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Óptica Geométrica

Vagner da Silva Andrade


Propriedades da Luz

Ondas Eletromagnéticas:
O Espectro Eletromagnético
Materiais Transparentes e
Opacos
Aqueles que permitem a passagem de ondas
eletromagnéticas são ditos materiais transparentes. Um
material pode ser transparente para determinados
comprimentos de onda e opacos para outros.

Um exemplo é o vidro comum, que é transparente para a


luz visível, mas é opaco para o ultravioleta.

Nos materiais opacos a luz é absorvida sem ser reemitida.


Princípio Da Propagação
Retilínea da Luz
Sombra e Penumbra
Sombra
Sombra é uma região onde os raios de luz não conseguem
chegar.
A sombra se divide em umbra, a parte mais escura da
sombra e penumbra, a parte mais clara da sombra.
Fases da Lua
Eclipse Solar
O Olho Humano
Funcionamento do Olho
Defeitos de Visão
Miopia
Hipermetropia
Astigmatismo
Presbiopia
Catarata
Glaucoma
Daltonismo
Daltonismo
Cor

Como elas se combinam


Cor
Reflexão Seletiva
Cores
Transmissão Seletiva

Somente é transmitida a
energia na freqüência da luz
azul; a energia das outras
freqüências é absorvida e
acaba esquentando o vidro
Cor e Luz

Vermelho + Azul = Magenta

Vermelho + Verde = Amarelo

Azul + Verde = Ciano


Cores Complementares

Quando duas cores são adicionadas, produzindo


branco, elas são chamadas complementares.

Magenta + Verde = Branco

Amarelo + Azul = Branco

Ciano + Vermelho = Branco


Misturando Pigmentos
Coloridos

Corantes ou pigmentos absorvem, e


efetivamente subtraem a luz
correspondente a determinadas
freqüências, transmitindo apenas
parte do espectro.
Cores Primárias

Amarelo, Magenta e Ciano

Amarelo + Ciano = Verde


Amarelo + Magenta = Vermelho
Magenta + Ciano = Azul
Reflexão e Refração

Óptica Geométrica
Reflexão e Refração

Dizemos que a luz é refletida quando ela retorna ao meio de


onde veio. O processo é chamado reflexão.
Quando a luz passa de um material transparente para outro,
dizemos que ela é refratada. O processo é chamado refração.
Quando a luz interage com a matéria, dizemos que a luz é
absorvida. Processo é chamado absorção.

Em geral, ocorrem simultaneamente reflexão, refração e


absorção
Princípio do Tempo Mínimo

Formulado por Pierre Fermat por volta de 1650.

Entre todas as trajetórias que vão de um determinado


ponto até outro qualquer, a luz escolhe o caminho
que requer o tempo mínimo.
Lei da Reflexão
O ângulo de incidência é sempre igual ao ângulo de
reflexão
O raio incidente, a normal e o raio refletido são
coplanares.
Espelhos Esféricos

Chamamos de Espelhos Esféricos toda superfície refletora com a forma de


uma calota esférica. Temos dois tipos de espelhos esféricos: Côncavo e
Convexo.

ESPELHO ESFÉRICO CÔNCAVO é aquele espelho cuja face interna da


calota é refletora de luz.

ESPELHO ESFÉRICO CONVEXO é aquele espelho cuja face externa da


calota é refletora de luz
PRINCIPAIS ELEMENTOS DE
UM ESPELHO ESFÉRICO
CONDIÇÕES DE NITIDEZ DE
GAUSS
O espelho deve ter pequeno ângulo de abertura ( a < 10o )

Os raios incidentes devem ser próximos ao eixo principal.

