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Roteiro da Aula

 Pobreza, Desigualdade, Exclusão e Cidadania

 Estado do Bem Estar Social

 Políticas Sociais do Estado Brasileiro


 Educação
 Saúde
 Assistência Social
 Políticas Públicas de Geração de Emprego e Renda
Pobreza, Desigualdade,
Exclusão e Cidadania
 Até a década de 70 – Teoria do Bolo: Delfim Neto
 Preocupação com o crescimento econômico

 Hoje o foco passa da pobreza para a desigualdade


 Desigualdade como mecanismo de reprodução da
pobreza
 Políticas voltadas para a distribuição de renda x Políticas
voltadas para o crescimento da renda
Pobreza e Desigualdade

 Pobreza ≠ Desigualdade

 Pobreza: insuficiência de renda

 Pobreza absoluta: renda abaixo do mínimo para satisfação de


necessidades essenciais.

 Indigência: rendimento não permite sequer a aquisição de cesta básica

 Pobreza relativa: distância do padrão de vida médio de uma sociedade

 Linha de Pobreza: rendimento de menos de um dólar por dia


 Até 2017: 1,90US$ p/d – (8,9 milhões de pessoas)
 Desde Out/2017: 5,50 US$ p/d (45,5 milhões de pessoas – 20% da
população brasileira)
 FSP, 31/10/2017
Pobreza e Desigualdade

 Renda expressa qualidade de vida de uma sociedade?


 IDH

 Desigualdade de acesso à renda e serviços

 Brasil rico, porém desigual

 Se houvesse perspectivas de mobilidade social...

 Redistribuição de renda meio mais efetivo de redução da


pobreza do que crescimento econômico sustentado.

 Problema desde a colonização, industrialização,


informatização...
Exclusão e Cidadania

 Exclusão: não pertencimento a determinado grupo ou


condição

 Neste caso: exclusão no contexto da dinâmica social


do mundo capitalista contemporâneo, ou seja, imposta
por barreiras a alguns indivíduos, no seu caminho de
acesso a benefícios garantidos pelo Estado, ou mesmo
que podem ser adquiridos através do mercado.

 Pioraram o processo de exclusão no Brasil: década de


80 e 90 e o capitalismo global
Exclusão e Cidadania

 Cidadania: quem desfruta dos direitos consignados pelo


Estado, bem como da possibilidade de acesso a uma renda
adequada, que lhe permita desfrutar de um padrão de vida
comum a seus concidadãos

 Direitos cidadãos:
 direitos civis, que consistem na liberdade individual, como de
expressão e circulação
 direitos políticos, que fazem referência ao ato de votar e ser votado;
 direitos sociais, que dizem respeito a um conjunto de garantias legais
que assegurem bem-estar econômico, segurança contra riscos sociais
e acesso aos bens e serviços essenciais à sobrevivência.
Crescimento Econômico x
Desenvolvimento Econômico

(...) para haver desenvolvimento não basta a


industrialização, a tecnologia e a distribuição de
renda. É preciso algo mais: liberdade, educação,
saúde, segurança, participação política, exercício dos
direitos humanos, proteção do meio ambiente etc.,
ou seja, mudanças na estrutura econômica e social
que promovam o empoderamento (empowerment) da
sociedade. O desenvolvimento não é algo que possa
ser imposto ou recebido de presente, precisa ser
construído e conquistado coletivamente
(Arroyo e Schuch, 2006, p. 43)
A PROTEÇÃO SOCIAL PROMOVIDA PELO
ESTADO: HISTÓRICO E MAIS ALGUNS
CONCEITOS RELEVANTES

 A intervenção do Estado na proteção dos indivíduos,


dos riscos impostos pelo mercado, inaugurou uma
nova etapa do desenvolvimento do mundo capitalista
ocidental.
 altos níveis de desenvolvimento econômico e de bem-
estar alcançados pelas sociedades europeias, a partir de
meados do século XX.
 Embora tal processo tenha ocorrido em diversos países:
diferenças nas formas como cada um deles organizou
seus sistemas de proteção social: seu custeio, seus
benefícios, assim como sua administração.
 Responsáveis por parcelas significativas do gasto público
nas diversas nações, os Estados de Bem-Estar Social
chegaram à década de 1990 acusados de provocarem déficits
nas contas públicas, bem como de impedir o crescimento
econômico.
 Reformas do Estado, que buscavam reduzir as
responsabilidades deste na proteção social, deixando ao
mercado a tarefa de prover, comercialmente, esquemas de
proteção, tais como planos de saúde e de previdência
privados, seguros de vários tipos e financiamentos
imobiliários.
 aumento significativo da vulnerabilidade dos segmentos
trabalhadores, em diversos países, assolados também por uma
grande redução dos postos de trabalho, por causa da extensa
reestruturação produtiva ocorrida na mesma época.
 No final dos anos 2000 e, particularmente, a partir da
crise financeira mundial de 2008 , assistimos a uma
nova inflexão das teorias acerca da intervenção do
Estado. Observamos, desde então, um retorno à
percepção do Estado como entidade mediadora das
relações de mercado, seja na proteção dos cidadãos,
seja do próprio capital.

