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Disciplina: Historiografia Amazônica

Docente: Profª. Drª Hélio Rodrigues da Rocha

Seminário de Literatura –
Gaivotas
de Hélio Rocha

Discentes : Elysmeire da Silva de Oliveira Pessôa


Raylan Felipe Macedo Setúbal
Ronilson de Sousa Lopes
Autor e Obra

• ROCHA, Hélio. Gaivotas. São Paulo:


Editora Penalux, 2015. 110p.
Resumo da Obra
“Gaivotas”, o mais recente livro de contos do escritor e historiador
social Hélio Rocha, materializa o desejo do autor, em tornar
conhecida de seu público, algumas representações, ambientadas na
região norte do Brasil. Ao longo dos sete contos que compõem o livro,
o autor, que é confessadamente leitor assíduo e profícuo de relatos de
viagem, crônicas e narrativas literárias ambientadas na Amazônia,
homenageia e faz referências, em alguns de seus contos, a uma série
de viajantes e pesquisadores que se aventuraram nos rincões
amazônicos de outrora, além desta temática, faz uma série de críticas
contundentes aos vestígios do colonialismo representados pelas
situações de exploração da mulher amazônica, de desrespeito com a
cultura indígena e da banalização da violência, que é frequentemente
usada pelos colonizadores, em seus diferentes âmbitos.
Estrutura dos contos
Quanto à elaboração dos sete contos, cinco deles foram dedicados a figuras
relevantes para a Amazônia, como ressalta o próprio escritor: “dos sete contos, dois deles -
“Rumo à terra do Sem-Fim” e “O lago de Samuel” – foram concebidos a partir do livro The
Road to Extrema, do jornalista estadunidense Bob Reiss, que visitou a Amazônia no final
da década de 80 do último século; o conto “O etnólogo” nasceu da leitura de Do Roraima
ao Orinoco, de Theodor Koch-Gunber e é uma homenagem a esse etnólogo alemão; já o
conto “Madame Godin” é uma tradução integral da introdução de Isabela Godin: the lost
lady of Amazon, romance de Anthony Smith baseado na narrativa de La Condamine. Os
demais contos são frutos da técnica e da imaginação, principalmente “Speculae”, dedicado
a H. M. Tompinson; “Dany” e “(In)visibilidade”, devo às experiências de leituras in situ e da
historiografia regional”, (ROCHA,2015, p.9).
Considerações Finais
Apresentaram-se aqui alguns flashes de luz, fica o convite para que o
leitor possa adentrar nessa aventura e descobrir muitos outros, desta
importante crítica pós-colonial. A leitura é imprescindível para o
estudante que deseja conhecer a realidade social da Amazônia. O livro
gaivotas carrega um pedaço da Amazônia consigo, colabora na
construção de uma produção cientifica literária sólida que inspira novas
gerações de escritores, nascidos ou não na região, a produzirem
independentemente de onde se esteja.