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AVALIAÇÃO DO

PDOT/97
AVALIAÇÃO DO PDOT/97

1. ESTRUTURA CONCEITUAL DO PLANO


Princípios;
Estrutura do planejamento governamental;
Objetivos;
Estratégias; e
Diretrizes.
2. ESTRUTURA FORMAL DO PLANO
•Avaliação das Ações, Programas e Projetos
Prioritários
•Levantamento de Problemas e Explicitação de
Algumas Lógicas de Ordenamento Territorial a partir
do Macrozoneamento do PDOT
ESTRUTURA CONCEITUAL DO PLANO

linha condutora do plano a partir da qual os demais


componentes de sua estrutura formal (zoneamento,
ações, programas e projetos prioritários e sistema de
planejamento) foram construídos.

A caracterização destes elementos permite a


compreensão do plano no nível de suas intenções,
do projeto de cidade vislumbrado quando da
aprovação do atual PDOT.
PRINCÍPIOS

Encontram-se estabelecidos no artigo 1º da Lei


Complementar n.º 17/97;

Referem-se aos princípios constitucionais:


Desenvolvimento das funções sociais da propriedade
urbana e rural;
Uso socialmente justo e ecologicamente equilibrado do
solo;
Assegurar o bem estar de seus habitantes.

Os princípios da Lei Orgânica para política urbana e


rural, estabelecidos no seu arts. 314, refletindo-os em
seus objetivos e estratégias e ainda assume a sua
abrangência para todo o Território do DF.
ESTRUTURA DE PLANEJAMENTO

A estrutura de planejamento governamental,


apontada no PDOT/97, busca articular os
instrumentos de planejamento territorial (PDOT e
PDL) com os instrumentos de planejamento
orçamentário/financeiro e com as políticas setoriais,
quais sejam:

Plano Plurianual;
Lei de Diretrizes Orçamentárias;
Orçamento Anual;
Plano de Desenvolvimento Econômico;
Zoneamento Ecológico e Econômico;
OBJETIVOS
Estabelecidos no art. 5º da Lei Complementar n.º 17/97;
Manifestam o projeto de cidade que se pretende ser
alcançado com sua implementação.
Principais Objetivos:
A segregação sócio-espacial – romper com
desequilíbrios
Desenvolvimento econômico – ampliar, descentralizar,
disseminar
Oferta de áreas habitacionais – ampliar
Potencial de uso e ocupação do solo – definir a partir
da sustentabilidade ambiental
Brasília Capital da República – preservar e valorizar
Regularização fundiária – democratizar o acesso à
propriedade
Região do entorno - integração
DIRETRIZES

têm como foco as políticas setoriais que têm


rebatimento direto no território:
transporte e malha viária
saneamento básico e ambiental
assentamentos humanos e habitação
desenvolvimento econômico

na prática, faltou o real comprometimento das demais


políticas setoriais com os objetivos pretendidos pelo
plano.

carecem de uma maior explicitação quanto aos


instrumentos a serem aplicados para se chegar àquela
articulação entre as áreas mencionadas.
ESTRATÉGIAS
têm como foco o ordenamento territorial e dentre elas
destacam-se:

A implantação de um centro Regional na confluência de


Taguatinga, Ceilândia e Samambaia;
A ordenação da ocupação do eixo oeste-sudoeste;
O reforço da autonomia das cidades do DF por meio de
centros locais;
O adensamento preferencial das áreas já urbanizadas;
A criação de Áreas de Desenvolvimento Econômico - ADEs,
preferencialmente no eixo oeste-sudoeste;
A flexibilização de usos nos Planos Diretores Locais;
A consolidação e preservação do Plano Piloto;
A instituição de monitoramento prioritário na região de maior
incidência de parcelamentos irregulares;
ESTRUTURA FORMAL DO PLANO

Consiste na materialização do Plano por


meio de suas propostas:
Ações, Programas e Projetos
Prioritários
Macrozoneamento
AÇÕES, PROGRAMAS E PROJETOS PRIORITÁRIOS

O Plano Diretor de Ordenamento Territorial do Distrito


Federal - PDOT, atualmente em vigência, estabeleceu no
art. 36 da Lei Complementar n.º 17/97, um conjunto de
ações, programas e projetos prioritários para a gestão
territorial.

Observa-se que estes não foram convenientemente


implantados, chegando vários deles a nem sequer ter sido
implementados.

As poucas ações efetivadas, de fato, referem-se, em sua


maioria, àquelas mais ligadas às atribuições da própria
SEDUH, sem que tenha havido a correlação, pretendida
pelo PDOT, com políticas setoriais, nem a sua articulação
com as ações desempenhadas pelos demais órgãos
MACROZONEAMENTO

O macrozoneamento do PDOT consistiu na repartição do


território em macrozonas urbanas e rurais, classificadas
conforme o grau de ocupação desejado, além da Zona
de Conservação Ambiental.