 Nos EUA – Obama...

 E agora...
Primórdios

 Leis dos Pobres: propósito não só de proteger as pessoas nesta


condição, mas também de controlar as ameaças que elas, aos
seus olhos, representavam- crimes, doenças, degradação dos
costumes.

 Estas Leis são reconhecidas como as primeiras iniciativas


governamentais voltadas à proteção social.

 A emergência do Estado Moderno é, portanto, uma condição


essencial para o surgimento de políticas de proteção social -
Políticas Sociais .
 Com a intensificação da industrialização nos séculos XVIII e
XIX, a questão da pobreza assume gravidade ainda maior

 A vida dos trabalhadores havia se transformado. O sustento


das famílias dependia de uma nova condição: o
assalariamento

 Quem não conseguisse uma posição no então nascente


mercado de trabalho, estaria excluído desta sociedade.

 Século XIX se difundiam, no mundo capitalista, as ideias


liberais

 A instituição de sistemas de proteção social só viria a ocorrer,


Bases Econômicas do Estado do Bem
Estar Social (WFS) – Keynes e Ford

 Crise de 29 – mudança na condução da Política


Econômica: Laissez- faire x Intervencionismo
 OBS.: Crise de 2008...

 Estado como promotor do Pleno Emprego

 Importância dos Investimentos Estatais

 Utilizado entre 1930 e 1970

 Papel do Fordismo: Produção em massa para consumo


em massa.
Justiça: mérito ou
necessidade?
 Conceito de justiça é fundamental para a avaliação
ética e política das relações Estado-sociedade,
 se refere não a coisas, mas à distribuição de benefícios e
custos entre os membros de uma dada comunidade.

 Com o surgimento do Estado Moderno fundado no


Direito, enquanto ordenamento normativo da
convivência social, a Justiça se torna uma instituição
formal, e o que é justo ou injusto depende de sua
conformidade ou não com as leis.
Justiça: mérito ou
necessidade?
 A definição de Justiça tem variado ao longo do tempo, em
função das ideias predominantes no pensamento social e dos
conflitos que afloram, em um ou outro momento, em torno
da distribuição da riqueza e do poder na sociedade.

 Para os liberais, a justiça social tem por fundamento o mérito


do indivíduo. Isto é, o direito a receber algo deve corresponder
a um esforço anteriormente realizado.

 Para os intervencionistas, justo é aquele sistema ou ato que


distribui benefícios segundo as necessidades de cada um; ou,
pelo menos, que o faz de modo a satisfazer as necessidades
básicas de todos.
Estado de Bem Estar Social

 Assume a proteção social de todos os cidadãos, patrocinando ou


regulando fortemente sistemas nacionais de Saúde, Educação,
Habitação, Previdência e Assistência Social; normatizando relações de
trabalho e salários; e garantindo a renda, em caso de desemprego.

 Crise de 29 / EUA, IIGM / Europa – Keynes

 O Estado deveria fazer investimentos públicos na produção para


garantir o pleno emprego.

 Se todos trabalhassem, haveria renda para que todos consumissem.


