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SISTEMA DE CÂMARA QUENTE

O QUE É UM SISTEMA DE CÂMARA QUENTE

DE CÂMARA QUENTE O QUE É UM SISTEMA DE CÂMARA QUENTE O Sistema de Câmara Quente

O Sistema de Câmara Quente é a forma mais eficiente de se otimizar a produção e melhorar a qualidade de um

produto injetado. Este sistema é basicamente uma extensão do bico de injeção da máquina, funcionando como distribuidor do fluxo para cada uma das cavidades. Através de canais de distribuição constantemente aquecidos, é possível manter o material na mesma temperatura do cilindro da máquina injetora, livre de variações e sem os inconvenientes canais de alimentação(galhos).

PORQUE UTILIZAR SISTEMAS DE CÂMARA QUENTE ?

A utilização de sistemas de câmara quente pode oferecer diversas vantagens se comparado aos sistemas convencionais

de canal frio, tais como:

REDUÇÃO DE CUSTO

.

Economia na utilização de matéria prima

.

Custo operacional reduzido

.

Menor ciclo de injeção

FLEXIBILIDADE NO PROJETO

.

Facilidade na definição dos pontos de alimentação de grandes peças

.

Eliminação da necessidade de balanceamento dos canais

.

Diversificação dos tipos de entrada de material

.

Elaboração de projetos compactos

.

Maior número e possibilidades de pontos de injeção

.

Ampla variedade de buchas de injeção e de ponteiras

.

Fácil obtenção de lay-outs com fluxo equilibrados

.

Aplicações para moldes de produção e de peças técnicas

.

Aplicavel em plásticos de comodides e materiais de engenharia

REDUÇÃO DO TEMPO DE CICLO

.

Redução do tempo de resfriamento

.

Não há a necessidade de solidificação de canais de alimentação.

.

Cursos de abertura reduzidos

.

Ideal para moldes de paredes finas

MELHORIA NA QUALIDADE DAS PEÇAS MOLDADAS

.

Isenção de Contaminação

.

Maior uniformidade dimensional no produto acabado

.

Vestígios de injeção podem ser controlados e em alguns casos tornam-se praticamente imperceptíveis

.

Menor tensão residual nos componentes moldados

.

Eliminação de operações secundárias

MAIOR EFICIÊNCIA DO EQUIPAMENTO

.

Utilização de máquinas com menor capacidade de força de fechamento e capacidade de plastificação

.

Redução da quantidade de moinhos granuladores para moagem de canais

.

Fácil alteração de material e de cor

TIPOS DE SISTEMA DE CÂMARA QUENTE

TIPOS DE SISTEMAS DE CÂMARA QUENTE

DE CÂMARA QUENTE TIPOS DE SISTEMAS DE CÂMARA QUENTE As câmaras quentes POLIMOLD são apresentadas em

As câmaras quentes POLIMOLD são apresentadas em três diferentes tipos, todas confeccionadas com componentes padronizados. Oferecemos aos nossos clientes uma linha completa, com produtos de qualidade e de alta tecnologia e com garantia de reposição de estoque.

de alta tecnologia e com garantia de reposição de estoque. BUCHA QUENTE . Eliminação do convencional
de alta tecnologia e com garantia de reposição de estoque. BUCHA QUENTE . Eliminação do convencional
de alta tecnologia e com garantia de reposição de estoque. BUCHA QUENTE . Eliminação do convencional

BUCHA QUENTE

.

Eliminação do convencional canal frio

.

Redução do ciclo de injeção

.

Incremento na produção

.

Melhor qualidade do produto acabado

.

Vestígio mínimo no ponto de alimentação (gate)

SISTEMAS COM MANIFOLDS

.

Alta velocidade de fluxo

.

Redução da Pressão utilizada

.

Material livre de tensões

.

Fácil processamento na injeção dos materiais

.

Melhor balanceamento do fluxo para as cavidades

.

Ciclos mais rápidos

.

Maior economia de material utilizado

.

Massa plástica termicamente homogênea

.

Versatilidade na mudança de cores

.

Diversidade de buchas e ponteiras padronizadas

.

