Sunteți pe pagina 1din 11
AutoAuto dede GilGil VicenteVicente AlmeidaAlmeida GarrettGarrett
AutoAuto dede GilGil VicenteVicente
AlmeidaAlmeida GarrettGarrett
Estrutura Estrutura Interna Argumento casamento de D. Beatriz, filha de D, Manuel, com o Duque
Estrutura
Estrutura Interna
Argumento
casamento de D. Beatriz, filha de D, Manuel, com o Duque
de Sabóia
Intriga amorosa
Paula Vicente
Bernardim Ribeiro
D. Beatriz
Plano teatral Nacionalismo revelação aos italianos da superioridade dos portugueses no campo da cultura teatral.
Plano teatral
Nacionalismo
revelação aos italianos da superioridade
dos portugueses no campo da cultura
teatral.
Romântico
Plano de Fundo
“má vontade” entre embaixadores
estrangeiros e actores portugueses.
Encaixe ou representação
de “As cortes de Júpiter”
Apresentação pela primeira vez, de “As cortes de
Júpiter”, de Gil Vicente, na festa de despedida
d
e
D
.
B
ea r z.
t
i
Motivo que rege todo o drama
Acção
torna-se una pelo encadear dos vários planos
Símbolo de união Função do anel Objecto mágico É restituído por uma moura ex-encantada durante
Símbolo de união
Função do anel
Objecto mágico
É restituído por uma moura ex-encantada durante a representação de “As cortes de
Júpiter” , (Acto II, cena XI)
Estrutura interna
estrutura externa
☻I acto
Sintra
alusão à partidapartida de D. Beatriz e do cortejo que a
acompanhará
preparação da representação
Lisboa
☻II acto
“As cortes de Júpiter”, cena X
início da representação
☻III acto
Galeão
(Recâmara)
partidapartida
SeparaçãoSeparação dosdos amantesamantes
Estrutura interna estrutura externa Sintra I acto E Palácio (artificial e social) X O espaço
Estrutura interna
estrutura externa
Sintra
I acto
E
Palácio (artificial e social)
X
O espaço selvagem (típico dos românticos)
T
E
Escadaria (percurso das personagens)
R
Fontes e tanques
águaágua (ligação com o III acto)
I
O
R
II acto
Lisboa
I
Paço da Ribeira
N
T
Gótico, período medieval
E
Sala do trono
R
I
O
R
Tapete = “palco”
representação de “As cortes de Júpiter
☻ Júpiter rei do mar, dos ventos, dos signos
submete toda a corte
Clímax (cena XI)
III acto Galeão Água (ligação com o I acto) I Amor Morte N (simbólica) D
III acto
Galeão
Água
(ligação com o I acto)
I
Amor
Morte
N
(simbólica)
D
I
V
I
D
catástrofe
☻ Bernardim Suicida-se
U
Separação
A
L/ SECRETO
☻ D. Beatriz desmaia
AMOR
PAIXÃO
PERSONAGENS E ACÇÃO ☻Pêro Safio (em 1ºlugar em cena) papel de Marte plano teatral ☻
PERSONAGENS E ACÇÃO
☻Pêro Safio (em 1ºlugar em cena)
papel de Marte
plano teatral
☻ Bernardim Ribeiro – embuçado –
Fuga do real
plano amoroso
(ANEL)
MAGIA
Partilha o amor – paixão como “doença”
☻ Triângulos amorosos
Paula
Bernardim
Pêro Safio
Bernardim
Paula
Beatriz
☻ Paula prefiguração da mulher educada; consciente das limitações impostas, não deixa de “viver” o
☻ Paula
prefiguração da mulher educada; consciente das limitações impostas,
não deixa de “viver” o seu ideal
Amor/ciúme/fidelidade (luta interior)
☻ D. Beatriz
anuncia, repetidamente, o seu amor e saudade (passividade)
☻Gil Vicente – Personificação do teatro, dá o nome ao drama
– Assume a representação
- Paixão pela arte
Bernardim Ribeiro
- entusiasmo
pelo ideal
Nobre actor
-“isolado do mundo”
- “vivendo na e para a saudade
☻ Bernardim, Gil Vicente, Paula (autores e actores) Alma poética Aristocracia do espírito ≠ nobreza
☻ Bernardim, Gil Vicente, Paula (autores e actores)
Alma poética
Aristocracia do espírito
≠ nobreza de nascimento (ideal liberal)
☻ D. Manuel
Põe fim ao
Plano teatral
C
omen a o au o
t
t
Intensifica a
Intriga amorosa
Reacção do público
☻PERSONAGENS PRINCIPAIS
Bernardim Ribeiro, D. Beatriz, Paula
☻PERSONAGENS SECUNDÁRIAS
Gil Vicente, Pêro Safio, D. Manuel
Nobres de sangue ou de alma
☻FIGURANTES (todas as outras)
Bernardim e Beatriz morrem com o ideal Gil Vicente desaparece com o final do auto
Bernardim e Beatriz morrem com o ideal
Gil Vicente desaparece com o final do auto
Pêro Safio é a encenação do bom senso até ao fim
Todas personagens são estáticas, excepto Paula que aceita o conflito
(evolução.)
TEMPO ☻ Tempo histórico enquadramento referencial da narrativa (Séc. XVI, reinado de D. Manuel) ☻Tempo
TEMPO
☻ Tempo histórico
enquadramento referencial da narrativa (Séc. XVI,
reinado de D. Manuel)
☻Tempo da acção três dias
cada dia corresponde a um acto
I acto
“crepúsculo”; “terá amanhecido”
noite
II acto
começo da noite
III acto
noite, mas começo de um novo dia
-Símbolo da impossibilidade de realização do amor
- Encontro secreto dos amantes
Sombra/luz
Romantismo

Interese conexe