Assim ficaria criado um ciclo virtuoso de produção e consumo, que
garantiria o funcionamento do capitalismo.
Modelos de Estado de
B.E.S.
 Modelos adotados no mundo diferem em três aspectos
básicos:
 Participação do Estado nas despesas com proteção social
 Relação entre financiamento público e privado de um sistema
 Grau de abrangência da cobertura
 Universalistas, Corporativos ou Residuais
 Grau de proteção que o sistema oferece ao trabalhador (ou
grau de descomodificação da força de trabalho)
 Commodity - trabalho assalariado transformado em commodity –
sobrevivência do trabalhador depende dos ganhos auferidos por
ele.
 A descomodificação se dá quando o indivíduo tem acesso aos
bens e serviços de que necessita para sua sobrevivência através
do Estado.
Modelos de Estado de
B.E.S.
Os E.B.S. na Nova Ordem
Mundial
 Final dos anos 70:
✓Gastos de Aposentadorias (envelhecimento populacional) Globalização: Estado
não consegue mais
✓ Emprego (inovações tecnológicas) contribuir para a
expansão do capital...
✓ Choque do petróleo

 Era da regulação do Estado foi substituída pela era da


regulação do mercado
 Estabilidade da classe trabalhadora x Flexibilidade e
Insegurança
II Unidade

Políticas Sociais do Estado


Brasileiro
Educação
 Mesmo que tenhamos atingido praticamente a universalidade da cobertura da
população em idade escolar do nível fundamental (7 a 14 anos), a qualidade do ensino
e da gestão escolar e das desigualdades nas condições de acesso e permanência das
crianças e jovens na escola e nas universidades ainda são problemas graves.

 Analfabetismo atinge cerca de 10% dos brasileiros com 15 anos ou mais

 Matrículas no nível médio insuficientes

 Acesso ao ensino superior é restrita

 Alto índice de repetência escolar

 Dados de 2003 mostram:


 No Brasil: 213 estudantes universitários para cada 10 milhões de habitantes
 Argentina: 531 estudantes universitários para cada 10 milhões de habitantes
 Bolívia: 347 estudantes universitários para cada 10 milhões de habitantes
 México: 225 estudantes universitários para cada 10 milhões de habitantes
Educação

 Mais qualidade na educação básica


 A questão do analfabetismo funcional
 Em 2002 – 26% dos brasileiros >15 anos
 2016 – 8% dos brasileiros são proficientes
 Instituto Paulo Montenegro – Entre os universitários 22%
são proficientes; 32% estão no nível elementar
 Defasagem, repetência e evasão escolar
 Reduzido número de ingressantes no ensino médio em
idade apropriada (15 anos)
Educação

 IDEB – Índice de Desenvolvimento da Educação Básica


 Dois fatores considerados
 Desempenho dos estudantes em avaliações específicas
 Taxa de aprovação dos alunos em cada escola
 Varia de 0 a 10
 Brasil: 3,8 (2005) – até 2022: 6,0 (em 2007: 4,2)
ideb.inep.gov.br/
PIAUÍ
Teresina
Educação

 Ampliação do acesso à educação Profissional e Superior


 Maior gargalo: pouca oferta de ensino profissional técnico
 Vagas insuficientes e mal distribuídas no território brasileiro
 Em 2006, 26% Sudeste e 8% Nordeste
 Maior gargalo: pouca oferta de ensino profissional técnico
Educação

 Baixo acesso ao ensino superior: baixa oferta de vagas


Instituições públicas
 Em 2004, 50% das vagas nas IES privadas não foram
preenchidas
 Ainda, dentre as vagas preenchidas, apenas 7% estudantes
oriundos de famílias com renda per capita de um SM
 Nas IES públicas, o mesmo percentual sobe para 15%
 Assim, inserção no ensino superior é reduzida e desigual
 Em 2006: 4% da população universitária era oriunda de famílias
com renda até um SM, e 60% estavam ligados à famílias que
recebiam mais de 5 SMs.
Educação

 Soluções encontradas até agora:


 Mecanismos de financiamento às IES privadas –
PROUNI
 Expansão de vagas nas IES públicas
`
Longe da excelência
FSP, 18/09/2010