Manifolds padronizados

SISTEMAS VALVULADOS - VALVE GATE

. Fácil fluxo de injeção

. Vestígio imperceptível no ponto de alimentação (gate)

. Ideal para injeção de peças com massa volumétrica variada em um mesmo molde

.

Produto isento de linha de solda (junta fria)

.

Peça injetada com menor taxa de cisalhamento, resultando em melhor qualidade do produto.

Projetos de Câmara Quente

Projetos de Câmara Quente ANEL DE CENTRAGEM BUCHA ACOPLADORA SUPORTE SUPERIOR SUPORTE CENTRAL E CENTRALIZADOR PINO
Projetos de Câmara Quente ANEL DE CENTRAGEM BUCHA ACOPLADORA SUPORTE SUPERIOR SUPORTE CENTRAL E CENTRALIZADOR PINO

ANEL DE CENTRAGEM

BUCHA ACOPLADORA

SUPORTE SUPERIOR

SUPORTE CENTRAL E CENTRALIZADOR

PINO DE LOCALIZAÇÃO

COMPONENTES PARA O SISTEMA DE CÂMARA QUENTE

ANEL DE CENTRAGEM

É fornecido com o diâmetro determinado pelo cliente, de acordo com o modelo da máquina injetora a ser utilizada.

BUCHA ACOPLADORA PADRÃO E EXTENDIDAS COM RESISTÊNCIA

As Buchas Padrão ou Extendidas são fornecidas conforme determinação do cliente com relação ao raio ou ângulo, de acordo com a máquina injetora a ser utilizada.

SUPORTE SUPERIOR

Situados entre o manifold e a placa base superior, são fornecidos em titânio, para um melhor isolamento e uniformidade de temperatura, e retificados prevendo um afastamento frio (G) entre o manifold e a placa base superior. Assim, quando o sistema for aquecido e houver a dilatação térmica, ocorrerá uma pressão (efeito sanduíche) entre as cabeças das buchas quentes, manifold e a placa base superior, pressão essa que tem, por objetivo, evitar vazamentos.

SUPORTE CENTRAL E CENTRALIZADOR

Espaçador situado entre a placa porta matriz (P1) e o manifold na mesma linha do bico da máquina, para suportar

a pressão de injeção da máquina injetora. É fornecido em titânio, para melhor isolamento e uniformidade de temperatura. O centralizador é montado junto ao suporte central para centralização do manifold.

PINO DE LOCALIZAÇÃO

O pino de localização é necessário para alinhar o manifold durante a montagem. Estes pinos permitem que ocorra

a dilatação térmica normalmente

Projetos de Câmara Quente

Projetos de Câmara Quente CALCULANDO A EXPANSÃO TÉRMICA AFASTAMENTO FRIO ENTRE O SUPORTE SUPERIOR E A

CALCULANDO A EXPANSÃO TÉRMICA AFASTAMENTO FRIO ENTRE O SUPORTE SUPERIOR E A PBS

O Afastamento Frio [G] entre o suporte superior e a PBS deve ser considerado no Projeto de Câmara Quente, pois é ele que define o controle da pressão exercida pelos compomentes Manifold e Bucha Quente, durante a expansão térmica.

Deve ser calculado de forma correta, pois uma folga muito grande pode gerar vazamento de material fundido, e o contrário uma folga mínima pode causar o cravamento dos componentes nas placas.

Para determinar o Afastamento Frio [G], usa-se a seguinte formúla:

G="S"xTCQx0,00001134

"G"= Afastamento Frio "X"= Altura do Manifold "C"= Altura da Cabeça da Bucha Quente "TCQ"= Temperatura da Câmara Quente

Altura do Manifold "C"= Altura da Cabeça da Bucha Quente "TCQ"= Temperatura da Câmara Quente

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SISTEMA DE CÂMARA QUENTE - SELEÇÃO DE BUCHAS CALCULANDO A EXPANSÃO TÉRMICA

