtos a um preço mais baixo. As TICs utilizadas pela empresa em cada fase do
sistema logístico correspondem a:
a) Empresa 2 e fornecedores (inbound): gerenciamento de frotas;
b) dentro da Empresa 2 (interna): WMS (produto acabado); Road Show; gerenciamento de
frotas e Pedidos on-line, palm, telefonia celular;
c) Empresa 2 e clientes (outbound): WMS e (produto acabado); EDI e Pedidos on-line, palm,
telefonia celular;
4.3 Caso Empresa 3
A empresa 3 possui 17 lojas localizadas na região de Ribeirão Preto, interior de São
Paulo, sendo uma empresa de origem nacional, possuindo 1800 funcionários. Os entrevistados
foram o gerente comercial e um dos compradores da empresa.
Nota-se na estrutura organizacional da empresa, que não há uma área específica de
logística, sendo suas atividades executadas por profissionais espalhados por outras áreas da
empresa. Entretanto, a criação de uma área de logística é somente uma possibilidade futura e
não uma decisão já tomada.
Assim, como não há área de logística na empresa, não há SI e TIC específicos para a
função logística. As ferramentas existentes são amplas e, por isso, envolvem também os
processos logísticos, apesar deste não terem sido mapeados. Ela utiliza um software “caseiro”
que foi sendo melhorado de acordo com a necessidade da empresa. Este software possui as
mesmas informações do que era utilizado anteriormente, mas migrou o banco de dados que
utilizava a estrutura de dados do sistema operacional DOS para o banco de dados Oracle.
Segundo os entrevistados, a falta de um sistema de informação gera atrasos nas
entregas, sendo que, devido a esta falta de agilidade e ao incentivo comercial por parte dos
fornecedores, a empresa planeja colocar EDI e Gerenciamento de Categoria ainda no ano de
2007. Não será utilizado todo o processo do EDI, ele será implementado, em princípio, apenas

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para fazer o recebimento da nota fiscal.
Os motivos para a adoção do EDI são: agilidade no recebimento da nota fiscal e,
portanto, nas entregas (menor tempo de espera dos caminhões para o descarregamento nas
lojas), incentivo comercial de fornecedores e redução de estoques (tanto da empresa 3 como
dos fornecedores). Outras TICs já existentes na empresa são: código de barras nos produtos,
scanners na entrada dos depósitos das lojas e nos seus check-outs, e televendas para os
consumidores finais (ciclo do pedido – saída). Em relação às TIC no ciclo do pedido de
entrada, a montagem do pedido é feita pelo vendedor geralmente por palm e simultaneamente
pelo módulo compras do software “caseiro”; o envio e o processamento do pedido é de
responsabilidade do fornecedor, que possui suas próprias TICs.
4.4 Resumo dos resultados dos casos
Este item traz uma síntese dos resultados obtidos no estudo de caso, apresentados na
figura 3. Nesta figura, podem-se observar os principais tipos de tecnologias da informação e
comunicação utilizadas por organizações pertencentes a uma mesma cadeia de suprimentos na
gestão de suas atividades logísticas e a distribuição destas dentro de cada elo ou empresa na
gestão da logística integrada. É válido ressaltar que a unidade de análise foram todos os
participantes de uma mesma cadeia de suprimentos: uma usina sucroalcooleira (empresa 1)
que fornece matéria prima para um fabricante de bebidas (empresa 2), que por sua vez,
fornece seus produtos acabados para uma empresa varejista.

Cadeia de suprimentos

TICs utilizadas na logística TICs utilizadas na logística TICs utilizadas na logística


Sistema de telefonia celular RFID; Scanners na entrada dos
SEM (ERP da Datasul); GPS; com palm top de vendas; depósitos das lojas e nos seus
MS e PINS WMS; Road Show; EDI; check-outs; EDI (pretende
Internet e Gerenciamento de implementar); Software “caseiro”
Frotas de integração das áreas e
Televendas aos consumidores

Entrada: Interna: Entrada: Interna: Saída: WMS Interna: Saída:


GPS de Sistema de Gerencia Gerenciamento (produto Scanners na RFID
carga e acompanha mento de de frotas; Road acabado); EDI e entrada dos
sistema de mento de frotas; Show; WMS Pedidos on-line, depósitos das
acompanha embarque; (produto palm, telefonia lojas e nos seus
mento de SEM; MS e acabado) e celular check-outs;
embarque; PINS Pedidos on-line, RFID;
palm, telefonia
celular;

FIGURA 3 – Resumo dos resultados obtidos com o estudo de caso.


Fonte: elaborado pelos autores.

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Já os motivadores da adoção de novas TICs na logística de cada empresa são
apresentados abaixo:
a) Empresa 1: aumentar a agilidade na troca de informações; reduzir custos (desvios de carga
e tempo de chegada no local de embarque) e reduzir erros;
b) Empresa 2: agilidade na troca de informações; redução de erros; redução de custos;
padronização da informação; aumento na competitividade e capacidade em lidar situações
inesperadas;
c) Empresa 3: exigência (na verdade, incentivo comercial) de fornecedores; agilidade na troca
de informação e nas entregas e redução de custos de estoques.
5. Considerações finais
A principal contribuição deste trabalho é estabelecer uma base para estudos futuros
sobre o uso e aplicação das TICs na logística ao definir um conjunto de variáveis estratégicas
que propiciou retratar como tais tecnologias são distribuídas na gestão da logística integrada
em toda uma cadeia de suprimentos.
A pesquisa apontou as seguintes contribuições:
a) a construção de uma estrutura teórica sobre as distribuições das TICs no sistema logístico
(figura 2), que poderá ser utilizada em estudos de casos futuros para as realizações de
comparações entre teoria e práticas organizacionais. Tal framework (estrutura) foi criado com
base no levantamento teórico realizado para a elaboração do artigo;
b) a construção de um painel descritivo representado pela figura 3, que poderá ser utilizado
como base de referência para empresas, acadêmicos e interessados, sobre quais TICs são
utilizadas e como estas se distribuem na natureza específica da cadeia de suprimentos
estudada. Percebe-se na figura que estas se diferem totalmente dependendo do elo da cadeia
ou ramo de negócios em que se encontra.
Ao comparar a teoria e prática, surgiram algumas descobertas:
a) As TICs logísticas ERP; EDI; Auto-ID/ RFID; WMS levantadas na teoria foram
encontradas na prática das empresas investigadas;
b) Há softwares que não são comumente mencionadas na literatura, mas que foram
encontradas nas empresas, pois são adaptados às necessidades específicas das mesmas, entre
estes estão: MS para planejamento da colheita e do plantio, para elaboração do orçamento
industrial e agrícola e o PINS para o planejamento da gestão agrícola na Empresa 1; sistema
que associa telefonia celular com palm top de vendas na Empresa 2 e a espécie de um
software “caseiro” para integração das áreas na Empresa 3;
c) Existem objetivos estratégicos ou motivadores para a adoção de novas TICs na logística
comuns a todos os elos da cadeia de suprimentos estudada, que são: a agilidade na troca de
informações; a redução de custos e a minimização de erros.
Na empresa varejista (Empresa 3), foi constatado que como não há área de logística,
não há SI e TICs específicas para a função. Além disso, percebe-se que as ferramentas
existentes são amplas e, por isso, envolvem os processos logísticos, apesar destes não terem
sido mapeados.
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