Não causa surpresa o ranking das 200 melhores universidades do mundo, elaborado pela prestigiosa
Times Higher Education.
As universidades americanas têm a reputação de excelência confirmada com a presença de nada
menos que 72 instituições entre as 200 mais bem colocadas no mundo, incluindo 15 entre as 20 primeiras. O país
que mais se aproxima dos EUA, o Reino Unido, tem 29 universidades na lista.
O ranking é baseado em consultas com a comunidade acadêmica internacional e leva em conta 13
indicadores de performance, sobretudo o ensino, a pesquisa e a transferência de conhecimento.
A explicação para o domínio americano é simples. O país investe 3,1% do seu PIB em educação
superior, contra uma média de 1,5% dos demais países da OCDE (sigla que reúne os países mais desenvolvidos do
mundo). Essa discrepância se torna ainda maior se considerado que o PIB americano, de US$ 14 trilhões, é pelo
menos duas vezes superior ao de qualquer outro país.
O fato de a líder do ranking ser a Universidade Harvard, fundada em 1636, mostra que não é da
noite para o dia que se constrói um ensino de qualidade.
Nesse sentido, o Brasil, onde o investimento federal no ensino superior não chega a 1% do PIB, não
tem o que comemorar no ranking. Diferentemente de outros países emergentes, como China, África do Sul e
Turquia, o país não teve nenhuma universidade incluída entre as 200 melhores.
A USP, que tem o mérito de ser a mais bem colocada entre as instituições latino-americanas, aparece
na 232ª posição, 16 postos à frente da Unicamp, única outra escola brasileira na lista.
Se não sofre mazelas tão graves quanto as do ensino básico, a educação superior brasileira, tanto
dentro das salas de aula quanto nos laboratórios de pesquisa, ainda está longe do nível de excelência necessário
para alavancar o crescimento do país. Investimento público mais robusto e mais bem direcionado é um passo
indispensável para sanar essa deficiência.
E hoje... Mudou muita coisa??
Saúde
 Reforma sanitária
 Até início dos anos 80: assistência médico-hospitalar era
responsabilidade dos Institutos Previdenciários: assistiam a
classe trabalhadora – através de compra de serviços da rede
privada (convênio empresa)
 Ministérios e secretarias atendiam os excluídos.
 Sistema da saúde: DUAL e FRAGMENTADO
 Reforma Sanitária: Movimento que se inicia no final da
década de 70, consegue inscrever na Constituição de 88 o
direito à saúde como dever do Estado.
 Na contramão da história (universalismo x neoliberalismo)
Saúde

 Propósitos da Reforma Sanitária:


 expandir a cobertura;
 propiciar a viabilidade fiscal e financeira do sistema;
 melhorar a eficiência, a qualidade e a satisfação dos
usuários;
 criar novas funções do Estado na formulação e
implementação de políticas públicas de saúde;
 privilegiar a atenção básica de saúde, assim como um
sistema de referência e contrarreferência (a partir de
registros confiáveis, torna possível a obtenção de
informações completas do paciente... )
Saúde

 SUS – princípios
 Universalidade
 Integralidade
 Participação Social

 Ainda
 Responsabilidade partilhada por todas as instâncias do
governo: Por isso é único
Saúde
 PSF
 Propósito: fornecer atendimento integral à população, ao
nível básico da assistência.
 Equipes multiprofissionais: médico, enfermeiro, auxiliar de
enfermagem, e seis agentes comunitários de saúde
 Resultados positivos: queda da mortalidade infantil
 Problema a superar: precariedade dos vínculos de trabalho
dos profissionais de saúde às equipes do PSF – aumentando a
rotatividade de pessoal.

 Sistema de saúde brasileiro dual


 49 milhões de brasileiros pagam planos de saúde
 Fragilização da defesa do SUS, clientela formada por setores
com menor poder de vocalização de suas demandas...
Assistência Social
 Programas de Assistência Social
 Programa Bolsa Família
 Transferência de Renda: unificação de diversas bolsas
criadas no governo FHC e começo do LULA.
 Condicionantes:
 Educação: Freqüência
 Saúde: vacinas, pré-natal, acompanhamento nutrizes
 Assistência Social: presença nos serviços sócio-educativos
para crianças e adolescentes
 Críticas:
 Não é direito do cidadão
 Não é garantido por lei
 Não é Política de Estado, mas de Governo
Políticas Públicas de Trabalho e
Geração de Renda

 O mundo do trabalho na virada do século XXI


 A partir de 70: redução do crescimento, globalização,
financeirização e novas tecnologias... MUDANÇAS
NO MERCADO DE TRABALHO
 Redução da classe operária industrial
 Precarização do trabalho
 Fordismo substituído pelo Toyotismo
Políticas Públicas de Trabalho e
Geração de Renda

 Toyotismo
 Processo Produtivo Flexível
 Trabalho em Equipe
 Produção em Pequena Escala
 Estoque mínimo
 Acordos diretos entre empresas e empregados
 Flexibilização do Trabalho
 Desregulamentação (precarização) do trabalho
Políticas Públicas de Trabalho e
Geração de Renda

 Ideário toyotista chega no Brasil em 1994 (FHC)


 Sugeridas mudanças na legislação “enrijecedora”
 “Altos custos impostos para as empresas”
 Fortalecimento da informalidade e ao desemprego