QUENTE - SELEÇÃO DE BUCHAS CALCULANDO A EXPANSÃO TÉRMICA A expansão térmica deve ser considerada na
QUENTE - SELEÇÃO DE BUCHAS CALCULANDO A EXPANSÃO TÉRMICA A expansão térmica deve ser considerada na
QUENTE - SELEÇÃO DE BUCHAS CALCULANDO A EXPANSÃO TÉRMICA A expansão térmica deve ser considerada na

A expansão térmica deve ser considerada na usinagem do alojamento da bucha. O valor desta expansão deverá

ser adicionada ao comprimento da bucha quente. dos, tais como:

Para calcularmos este valor, alguns dados devem ser observa-

Tipo da resina a ser utilizada Temperatura de processamento de resina Comprimento da bucha quente

Uma vez que estas são dadas conhecidos utiliza-se a fórmula:

V

A = TCQ x 0.00001134

conhecidos utiliza-se a fórmula: V A = TCQ x 0.00001134 A1 Onde: V A = Expansão

A1

Onde:

V

A = Expansão Térmica

TCQ = Temperatura da Câmara Quente (Ver tabela pag.99) 0.00001134 = Coeficiente de dilatação linear A = Dimensão nominal da bucha quente

A1

= Dimensão final da usinagem do alojamento

Exemplo:

V

= A + A

Calcular a dimensão final da usinagem do alojamento para bucha quente HIP18100, que irá injetar PE (Polietileno).

Sabendo que: A= 100mm e TCQ= 225°C

V

V

V

A= TCQ X 0.00001134 x A

A= 225ºC x 0.00001134 x 100mm

A= 0.25mm

A1= A +

V

A

A1= 100mm + 0.25mm A1= 100.25mmSabendo que: A= 100mm e TCQ= 225°C V V V A= TCQ X 0.00001134 x A

Projetos de Câmara Quente

Projetos de Câmara Quente REFRIGERAÇÃO PARA O SISTEMA DE CÂMARA QUENTE - POSTIÇOS PARA REFRIGERAÇÃO Os

REFRIGERAÇÃO PARA O SISTEMA DE CÂMARA QUENTE - POSTIÇOS PARA REFRIGERAÇÃO

Os Postiços para Refrigeração são projetados para maximizar a eficiência no esfrimento, de acordo com a necessidade do cliente e da Bucha Quente utilizada. São fabricados com material que garantem a total efiência da Câmara Quente, ajudando e muito o ponto de corte e evitando a degradação do material próximo do ponto de entrada, possibilitando assim menor tempo de ciclo e melhor qualidade da peça injetada.

EXEMPLOS DE POSTIÇOS PARA REFRIGERAÇÃO

Postiço Refrigerado com Marca Anelar Postiço Refrigerado Postiço Refrigerado em Cruz Postiço Refrigerado com Fluxo
Postiço Refrigerado com Marca Anelar
Postiço Refrigerado
Postiço Refrigerado em Cruz
Postiço Refrigerado com Fluxo Alternado

Projetos de Câmara Quente

Projetos de Câmara Quente PLACA PORTA MANIFOLD E ALOJAMENTO PARA MANIFOLD A placa porta manifold tem

PLACA PORTA MANIFOLD E ALOJAMENTO PARA MANIFOLD

A

placa porta manifold tem a função de alojar o manifold no interior do porta molde, entre as placas base superior

e

a placa matriz ou placa porta bicos, caso exista.

O

perfil interno da placa porta manifold acompanha o formato do manifold, com um determinado alívio

entre as

paredes, o que facilita a montagem além de não propiciar a dissipação de calor. São recomendadas janelas de inspeção (nos lados superiores e inferiores da placa porta manifold) para visualização do sistema em caso de manutenção. Os suportes superior e central devem ter espessuras mínimas de 7 mm.

