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Crenças centrais

Esses pensamentos estão relacionados com as


CRENÇAS

As crenças mais centrais são entendimentos tão


fundamentais e profundos que as pessoas frequentemente
não os articulam, sequer para si mesmas.

Essas ideias são consideradas pela pessoa como verdades


absolutas.

As crenças centrais são o nível mais fundamental de


pensamento.

São globais, rígidas e supergeneralizadas


Crenças Centrais
• Ideias e conceitos fundamentais sobre nós mesmos, os
outros e o mundo

• Incondicionais

• Formadas desde a infância e se fortalecem com o tempo

• Suas mudanças proporcionarão os melhores resultados na


terapia no que se refere ao tratamento da psicopatologia
em questão.
Agrupamento das Crenças Centrais
Judith Beck(1995)

• Desamparo: impotente, frágil, vulnerável, carente, desamparado,


necessitado

• Desamor: indesejável, incapaz de ser gostado, de ser amado,


sem atrativos, imperfeito, rejeitado, abandonado, sozinho

• Desvalor: incapaz, incompetente, inadequado, ineficiente, falho,


defeituoso, enganador, fracassado, sem valor
• Crenças nucleares sobre os outros:
As pessoas são más, desleais, traiçoeiras, só
querem se aproveitar, tirar vantagens, etc.

• Crenças nucleares sobre o mundo:


O mundo é injusto, ameaçador, perigoso, etc.

As crenças nucleares ou centrais são mais


abstratas e gerais, constituindo um nível mais
profundo de representação dos pensamentos.
Crenças Centrais
• Ativam-se durante os transtornos emocionais

• O processo de informação torna-se tendencioso, extraindo da


realidade os aspectos que confirmam a crença disfuncional. (viés
confirmatório)

• Passado o problema emocional ela volta a ser latente.


Crenças centrais
• Nos traços e transtornos de personalidade os indivíduos tem suas
crenças disfuncionais ativadas na maior parte do tempo
Esquemas
Conceito de crença e esquema geralmente são indistintos.

• Esquemas são estruturas internas de relativa durabilidade que


armazenam aspectos genéricos ou protótipos de estímulos, ideias ou
experiências, e também organizam informações novas para que
tenham significado, determinando como os fenômenos são
percebidos e conceitualizados.
Esquemas são estruturas cognitivas com conteúdos (crenças)

• Estruturas mentais que contêm armazenadas as representações de significados.

• São fundamentais para orientar a seleção, codificação, organização,


armazenamento e recuperação de informações de dentro do aparato cognitivo.

• Tem uma estrutura interna consistente que ordena novas informações que
entram no sistema cognitivo.
(Williams, 1997)
O esquema
(Clark, Beck, Alford, 1999)

Dá à experiência sua forma e significado, provendo, dessa forma, a estabilidade


(estrutura) dos sistemas cognitivo, afetivo e comportamental ao longo do tempo
e dos eventos.

São padrões ordenadores da experiência que ajudam os indivíduos a explicá-la,


mediar sua percepção e guiar suas respostas (cognitivas, emocionais e
comportamentais).

A “arquitetura” dos esquemas faz o indivíduo ser como é


CRENÇAS INTERMEDIÁRIAS OU SUBJACENTES, PRESSUPOSTOS CONDICIONAIS

As crenças centrais influenciam o desenvolvimento das crenças


intermediárias.

compostas por
regras (eu devo...tenho que):
atitudes (é preciso que...):
suposições (se eu...)

Essas crenças pressupõe que uma vez cumpridas as regras, normas e atitudes não haverá
problema, o indivíduo se mantém relativamente estável e produtivo. No entanto, se, por
alguma circunstância, os pressupostos não estão sendo cumpridos, o indivíduo torna-se
vulnerável ao transtorno emocional quando a crença negativa é ativada
Estratégias de Enfrentamento

Comportamentos que a pessoa usa na tentativa de lidar com a crença.

Tem correlação direta com as regras e os pressupostos disfuncionais que acabam


por reforçar ainda mais as crenças.

Os pressupostos condicionais modelam a relação entre as estratégias


comportamentais e as crenças nucleares.
Exemplo:
Indivíduo Fóbico Social
Sou incapaz de ser amado (CRENÇA CENTRAL)

É perigoso interagir com as pessoas, pois elas não vão


gostar de mim. (ATITUDE)

Para não ter problemas, não devo interagir com as


pessoas (REGRA)

Se eu me engajar em minha estratégia compensatória,


estarei bem; se não, minha crença central ficará
evidente. Devo me afastar, caso contrário me
machucarão. (SUPOSIÇÃO)

Não vou ter assunto pra conversar na festa.


(PENSAMENTO AUTOMÁTICO)
Bibliografia

• Aprendendo a Terapia Cognitivo-Comportamental – Um Guia Ilustrado


Jesse H. Wright, Monica R. Basco e Michael E. Thase. ARTMED, 2008

• Terapia Cognitiva – Teoria e Prática


Judith Beck. ARTMED, 1997

• Terapia Cognitivo-Comportamental na Prática Psiquiátrica. Paulo Knapp e


colaboradores. ARTMED, 2004