Os limites físicos da zonas que compõem o


macrozoneamento foram estabelecidos a partir das
limitações ambientais e de infra-estrutura do território.

As áreas que possuíam as mesmas características e


vocações de uso e ocupação do solo foram agrupadas,
assim reforçando as tendências indesejáveis e corrigindo
as possíveis distorções.
LEVANTAMENTO DE PROBLEMAS E
EXPLICITAÇÃO DE ALGUMAS LÓGICAS
DE ORDENAMENTO TERRITORIAL A
PARTIR DO MACROZONEAMENTO
 o macrozoneamento do PDOT consistiu na
repartição do território em macrozonas urbanas
e rurais, classificadas conforme o grau de
ocupação desejado, além da Zona de Conservação
Ambiental

 definição das poligonais: Decreto n.º 19.773, de


13/11/98, que regulamentou o disposto no art. 76
da LC 17/97 – PDOT (exceto limites da Zona
Urbana de Uso Controlado incidentes na APA
do Rio São Bartolomeu, sem definição
cartográfica precisa, e algumas Áreas Rurais
Remanescentes, previstas mas ainda sem limites)
Serão levantados alguns problemas ou
questões relativos aos aspectos de
configuração espacial para as categorias
do macrozoneamento de modo a
subsidiar possíveis ajustes, adaptações e
proposições
Zona Urbana de Dinamização

 elaboração de projetos urbanísticos com densidades e


parâmetros de ocupação muito próximos daqueles utilizados
nas outras zonas urbanas
 existência de uma grande quantidade de Áreas de Diretrizes
Especiais, sobrepostas à Zona Urbana de Dinamização, que
se constituem em um “freio” à característica de dinamização
da região
 abriga a maior
parte das ADE, criadas
após o PDOT/97 em 2 1

coerência com o caráter


de dinamização da zona.
No entanto, em termos de
atração de um volume
expressivo de mão de
obra estas áreas não
chegam a competir com a
região central de Brasília

 Outra lógica relativa à localização de atividades econômicas


continua a existir. Ainda que o projeto do SAT (1), previsto pelo PDOT/97
no Setor Taquari, tenha dado lugar ao projeto da Cidade Digital (2)
deslocada para as proximidades da EPIA, eles mantêm semelhanças no
que se refere à estratégia de ocupação territorial por serem
empreendimentos que demandam mão de obra especializada e reduzida
Zona Urbana de Uso Controlado
6

3
4
7
1

Encontra-se fragmentada (1) por ter tido que respeitar as ZUI


(Zonas de Uso Intensivo) definidas pelo rezoneamento
daquela UC. Apesar de nada impedir a existência de Áreas de
Proteção Permanente dentro de tecidos urbanos.
6

3
4
7
1

Outras áreas não foram incluídas nessa categoria, apesar de


existirem de fato: Vila São José (2); Incra-8 (3) e Lucena Roriz
(4), na APA do Descoberto
Vila São José (2)
Incra-8 (3)
Lucena Roriz (4)
6

3
4
7
1

Questionamento quanto ao “status” de áreas consideradas


em zona urbana: como o caso da Fercal (6), que possui
muitos traços de rural (inclusive para determinados serviços,
como o transporte: a área é tratada como rural)
6

8
3
4
7
1

... e os casos do Altiplano Leste (7) e Euler Paranhos (8),


cujos moradores reivindicam o retorno à categoria de solo
rural.
Zona Urbana de Consolidação
5
5
4

3 3

Restrições (Área Tombada e APAs) não se restringem aos


limites da Zona em si, existem aspectos, como por exemplo a
manutenção de eixos visuais, que dependem de restrições a
serem estabelecidas para as outras categorias de
zoneamento no entorno próximo (1 e 2)
5
5
4

3 3

A ocupação desta Zona deve também considerar as


peculiaridades de saneamento para Sobradinho (4),
Planaltina (5) e áreas na Bacia do Lago Paranoá (3). Neste
ponto prevalecem aspectos também periféricos, relativos aos
problemas de ocupação das áreas circunvizinhas.
Zona Rural de Uso Diversificado

4 1

Grande pressão por parcelamentos urbanos na zona:


demandas levantadas na faixa à leste da DF-140 (1);
parcelamentos tipo sítios de recreio e reparcelamentos de
chácaras na região do Casa Grande e arredores (4); pelos
parcelamentos e invasões com características de baixa renda
nos fundo de Ceilândia (2) e na região do Água Quente (3).
Zona Rural de Uso Controlado I

O rezoneamento atualmente em vigor dessa unidade de


preservação foi baseado na perspectiva da construção de
dois lagos conforme preconizava o Plano Diretor de Água e
Esgoto à época da edição do PDOT/97.
1