PLACA PORTA MANIFOLD

PERFIL OXICORTADO CONFORME MANIFOLD
PERFIL OXICORTADO CONFORME MANIFOLD
JANELA PARA INSPEÇÃO E VENTILAÇAO
JANELA PARA
INSPEÇÃO E
VENTILAÇAO

PLACA BASE SUPERIOR

PLACA PORTA MANIFOLD PLACA PORTA BUCHA
PLACA PORTA MANIFOLD
PLACA PORTA BUCHA
PLACA BASE SUPERIOR PLACA PORTA MANIFOLD PLACA PORTA BUCHA CONFORME PROJETO ALOJAMENTO PARA MANIFOLD PERFIL USINADO

CONFORME

PROJETO

ALOJAMENTO PARA MANIFOLD

PERFIL USINADO CONFORME MANIFOLD PLACA BASE SUPERIOR JANELA PARA INSPEÇÃO PLACA PORTA MATRIZ
PERFIL USINADO CONFORME MANIFOLD
PLACA BASE SUPERIOR
JANELA PARA
INSPEÇÃO
PLACA PORTA MATRIZ

CONFORME

PROJETO

Projetos de Câmara Quente

Projetos de Câmara Quente PARAFUSOS DE TRAÇÃO PARA O SISTEMA DE CÂMARA QUENTE Os parafusos de

PARAFUSOS DE TRAÇÃO PARA O SISTEMA DE CÂMARA QUENTE

Os parafusos de tração são necessários para manter o sistema de câmara quente sob pressão constante, evitando assim possíveis vazamentos. Não transferem calor por condução, do sistema para a placa porta matriz, por estarem localizados fora do manifold. São recomendados dois parafusos M16 ao redor de cada bucha quente (dependendo do formato do manifold), ou parafusos M20 de acordo com a dimensão do molde.

PARAFUSO DE TRAÇÃO

M20 de acordo com a dimensão do molde. PARAFUSO DE TRAÇÃO ESPECIFICAÇÃO DE TORQUE PARA OS
M20 de acordo com a dimensão do molde. PARAFUSO DE TRAÇÃO ESPECIFICAÇÃO DE TORQUE PARA OS

ESPECIFICAÇÃO DE TORQUE PARA OS PARAFUSOS DE TRAÇÃO

PARAFUSO DE TRAÇÃO

TORQUE RECOMENDADO [N/m]

M6

16.0

M8

39.0

M10

77.0

M12

135.0

M16

328.0

M20

650.0

M24

1099.0

COLUNAMENTO DAS PLACAS PARA SISTEMA DE CÂMARA QUENTE

Para o funcionamento correto do sistema de câmara quente, é necessário um alinhamento com precisão entre as placas da parte superior do porta molde, esta é a função dos pinos ou buchas para posicionamento. O alinhamento das buchas quentes e ponteiras com as cavidades, feitos com precisão, também é essencial, para evitar que as ponteiras se danifiquem durante a montagem e desmontagem.

PLACA BASE SUPERIOR

PLACA PORTA MANIFOLD

PLACA PORTA BUCHA

PLACA PORTA MATRIZ

PLACA BASE SUPERIOR PLACA PORTA MANIFOLD PLACA PORTA BUCHA PLACA PORTA MATRIZ BUCHA POSICIONADORA BUCHA GUIA

BUCHA POSICIONADORA

BUCHA GUIA

COLUNA GUIA

Projetos de Câmara Quente

Projetos de Câmara Quente CANALETA DE PASSAGEM DOS CABOS PARA O SISTEMA DE CÂMARA QUENTE Os

CANALETA DE PASSAGEM DOS CABOS PARA O SISTEMA DE CÂMARA QUENTE

Os cabos das resistências das buchas quentes, do manifold, e do termopar, normalmente chegam aos conectores elétricos através de canaletas usinadas, na superfície da placa porta matriz ou placa porta buchas.Os prensa cabos devem ser colocados próximos a cada curva dos cabos e também ao longo de seu percurso.

Este procedimento protege os cabos durante a montagem do molde, eliminando a possibilidade de algum deles ser esmagado entre as placas.