Os raios incidentes devem ser pouco inclinados em


relação ao eixo principal.
RAIOS PARTICULARES 
Se um raio de luz incidir paralelamente ao eixo principal, o raio refletido passa
pelo foco principal.
Se um raio de luz incidir passando pelo centro de curvatura, o raio é refletido
passando sobre si mesmo.
Se um raio de luz incidir no vértice do espelho, o raio refletido é simétrico em
relação ao eixo principal.
CONSTRUÇÃO GEOMÉTRICA
DE IMAGENS

As imagens fornecidas por um espelho esférico


podem ser obtidas utilizando-se dois dos três raios
particulares.
ESPELHO ESFÉRICO
CÔNCAVO
1o Caso: Objeto extenso localizado além do centro de curvatura
de um espelho esférico côncavo.
2o Caso: Objeto extenso localizado sobre o centro de curvatura de
um espelho esférico côncavo.
3o Caso: Objeto extenso localizado entre o centro de curvatura e o ponto
focal ( F ) de um espelho esférico côncavo.
4o Caso: Objeto extenso localizado sobre o ponto focal ( F ) de um
espelho esférico côncavo.
5o Caso: Objeto extenso localizado entre o ponto focal ( F ) e o
vértice de um espelho esférico côncavo.
ESPELHO ESFÉRICO
CONVEXO
EQUAÇÃO DE GAUSS E EQUAÇÃO DO
AUMENTO LINEAR TRANSVERSAL

f .... distância focal. Espelho côncavo f > 0


p .... distância do objeto até o espelho. Espelho convexo f < 0
p' ... distância da imagem até o espelho. Imagem real p' > 0
A ... Aumento linear transversal. Imagem virtual p' < 0
i .... tamanho da imagem. Imagem direita i > 0
o .... tamanho do objeto. Imagem invertida i < 0
Refração Da Luz
Refração é a passagem da luz de um meio para outro.

Observamos que, quando um raio de luz incidente for oblíquo, a


refração é acompanhada de desvio de direção, o que não acontece se a
incidência do raio for perpendicular.
ÍNDICE DE REFRAÇÃO ABSOLUTO
(n)
Chamamos índice de refração absoluto de um meio para determinada luz
monocromática a razão entre a velocidade da luz no vácuo ( c ) e a
velocidade da luz no meio considerado ( v ).

n = índice de refração absoluto.


c = velocidade da luz no vácuo.
v = velocidade da luz no meio
considerado.
ATENÇÃO:
 O índice de refração absoluto no vácuo é igual a 1.

 Em qualquer outro meio o índice de refração absoluto é maior


que 1. O índice de refração absoluto no ar é um valor próximo
de 1, sendo assim vamos considerar n ( ar ) = 1.

 O índice de refração é inversamente proporcional à velocidade


de propagação da luz, ou seja, quanto maior for o índice de
refração de um meio, menor será a velocidade de propagação
da luz nesse meio.

 O meio que tem maior índice de refração tem maior


refringência e vice-versa. Refringência, portanto, é a medida
do índice de refração absoluto.
ÍNDICE DE REFRAÇÃO RELATIVO

O índice de refração de um meio A em relação ao meio B ( nA,B ) é obtido


através da fórmula ao abaixo:
LEIS DA REFRAÇÃO
1ª Lei : O raio incidente, o raio refratado e a reta normal são coplanares.

2ª Lei : Lei de Snell


Dispersão da Luz

A luz do Sol direta é sempre dispersa, com a faixa azul da luz sendo sujeita à
maior dispersão. Nossa percepção das cores é influenciada por este efeito,
uma vez que todas as cores possuem uma pequena porção de azul. É por isso
que, por exemplo, vemos o céu com a cor azul.

Devido à porção azul, todas as zonas cromáticas são deslocadas na direção


do azul. Quanto mais perto as coordenadas cromáticas entre eles, menos
contraste é visto. Os resultados são imagens ofuscantes e com manchas,
particularmente irritantes em condições extremas de luz, por exemplo, com a
luz do sol refletindo no mar ou a luz difusa numa corrida de esqui.
Os raios de luz azul se encontram antes da retina, fazendo com que
as imagens percam a nitidez
Dispersão

Prisma

Gota D’Água
Reflexão Interna Total
Ângulo limite
Lentes
As lentes esféricas são meios transparentes, nos quais a luz pode se
propagar. Possuem duas faces esféricas ou uma face esférica e a outra
plana.

As lentes podem apresentar dois comportamentos ópticos: convergente e


divergente.

Os raios das faces das lentes R1 e R2 podem ser iguais ou diferentes. Se a


face for plana, significa que o raio é igual a infinito.

Para nomear as lentes, citamos em primeiro lugar o nome da face de maior


raio de curvatura.
Lentes Convergentes
Lentes divergentes