 Crítica: “problemas de nosso mercado de trabalho estariam


menos associados ao seu marco jurídico-legal, e mais ao fraco
desempenho recente da economia, bem como ao processo de
sua modernização, a partir dos anos 1930, que teria excluído
grandes contingentes da força de trabalho do acesso a bons
empregos”.
Políticas Públicas de Trabalho e
Geração de Renda

 Estrutura e Funcionamento do Mercado de Trabalho


no Brasil

 Características:
 Heterogeneidade
 Grande multiplicidade de relações contratuais
 Muitas formas de apropriação de renda
 Empregadores, trabalhadores por conta própria,
empregados domésticos
Políticas Públicas de Trabalho e
Geração de Renda
 Segmentação
 PIA (>10 anos)
 PEA
 POPULAÇÃO OCUPADA
 Empregados
 Conta Própria
 Empregadores
 Não remunerados
 POPULAÇÃO DESOCUPADA
 PNEA
 Incapacitados
 Estudantes
 Afazeres domésticos
 Desalentados
 PINA (<10 anos)
Políticas Públicas de Trabalho e
Geração de Renda
 Heterogeneidade da Estrutura das Ocupações
Políticas Públicas de Trabalho e
Geração de Renda

 Remuneração média mensal (dados 2005)


 Trabalhadores formais: R$820
 Autônomos: R$623
 Informais: R$ 423

 Índice de Gini (0,55)


 1% dos mais ricos – 13% da renda nacional
 50% dos mais pobres – 13% da renda nacional
Informalidade Brasil
52.0

50.9
51.0

50.0

49.0

48.0
47.5
47.3
47.1
47.0
46.4

46.0

45.0

44.0
2009 2011 2012 2013 2014

Fonte: IPEADATA/IBGE, 2017


PNAD, 2017
Redução da Desigualdade

3
Políticas Públicas de Trabalho e
Geração de Renda

 Raízes da desigualdade social


 Escravismo
 Concentração Fundiária
 Mão de obra imigrante
 Industrialização excludente regionalmente
 E ainda, mesmo assim não permitiu a inclusão de grande
parte da força de trabalho disponível
 Década de 80:
 Crises do petróleo
 Crise da dívida externa
Políticas Públicas de Trabalho e
Geração de Renda

 A partir da década de 90:


 Recessão mundial
 Inovações tecnológicas no processo produtivo
 Globalização
 Liberalização comercial (1981: 4% 1998: 10%)

 2008 – Crise dos EUA:


 Papel do Keynes na crise de 29 e comparação com 2008
Políticas Públicas de Trabalho e
Geração de Renda

 A partir de 2004: redução da informalidade e do


desemprego

 Segundo dados do IBGE elaborados pelo IPEA, a taxa de


desemprego caiu de 9,6% em 2001 para 8,7% em 2007. Entre
2001 e 2005, o número de assalariados com carteira
aumentou 20%, passando a integrar cerca de 50,5% da força
de trabalho ocupada (CARDOSO Jr., 2007).
Políticas Públicas de Trabalho e
Geração de Renda

 Razões para melhoria


 Expansão do crédito
 Aumento real do SM
 Dinamismo nas exportações
 Pequenas reduções nos juros
 Expansão do gasto social público
 Perspectiva keynesiana
Fechamento de vagas de emprego formal
em 2016 é o pior desde 1976, diz MTE
Além do Caged, Ministério do Trabalho divulga também a Relação Anual de Informações Sociais; segundo o
relatório, o País fechou 2,001 milhões de postos de trabalho no ano passado

mento de vagas de emprego formal em 2016 é o pior desde ... http://economia.estadao.com.br/noticias/geral,fechamento-d

BRASÍLIA - O Brasil fechou 2,001 milhões de vagas de emprego formal em 2016, de acordo com a Relação Anual
de Informações Sociais (Rais) divulgada nesta quinta-feira, 19, pelo Ministério do Trabalho. Trata-se do pior
resultado desde 1976. Em 2015, o País havia fechado 1,511 milhão de postos de trabalho com carteira assinada.

O saldo negativo de emprego formal em 2016 foi o pior em 40 anos, considerando toda a série histórica da
Relação Anual de Informações Sociais (Rais), iniciada em 1976. O levantamento contabiliza as perdas de vagas
formais entre celetistas, temporários, estatutários do serviço público e autônomos com CNPJ constituído.

Estadão, 19/10/17
Obrigada!

adv.fatimalmeida@gmail.com