PRENSA CABOS
PRENSA CABOS
de algum deles ser esmagado entre as placas. PRENSA CABOS SAIDA DOS CABOS E FIOS PARA

SAIDA DOS CABOS E FIOS PARA ENTRADA NO CONECTOR

EXEMPLO DE CANALETA USINADA NA PLACA PORTA BUCHAS (SAÍDA DOS FIOS POR BAIXO)

USINADA NA PLACA PORTA BUCHAS (SAÍDA DOS FIOS POR BAIXO) USINAGEM DAS CANALETAS ISENTA DE CANTOS

USINAGEM DAS CANALETAS ISENTA DE CANTOS VIVOS

ALOJAMENTO PARA BUCHA QUENTE

CANALETA DE PASSAGEM DOS CABOS E FIOS

ALOJAMENTOS PADRONIZADOS PARA PRENSA CABOS DO SISTEMA DE CÂMARA QUENTE

PADRONIZADOS PARA PRENSA CABOS DO SISTEMA DE CÂMARA QUENTE QTD. DE FIOS/CANALETA "A" "B"
PADRONIZADOS PARA PRENSA CABOS DO SISTEMA DE CÂMARA QUENTE QTD. DE FIOS/CANALETA "A" "B"

QTD. DE FIOS/CANALETA

"A"
"A"

"B"

"C"
"C"

"D"

 

1 Fio

19.0

33.0

14.0

16.0

2

e 3 Fios

15.5

33.0

20.0

16.0

4

e 6 Fios

15.5

33.0

20.0

20.0

7

a 10 Fios

22.5

45.0

34.0

20.0

Projetos de Câmara Quente

DISTÂNCIA MÍNIMA ENTRE AS BUCHAS QUENTES

de Câmara Quente DISTÂNCIA MÍNIMA ENTRE AS BUCHAS QUENTES A distância mínina entre centros das Buchas

A distância mínina entre centros das Buchas Quentes é determinada de acordo com a série utilizada, localização dos suportes, e das buchas acopladoras ou dos cilindros pneumáticos/hidraúlicos. A distância mínima na área central é limitada pelos suportes e bucha acopladora, a nas demais áreas pela configuração das Buchas Quentes.

ÁREA CENTRAL
ÁREA CENTRAL
áreas pela configuração das Buchas Quentes. ÁREA CENTRAL SUPORTE CENTRAL BUCHA ACOPLADORA BUCHAS QUENTES

SUPORTE CENTRAL

SUPORTE CENTRAL BUCHA ACOPLADORA
SUPORTE CENTRAL BUCHA ACOPLADORA

BUCHA ACOPLADORA

SUPORTE CENTRAL BUCHA ACOPLADORA

BUCHAS QUENTES CONVENCIONAIS

DISTÂNCIAS MÍNIMAS DAS BUCHAS QUENTES "ÁREA CENTRAL" "DEMAIS ÁREAS" "D" "D1"
DISTÂNCIAS MÍNIMAS DAS
BUCHAS QUENTES
"ÁREA CENTRAL"
"DEMAIS ÁREAS"
"D"
"D1"
"D"
"D1"
35.0
35.0
17.0
33.0
SÉRIE 25
47.0
SÉRIE 50
44.0
44.0
32.0
SÉRIE 200
51.0
51.0
42.0
57.0
67.0
SÉRIE 500
60.0
60.0
52.0
SÉRIE 800
82.0
82.0
68.0
83.0
92.0
92.0
83.0
98.0
SÉRIE 1000

* ÁREA COM BUCHA ACOPLADORA

** ÁREA SEM BUCHA ACOPLADORA

BUCHAS QUENTES VALVULADAS

DISTÂNCIAS MÍNIMAS DAS BUCHAS QUENTES "ÁREA CENTRAL" "DEMAIS ÁREAS" "D" "D1"
DISTÂNCIAS MÍNIMAS DAS
BUCHAS QUENTES
"ÁREA CENTRAL"
"DEMAIS ÁREAS"
"D"
"D1"
"D"
"D1"
SÉRIE V50
88.0
88.0
72.0
72.0
SÉRIE V200
94.0
94.0
80.0
80.0
SÉRIE V500
94.0
94.0
80.0
80.0
SÉRIE V800
116.0
116.0
110.0
110.0
SÉRIE V1000
118.0
118.0
120.0
120.0

* ÁREA COM BUCHA ACOPLADORA

** ÁREA SEM BUCHA ACOPLADORA

PARA DIMENSÕES INFERIORES A MÍNIMA RECOMENDADA UTILIZAM-SE COMPONENTES ESPECIAS