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Teoria Geral do Direito

Civil

Docente: Idelsany Cumbane


Contacto: +258 82 26 39 877
Teoria Geral da Relação Jurídica
 

Conceito de Relação Jurídica


Em sentido amplo ­é toda a relação decorrente na vida
social relevante para o Direito, produtiva de efeitos
jurídicos e, portanto disciplinada pelo Direito.
Em sentido restrito ou técnico ­é a relação da vida
social à que o Direito disciplina, mediante atribuição a
uma pessoa de um direito subjectivo e a imposição a
outra de um dever jurídico ou de sujeição.
Estrutura da relação jurídica
É o vínculo o nexo à ligação que existe entre os sujeitos. Ao
definirmos a relação jurídica consideramo-la integrada por
um direito subjectivo e por um dever jurídico ou sujeição,
são eles que constituem a estrutura interna, ou seja, a
relação jurídica.
Toda a relação jurídica existe entre sujeitos, incide
normalmente sobre um objecto, promana de um facto
jurídico, a sua efetivação pode fazer-se mediante recurso a
providências coercivas, adequadas a proporcionarem a
satisfação correspondente ao sujeito activo da relação, ou
seja, a relação é dotada de garantia.
Sujeitos ­são as pessoas entre quem se estabelece o
elance, o vinculo respectivo.
Facto jurídico ­é todo o facto humano ou evento
natural produtivo de efeitos jurídicos.
Garantia da relação jurídica ­é o conjunto de
providências coercitivas, postas à disposição do titular
activo de uma relação jurídica em ordem a obter
satisfação do seu direito, lesado por um obrigado que
o infringiu ou ameaça infringir.
Objecto da relação jurídica ­é aquilo sobre que
incidem os poderes do titular activo da relação.
Direitos subjectivos propriamente ditos e
direitos potestativos

Direito subjectivo ­é o poder jurídico reconhecido pela


ordem jurídica a uma pessoa, de livremente exigir ou
pretender de outrem um comportamento positivo (acção)
ou negativo (omissão) ou de por um acto livre de vontade,
“só de per si” ou integrado por um acto de autoridade
pública, produzir determinados efeitos jurídicos que
inevitavelmente se impõe a outra pessoa (contraparte).
O direito subjectivo é uma forma de actuação da
autonomia privada, como sinonimo de liberdade de
actuação de soberania de querer.
Não são autênticos os direitos subjectivos chamados
poderes­deveres ou poderes funcionais, que tem falta
da liberdade supra referenciada.
O direito subjectivo propriamente dito consiste no
poder de exigir ou compreender de outrem um
determinado comportamento positivo (acção) ou
negativo (omissão ou abstenção).
Direitos potestativos – são poderes jurídicos de por um
acto livre de vontade so di perci ou integrado por uma
decisão judicial, produzir efeitos jurídicos que
inelutavelmente se impõem a contraparte.
O adversário se encontra em situação de sujeição, e vê
sendo produzidas consequências na sua esfera jurídica
por mero efeito do exercício do direito pelo seu titular,
vezes há em que se afecta a esfera jurídica sem o seu
consentimento.
Os direitos potestativos conforme o efeito que tendem a
produzir, podem ser constitutivos, modificativos ou
extintivos.
Constitutivos ­produzem a constituição de uma
relação jurídica por acto unilateral do seu titular.
Modificativos ­tendem a produzir uma simples
modificação numa relação jurídica já existente que
continuara a existir, embora que modificada.
Extintivos ­produzem a extinção de uma relação
jurídica existente.
Dúvidas.
Questões.
Sugestões.

Todas as escolhas implicam uma perda, quem não estiver


preparado para perder o irrelevante não estará apto para
conquistar o fundamental.

FIM DA AULA