O PDAE foi reformulado a partir do ano 2000 e alterou aquela


perspectiva. Uma das alternativas mais factíveis de
abastecimento futuro, que considera o manancial do São
Bartolomeu, considera uma forma de captação à fio d’água
(1) substituindo os dois lagos anteriormente previstos.
Zona Rural de Uso Controlado II

O zoneamento da APA de Cafuringa foi realizado após a


edição do PDOT/97 e deverá ser considerado e poderá,
inclusive justificar a transformação de algumas glebas no
interior da unidade de conservação em zonas com caráter de
preservação ambiental, perdendo assim sua condição rural.
1

Na mesma perspectiva devem ser consideradas as áreas a


serem anexadas ao Parque Nacional de Brasília, como
resultado da recente proposta de ampliação de seus limites
(1), em discussão entre o Governo do Distrito Federal e o
Governo Federal.
Zona Rural de Uso Controlado III

A característica dessa zona e a de salientar a importância da


preservação e gestão de importantes recursos hídricos do
Distrito Federal: Lago do Descoberto (1), Lago Paranoá (2) e
o Rio Pipiripau (3). Preocupação que deve continuar
salientada pelo zoneamento fruto da revisão.
Zona Rural de Dinamização

Reparcelamentos de glebas rurais (1), podem chegar a


configurar ocupações para fins urbanos, como os sítios de
recreio. Essa prática pode ser reforçada pelo anel viário que
utilizará a DF-130, que margeia a esta Zona (2).
Zona de Conservação Ambiental
2

De uma maneira geral devem ser atualizadas, com


informações dos órgãos competentes, as porções do
território com características de intangibilidade.
2

Alguns pontos: reavalização da Área Alfa (1), ampliação dos


limites do Parque Nacional (2), Zona de Preservação da ARIE
Parque JK (3).
Problemas relacionados aos zoneamentos de UCs x
ocupação efetiva de determinadas porções territoriais.
Centro
Regional

Um problema está relacionado à configuração esboçada pelo


mapa do macrozoneamento. Na realidade o desenvolvimento
deste centro está se dando um pouco mais deslocado para a
área do Pistão Sul.
1

Outro problema de configuração é observado na área da


ARIE Parque JK onde a mancha é bastante generosa
incidindo inclusive em áreas naturais ou com utilização rural.
Área de Monitoramento Prioritário

3
4

O fato de ser estabelecida como de monitoramento prioritário


não impediu que no coração da área surgisse a invasão de
Itapuã (4). Faltaram mecanismos de penalização e de ação
mais contundentes por parte do Estado.
3
4

A existência dessa área parece ser inócua pois não foi na


mesma que outros parcelamento de grande porte surgiram.
Por exemplo: Água Quente (1), fundos de Ceilândia (3) e a
ampliação “desenfreada” da invasão da Estrutural (2).
Área de Proteção de Manancial

Não se estabeleceu sistemática de controle para impedir


novas ocupações nas áreas com ocupação, como as citadas
na LC, ou para outras APM não mencionadas mas ocupadas
e/ou sujeitas a grande pressão por ocupações irregulares.
2

Dois fatos devem ser observados: O 1º decorrente do novo


PDAE do DF que praticamente elimina os dois lagos
previstos anteriormente na APA do São Bartolomeu (1).
2

O 2º decorre de sugestão da CAESB para a criação de duas


APM (2). Uma na bacia do Rib. Engenho das Lages e a outra a
ampliação da APM “Futura Barragem do Pipiripau”.
Área Rural Remanescente

A utilização de muitas dessas áreas contraria o que foi


estabelecido para elas em termos de diretriz de uso e
ocupação.
3

Após 97 é acentuado o processo de parcelamento de


chácaras de 2 ha em lotes bastante menores para uso urbano
em toda a região do Vicente Pires, Arniqueira, Vereda da
Cruz, Vereda Grande e outras.
3

Na maioria dos casos o uso rural serve apenas de fachada


para usos residenciais urbanos.
Área com Restrição Físico-Ambiental
4
3

2
1

Nessas áreas ocorrem ocupações irregulares não


condizentes com a diretriz relativa aos necessários cuidados
especiais quanto ao uso e ocupação exigidos para elas.
4
3

2
1

Em todas as manchas dessa categoria ocorrem problemas


relativos ao uso e ocupação do solo (1 a 6).
Área de Lazer Ecológico

Exceto as áreas do Parque do Descoberto, do Parque Três


Meninas e do Parque do Guará, as demais ALE configuradas
pelo PDOT/97 possuem delimitações muito precárias, que
foram efetuadas por meio do lançamento de retângulos
indicativos nos locais dos monumentos naturais.